Bolsonaro chega ao fim do 1º ano com aprovação menor que Lula, Dilma e FHC
Por André Luis
Foto: TV/Brasil/Reprodução
Foto: TV/Brasil/Reprodução
UOL
Com 30% de aprovação, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chega ao fim do primeiro ano de governo com avaliação pior, no mesmo período, que os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (41%), Luiz Inácio Lula da Silva (42%) e Dilma Rousseff (59%). Os dados são de pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (8).
Somente Michel Temer (MDB) e Itamar Franco chegaram ao fim do primeiro ano com reprovação maior que a de Bolsonaro agora. Um ano após processo de impeachment de Dilma Rousseff, Temer era reprovado por 61%.
O governo Bolsonaro teve uma melhora na avaliação em áreas ligadas à economia. Segundo a pesquisa, a taxa de aprovação da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, aumentou de 20% para 25%, e a do combate ao desemprego foi de 13% para 16%.
O otimismo em relação à economia também aumentou. Entre os entrevistados, 43% acham que ela vai melhorar nos próximos meses. Em agosto, a taxa era de 40%. Ainda segundo o levantamento, 31% acham que a economia vai ficar como está, e 24%, que vai piorar.
O otimismo com a economia é maior entre os mais ricos, grupo que sinaliza mais apoio ao governo Bolsonaro. Entretanto, a maioria do povo avalia que a retomada da economia ainda não é suficiente. Para 55% dos entrevistados, a crise deve demorar para acabar, e o Brasil não voltará a crescer com força tão cedo. Já 37% acham que a crise será superada em meses.
Um leitor do blog denunciou uma situação que considera preocupante para a saúde pública em Sertânia. Segundo ele, carne estaria sendo transportada em um reboque aberto, sem qualquer tipo de proteção ou refrigeração, em direção ao mercado da cidade. De acordo com o relato, a carne estava exposta ao sol, à poeira e às condições […]
Um leitor do blog denunciou uma situação que considera preocupante para a saúde pública em Sertânia. Segundo ele, carne estaria sendo transportada em um reboque aberto, sem qualquer tipo de proteção ou refrigeração, em direção ao mercado da cidade.
De acordo com o relato, a carne estava exposta ao sol, à poeira e às condições da via pública. A imagem enviada ao blog foi registrada nesta semana e mostra o alimento descoberto em um reboque que aparenta não possuir condições adequadas de higiene para o transporte de produtos de origem animal.
O leitor afirma que decidiu compartilhar a situação por preocupação com a saúde da população. “Sou cidadão de Sertânia e hoje vi uma situação que me deixou muito preocupado. Carne sendo levada para o mercado em um reboque aberto, sujo e sem nenhuma proteção. A carne estava exposta ao sol, à poeira e a todo tipo de sujeira da rua”, relatou.
O transporte inadequado de carne pode representar risco à saúde pública. Produtos de origem animal precisam ser transportados em condições controladas de higiene e temperatura para evitar a proliferação de bactérias e outros micro-organismos capazes de causar intoxicações alimentares e infecções gastrointestinais.
Quando exposta ao calor e à contaminação ambiental, a carne pode favorecer o surgimento de bactérias como Salmonella e Escherichia coli, que estão entre as principais responsáveis por doenças transmitidas por alimentos.
A legislação sanitária brasileira determina que o transporte de carnes deve ser realizado em veículos apropriados, fechados e higienizados, muitas vezes com refrigeração, para preservar a qualidade do produto até chegar ao consumidor.
Outro detalhe observado na imagem enviada ao blog é a presença de um adesivo de campanha da prefeita Pollyanna Abreu no reboque utilizado no transporte.
Moradores da região afirmam que situações desse tipo não são raras em cidades do interior, onde o transporte de alimentos, em alguns casos, ainda ocorre de forma improvisada. Especialistas alertam que a fiscalização e o cumprimento das normas sanitárias são fundamentais para garantir a segurança alimentar da população.
G1 O ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima foi preso preventivamente nesta segunda-feira (3) na Bahia, por decisão do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília. Ele deve ser levado ainda nesta segunda por agentes da Polícia Federal para Brasília. O G1 procurou por telefone as advogadas […]
O ex-ministro da Secretaria de Governo Geddel Vieira Lima foi preso preventivamente nesta segunda-feira (3) na Bahia, por decisão do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília. Ele deve ser levado ainda nesta segunda por agentes da Polícia Federal para Brasília.
