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Brejinho terá novo hospital municipal

Por André Luis

Já está em construção, em Brejinho, um hospital moderno e totalmente equipado para atender às necessidades da comunidade. A obra, está sendo executada pela atual gestão do prefeito Gilson Bento.

Atualmente, os atendimentos são realizados no Hospital Clotilde de Fonte Rangel, uma unidade filantrópica alugada pela prefeitura. No entanto, a estrutura do hospital não oferece condições adequadas para a realização de procedimentos essenciais, como partos em gestantes e cirurgias. Essa limitação tem impactado diretamente a população, que muitas vezes precisa se deslocar para outros municípios em busca de atendimento especializado.

O novo hospital está sendo construído com uma infraestrutura moderna e será referência em urgência e emergência.  Contará com cinco enfermarias, três salas de cirurgia eletivas, sala vermelha com equipamentos de última geração, além da sala de ortopedia, radiologia, laboratório integrado e outros setores essenciais para garantir um atendimento mais humanizado e eficiente. Com um investimento de R$ 5 milhões e área construída de 2.093 m², a obra promete transformar a realidade da saúde local, proporcionando mais conforto e qualidade de vida para os moradores de Brejinho.

Para o prefeito Gilson Bento, essa conquista é um marco na história do município. “Estamos trabalhando incansavelmente para ofertar um atendimento digno e de qualidade à nossa população. A construção desse hospital é um compromisso da nossa gestão e um avanço fundamental para a saúde pública de Brejinho”, destacou o gestor.

Com a conclusão da obra, a expectativa é que os moradores tenham acesso a um atendimento mais completo e humanizado, sem a necessidade de buscar assistência médica em cidades vizinhas.

Outras Notícias

Após votar Haddad se diz esperançoso

Em São Paulo, Haddad chegou ao colégio Brazilian International School, onde ele vota, acompanhado da mulher, Ana Estela. O candidato do PT deu entrevista aos jornalistas depois de votar. “A gente tem uma grande expectativa de um dia de muita paz para os brasileiros e brasileiras. Espero que o dia transcorra com muita tranquilidade, sem […]

Foto: Marcelo Brandt/G1

Em São Paulo, Haddad chegou ao colégio Brazilian International School, onde ele vota, acompanhado da mulher, Ana Estela. O candidato do PT deu entrevista aos jornalistas depois de votar.

“A gente tem uma grande expectativa de um dia de muita paz para os brasileiros e brasileiras. Espero que o dia transcorra com muita tranquilidade, sem nenhum ato de violência. Espero que as pessoas que vão votar hoje na nossa candidatura tenham muita tranquilidade ao ir votar”, afirmou Haddad.

Diferentemente da votação do primeiro turno, quando Ana Estela vestiu vermelho, nem Haddad nem a mulher usaram as cores do PT no local de votação.

Antes de ir para a escola, Haddad participou com Ana Estela de um café da manhã com lideranças do PT em um hotel na região central da cidade. Após a votação deste domingo, o candidato do PT segue para um hotel em São Paulo, onde acompanhará a apuração e concederá nova entrevista após o resultado.

Pouco antes de Haddad votar, houve um princípio de confusão em frente à escola onde Haddad votou. Um apoiador de Bolsonaro discutiu com apoiadores do candidato do PT. Em pouco tempo, policiais e outras pessoas que estavam ao redor do grupo separou as pessoas que discutiam.

Tucanos apoiam protestos mas são contra ao impeachment

Novos protestos de rua estão marcados para este sábado (15), data da Proclamação da República, em todo o País, que vão desde o pedido de impeachment da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) até a anulação das últimas eleições. Em evento realizado nesta sexta-feira (14) em São Paulo, que reuniu a cúpula do PSDB, os dirigentes […]

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Novos protestos de rua estão marcados para este sábado (15), data da Proclamação da República, em todo o País, que vão desde o pedido de impeachment da presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) até a anulação das últimas eleições. Em evento realizado nesta sexta-feira (14) em São Paulo, que reuniu a cúpula do PSDB, os dirigentes foram unânimes no apoio às manifestações de rua, como forma de protesto contra o que eles classificam de “desmandos” e “roubalheira” do governo do PT. Contudo, se posicionaram contrários a algumas teses que começaram a ganhar força em alguns grupos, como o pedido de impeachment da presidente e a volta dos militares.

O governador reeleito de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse que manifestação é um direito constitucional, mas é “totalmente contra” essas teses de impeachment de Dilma e da volta dos militares. “Democracia é um valor da sociedade, são regras de convivência, dos contrários”, reiterando que é “totalmente contra essas teses que ganharam as ruas e isso não tem repercussão na sociedade”.

