Bovespa opera em alta em dia de anúncio de pacote de concessões
Por Nill Júnior
Presidenta Dilma no anúncio com equipe. Governador Paulo Câmara participou.
Presidenta Dilma no anúncio com equipe. Governador Paulo Câmara participou.
A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) opera em alta nesta terça-feira (9), em dia de anúncio de pacote de concessões envolvendo rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, tendo ainda como pano de fundo um viés sem tendência clara no exterior, com questão grega e possível alta do juro norte-americano em setembro no radar.
Às 11h08, o Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, operava em alta de 0,61%, a 53.133 pontos. Veja cotação.
As ações da Petrobras e da Vale operavam em forte alta, tanto nas ordinárias quanto nas preferenciais. Na estatal, as ordinárias subiam mais de 4%, e as preferenciais, mais de 3%. No caso da Vale, os ganhos eram de mais de 2% em ambas.
Os papéis da Rumo Logística, Ecorodovias e CCR operam em forte alta também, com o anúncio do programa de concessões de infraestrutura.
A Bovespa fechou em queda na segunda-feira (8), em meio à pressão negativa de Wall Street e de ações de mineradoras e siderúrgicas, enquanto papéis de concessionárias ficaram entre as maiores altas antes do anúncio de pacote do governo federal para o setor de infraestrutura. O Ibovespa terminou a sessão embaixa de 0,31%, a 52.809 pontos.
Agência Brasil – O recuo de 2,6% do dólar em outubro, a primeira queda depois de três meses seguidos de alta, deu um pequeno alívio às contas públicas. Nas três primeiras semanas deste mês, o Banco Central (BC) registrou ganhos de R$ 11,4 bilhões com as operações de swap cambial, que equivalem à venda de dólares […]
Dólar: recuo de 2,6% em outubro, após três meses de alta, deu um pequeno alívio às contas públicas
Agência Brasil – O recuo de 2,6% do dólar em outubro, a primeira queda depois de três meses seguidos de alta, deu um pequeno alívio às contas públicas. Nas três primeiras semanas deste mês, o Banco Central (BC) registrou ganhos de R$ 11,4 bilhões com as operações de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro.
O lucro, no entanto, é pequeno diante do prejuízo que o BC acumula em 2015 para segurar a cotação do dólar. Até setembro, a autoridade monetária tinha perdido R$ 112,9 bilhões com as operações de swap. Com o desempenho até 23 de outubro, segundo os dados mais recentes disponíveis, o prejuízo caiu para R$ 101,5 bilhões no ano.
O valor refere-se aos resultados líquidos das operações de swap do Banco Central e é divulgado semanalmente pela autoridade monetária. O montante foi incorporado aos juros da dívida pública, que até setembro tinham somado R$ 510,6 bilhões no acumulado em 12 meses, equivalente a 8,89% do Produto Interno Bruto (soma das riquezas produzidas no país).
Desde maio de 2013, quando os Estados Unidos começaram a reduzir as injeções de dólares na economia mundial, o BC tem vendido dólares no mercado futuro para segurar a cotação da moeda norte-americana. Em agosto daquele ano, o programa tornou-se permanente, com o BC ofertando diariamente contratos de swap.
A política durou até março deste ano, quando o Banco Central parou de ofertar novos lotes de contratos. Até agosto, a autoridade monetária passou a rolar (renovar) 70% dos papéis em circulação. Em setembro, o BC passou a renovar integralmente os papéis em circulação por causa da disparada do dólar.
O Banco Central mantém um estoque expressivo de operações de swap, saindo de uma posição zerada no início de 2013 para uma exposição líquida em torno de R$ 400 bilhões atualmente. O lucro de R$ 11,4 bilhões nas três primeiras semanas de outubro é resultado da diferença entre a queda média do dólar e a variação dos juros DI, taxas cobradas em transações entre bancos, com valor próximo ao da Selic (juros básicos da economia).
Quando o dólar sobe, o BC tem prejuízo com as operações de swap. Nos dias em que a cotação cai, o órgão tem lucro. Os resultados são transferidos para os juros da dívida pública, aliviando as contas públicas quando os contratos de swap são favoráveis à autoridade monetária e precisando ser cobertos com as emissões de títulos públicos pelo Tesouro Nacional quando acontece o oposto.
Entenda as operações de swap
Criado em 2001, o swap cambial é uma ferramenta que permite ao Banco Central intervir no câmbio sem comprometer as reservas internacionais. O BC vende contratos de troca de rendimento no mercado futuro. Apesar de serem em reais, as operações são atreladas à variação do dólar.
