Notícias

Bom público prestigia abertura da programação de shows da 27ª Festa de Zédantas

Por André Luis

Entre a noite desta quinta (20) e a madrugada dessa sexta-feira (21), um grande público lotou o pátio de eventos Milton Pierre para prestigiar os shows da Banda Limão com Mel e do cantor Vitor Fernandes, na 27ª edição da Festa de Zédantas, na cidade de Carnaíba.

As atrações musicais se apresentaram em uma mega estrutura de palco, som, iluminação e telões de led.

Limão com Mel abriu a programação de shows por volta das 22h30. Os vocalistas, Edson Lima e Adma Andrade cantaram sucessos que marcaram a carreira da Banda, como: ‘Toma Conta de Mim, ‘Sonho de Amor’, ‘De Janeiro a Janeiro’ e ‘Um amor de Novela’.

Após a apresentação de Limão com Mel, Vitor Fernandes entrou em cena. O cantor, considerado o “Rei do Piseiro”, iniciou o show com a música ‘Saudade e Solidão’, de sua autoria. A canção é uma das mais ouvidas no momento e levou o público ao delírio.

O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), prestigiou a programação juntamente com a primeira-dama, Cecília Maria, e fez questão de ir aos camarins para cumprimentar os artistas. A diretora municipal de cultura, Elisângela Mendes, também esteve presente.

“Recebemos muita atenção e carinho do prefeito Anchieta Patriota”, registrou a cantora da Banda Limão, Adma Andrade, enquanto cantava.

Outras Notícias

Solidão: Cida Oliveira acusa grupo adversário de perseguição e hostilização

Em nota enviada ao blog, a coligação da candidata a prefeita de Solidão, Cida Oliveira, relatou que na noite desta quarta-feira (11), foi perseguida e hostilizada por pessoas ligadas a candidatura adversária. Leia abaixo a íntegra do relato. Na noite de ontem, dia 11 de novembro de 2020, a candidata a prefeita de Solidão, Cida […]

Em nota enviada ao blog, a coligação da candidata a prefeita de Solidão, Cida Oliveira, relatou que na noite desta quarta-feira (11), foi perseguida e hostilizada por pessoas ligadas a candidatura adversária. Leia abaixo a íntegra do relato.

Na noite de ontem, dia 11 de novembro de 2020, a candidata a prefeita de Solidão, Cida Oliveira, juntamente com o seu marido José de Jesus Oliveira e o candidato a vice Dionisio Inácio, enquanto realizavam visitas aos seus eleitores, foram perseguidos por motoqueiros ligados ao grupo politico do candidato a prefeito adversário, dentre eles, dois funcionários da prefeitura que de forma irresponsável, faziam manobras perigosas trancando a passagem do veículo da candidata, direcionando gestos hostis e xingamentos, e assumindo o risco de lhe causar grave acidente. 

Trata-se de um ato inconsequente praticado no momento em que há relevante aumento no número de assaltos e assassinatos na região. Diante desse cenário e das ameaças a sua integridade física e psíquica, a candidata lavrou Boletim de Ocorrência policial, para fins de tomar as medidas judiciais pertinentes ao caso. Leia aqui, o boletim.

Dilma é alvo de vaias e ofensas ao entregar taça da Copa

do JC Online A presidente Dilma Rousseff foi vaiada e ofendida com intensidade quando sua imagem surgiu nos telões do Maracanã, durante a entrega das premiações aos melhores da Copa do Mundo, neste domingo. Durante e após a decisão do Mundial, ela foi hostilizada cinco vezes ao todo por parte do público que compareceu ao […]

578ec5bd6a88d69bed330e0664599383

do JC Online

A presidente Dilma Rousseff foi vaiada e ofendida com intensidade quando sua imagem surgiu nos telões do Maracanã, durante a entrega das premiações aos melhores da Copa do Mundo, neste domingo. Durante e após a decisão do Mundial, ela foi hostilizada cinco vezes ao todo por parte do público que compareceu ao estádio.

A manifestação se repetiu quando ela apareceu cumprimentando o técnico da Argentina, Alejandro Sabella e foi mais forte no momento em que Dilma entregou o troféu de campeão para o capitão do time alemão, Philipp Lahm. Nesse instante, as vaias se transformaram num cântico ofensivo à presidente. Ela ficou o troféu em mãos por apenas três segundos.

Antes, quando os alemães recebiam apenas as medalhas pelo título, a euforia da torcida alemã abafou outras vaias à presidente. A música alta no estádio também ofuscou os apupos. Os telões evitaram mostrar a presidente sozinha em meio a outras autoridades, durante a cerimônia.