O G1 procurou por telefone as advogadas de Geddel, a assessoria de imprensa do ex-ministro e o diretório do PMDB, mas não tinha conseguido contato até a última atualização desta reportagem.
Ex-deputado e ex-ministro dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Michel Temer, Geddel era um principais nomes do PMDB no governoaté pedir demissão, em novembro do ano passado, depois de supostamente ter pedido a intervenção do então ministro Marcelo Calero (Cultura) para liberar um empreendimento imobiliário em Salvador. À época, ele negou que tivesse feito pressão sobre Calero. No governo Temer, Geddel era um dos principais responsáveis pela articulação política com deputados e senadores.
Geddel Vieira Lima foi preso acusado de agir para atrapalhar investigações da Operação Cui Bono, que apura fraudes na liberação de crédito da Caixa Econômica Federal – o ex-ministro foi vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa entre 2011 e 2013, no governo Dilma Rousseff. A investigação, que se concentra no período em que Geddel ocupou o cargo, teve origem na análise de conversas registradas em um aparelho de telefone celular apreendido na casa do então deputado Eduardo Cunha.
O Ministério Público Federal (MPF) argumenta que Geddel atuou para evitar possíveis delações premiadas do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e do doleiro Lúcio Funaro, ambos presos pela Operação Lava Jato e também investigados na Cui Bono.
Segundo o MPF, Geddel tentou garantir que Cunha e Funaro recebessem vantagens indevidas para não fazer delação, além de “monitorar” o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo.
Na petição apresentada à Justiça, foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar, tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo.
Nas mensagens, o ex-ministro, identificado pelo codinome “Carainho”, sonda a mulher do doleiro sobre a disposição dele de se tornar um colaborador do MPF.
Para os investigadores, os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa.
A prisão se baseia em depoimentos de Funaro e nas delações premiadas do empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, e do diretor jurídico do grupo, Francisco de Assis e Silva.
Além de Geddel, estão presos em decorrência da Cui Bono Cunha, Funaro, o também ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves e o consultor André Luiz de Souza. Cunha, Alves e Funaro já são réus no processo sobre o pagamento de propina decorrente da liberação de recursos do FI-FGTS para a construção do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Além deles, respondem à ação, Alexandre Margoto e Fábio Cleto.
Faleceu na última sexta-fera (16), aos 81 anos em Itapetim, Maria Ferreira de Lima Sousa. Dona Lia, como era mais conhecida, foi a primeira mulher a assumir a presidência de um Sindicato de Trabalhadores/as Rurais (STR) em Pernambuco. Ela já havia sido internada com problemas no pulmão e insuficiência cardiaca. Dona Lia, que faz parte […]
Faleceu na última sexta-fera (16), aos 81 anos em Itapetim, Maria Ferreira de Lima Sousa. Dona Lia, como era mais conhecida, foi a primeira mulher a assumir a presidência de um Sindicato de Trabalhadores/as Rurais (STR) em Pernambuco.
Ela já havia sido internada com problemas no pulmão e insuficiência cardiaca. Dona Lia, que faz parte da história de luta e conquistas do Movimento Sindical Rural (MSTTR), deixou um grande legado.
Após seu ativismo, as mulheres trabalhadoras rurais de todo o Pais, ampliaram sua participação nos Sindicatos, e começaram a ter suas reivindicações específicas incluídas pelo conjunto do MSTTR.
“Dona Lia sempre fará parte da história de Itapetim”, disse o prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, do PSB. A Fetape também lamentou seu falecimento. Ela foi sepultada ontem.
O governador eleito Paulo Câmara (PSB) deu início nesta terça-feira (21) aos trabalhos de transição entre o seu governo e a atual gestão de João Lyra (PSB). Em um evento rápido, Câmara destacou “continuidade” como marca da transição, mas, questionado sobre mudanças no número de secretarias estaduais, afirmou que é possível pensar em uma redução. […]
O governador eleito Paulo Câmara (PSB) deu início nesta terça-feira (21) aos trabalhos de transição entre o seu governo e a atual gestão de João Lyra (PSB). Em um evento rápido, Câmara destacou “continuidade” como marca da transição, mas, questionado sobre mudanças no número de secretarias estaduais, afirmou que é possível pensar em uma redução. “O número, no meu entender, está quase o ideal, a gente tem como ajustar alguma coisa”, apontou.
