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Bispo Diocesano vai se reunir com prefeitos da região dia 23, em Triunfo

Por Nill Júnior

O Bispo Diocesano Dom Limacêdo Antonio da Silva participou esta manhã da programação da Rádio Pajeú para sua reflexão de ano novo.

Ele falou em entrevista ao jornalista Alyson Nascimento.

Dom Limacêdo seguiu o alinhamento com o Papa Francisco e criticou as guerras e conflitos no mundo. Lembrou também das guerras no continente africano,  que também causam dor e mortes e muitas vezes não são destacadas pela imprensa.

Falou do clima e da necessidade de que líderes mundiais e cada um de nós faça sua parte para tentar evitar mais danos à nossa casa comum. “O que já se fez de dano, de ruim,  não se reverte mais”.

Ainda invocou a paz entre as famílias,  a partir dos simples eventos, evitando crises nessa instituição tão importante.  Lembrou a necessidade de reflexão para enfrentar os conflitos.

Também defendeu a maior geração de empregos, comemorando índices que indicam aumento nas modalidades formal e informal.

Fez referências a Dom Francisco Austregésilo,  Dom Hélder Câmara e agradeceu ao empenho e bispado de Dom Egidio Bisol,  nosso bispo emérito.

Reunião com prefeitos

Dom Limacêdo Antonio confirmou que se reunirá com prefeitos da região do Pajeú.

O encontro será dia 23 de janeiro às 09 horas,  no Stella Maris, em Triunfo.

“Quero ouvi-los, conversar. O pastor precisa ouvir. Tenho ouvido muito. E quero ouvir os prefeitos também”.

Dentre os temas, lembrou da Campanha da Fraternidade e seu papel social. Com o tema “Fraternidade e Amizade Social”, tem o lema “Vós sois todos irmãos e irmãs”. (Mt 23,8)

“A Campanha da Fraternidade opera na questão social. Queremos propor. Esse ano ela nos fala que todos somos irmãos. Dom Helder dizia que a gente precisava sempre ouvir”, comentou.

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Dom Limacêdo anunciou que o padre Gutembergue Lacerda, atual vigário paroquial da Paróquia de São José, em São José do Belmonte, foi transferido para exercer a função de vigário paroquial na Paróquia de São Sebastião, em Iguaracy.

A missa com o rito acontecerá no dia 14 de fevereiro de 2024.

Outras Notícias

Juiz sueco vai a corte de bicicleta e juiz brasileiro em automóvel sueco de luxo

A Folha publicou neste domingo, reportagem de Claudia Wallin, de Estocolmo para a BBC News Brasil, informando como é a modesta vida dos juízes do Supremo Tribunal da Suécia. Eles não recebem auxílio-moradia e nem circulam em carro oficial com motorista. O juiz sueco Göran Lambertz disse à repórter que “não almoça à custa do dinheiro do contribuinte”. Em […]

Folha publicou neste domingo, reportagem de Claudia Wallin, de Estocolmo para a BBC News Brasil, informando como é a modesta vida dos juízes do Supremo Tribunal da Suécia. Eles não recebem auxílio-moradia e nem circulam em carro oficial com motorista. O juiz sueco Göran Lambertz disse à repórter que “não almoça à custa do dinheiro do contribuinte”.

Em 2013, o Blog reproduziu trechos de reportagem de Wallin, então na Rede Bandeirantes, revelando que o mesmo magistrado, no topo de carreira, não tinha carro oficial, não tinha motorista, e nem secretária particular. O juiz “pedala diariamente até a estação ferroviária e toma o trem para chegar à corte, em Estocolmo”, informava a repórter.

O Blog comparou com a situação, na época, do presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, com sede em São Paulo, que tinha à disposição um automóvel de luxo sueco (Volvo), com motorista.

Segundo a assessoria de imprensa do tribunal, o Volvo S/80 ano 2005 estava sendo usado pela presidência do TRF-3. Havia sido confiscado pela Receita Federal e entregue ao tribunal em 2009.

Três veículos Toyota Corolla XEI, ano 2009, adquiridos pelo TRF-3, estavam a serviço do corpo diretivo do tribunal federal (presidente, vice-presidente e corregedor). Ou seja, tendo à disposição dois veículos oficiais, o presidente da época, Newton de Lucca, podia representar o tribunal a bordo de um Volvo ou de um Toyota.

São José do Egito celebra Dia da Mulher e 110 anos de Emancipação

Com uma programação cultural e de cuidados à saúde, a Prefeitura de São José do Egito celebra as datas de 8 e 9 de março. Nesta sexta (08), Dia Internacional da Mulher a partir das 8h da manhã, Praça Antônio Jorge, haverá mutirão de saúde da mulher com realização de 600 testes rápidos de HIV, […]

Com uma programação cultural e de cuidados à saúde, a Prefeitura de São José do Egito celebra as datas de 8 e 9 de março. Nesta sexta (08), Dia Internacional da Mulher a partir das 8h da manhã, Praça Antônio Jorge, haverá mutirão de saúde da mulher com realização de 600 testes rápidos de HIV, sífilis, hepatite B e C, além de outros serviços de saúde.

Às 9h, acontece apresentação musical com Instituto Arte Mambembe. Às 16h haverá oficina de pandeiro com mulheres da melhor idade também ministrada pelo Instituto Arte Mambembe.

Na Rua João Pessoa, nas proximidades do centro histórico as 19h30 acontecerá o lançamento do Livro em homenagem à Hermillo Borba Filho, logo após recital com Ana Luiza Passos e Isabelly Moreira.

