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BPM Serviços lança tradicional campanha de fim de ano

Por Nill Júnior

Inspirada no tema “Gratidão gera milagres”, spot tem voz de Bob Floriano e Pai Nosso original em dialeto africano

Foi lançada a pouco no quadro A Reflexão da Palavra, com o Padre João Carlos Ribeiro, dentro do programa Manhã Total a nova peça de fim de ano da BPM Serviços.

Com o tema “Gratidão gera milagres”, o spot de rádio chama a atenção para os desafios que se impuseram em meio à pandemia e à nossa necessidade de refletir sobre esse momento para a humanidade.

“Queremos chamar a atenção para a necessidade de agradecer ao dom da vida e da possibilidade que nos é dada de aprender com esse tempo e de agradecer a Deus mesmo em meio às tribulações, algo que não é tão comum”, diz o Diretor da empresa, Anchieta Mascena.

Outra novidade é a música tema,  ‘Baba Yetu’, de autoria do compositor Christopher Tin. Primeira faixa do álbum  “Calling All Dawns”, a música foi originalmente composta para um game.

“Baba Yetu” ganhou o prêmio Grammy pela categoria “Melhor Arranjo Musical acompanhado de Vozes” e também foi utilizada na cerimônia de abertura do World Games of 2009, em Kaohsiung, Taiwan.

A canção é cantada em suaíli, ou swahili, ou suaíle. É uma das línguas oficiais do Quénia, de Ruanda, da Tanzânia (foto) e de Uganda. Os povos suaílis é sejam originário das regiões costeiras do Oceano Índico. É uma das línguas de trabalho da União Africana.

O que alguns não sabem é que a música é a tradução nesse dialeto do Pai Nosso, a oração universal ensinada por Jesus Cristo.

A voz padrão do spot é outra novidade.  A campanha é assinada por Bob Floriano. Voz conhecida em canpanhas nacionais como as das Casas Bahia, é a marca sonora do varejo brasileiro, contabilizando 90 mil comerciais gravados. A ampla vivência no segmento o coloca dentre os nomes mais reconhecidos e conceituados na área.

Ouça a mensagem da BPM Serviços clicando no player:

Outras Notícias

Alepe contrata R$ 200 mil em ‘bombom, chás diversos, cappuccino e adoçante’

Apesar da compra ser de gêneros alimentícios, foi contratada uma empresa que tem em sua razão social a venda de “materiais de construção”. De acordo com matéria publicada nesta sexta-feira (16), no Instagram do JC Online, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) assinou contrato com empresa para o “fornecimento parcelado de gêneros alimentícios dos tipos: […]

Apesar da compra ser de gêneros alimentícios, foi contratada uma empresa que tem em sua razão social a venda de “materiais de construção”.

De acordo com matéria publicada nesta sexta-feira (16), no Instagram do JC Online, a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) assinou contrato com empresa para o “fornecimento parcelado de gêneros alimentícios dos tipos: café (torrado, descafeinado, em grão, cappuccino tradicional e diet, em cápsulas), adoçante (líquido e em pó), açúcar, chás diversos e bombom”. 

O valor do contrato ficou em R$ 204.068,80. O prazo de vigência do contrato será de doze meses, até maio de 2022. 

Apesar da compra ser de gêneros alimentícios, foi contratada uma empresa que tem em sua razão social a venda de “materiais de construção” e foi aberta em julho de 2019. 

A empresa fornecedora contratada é de Caruaru.

Covid-19: Sertão do Pajeú conta com 17.589 casos positivos, 16.646 recuperados e 286 óbitos

Por André Luis Nesta segunda-feira (01/02), apenas sete dos dezessete municípios do Sertão do Pajeú atualizaram os seus boletins epidemiológicos com os casos de Covid-19 referentes ao domingo (31/01). Isto porque a maioria das cidades não atualiza os números durante o final de semana.  Vamos às atualizações: Afogados da Ingazeira (11), Tabira (1), São José […]

Por André Luis

Nesta segunda-feira (01/02), apenas sete dos dezessete municípios do Sertão do Pajeú atualizaram os seus boletins epidemiológicos com os casos de Covid-19 referentes ao domingo (31/01). Isto porque a maioria das cidades não atualiza os números durante o final de semana. 

Vamos às atualizações: Afogados da Ingazeira (11), Tabira (1), São José do Egito (4), Carnaíba (13), Iguaracy (2), Solidão (0) e Ingazeira (1). Foram 32 novos casos nas últimas 24 horas totalizando 17.589.

Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada, 6.456; Afogados da Ingazeira, 2.515; Tabira 1.798, São José do Egito, 1.316; Carnaíba,  887; Flores, 666 e  Santa Terezinha, 610 casos.

Triunfo, 595; Itapetim, 511; Iguaracy, 339; Brejinho, 333; Solidão, 315; Calumbi, 305; Tuparetama, 282; Quixaba, 265; Santa Cruz da Baixa Verde, 246 e Ingazeira, 150 casos confirmados.

Óbitos – A região conta com 286 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (90); Afogados da Ingazeira (26); Flores (23); Carnaíba (20); Tabira (19); São José do Egito (19); Triunfo (19); Tuparetama (16); Santa Terezinha (14); Itapetim (11); Iguaracy (11); Brejinho (5); Quixaba (5); Santa Cruz da Baixa Verde (3); Calumbi (2); Solidão (2) e Ingazeira (1).

Recuperados – Com mais 5, a região tem agora no total 16.646 pacientes recuperados da Covid-19. O que corresponde a 94,62% dos casos confirmados.

Alepe repercute tragédia causada por chuvas e deslizamento de barreiras

As chuvas que caem em Pernambuco, principalmente na Região Metropolitana do Recife, desde a semana passada deixaram, pelo menos, 106 pessoas mortas, dez desaparecidas e cerca de 6 mil desabrigadas, conforme balanço da Secretaria Estadual de Defesa Social. O assunto repercutiu nos pronunciamentos da Reunião Plenária desta terça (31), quando parlamentares lamentaram a tragédia, além […]

As chuvas que caem em Pernambuco, principalmente na Região Metropolitana do Recife, desde a semana passada deixaram, pelo menos, 106 pessoas mortas, dez desaparecidas e cerca de 6 mil desabrigadas, conforme balanço da Secretaria Estadual de Defesa Social.

O assunto repercutiu nos pronunciamentos da Reunião Plenária desta terça (31), quando parlamentares lamentaram a tragédia, além de fazer críticas, apelos e sugestões aos governantes para evitar novos desastres.

Na abertura, o deputado Antonio Fernando (PP), que presidiu o encontro realizado por videoconferência, ressaltou que o Poder Legislativo lamenta o ocorrido e está solidário com os pernambucanos vitimados de alguma forma. “Que Deus ajude a  confortar as pessoas que perderam entes queridos”, expressou.

Na sequência, o deputado José Queiroz (PDT) registrou pesar pelas mortes, as quais relacionou a tragédia observadas ao longo do ano em outros estados, como Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. Para ele, não dá para culpar apenas os prefeitos, mas examinar “o acúmulo de problemas no desenvolvimento do Brasil”, sendo um deles a falta de políticas habitacionais. Também lembrou que, durante as gestões dos ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff, houve um grande investimento no setor.

“Devemos levar em conta que as chuvas estão fora da proporção em razão da agressão à natureza”, observou o pedetista. “As pessoas estão em áreas de risco porque não querem morar longe dos centros urbanos. Os governos não podem evitar as invasões, mas podem disciplinar e oferecer a mínima segurança necessária”, prosseguiu Queiroz. Ele informou que, por sugestão do líder do Governo na Alepe, deputado Isaltino Nascimento (PSB), a Casa destinará recursos para socorrer os municípios atingidos pelas enchentes.

Recife

Levando em consideração a experiência que teve como prefeito do Recife, o deputado João Paulo (PT) afirmou que parte da tragédia poderia ter sido evitada se as gestões municipais, estadual e federal estivessem dando atenção plena e constante às questões de moradia, saneamento e prevenção de desastres.

“Assim que assumi a Prefeitura, o Recife tinha 10.500 pontos de risco; quando a deixei, esse número tinha baixado para 3.500. Fazíamos a identificação desses locais com base em estudos técnicos e, sempre que havia a ameaça de chuva, a equipe era mobilizada. É uma pena que esse programa, chamado de Guarda Chuva, tenha sido interrompido. Boas iniciativas deveriam permanecer nas gestões posteriores”, avaliou.

Para o petista, as chuvas mostram o tamanho da desigualdade da Capital e de cidades vizinhas. “Enquanto a população com mais dinheiro ocupa lugares seguros, aquela mais pobre é jogada para áreas de risco. Recife também é uma das localidades mais ameaçadas pelas emergências climáticas. O resultado disso só pode ser catastrófico.”