Na mesma linha, o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), que foi vice na chapa presidencial de Aécio Neves (PSDB), disse que é a favor desses movimentos, mas por razões obvias, não concorda com o pedido da volta dos militares ao poder. Quando foi líder estudantil, da Universidade de Direito do Largo São Francisco (USP), Aloysio integrou as fileiras do Partido Comunista Brasileiro (PCB), seguiu os guerrilheiros Carlos Marighella e Joaquim Câmara Ferreira na Aliança Libertadora Nacional (ALN) e participou do assalto ao trem pagador. Perseguido pelo regime militar, exilou-se na França em 1968 e voltou ao País com a anistia.

O senador tucano classificou como uma tentativa de desqualificar o desejo legítimo das pessoas se manifestarem nas ruas contra o atual governo, movimento que cresceu após as eleições de outubro, as acusações feitas por setores ligados ao PT de que o PSDB estaria dando guarida a grupos direitistas, como os que pedem a volta dos militares, nos protestos de rua.

Nos discursos que os tucanos realizaram no evento, que teve como mote o agradecimento de Aécio à população do Estado pela votação histórica que teve em São Paulo neste pleito, a tônica principal foi a crítica à gestão petista e o apoio às manifestações de rua, porém, dentro das regras democráticas e com respeito às instituições. “Não somos contra o Brasil, mas contra os desmandos dos que estão governando o País” disse FHC.

Segundo Fernando Henrique, hoje existe democracia no Brasil, portanto, é dever do seu partido e os coligados preservar a democracia e a liberdade, respeitando as regras do jogo e a Constituição. “Aceitando as derrotas e estando sempre dispostos – derrotados ou vitoriosos – a cumprir a lei e a defender o Brasil e este espírito brasileiro renasceu.” E emendou que o Brasil saiu maior desta campanha, com mais vigor e não dividido.

O atropelamento da cachorra: a nova polêmica que envolve o ex-vereador Luiz Odon

Em Afogados da Ingazeira, uma cadela que vivia nas ruas e foi atropelada mobilizou as atenções e foi o assunto do dia. Como alvo da questão, apareceu um nome que se envolveu em algumas polêmicas na sua trajetória politica, mesmo sendo gente do bem, algo que pode ser classificado como alguém que tem um chama […]

Luiz Odon: caso da cadela atropelada rendeu esta manhã na Rádio Pajeú
Luiz Odon: caso da cadela atropelada rendeu esta manhã na Rádio Pajeú

Em Afogados da Ingazeira, uma cadela que vivia nas ruas e foi atropelada mobilizou as atenções e foi o assunto do dia. Como alvo da questão, apareceu um nome que se envolveu em algumas polêmicas na sua trajetória politica, mesmo sendo gente do bem, algo que pode ser classificado como alguém que tem um chama pra polêmicas, como se diz no Sertão Estamos falando do ex-vereador Luiz Odon, hoje diretor do Centro de Comercialização de Animais, que anda precisando de benzedeira ou banho de sal grosso.

Odon já foi notícia quando, em sessão secreta, sem comunicar à imprensa e para atender um pedido do então prefeito Totonho Valadares e da Celpe, colocou em votação o projeto que criou a famigerada CIP – Contribuição de Iluminação Pública. A Câmara costumava realizar suas sessões a tarde e o projeto foi colocado em votação 11 da manhã. Sobraram críticas ao vereador, que presidia a casa.

Em outro episódio, de repercussão estadual, Luiz Odon, revoltado com o péssimo estado do trevo da PE 320 que liga à  Carnaíba e  Tabira, além de levar à recém criada PE 380, para Ibitiranga, resolveu por contra própria contratar trabalhadores para fazer o serviço no local. O gesto foi considerado uma afronta pelo então Secretário de Transportes Sebastião Oliveira, em sua primeira passagem pela pasta. Como não é atribuição particular intervir em obra pública, Odon foi acionado na Justiça pelo Secretário, mesmo tendo seu gesto apoiado pela opinião pública.

Agora, Odon foi alvo de questionamentos por parte de ativistas de defesa dos animais por, segundo uma testemunha, ter atropelado ontem a cadela em rua central da cidade. O relato de Karol Silva, aos prantos pelo atropelamento, correu as redes sociais.   “Minha maior raiva é porque ele não parou o carro. Gritei muito. Todos que estavam no local saíram para saber o que era. Então acredito que atropelou por maldade sim. Ele atravessou a rua para entrar no carro. Dava para ele ver ela na frente do carro ”.

