Butantan entrega mais 1 milhão de doses de vacina contra a covid-19 ao PNI
Por André Luis
Liberações somam 55,149 milhões de doses contra a covid-19
O governo de São Paulo entregou hoje (16) ao Ministério da Saúde mais um lote de 1 milhão de doses da vacina CoronaVac contra a covid-19, produzida no Instituto Butantan.
Com a remessa, as liberações somam 55,149 milhões de doses fornecidas ao Programa Nacional de Imunização (PNI) desde 17 de janeiro, quando o uso emergencial do imunizante foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A nova remessa é parte de um lote de 10 milhões de doses que serão processadas com os 6 mil litros de ingrediente farmacêutico ativo (IFA) recebidos do laboratório chinês Sinovac no último dia 26 de junho. A matéria-prima foi envasada no complexo fabril do Butantan, em São Paulo, e passou por etapas como embalagem, rotulagem e controle de qualidade das doses.
Na última quarta-feira (14), o Butantan liberou 800 mil doses e ontem (15), mais 200 mil, totalizando 2 milhões de doses entregues ao PNI nesta semana.
As vacinas entregues hoje fazem parte do segundo contrato firmado com o Ministério da Saúde, de 54 milhões de vacinas. O primeiro, de 46 milhões, foi concluído em 12 de maio. Até o final de agosto devem ser disponibilizadas dez milhões de vacinas.
Na madrugada de terça-feira (13), o instituto recebeu carga recorde de 12 mil litros de matéria-prima para produzir e entregar outras 20 milhões de doses. Uma nova remessa de IFA, com mais 12 mil litros, deve chegar até o final deste mês.
G1 O ex-governador do Rio Sérgio Cabral Filho deixou, sob vaias, a sede da Polícia Federal rumo ao IML, para fazer exames, no fim da tarde desta quinta-feira (16). Cabral foi preso no início da manhã, sob a suspeita de receber milhões em propina para fechar contratos públicos. Ele é alvo da operação Calicute, da […]
O ex-governador do Rio Sérgio Cabral Filho deixou, sob vaias, a sede da Polícia Federal rumo ao IML, para fazer exames, no fim da tarde desta quinta-feira (16).
Cabral foi preso no início da manhã, sob a suspeita de receber milhões em propina para fechar contratos públicos. Ele é alvo da operação Calicute, da Polícia Federal e Ministério Público Federal que apura desvios em obras do governo estadual. O prejuízo é estimado em mais de R$ 220 milhões.
Cabral chegou ao IML por volta das 17h50. Por volta das 18h03, seguia para um presídio em Bangu.
Além do ex-governador, outras nove pessoas foram presas. Segundo o MPF, o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (PMDB) recebia “mesadas” entre R$ 200 mil e R$ 500 mil de empreiteiras, segundo procuradores das forças-tarefa da Lava Jato do Rio e no Paraná. Cabral e mais oito foram presos nesta quinta-feira (17) na Operação Calicute, por suspeita de desvios em obras do governo estadual feitas com recursos federais (veja lista de presos mais abaixo). O prejuízo é estimado em mais de R$ 220 milhões.
Segundo o Ministério Público Federal (MPF), Cabral chefiava a organização criminosa e chegou a receber R$ 2,7 milhões em espécie da empreiteira Andrade Gutierrez, por contrato em obras no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O esquema também envolvia lavagem de dinheiro por meio de contratos falsos com consultorias e por meio da compra de bens de luxo.
“Há fortes indícios de cartelização de obras executadas com recursos federais, mediante o pagamento de propina a funcionários e a Sérgio Cabral”, disse Lauro Coelho Junior, procurador do MPF no Rio de Janeiro, em entrevista coletiva.
Segundo o procurador, os pagamentos de mesada a Cabral ocorreram entre 2007 e 2014. “Em relação à Andrade Gutierrez, foi firmado que havia o pagamento de mesada de R$ 350 mil, isso pago por pelo menos um ano. Em relação à Carioca Engenharia, o pagamento de mesada foi de R$ 200 mil no primeiro mandato, e no segundo mandato de Sérgio Cabral, essa mesada subiu para R$ 500 mil por mês.”
Pesquisa de um instituto se compara com pesquisa do mesmo instituto. Assim, importante comparar a pesquisa Datafolha com a anterior do instituto, divulgada em 29 de outubro. Àquela data, João Campos aparecia com 52% e Raquel Lyra, com 30%. Os outros candidatos somaram 8%. Não opinaram, brancos e nulos e nenhum, 10%. Na divulgada hoje, […]
Pesquisa de um instituto se compara com pesquisa do mesmo instituto. Assim, importante comparar a pesquisa Datafolha com a anterior do instituto, divulgada em 29 de outubro.
Àquela data, João Campos aparecia com 52% e Raquel Lyra, com 30%. Os outros candidatos somaram 8%. Não opinaram, brancos e nulos e nenhum, 10%.