Ainda segundo o parlamentar, é preciso tirar lições da tragédia: “A primeira delas, é que devemos nos preparar melhor para futuros eventos desse tipo”, frisou. Ao final, João Paulo propôs uma audiência pública a fim de discutir medidas emergenciais e de médio prazo para atender às comunidades afetadas.

Planejamento urbano

“Sou ex-moradora de morro e de palafitas, sei pelo que essas pessoas estão passando.” A declaração foi feita pela deputada Jô Cavalcanti, titular do mandato coletivo Juntas (PSOL), ressaltando tratar-se de “uma tragédia anunciada”. “Pernambuco já viveu isso antes, mas, dessa vez, deveria ter sido diferente e as vidas de muitas pessoas poderiam ter sido poupadas”, afirmou.

A parlamentar reclamou do uso de SMS pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) para emitir alertas, quando “todos sabem que ninguém usa esse tipo de ferramenta”. “Por que não colocar a mensagem na televisão ou no rádio, de modo que a população pudesse sair de casa?”, indagou. Ela ainda pontuou a falta de política de moradia, citando conjuntos habitacionais no Recife cujas obras estão paralisadas.

“A ausência de planejamento urbano e a de saneamento são outras falhas graves. Só 32% do Estado é saneado, metade da média nacional”, apontou. A psolista reforçou a carência de mapeamento das áreas de risco. “Não dá para culpar a natureza. Esse tipo de evento é previsível e será cada vez mais intenso.”

Antes de concluir, Cavalcanti anunciou que o mandato das Juntas apresentou ao Ministério Público Federal (MPF) uma representação pedindo providências diante da ausência de políticas públicas de enfrentamento às chuvas. “Além disso, solicitamos a desapropriação de imóveis desocupados no centro do Recife para fins de moradia emergencial das pessoas que estão desabrigadas”, finalizou.

O Coronel Alberto Feitosa (PL) também lamentou as mortes, acusando a Prefeitura do Recife (PCR) e o Governo do Estado de não investirem em moradia popular e em saneamento, assim como de terem demorado a agir para proteger a população que vive em áreas de risco. “Eles receberam avisos diretamente do Ministério da Ciência e Tecnologia na quarta (25), mas só na sexta (27) resolveram iniciar o plano de contingência. O alerta falava em fortes chuvas, inundações e deslizamentos.”

De acordo com o deputado, a PCR reduziu em 60% o orçamento para habitação, acumulando obras sem conclusão há vários anos. “O presidente Jair Bolsonaro assumiu com mais de 65 mil construções inacabadas e já entregou mais casas do que os ex-presidentes Lula e Dilma somados. Foram mais de 1,2 milhão de imóveis”, enfatizou. Ele também criticou os atrasos na entrega das barragens no Estado. “A União manda recursos, mas o governador e os prefeitos não fazem a parte deles.” 

Ao comentar a vinda do presidente da República à Capital pernambucana para anunciar verbas para os atingidos pelas enchentes, o parlamentar condenou a ausência do governador Paulo Câmara: “Ele mentiu, disse que não foi convidado”. Segundo Feitosa, a comitiva com sete ministros, secretários federais e o presidente da Caixa Econômica está “trabalhando para atender o mais rápido possível às necessidades imediatas das vítimas”.

Ao responder uma citação do deputado ao PSOL, Jô Cavalcanti afirmou que os comentários dele são “irônicos”, uma vez que o parlamentar fez parte do secretariado em gestões do PSB. “Já nós temos independência para criticar, pois direcionamos as cobranças a qualquer um que esteja no comando”, assinalou a parlamentar.

Conta de luz e água

O último discurso partiu do deputado Tony Gel (PSB), que fez algumas sugestões ao Estado e aos municípios. “Proponho que o governador e os prefeitos das 14 cidades atingidas articulem-se em prol da suspensão da cobrança da energia elétrica e da água das casas das vítimas, até que essas famílias possam se restabelecer”, disse.

O parlamentar também fez um apelo para que as prefeituras deixem de cobrar o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) desses imóveis, bem como ofereçam linhas de crédito para que as pessoas consigam remobiliar as casas. “Acredito que vai haver sensibilidade dos governantes”, opinou.