Na abertura da Copa, no dia 12 de junho, Dilma ouviu vaias mais fortes e até xingamentos no Itaquerão, em São Paulo, antes e durante a partida da seleção brasileira contra a Croácia.

Serra: AESET abre inscrições para vestibular de Pedagogia

Estão abertas as inscrições para o curso de Pedagogia na Autarquia Educacional de Serra Talhada – AESET, que foi aprovado pelo Conselho Estadual de Educação de Pernambuco – CEE/PE após muito empenho do município de Serra Talhada para implantação do curso, fundamental para a formação de profissionais da educação. Os interessados já podem procurar a […]

Estão abertas as inscrições para o curso de Pedagogia na Autarquia Educacional de Serra Talhada – AESET, que foi aprovado pelo Conselho Estadual de Educação de Pernambuco – CEE/PE após muito empenho do município de Serra Talhada para implantação do curso, fundamental para a formação de profissionais da educação.

Os interessados já podem procurar a AESET e realizar suas matrículas para o vestibular até o dia 01 de novembro de 2018. A taxa de inscrição custa R$30,00 e a prova será aplicada no dia 07 de janeiro de 2018. São 100 vagas disponíveis para formação da primeira turma. A licenciatura em Pedagogia tem duração de quatro anos e forma profissionais capacitados para desenvolver práticas pedagógicas e de gestão educacional.

“Além das outras licenciaturas que já temos, sentimos a necessidade do curso de Pedagogia porque ainda não é oferecido em nenhuma faculdade de Serra Talhada, e como é um curso importante na formação de profissionais da educação fizemos nosso projeto e enviamos para o Conselho Estadual, que esteve na autarquia, fez uma análise técnica detalhada e chegou a conclusão que temos todas as condições de oferecer o curso com qualidade, preenchendo essa lacuna acadêmica que havia no município”, explica Eliane Cordeiro, diretora da AESET.

O prefeito Luciano Duque também comemora a conquista. “A chegada do curso de Pedagogia representa um ganho muito grande para Serra Talhada e para as cidades e estados vizinhos, por ser um curso importante na área de educação e que ainda não tinha disponível aqui. Nós parabenizamos a AESET pelo esforço em busca da liberação desse curso, que tenho certeza que terá o mesmo nível de qualidade dos demais oferecidos pela instituição”, disse.

Atualmente a AESET oferece cinco cursos de licenciatura (Letras, Matemática, História, Ciências Biológicas e Educação Física) e dois bacharelados (Psicologia e Serviço Social).

Cronograma

Inscrições: 10/10/2017 a 05/01/2018
Local: AESET
Valor: R$ 30,00
Vagas: 100
Data da prova: 07/01/2018

Qual o lugar das mulheres na política?

Por César Acioly* Ao fechar as urnas no último domingo, surgiram surpresas, que são próprias do jogo político e democrático, candidatos que ganharam apertado, mudanças em candidatura de última hora, renovação nas câmaras municipais. Porém, mesmo com toda as surpresas que as urnas reservam, uma delas nos chamou a atenção, inicialmente, na cidade Afogados da […]

mulher-minoria-politica_400x272

Por César Acioly*

Ao fechar as urnas no último domingo, surgiram surpresas, que são próprias do jogo político e democrático, candidatos que ganharam apertado, mudanças em candidatura de última hora, renovação nas câmaras municipais. Porém, mesmo com toda as surpresas que as urnas reservam, uma delas nos chamou a atenção, inicialmente, na cidade Afogados da Ingazeira, mas que pode ser percebida em outros municípios do Pajeú, a da falta de representantes femininas no legislativo municipal.

No caso de Afogados, mesmo com mais de 20 candidaturas femininas registradas, nós tivemos na câmara municipal, uma triste realidade a da sua composição, exclusivamente, masculina. Algumas questões poderiam ser aventadas, para tentarmos responder os motivos deste desfecho eleitoral.

Mas uma com certeza, deve ser observada, a de que mesmo com instituições e coletivos que discutem a presença e ação feminina na sociedade afogadense e no Pajeú, infelizmente ainda, permanecemos com uma mentalidade patriarcal e machista arraigada na região, que pode ser traduzida numa máxima que ainda na nossa Cultura Política seja regional ou nacional, persiste a de que a “política não é lugar de mulher”.

Tal realidade a nosso ver contrasta, com uma mentalidade difusa na sociedade afogadense que coloca esta cidade como sendo um lugar de homens e mulheres politicamente críticas, será que esta criticidade foi até o momento, em que as mulheres não estivessem exercendo uma posição direta no processo político?