Na divulgada hoje, João tem 47% e Raquel, 35%. Matemática simples: João caiu 5% e Raquel cresceu 5%. Presume-se que Raquel converteu seguidores de João, já que os outros nomes estão em 6% e os que não opinaram, nulos, brancos e nenhum ganharam 2%, indo a 12%. Ou seja, Raquel não puxou votos da direita ou dos “sem intenção”.
Outra notícia boa explorada por seus apoiadores é a de que ela bate João na espontânea, por 24% a 18%. Nesse caso, a comemoração é coisa de quem tem lado, já que é natural que a governadora, com a caneta, no pleno exercício do mandato, seja mais lembrada pelo recall natural.
Do lado de João, seus aliados se apegam aos números que indicam vitória no primeiro turno. Na simulação de segundo turno, 57% a 43% considerando válidos. Esses números na anterior mostravam 62%x38% pró João. Caiu de 24% para 12% em válidos.
A pergunta de um milhão de dólares é: qual é o teto de Raquel? Até onde ela será capaz de crescer? Porque a máxima de que a eleição teria mais equilíbrio que o apontado em 2025 era unanimidade. Saber até onde Raquel poderá crescer é a pergunta determinante para saber se João vence no primeiro turno, se Raquel equilibra o jogo e leva para o segundo turno ou se haverá uma virada histórica. A esperar cenas dos próximos capítulos…
JN Depois de o presidente Michel Temer conseguir barrar o prosseguimento das duas denúncias apresentadas pela Procuradoria Geral da República contra ele, políticos aliados do governo articulam várias ações que podem comprometer as investigações de combate à corrupção. Os deputados já se movimentam pra discutir o projeto que altera a lei do abuso de autoridade. […]
Depois de o presidente Michel Temer conseguir barrar o prosseguimento das duas denúncias apresentadas pela Procuradoria Geral da República contra ele, políticos aliados do governo articulam várias ações que podem comprometer as investigações de combate à corrupção.
Os deputados já se movimentam pra discutir o projeto que altera a lei do abuso de autoridade. Na avaliação do Ministério Público, alguns artigos da proposta ameaçam a independência de promotores e procuradores, e podem dificultar investigações como as da Operação Lava Jato.
A comissão especial que vai analisar o projeto foi criada um dia depois que os deputados derrubaram o prosseguimento da segunda denúncia contra temer pelos crimes de obstrução de justiça e organização criminosa.
Outro projeto em análise na Câmara quer proibir que pessoas que estejam presas façam acordo de delação premiada.
E, nessa semana, líderes de 15 partidos assinaram um requerimento pra dar urgência à votaçao de um projeto que questiona o alcance da Lei da Ficha Limpa.
Se aprovado, o texto torna sem efeito a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que entendeu que a lei pode ser aplicada a crimes de abuso de poder economico cometidos antes de 2010, quando a lei entrou em vigor.
Para o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) , esse conjunto de propostas é uma reação contra o combate à corrupção no país.
“A ampla coalização formada por partidos no Congresso Nacional mostra duas coisas: primeiro que o Congresso Nacional perdeu qualquer pudor em tentar reverter os avanços de combate à corrupção que já existia no país. E em segundo lugar, que existe uma ofensiva pró-crime e pró-impunidade no Congresso Nacional e em outros poderes da República”, disse o senador.
Mas as iniciativas que podem dificultar punição a políticos não vêm só do Congresso: partem tambem do Poder Executivo.
A recente troca no comando da Polícia Federal foi vista com desconfiança até mesmo dentro da corporação. A nomeação de Fernando Segóvia não teve apoio do ministro da Justiça, mas sim de políticos do PMDB investigados na Lava Jato.
Nesta sexta-feira (10), o novo diretor-geral da PF disse que vai ampliar as operações de combate à corrupção. Mas admitiu que pode substituir, por exemplo, o superintendente da corporação do Paraná, base da operação.
O número dois da Polícia Federal também deve ser trocado. O nome mais cotado pra ser diretor-executivo é o do delegado Sandro Avelar, ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Dederal.
Ele foi candidato a deputado federal em 2014 e recebeu dinheiro do comitê de campanha de Michel Temer. Avelar declarou ao Tribunal Superior Eleitoral que a doação foi de R$ 11,6 mil.
O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª região, Carlos Eduardo Thompson, disse não acreditar em uma mudança de rumo das investigações sobre corrupção no país.
“O país não aceitaria, eu nem estou presumindo determinados objetivos, digamos assim, mas o país não aceitaria nenhum retrocesso nesse ponto. Então eu acredito que temos que confiar nessas instituições. Teremos eleições, certamente as mais importantes dos últimos anos, e o país estará muito vigilante nisso”, disse.
Em outra frente, a defesa do presidente Temer pediu ao ministro do Supremo Edson Fachin, que reconsidere a decisão que desmembrou o inquérito sobre organização criminosa e obstrução à Justiça, depois que a Câmara impediu o andamento da denúncia contra o presidente.