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

Na Rádio Pajeú, a população se dividiu entre os que condenaram e os que defenderam o ex-vereador. “Acho que ele não fez por mal.  Não tenho procuração para falar em nome dele, porém, o conheço e sua postura nunca deu margem para esse tipo de acusações. Trabalha no Centro de Comercialização. Nunca houve relato de mau trato contra animal ”, disse Anchieta Mascena.

“Foi pelo menos negligência da parte dele. Devia ter, ao percebido o problema depois dos gritos da jovem socorrido o animal ”, afirmou Tamires Silva, ativista serra-talhadense que reforçou as críticas. Procurado pra falar, Odon não foi localizado esta manhã.

O caso acabou levantado debate sobre a grande quantidade de cães soltos na cidade, muitos doentes, a ineficiência da Vigilância Sanitária Municipal para reduzir esse número, a falta de consciência de pessoas que ajuda a aumentar essa população e a ausência de condições e apoio para abrigos e ativistas que lidam com a causa.

Operação Torrentes: Armando emite nota

Pernambuco assistiu, ontem, estarrecido a existência de uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), que realizou-se na sede do governo de Pernambuco e teve como alvo a Casa Militar. Os fatos até agora revelados indicam a possibilidade e fortes indícios do desvio de recursos públicos que deveriam ser destinados, […]

Pernambuco assistiu, ontem, estarrecido a existência de uma operação realizada pela Polícia Federal (PF) e pela Controladoria-Geral da União (CGU), que realizou-se na sede do governo de Pernambuco e teve como alvo a Casa Militar.

Os fatos até agora revelados indicam a possibilidade e fortes indícios do desvio de recursos públicos que deveriam ser destinados, integralmente, à assistência às populações que foram tão duramente atingidas nas enchentes de 2010 e de 2017, em vários municípios da Mata Sul e do Agreste.

Esses fatos são da maior gravidade.

Os pernambucanos esperam que possam ser apurados a partir de rigorosa investigação, que conduza à responsabilização de todos os agentes públicos e políticos envolvidos nesse lamentável episódio.

Os pernambucanos esperam que o governo do Estado possa se apresentar a partir do esclarecimento desses fatos, indicando à população de Pernambuco, claramente, as providências que também lhe compete adotar para responsabilização desses agentes públicos. É isso que nós esperamos. É isso o que a história de Pernambuco nos aponta.

Os governantes não podem, nesse momento, deixar de assumir as suas responsabilidades públicas.

Armando Monteiro (PTB-PE)

Senador da República

Municípios recebem adicional de setembro e primeiro repasse do mês;

As prefeituras irão receber na próxima sexta-feira, 8 de setembro, a primeira transferência de setembro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e o repasse adicional previsto para este mês. O valor a ser transferido do primeiro decêndio será de R$ 3,6 bilhões, já contabilizada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação […]

As prefeituras irão receber na próxima sexta-feira, 8 de setembro, a primeira transferência de setembro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e o repasse adicional previsto para este mês.

O valor a ser transferido do primeiro decêndio será de R$ 3,6 bilhões, já contabilizada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

Já o adicional de setembro chega a R$ 1,8 bilhão e nesse repasse não há retenção do Fundeb. A previsão é de que as transferências ocorram até às 18h.

O levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com base nas informações divulgadas pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) destaca que o montante montante do primeiro decêndio representa queda de 28,22% em termos nominais em relação ao mesmo período do ano passado, o que intensifica o cenário de crise nos Entes locais.

Segundo a nota da CNM, a queda de quase R$ 1,8 bilhão no repasse é explicada pelo expressivo aumento das restituições do Imposto de Renda (que cresceu 19,3% contra o mesmo período do ano anterior ou R$ 1,6 bilhão) e pela redução de 24% (-R$ 5,1 bilhões) da arrecadação do IRPJ, explicado pela redução do lucro das empresas nacionais ligadas à exploração de commodities (produtos primários com cotação no mercado internacional).

Esse efeito combinado também está por trás das quedas de FPM nos últimos repasses do 1º decêndio de julho e agosto.

Vale ressaltar que o primeiro decêndio representa quase a metade do valor esperado para Setembro por ser influenciado pela arrecadação do mês anterior, pois a base de cálculo do repasse leva em conta o período entre 20 e 30 de agosto. A preocupação com as quedas no repasse tem se intensificado no segundo semestre com sucessivas reduções em relação ao ano anterior.

Isso tem influenciado nas oscilações do acumulado deste ano, com registro de crescimento tímido de apenas 3,11% de janeiro até o setembro (consta neste valor o 1% de Julho e 0,25% de setembro) em termos nominais (considerando os efeitos da inflação) em relação ao mesmo período de 2022. Se for desconsiderar a inflação, o acumulado do FPM em 2023 apresenta queda de 1,27%.