No swap cambial, a autoridade monetária aposta que o dólar subirá mais que a taxa DI. Os investidores apostam o contrário. No fim dos contratos, ocorre uma troca de rendimentos (swap) entre as duas partes. Quando o dólar sobe, o BC tem prejuízo proporcional ao número de contratos em vigor. Quando a cotação cai, os investidores deixam de lucrar.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), comandam o Congresso Nacional no momento em que acumulam os piores índices de imagem entre políticos medidos pela AtlasIntel/Bloomberg. Motta tem 87% de imagem negativa e só 2% positiva; Alcolumbre aparece com 81% negativa e 3% positiva. […]
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), comandam o Congresso Nacional no momento em que acumulam os piores índices de imagem entre políticos medidos pela AtlasIntel/Bloomberg.
Motta tem 87% de imagem negativa e só 2% positiva; Alcolumbre aparece com 81% negativa e 3% positiva.
A pesquisa foi divulgada na quinta-feira (30), no mesmo dia em que o Congresso se movimentou para analisar o veto integral do presidente Lula (PT) ao Projeto de Lei da Dosimetria, pauta reduziu penas de condenados pela trama golpista de 8 de janeiro.
A AtlasIntel/Bloomberg ouviu 5.008 pessoas entre 22 e 27 de abril de 2026. A margem de erro é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos. O grau de confiança é de 95%.
O exemplo de Hugo Motta
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), tem 87% de imagem negativa da população brasileira e só, e ainda incríveis 2% de positiva.
Ele consegue ter avaliação negativa maior que Davi Alcolumbre.
Presente nos principais acordões e conchavos do país, Motta é Deputado Federal desde 2011, fruto da influência política de sua família a partir de Patos, Paraíba. É o padrinho oficial das pautas de desmonte ambiental e de degradação da imagem do Congresso.
Próximo de Eduardo Cunha, fez parte da “tropa de choque de Cunha”, a qual integravam os deputados de maior proximidade do então presidente da Câmara dos Deputados.
Durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos. Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista, que retirou direitos dos trabalhadores. Em agosto de 2017 votou contra o processo em que se pedia abertura de investigação do presidente Michel Temer, ajudando a arquivar a denúncia do Ministério Público Federal (MPF).
Foi escolhido por Arthur Lira para ser o candidato à sua sucessão ao cargo de Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil, justamente por seu currículo contra as pautas populares.
Motta é um exemplo da instrumentalização da política para os interesses do poder e do abismo entre o que quer a sociedade e o que têm pautado o Congresso Nacional.
Por: Sebastião Araújo/Diário de Pernambuco. Fotos: Marcello Patriota Uma viagem pelo livro ilustrado, onde palavras e imagens, juntas, contam a história, tendo como colo o objeto livro. Este texto poético está na apresentação da sexta edição da Festa da Palavra, que aconteceu em Carnaíba desde a noite da quarta (23) até este sábado. A poesia, […]
Uma viagem pelo livro ilustrado, onde palavras e imagens, juntas, contam a história, tendo como colo o objeto livro. Este texto poético está na apresentação da sexta edição da Festa da Palavra, que aconteceu em Carnaíba desde a noite da quarta (23) até este sábado.
A poesia, na verdade, esteve presente em cada cantinho da cidade seguindo o caminho mágico trilhado por escritores, ilustradores, contadores de histórias que estarão envolvidos nos debates, nos lançamentos de livros, nas discussões que o tema proporciona e que farão ecoar Sertão adentro.
O mundo do Era uma vez…, o cheiro do livro, a maciez de suas páginas, o papel com suas letras, imagens e espaços em branco. Momentos para apenas deixar o coração sentir. Ler o livro, ler o mundo, escrever nossa história. Uma história que também será reescrita por todo aquele que mergulhar no universo proposto pela Festa da Palavra.
O evento contou com atividades em vários pontos da cidade, como o Teatro Municipal José Fernandes de Andrade, o Conservatório de Música, Escola Municipal Cônego Luiz, Centro Educação Infantil Marluce Bezerra, Complexo Educacional Governador Miguel Arraes e Escola de Referência Joaquim Mendes.
Entre os convidados especiais a escritora Maria Valéria Rezende – uma santista que reside na Paraíba e conta com mais de 20 livros escritos para crianças, jovens e adultos -, a escritora Marcia Leite – tem cerca de 40 livros publicados, alguns deles premiados -, Susana Ventura – professora de literatura e escritora de livros para crianças e jovens -, Lenice Gomes – especialista em literatura infanto-juvenil – e a historiadora Stela Maris Fazio Battaglia.
Também se fizeram presentes os ilustradores Odilon Moraes, ganhador de vários prêmios Jabuti, e Roberta Asse, autora da Coleção das crianças daqui.
Estiveram envolvidos nessas atividades: professores, estudantes, bibliotecários e público em geral em vários espaços onde aconteceram oficinas, contação de histórias, rodas de conversa, apresentações culturais, lançamento de livros e para o encerramento uma feira de livros.