Apesar da sinalização, o socialista disse que qualquer mudança relativa à estrutura quanto aos nomes de novos secretários serão apenas divulgadas no mês de dezembro. “Vamos fazer algum tipo de ajuste, mas vamos pensar neles com muita tranquilidade nesse período de transição. Vamos anunciar isso já com os nomes também definidos, é importante já ter a estrutura e os nomes para que isso seja anunciado em bloco para não ter nenhum tipo de especulação quanto a formatação”, afirmou o governador eleito.
Câmara avalia que as mudanças que pretende implementar em seu governo não serão problema durante a transição. Ele ressaltou que o processo será conduzido com “tranquilidade”. “Nós vamos ter a oportunidade de nós próximos 60 dias de fazer uma atualização das informações. É um governo de continuidade, é um governo que vai manter a forma que Eduardo implementou, junto com João Lyra, de governar. Mas a gente tem que estar preparado. Para em 1° de janeiro não ter nenhum tipo de descontinuidade, então a transição serve pra isso”, apontou Câmara.
Sobre as prioridades para a partir de janeiro de 2015, Câmara disse que um grande monitoramento será feito para elencar quais as primeiras ações serão tomadas por seu governo. Ele apontou, entretanto, o início do ano letivo na rede estadual e um intensivo nas obras durante o verão como possíveis alvos no início de gestão. “O início do ano letivo é uma opção, outra questão é aproveitar o verão, obras andam muito mais rápido quando não tem chuva. Então, janeiro é um mês de ver quais as obras que nós vamos priorizar já de imediato”, destacou o governador.
As reuniões que conduzirão a mudança de gestão serão realizadas no escritório da Superintendência Regional da Caixa Econômica, no bairro da Ilha do Leite, no Recife. A equipe do governador eleito será formada por seu vice Raul Henry (PMDB), como coordenador, além do ex-chefe de Gabinete de Eduardo Campos, Renato Thibaut. A equipe de João Lyra ainda não está formada, porém, Câmara afirmou que ela deve ser formada por “nomes do seu núcleo de gestão” do atual governador.
Questionado sobre a visita do ex-presidente Lula (PT) e da presidente Dilma Rousseff (PT) à fábrica da Fiat, em Goiana, na Zona da Mata Norte, Paulo Câmara afirmou que não vai discutir “paternidade” da vinda da multinacional ao estado, ressaltando que a chegada do empreendimento “é um trabalho de muitas mãos”.
“Sabemos que não foi apenas o governo federal, nós (Governo do Estado) tivemos um trabalho muito ativo e criamos as condições, e a Fiat hoje está muito satisfeita de ter tido essa opção de estar aqui em Pernambuco, tanto é que está criando o seu Centro de Excelência aqui”, afirmou Paulo. As informações são do Diário de Pernambuco.
A agenda de campanha de Raquel Lyra (PSD), neste domingo (23), em Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, teve como principal marca a tentativa de associar a candidatura da governadora ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O sinal mais visível disso apareceu nas camisas usadas por militantes durante o ato político. As […]
A agenda de campanha de Raquel Lyra (PSD), neste domingo (23), em Nova Descoberta, na Zona Norte do Recife, teve como principal marca a tentativa de associar a candidatura da governadora ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O sinal mais visível disso apareceu nas camisas usadas por militantes durante o ato político. As peças traziam a marca “Raquel Lyra F.C.”, com as cores lilás e vermelha, além dos números 55, de Raquel, e 13, de Lula.
A combinação foi usada por apoiadores para defender o voto casado entre a candidata ao Governo de Pernambuco e o presidente, apesar de o PT estar oficialmente na Frente Popular de Pernambuco, coligação encabeçada por João Campos (PSB), adversário de Raquel na disputa estadual.
O ato aconteceu durante a inauguração do comitê do deputado estadual Wanderson Florêncio. Em discurso, Raquel também reforçou a vinculação com o governo federal ao citar ações realizadas em parceria com Lula. Segundo a governadora, essa articulação resultou na entrega de 26 mil casas e em R$ 500 milhões investidos em obras de contenção de encostas.
Durante a agenda, a candidata ainda criticou a oposição e afirmou que há uso de notícias falsas na campanha.
Fonte/Foto: Blog do Dantas Barreto
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