Terá início na próxima segunda (17), em Afogados da Ingazeira, a XIX edição dos Jogos Comunitários do Interior de Pernambuco, na modalidade futsal aberto masculino. Participam as seleções de Afogados da Ingazeira, Santa Cruz da Baixa Verde, Jatobá, Ibimirim, Sertânia, Custódia, Itapetim, Petrolândia e Itacuruba. Na primeira rodada se enfrentarão as seleções de Sertânia e […]
Terá início na próxima segunda (17), em Afogados da Ingazeira, a XIX edição dos Jogos Comunitários do Interior de Pernambuco, na modalidade futsal aberto masculino. Participam as seleções de Afogados da Ingazeira, Santa Cruz da Baixa Verde, Jatobá, Ibimirim, Sertânia, Custódia, Itapetim, Petrolândia e Itacuruba.
Na primeira rodada se enfrentarão as seleções de Sertânia e Custódia, Jatobá e Santa Cruz da Baixa Verde e, finalizando a noite, Itapetim e Itacuruba. A estreia da seleção afogadense será na terça-feira, contra a equipe de Jatobá. Todas as rodadas tem início a partir das 19 horas. A final da competição será na Sexta (21).
A equipe campeã será a única desse grupo a passar para a próxima fase da competição, com data e local ainda a ser definido. A expectativa é que as finais ocorram em Caruaru. O JOCIPE é promovido pela Secretaria Estadual de Educação e Esportes em parceria com os municípios-sede.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira tem dado apoio às equipes locais que disputam a competição, a exemplo de novos padrões e logística para a disputa fora de Afogados, além de disponibilizar toda a infraestrutura do Ginásio Desportivo Municipal para a realização da competição. “É uma determinação do Prefeito José Patriota darmos todo o apoio ao nosso esporte amador. Estamos colhendo os frutos desse trabalho com os bons resultados de Afogados nas competições e a revelação de novos talentos, a exemplo da jovem Michele Cristina, chamada para fazer um teste na equipe de basquete do Sport Club do Recife,” avaliou o Secretário de Cultura e Esportes, Alessandro Palmeira.
Handebol/JOCIPE – A seleção masculina de handebol de Afogados da Ingazeira, treinada pela professora Luciene Araújo, ficou em primeiro lugar ao vencer, no último domingo (09), a equipe de Sertânia pelo placar de 26 a 16 e agora disputa a fase final em Caruaru, no início de Dezembro. No feminino, Afogados da Ingazeira perdeu a final para a Seleção de Sertânia.
Para o deputado estadual: “não há mais desculpa nenhuma para o governo não dizer a que veio”. Por André Luis O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), usou a sua fala na Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (20), para cobrar da governadora Raquel Lyra, ações estruturantes para o Instituto Agronômico de Pernambuco […]
Para o deputado estadual: “não há mais desculpa nenhuma para o governo não dizer a que veio”.
Por André Luis
O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade), usou a sua fala na Plenária da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) nesta terça-feira (20), para cobrar da governadora Raquel Lyra, ações estruturantes para o Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA).
Ele destacou que o IPA nasceu com o objetivo de elevar as condições de vida da sociedade pernambucana, mas que atualmente a sua missão de contribuir para o desenvolvimento rural e sustentável de Pernambuco está seriamente comprometida.
“O órgão que deveria atuar de modo integrado na geração de tecnologia, nas ações de assistência técnica, de extensão Rural e no fortalecimento da infraestrutura hídrica com atenção prioritária aos agricultores de base familiar, encontra-se agonizando e sucateado”, destacou.
Duque informou que segundo o Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Agricultura e Meio Ambiente do Estado de Pernambuco (Sintape), desde agosto do ano passado não saiu um real para custeio do IPA e até o momento não foi liberado o custeio para colocar pra funcionar,
“O que é uma instituição histórica de pesquisa, de Assistência Técnica Rural, há seis meses… Não deixando de lembrar que o governo passado também abandonou esse mesmo Instituto. Se antes o Instituto estava de muletas, agora está agonizando na UTI. Os servidores desse Instituto trabalham hoje sem estímulo, porque o cenário é de destruição, lenta e gradual de um órgão que é vital para a economia pernambucana principalmente do homem do campo”, alertou Duque.
Ainda segundo o parlamentar, o sentimento que se tem em todas as unidades do IPA, em cada cidade de Pernambuco é o de funcionários desestimulados e desacreditados de ter novamente um serviço de pesquisa e extensão forte.
Duque cobrou uma definição do Governo do Estado com relação ao caminho que o Instituto vai trilhar. “Ainda sequer nomeou a maioria dos seus gestores como também não liberou recurso para colocar suas unidades para funcionar, não é possível que em seis meses o governo ainda não tem uma solução para esse órgão tão importante que atende a Agricultura Familiar no estado de Pernambuco”, reclamou o parlamentar.
O deputado se solidarizou com o Sintape, que representa os trabalhadores do órgão e chamou a atenção de Raquel Lyra. “É hora de começar a olhar para as ações de fato, porque o governo foi eleito e está aí ha seis meses e não há mais desculpa nenhuma para o governo não dizer a que veio” finalizou Luciano Duque.
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