“Carnaíba tem uma tradição cultural muito forte, com sensibilidade desenvolvida nas áreas da música e da poesia. Na terra de Zé Dantas respira-se arte e cultura e receber um evento desse porte nos dá a certeza que será um grande sucesso”, pontua a secretária de Educação do município, Cecília Patriota.
Afogadenses terão mais uma oportunidade para assistir O Bem Virá, de Uilma Queiroz A III Semana do Audiovisual Negro tá rolando em Recife e na próxima semana chega a Afogados da Ingazeira, reafirmando o seu objetivo de disputa de narrativas e territórios. Com uma programação gratuita de palestras e exibições. Na segunda-feira (11), as ações […]
Afogadenses terão mais uma oportunidade para assistir O Bem Virá, de Uilma Queiroz
A III Semana do Audiovisual Negro tá rolando em Recife e na próxima semana chega a Afogados da Ingazeira, reafirmando o seu objetivo de disputa de narrativas e territórios. Com uma programação gratuita de palestras e exibições.
Na segunda-feira (11), as ações acontecem em duas escolas da cidade, pela manhã na escola Maria Giselda Simões e a tarde na escola Cônego João Leite.
Na terça-feira (12), as atividades acontecem no Cine São José, a partir das 19h, com a exibição de curtas-metragens de realizadores negras e negros e a exibição do longa-metragem O Bem Virá, dirigido por Uilma Queiroz e realizado aqui em Afogados da Ingazeira.
Para acompanhar as ações e coordenar as palestras e exibições estarão presentes o idealizador do evento e realizador audiovisual Rafael Nascimento e a produtora e realizadora Anna Andrade.
Divulgado na quarta-feira (20), o Boletim InfoGripe da Fiocruz confirma manutenção do sinal de queda de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível nacional. As estimativas apontam 3,7 (3,2 – 4,4) mil casos na Semana Epidemiológica 15 (período de 10 a 16 de abril de 2022), dos quais cerca de 1,8 (1,4 – 2,5) mil […]
Divulgado na quarta-feira (20), o Boletim InfoGripe da Fiocruz confirma manutenção do sinal de queda de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível nacional. As estimativas apontam 3,7 (3,2 – 4,4) mil casos na Semana Epidemiológica 15 (período de 10 a 16 de abril de 2022), dos quais cerca de 1,8 (1,4 – 2,5) mil são na faixa de 0 a 4 anos.
A análise alerta, no entanto, que segue crescendo o percentual de casos associados ao Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que atingiu 41,5% do total de casos de SRAG nas últimas quatro semanas, mesmo sendo observado fundamentalmente em crianças.
O estudo tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 18 de abril.
O pesquisador Marcelo Gomes, coordenador do InfoGripe, observa que a incidência de SRAG em crianças – que manteve sinal de ascensão significativa em diversos estados desde o mês de fevereiro – apresenta formação de platô e início de declínio, refletindo em queda na curva nacional.
Os novos dados laboratoriais apontam predomínio de casos associados ao VSR, sendo 66,4% entre os positivos nas últimas 4 semanas na faixa etária de 0 a 4 anos e 23% na faixa de 5 a 11 anos. Com relação ao rinovírus, o predomínio de casos foi de 36% e, de Sars-CoV-2 (Covid-19), foi de 28%.
“No agregado nacional, verifica-se cenário de estabilização em todas as faixas etárias da população adulta”, sinaliza Gomes.
Oito das 27 unidades federativas apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo. São estas: Acre (AC), Amapá (AP), Mato Grosso (MT), Pará (PA), Piauí (PI), Paraná (PR), Roraima (RR) e Rio Grande do Sul (RS). Alagoas (AL) e Paraíba (PB) apresentam indícios de crescimento apenas na tendência de curto prazo.
“Em todas essas localidades os dados por faixa etária sugerem tratar-se de cenário restrito à população infantil”, destaca Gomes.
Em relação às capitais, oito das 27 apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo: Belém (PA), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), e Rio Branco (AC).
No total, 30 macrorregiões de saúde encontram-se em nível pré-epidêmico, 21 em nível epidêmico, 64 em nível alto, duas em nível muito alto e uma macrorregião de saúde em nível extremamente alto (Corumbá/MS).
Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos como resultado positivo para vírus respiratórios foi de 1,6% para Influenza A; 0,2% para Influenza B; 41,5% para VSR; e 37,4% para Sars-CoV-2 (Covid-19). Quanto aos óbitos, 1,6% foi por Influenza A; 0% por Influenza B; 7,8% por VSR; e 79,8% por Sars-CoV-2 (Covid-19).
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