Afogados: Prefeitura inicia compra de alimentos da agricultura familiar

A Prefeitura de Afogados vai investir 450 mil Reais na aquisição de alimentos produzidos pelos agricultores familiares do município. O pontapé inicial para as compras dos produtos foi dado ontem (01), pelo Prefeito José Patriota, em um encontro com os 150 agricultores credenciados para vender à Prefeitura. Frutas, legumes, hortaliças e carnes serão adquiridos através […]

A Prefeitura de Afogados vai investir 450 mil Reais na aquisição de alimentos produzidos pelos agricultores familiares do município. O pontapé inicial para as compras dos produtos foi dado ontem (01), pelo Prefeito José Patriota, em um encontro com os 150 agricultores credenciados para vender à Prefeitura.

Frutas, legumes, hortaliças e carnes serão adquiridos através dos Programas de aquisição de alimentos e de alimentação escolar. Escolas, creches, entidades sócio-assistenciais, abrigos e lares de idosos serão beneficiados com a aquisição.

O encontro com os agricultores aconteceu no auditório da antiga CAGEPE e reuniu representantes das secretarias municipais de Educação, Assistência Social e Agricultura, que atuam de forma integrada na gestão dos programas. “Quero agradecer a vocês pelo zelo com a qualidade dos produtos que nos são vendidos, e ressaltar aqui a importância da integração entre as secretarias para o sucesso da gestão dos programas,” destacou a Secretária de Educação, Veratânia Moraes.

Afogados da Ingazeira é um dos únicos seis municípios de Pernambuco onde o Ministério do Desenvolvimento Social compartilha a gestão do PAA com a Prefeitura. A reunião contou a presença dos demais secretários que integram a gestão dos programas, do Vice-Prefeito, Alessandro Palmeira e de representantes do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Afogados.

A Câmara Municipal foi representada pelos vereadores Sargento Argemiro e Augusto Martins, que falou em nome do poder legislativo. “Essa é uma das políticas públicas mais importantes conquistada pelos trabalhadores rurais.”

“Hoje é um dia de alegria. Estamos começando a comprar os produtos dos nossos agricultores, fortalecendo a agricultura familiar de Afogados, e integrando as secretarias em um modelo de gestão com participação, transparência e diálogo,” avaliou o Prefeito José Patriota.

Petrolina: Prefeitura vistoria áreas afetadas pela chuva 

Desde o início da madrugada desta quarta-feira (13), Petrolina recebe chuvas torrenciais em diversas partes da cidade. Em cerca de quatro horas, choveu entre 40 e 60 milímetros na Capital do Sertão pernambucano. Desde as primeiras horas, as equipes de Serviços Públicos da prefeitura têm ido aos trechos mais críticos para atender as demandas de […]

Desde o início da madrugada desta quarta-feira (13), Petrolina recebe chuvas torrenciais em diversas partes da cidade. Em cerca de quatro horas, choveu entre 40 e 60 milímetros na Capital do Sertão pernambucano. Desde as primeiras horas, as equipes de Serviços Públicos da prefeitura têm ido aos trechos mais críticos para atender as demandas de trabalho nos locais classificados como urgentes e de risco. 

Os principais pontos afetados pela água foram os bairros Dom Avelar, Henrique Leite, São Joaquim, São Gonçalo, Quati, Centro e Jardim Guanabara. Em todos esses locais, a prefeitura já encaminhou frentes emergenciais de trabalho. 

A Secretaria de Infraestrutura, Mobilidade e Serviços Públicos (Seinfra) vem intensificando nas últimas semanas a limpeza de canais, em decorrência do período chuvoso previsto para janeiro. Para minimizar os transtornos das chuvas desta noite, a prefeitura mobilizou técnicos com máquinas e diversas equipes para realizar monitoramento, serviços de desobstrução, drenagem, retirada de lixo e areia dos canais, entre outras medidas. As equipes seguirão o trabalho durante toda a semana.

Além dos serviços emergenciais, a prefeitura está em fase inicial de licitação do projeto de macrodrenagem que irá solucionar o problema na cidade. Essa empresa, que será contratada, ficará responsável por desenvolver estudos das bacias hídricas existentes no município e elaborar um plano de ações que contemple o escoamento das águas da chuva. 

A previsão é de chuva até esta quinta-feira (14). Até o momento, não houve registro de queda de  árvores ou de desabrigados no município. As equipes seguirão em estado de alerta nos bairros ao longo do dia. Em caso de emergência, a população pode acionar a Defesa Civil pelo telefone 153.