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Calumbi: prefeito monitora obra de calçamento

Por Nill Júnior

Depois de autorizada na última sexta-feira, dia 18 de março, com a presença do Governador Paulo Câmara, do Deputado Federal Sebastião Oliveira, do Deputado Estadual Rogério Leão e de Danilo Cabral, a prefeitura iniciou o calçamento da área da Casinhas, na Cohab.

O prefeito tem comemorado as parcerias no município. Da recente agenda com Paulo Câmara, Rogério Leão e Sebastião Oliveira, foi anunciada a chegada de uma patrol, duas ambulâncias e a entrega do terminal rodoviário requalificado.

Em outubro do ano passado, recebeu a garantia de Paulo Câmara de que vai executar a PE 357, que liga seu município à BR 232. Uma ponte determinante para  a ligação já havia sido feita no governo Eduardo Campos.

 

Outras Notícias

Nomes que apoiariam Adelmo Moura definem substituto até quarta-feira com aval de João Campos

O ex-prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB) anunciou em primeira mão ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que até quarta ele e prefeitos da região que seguiriam com seu projeto vão ter seus nomes definidos para a disputa estadual. A definição será do prefeito do Recife, João Campos, conforme compromisso […]

O ex-prefeito de Itapetim, Adelmo Moura (PSB) anunciou em primeira mão ao Debate das Dez do programa Manhã Total, da Rádio Pajeú, que até quarta ele e prefeitos da região que seguiriam com seu projeto vão ter seus nomes definidos para a disputa estadual.

A definição será do prefeito do Recife, João Campos, conforme compromisso assumido com as lideranças.

A contrapartida, dizem os gestores, tem relação com um palno de ação para a região, caso João seja eleito governador.

Um nome por cidade

Um fato novo, segundo Adelmo, é que cada base terá um nome diferente. Isso vale para ele e Aline Karina, o prefeito Sandrinho Palmeira, os vereadores da oposição em São José do Egito,  o prefeito de Solidão, Mayco da Farmácia.

Pelo que o blog apurou,  a ideia é que, assim,  não haja “posse” do espólio eleitoral,  dando a possibilidade de retomada do projeto do “candidato da terra” em 2030.

A cinco dias da eleição na Câmara, nove partidos já anunciaram apoio a Maia

Somadas, bancadas contam com 266 parlamentares, mais da metade da Casa; atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ) ainda não se diz candidato à reeleição, mas está em campanha informal. Do G1 A cinco dias da eleição que vai definir a nova mesa diretora da Câmara, nove partidos já anunciaram apoio à reeleição do atual presidente, Rodrigo […]

O deputado Rodrigo Maia, durante sessão da Câmara em julho do ano passado (Foto: Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)

Somadas, bancadas contam com 266 parlamentares, mais da metade da Casa; atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ) ainda não se diz candidato à reeleição, mas está em campanha informal.

Do G1

A cinco dias da eleição que vai definir a nova mesa diretora da Câmara, nove partidos já anunciaram apoio à reeleição do atual presidente, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Somadas, as bancadas dessas nove legendas contam com 266 parlamentares, mais da metade da Casa (257).

Até a noite desta sexta (27), os seguintes partidos haviam anunciado apoio a Maia: PV, PP, PRB, PSD, PR, PSB, PHS, PSDB e DEM.

Rodrigo Maia assumiu a presidência da Câmara para um mandato-tampão em julho do ano passado, após o então presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ter renunciado ao posto. Na ocasião, o parlamentar do DEM derrotou no segundo turno o líder do PSD, Rogério Rosso (DF), que tinha o apoio do Palácio do Planalto.

Embora falte menos de uma semana para a votação que definirá o novo presidente da Câmara, Maia ainda não oficializou sua candidatura à reeleição.

No entanto, o deputado do DEM aproveitou o recesso parlamentar para fazer uma campanha informal pelo país. Além de viajar para as bases políticas dos colegas de Legislativo, ele tem oferecido jantares a parlamentares.

O fato de os partidos terem anunciado apoio à reeleição não significa que todos os deputados dessas legendas são obrigados a votar em Maia.

Para ser eleito, um candidato à presidência da Câmara precisa obter a maioria dos votos, desde que estajam presentes à sessão, pelo menos, 257 dos 513 deputados. A eleição é secreta e está marcada para 2 de fevereiro.

Em 2015, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – que foi preso após ter o mandato cassado pela Câmara – foi eleito para o comando da Casa no primeiro turno, com 257 votos.