A configuração da nossa recém-eleita câmara de vereadores, reflete, infelizmente, ainda a baixíssima participação das mulheres no cenário político-eleitoral.

O Brasil, segundo dados da união interparlamentar, através de uma pesquisa divulgada no ano passado, colocando o Brasil dentro de um ranking de 190 países, na posição 116º ao que diz respeito à presença feminina no espaço da política, perdendo inclusive na média para o Oriente médio, local representado de maneira generalizante, pela nossa mídia como espaço de submissão das mulheres.

Nesta região, de maneira geral, a participação das mulheres na política, com cargos eletivos chega à 16%, enquanto, no Brasil os dados giram em torno de 9,9 a 13%.

Como acima questionei, podemos aventar algumas possibilidades da permanência desta pouca presença feminina na política tanto na cidade, quanto na região ou mesmo no país.

Aspectos que iriam desde a candidatura laranja feminina, incentivada pelas legendas para atingir a margem da presença feminina prescrita pela lei eleitoral até a desilusão e resistência por parte de muitas militantes, ligadas aos coletivos femininos, que percebem a política profissional, como um espaço “sujo”, argumento defendido pelo motivo de que na maioria das vezes o pragmatismo e maneira pouco ética como a política se apresenta e institucionaliza-se, afasta as possibilidades de uma relação entre o exercício de demandas mais progressistas, que represente as mulheres mais que ao mesmo tempo, abra espaço para a efetivação de posições mais diversificadas.

Mesmo tendo, como orientação tal compreensão, acreditamos que ela não pode tornar-se um impeditivo para melhorar a política profissional, pois caso as mulheres, através dos seus coletivos, não comecem a perceber a necessidade de abertamente se inserirem nesta discussão e ação, com o apoio as candidaturas e uma formação política permanente, este último aspecto com certeza vivenciada por muitas instituições que defendem as demandas femininas, não conseguiremos qualificar o debate político, e mais importante, termos vozes femininas atuando nos nossos legislativos municipais com maior força e presença.

A única saída que vislumbramos é construída através da própria ação direta na política e como pontuamos tal questão demanda, a presença das mulheres e militantes no processo, com candidaturas próprias.

Só desta forma e com muita discussão e ação é que poderemos vislumbrar dias melhores para a presença e atuação feminina no espaço da política, e que não tenhamos nas próximas eleições uma conformação no nosso legislativo e executivo, exclusivamente, masculino. Diante de todo este conjunto de questões e respondendo à pergunta provocadora do título, o lugar das mulheres é efetivamente na política.

*Prof. Dr. Augusto César Acioly (Doutor em História e professor universitário)

Governistas então fazendo o jogo de Luciano Pacheco, mas ainda não perceberam

Mais uma vez, a sessão na Câmara de Arcoverde descambou para o caos e foi encerrada antes do fim. Os embates, sem nenhuma construtividade, transpareceu ainda mais o desgaste institucional e o baixo nível do debate político no Legislativo municipal. Os governistas, que tentam enfraquecer a imagem de Luciano Pacheco, presidente da Casa, ainda não […]

Mais uma vez, a sessão na Câmara de Arcoverde descambou para o caos e foi encerrada antes do fim.

Os embates, sem nenhuma construtividade, transpareceu ainda mais o desgaste institucional e o baixo nível do debate político no Legislativo municipal.

Os governistas, que tentam enfraquecer a imagem de Luciano Pacheco, presidente da Casa, ainda não entenderam que só estão fortalecendo a imagem do político perante à opinião pública. Isso porque Pacheco é o que se pode chamar de “raposa velha” da política e está buscando tirar proveito da situação com o discurso de vitimização.

O clima, que já era tenso, se agravou durante a participação do advogado Eudy Magalhães na Tribuna Livre.

Após ter o nome citado pelo advogado Eudy, o delegado e ex-vice-prefeito de Arcoverde, Israel Rubis, compareceu à sessão, o que acabou em confusão. A sessão foi encerrada. Pacheco ganhou mais tempo numa corda que o favorece se esticada.

Além disso, o embate entre a vereadora Célia e o próprio advogado contribuiu para elevar ainda mais a temperatura do plenário, evidenciando um ambiente de confronto e pouca construção de diálogo.

Como se não bastasse, o episódio ganhou novos contornos com a polêmica do VAR envolvendo a fala de teor gordofóbico contra Luciano Pacheco.

No meu comentário para o Jornal Itapuama desta terça-feira (21), faço uma análise desse conjunto de episódios que só tem reforçado a percepção de um Legislativo em crise, onde conflitos pessoais e discussões de baixo nível acabam ofuscando o papel central da Câmara: legislar e representar os interesses da população de Arcoverde.