Os candidatos

Além de Maia, estão na corrida pela presidência da Câmara os deputados Jovair Arantes (PTB-GO) e André Figueiredo (PDT-CE). As candidaturas, porém, só são registradas no dia da eleição, portanto, podem surgir novos candidatos até a última hora.

Rogério Rosso também chegou a lançar candidatura, mas, sem o apoio da própria bancada, ele anunciou nesta semana que iria suspender a campanha até que o Supremo Tribunal Federal analisasse se a candidatura de Maia é constitucional.

Ações na Justiça – Os adversários do atual presidente da Câmara argumentam que o regimento interno da Casa impede a reeleição na mesma legislatura (a atual termina somente em 2018).

Aliados do atual presidente da Câmara, por outro lado, defendem que o fato de ele ter sido eleito para um “mandato-tampão” de seis meses permitiria que ele disputasse um novo mandato.

Atualmente, há três ações em andamento no STF contra Maia:

O deputado Alfredo Kaefer (PSL-PR) pediu que a Suprema Corte impeça o presidente da Câmara de conduzir o processo eleitoral. A assessoria do parlamentar já disse que, se Maia for candidato, não comandará a sessão que vai eleger o novo presidente da Casa;

O Solidariedade pediu ao Supremo que proíba o atual presidente da Câmara de se reeleger;

O deputado André Figueiredo, candidato a presidente da Casa, solicitou ao STF que Maia sequer seja autorizado a disputar a reeleição.

Bancadas – Veja abaixo o tamanho das bancadas que já anunciaram apoio a Maia:

PP: 46

PV: 6

PSDB: 48

PSB: 34

PHS: 7

DEM: 28

PSD: 36

PR: 39

PRB: 22

Total: 266

Lava-Jato já recuperou R$ 2,4 bilhões para a União

De O Globo Os delatores do esquema de corrupção na Petrobras e parte das empresas envolvidas já devolveram, através de acordos, o equivalente a um terço dos R$ 7,2 bilhões que comprovadamente foram desviados para pagamentos de propina a políticos e dirigentes da estatal. Em 33 delações premiadas e três acordos de leniência, foram devolvidos […]

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De O Globo

Os delatores do esquema de corrupção na Petrobras e parte das empresas envolvidas já devolveram, através de acordos, o equivalente a um terço dos R$ 7,2 bilhões que comprovadamente foram desviados para pagamentos de propina a políticos e dirigentes da estatal. Em 33 delações premiadas e três acordos de leniência, foram devolvidos R$ 2,4 bilhões. O levantamento, feito pelo GLOBO nas 31 ações que correm na Justiça, mostra que o valor obtido por meio de acordos de delação e de leniência, e ainda a título de multa, daria para pagar 31,2 milhões de benefícios do Bolsa Família (pelo valor mais baixo pago aos beneficiários).

Juntas, as três empresas que já assinaram acordos de leniência — Setal, Camargo Corrêa e a holandesa SBM — devolveram R$ 1,64 bilhão, mais da metade do valor recuperado pela Justiça. Entre os delatores, quem mais devolveu dinheiro até agora foi o ex-gerente da estatal Pedro Barusco, que sozinho entregou US$ 97 milhões, o que corresponde a R$ 381,1 milhões pela cotação do dólar da última quinta-feira. A segunda maior quantia foi devolvida pelo ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa: o equivalente a R$ 101,3 milhões.

Esse dinheiro devolvido fica, inicialmente, à disposição da Justiça. O juiz Sérgio Moro tem determinado que todo o dinheiro confiscado retorne aos cofres dos órgãos lesados. No caso da Petrobras, já foram feitas duas devoluções, que somam R$ 296 milhões. Esses valores estavam em contas de Costa e Barusco no exterior.

— O Ministério Público abriu mão de algumas condenações em troca de muito mais — diz o procurador da República Deltan Dallagnol, um dos porta-vozes da força-tarefa da Operação Lava-Jato e defensor das delações.

Na semana passada, em entrevista ao “Programa do Jô”, Dallagnol disse que o caso Lava-Jato quebrou todos os recordes de devolução de recursos para o país:

— Para se ter ideia, antes do caso Lava-Jato, tudo que foi recuperado no país e entrou nos cofres públicos, em todos os outros casos (de corrupção) juntos, somam menos de R$ 45 milhões.

Dados da Secretaria de Cooperação Internacional do Ministério Público mostram que a Lava-Jato bloqueou no exterior, até 23 de outubro, US$ 433 milhões (R$ 1,7 bilhão) em dinheiro supostamente desviado da Petrobras ou de outros órgãos públicos. Até o momento, US$ 129 milhões (R$ 506,8 milhões) foram repatriados. O restante, o equivalente a R$ 1,1 bilhão segue bloqueado em bancos de Suíça, Luxemburgo e Mônaco, à espera de decisão judicial.

Como Barusco e Costa fizeram delação, o dinheiro voltou mais rapidamente. No caso do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque, que não fez acordo, foram bloqueados o equivalente a R$ 90 milhões. Desse valor, voltou ao Brasil apenas a metade. O restante permanece bloqueado lá fora, à espera de novas investigações e decisões judiciais.

Os números podem aumentar. Pelo menos dez réus envolvidos no esquema, além de construtoras, ainda negociam algum tipo de acordo com o Ministério Público Federal (MPF). Além disso, pelo menos 30 empresas flagradas no esquema de corrupção da Petrobras negociam com a Controladoria Geral da União (CGU) e o MPF um acordo de leniência — negociação que uma empresa faz com órgãos de controle admitindo práticas ilícitas em troca de continuar prestando serviços ao poder público. O acordo envolve o compromisso de adotar sistema de compliance e pagar indenizações pelos danos causados.

Estimativas da Lava-Jato apontam que o rombo nos cofres públicos pode ultrapassar os R$ 15 bilhões. Mais de 700 casos seguem em investigação, com procedimentos instaurados. Metade das 16 empreiteiras acusadas de participar do cartel na Petrobras também segue na condição de investigada, sem denúncia formalizada à Justiça.

O Grupão traiu o povo de Tabira, diz ex-pré-candidato a Prefeito Tote Marques

Depois de jogar todas as fichas na unidade do Bloco das oposições, chamado de grupão, onde apresentava o nome como pré-candidato a Prefeito pelo PC do B, o advogado e suplente de vereador Tote Marques falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. Agora na condição de ex-pré-candidato a Prefeito, Tote depois de admitir […]

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Depois de jogar todas as fichas na unidade do Bloco das oposições, chamado de grupão, onde apresentava o nome como pré-candidato a Prefeito pelo PC do B, o advogado e suplente de vereador Tote Marques falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

Agora na condição de ex-pré-candidato a Prefeito, Tote depois de admitir nos bastidores que estaria fora da disputa inconformado com a decisão do PSB que anteriormente admitiu coligar com o Prefeito, e dizer que vinha resistindo a  “convite$ tentadore$”, mudou o discurso.

IMG-20160719-WA0001Na entrevista, admitiu que o PC do B vai mesmo para o palanque de Sebastião Dias. Tentou deixar a dúvida ao afirmar que respeitará a decisão do partido, mais na reunião do dia 23, o PC do B vai somente oficializar a adesão.

Governistas ao ouvirem a entrevista de Tote não titubearam. Um Secretário do Governo Sebastião Dias, usando um carro com logomarca da Secretaria de Administração levou o ex-pré-candidato a prefeito para um almoço em restaurante na comunidade rural de Varzinha, município de Afogados.

Ao saber da reunião Dinca, ex-prefeito de Tabira comentou: “Esse povo passou a vida falando de mim, e hoje faz pior do que eu”.

Edson Moura pede desculpas aos tabirenses e diz que seu tempo na política passou

Por Anchieta Santos Na semana passada durante debate em sua página no Faceboock o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Tabira Edson Moura, se envolveu em uma discussão com um internauta e deixou escapar que não precisava de Tabira. Em mensagem enviada a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Dr. Edson informa que na […]

Por Anchieta Santos

Na semana passada durante debate em sua página no Faceboock o ex-deputado estadual e ex-prefeito de Tabira Edson Moura, se envolveu em uma discussão com um internauta e deixou escapar que não precisava de Tabira.

Em mensagem enviada a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, Dr. Edson informa que na oportunidade pretendia dizer que não precisava dele (internauta).

Diante deste fato desagradável, ele promete encerrar qualquer debate por rede sociais. De agora em diante encerrou suas páginas no Face e Instagram e acrescentou: “Ao povo de Tabira sempre serei grato por tudo que fez por mim e por minha família. E fica um pedido de desculpas”.

Dr. Edson Moura diz reconhecer que seu tempo de política passou. Garante não ter palanque em Tabira e espera apenas que a cidade reencontre o seu caminho de desenvolvimento e tenha um Prefeito que possa fazer e realizar o que o povo deseja. “Enquanto político em Tabira cumpri o meu dever e deixei a minha marca”, concluiu.