Às 20h30, mesa de glosas com Elenilda Amaral, Francisca Araújo, Gislandio Araújo, Zé Adalberto, Genildo Santana e Lucas Rafael. Fechando a noite da sexta (08) com chave de ouro, Bia Marinho trás as suas cantigas e prosas pela Estrada.

No sábado dia 9, aniversário dos 110 anos de São José do Egito, acontece um grande festival de violeiros profissionais a partir das 20h, na rua João Pessoa, centro histórico da cidade, com 6 duplas de repentistas: Valdir Teles e Raimundo Caetano, Zé Viola e Gilberto Alves, Sebastião Dias e Zé Carlos do Pajeú, Bio Dionísio e João Lourenço, Afonso Pequeno e Arnaldo Pessoa, Erivaldo Ferreira e Zé Cardoso.

Os cantores Alysson Islan e Irah Caldeira encerram as comemorações dos 110 anos de aniversário da Terra da Poesia. A feira livre de sábado (09), foi antecipada para esta sexta (08), em função do feriado de emancipação política.

Candidatos firmam compromissos com pauta de Sindicom, CDL, SET Sertão e CDI

Os quatro candidatos à Prefeitura de Serra Talhada firmaram compromisso com a pauta da indústria, comércio e serviços de Serra Talhada. Eles assinaram a carta de propostas produzida por CDL, Sindicom, SET Sertão e CDI com 21 pontos que são tidos como fundamentais para o futuro da Capital do Xaxado. Márcia Conrado (PT), Marquinhos Dantas […]

Os quatro candidatos à Prefeitura de Serra Talhada firmaram compromisso com a pauta da indústria, comércio e serviços de Serra Talhada.

Eles assinaram a carta de propostas produzida por CDL, Sindicom, SET Sertão e CDI com 21 pontos que são tidos como fundamentais para o futuro da Capital do Xaxado.

Márcia Conrado (PT), Marquinhos Dantas (PRTB), Socorro Brito (AVANTE) e Victor Oliveira (PP) comentaram de acordo com sorteio e regras pré estabelecidas –  não eram permitidas críticas a ex-gestores – o teor das propostas. Todos consideraram o documento válido e se comprometeram em absorver as propostas caso eleitos.

Dentre os pontos, acesso à cidade via BR 232, criando alças em todo o perímetro urbano da rodovia, restauração das vias da área central da cidade, revisão do Plano Diretor de Serra Talhada, Estação de Tratamento para esgotamento sanitário, monitoramento eletrônico da cidade, incentivo à ExpoSerra, Lei Municipal de incentivos a chegada de novas empresas, conclusão do projeto estrutural do Distrito Industrial e intermediar e envidar esforços para a conclusão e funcionamento do Aeroporto Santa Magalhães. A íntegra do documento pode ser vista clicando aqui.

Em nome da entidade, participaram Francisco Mourato (Sindicom), Maurício Melo (CDL), Murilo Godoy (SET Sertão) e João Daniel (CDI). Assessores e candidatos a vice, o prefeito Luciano Duque, ex-presidentes da CDL e representantes de empresas lotaram o auditório, que respeitou o distanciamento social e medidas contra Covid-19.

BNDES corre risco de calote de US$ 2 bi de Angola, Venezuela e Moçambique

Desde 1997, o banco liberou US$ 10,5 bilhões para 15 países e obteve US$ 8,2 bilhões de retorno Da Agência Estado Após calotes de Venezuela e Moçambique, no ano passado, Angola pode ser a próxima a atrasar pagamentos de empréstimos do BNDES que financiaram obras de empreiteiras brasileiras. No total, o banco tem US$ 4,3 […]

Foto: REUTERS/Sergio Moraes

Desde 1997, o banco liberou US$ 10,5 bilhões para 15 países e obteve US$ 8,2 bilhões de retorno

Da Agência Estado

Após calotes de Venezuela e Moçambique, no ano passado, Angola pode ser a próxima a atrasar pagamentos de empréstimos do BNDES que financiaram obras de empreiteiras brasileiras. No total, o banco tem US$ 4,3 bilhões a receber de dívidas nessa modalidade, sendo US$ 2 bilhões de Venezuela, Moçambique e Angola. Desde 1997, o banco liberou US$ 10,5 bilhões para 15 países e obteve US$ 8,2 bilhões de retorno, incluindo juros.

A conta dos atrasos, na verdade, ficará com o Tesouro Nacional, pois as operações têm seguro, coberto pelo Fundo de Garantia à Exportação (FGE). Vinculado ao Ministério da Fazenda, o fundo é feito para garantir esse tipo de empréstimo. Nos financiamentos de longo prazo no exterior, é normal haver participação dos governos no crédito ou nas garantias, dizem especialistas. Mesmo que os recursos sejam recuperados à frente, após renegociações com os devedores, não há previsão orçamentária em 2018 para os eventuais calotes, informou o Ministério da Fazenda. Novos calotes podem pressionar ainda mais as contas públicas, já deficitárias.

A Venezuela preocupa mais. Do calote de US$ 262 milhões anunciado em setembro, US$ 115 milhões são com o BNDES. O banco tem mais US$ 274 milhões a receber apenas neste ano, do saldo devedor total de US$ 814 milhões. O atraso da parcela deste ano implicaria gasto adicional de R$ 885 milhões no Orçamento federal de 2018. A avaliação do governo é que dificilmente a dívida será paga normalmente, disse uma fonte.

Angola, maior devedora do BNDES, não chegou a esse ponto, mas o novo governo, eleito em agosto, anunciou na última quarta-feira um pacote de ajuste que prevê a renegociação da dívida externa para lidar com o tombo nas receitas com as exportações de petróleo. A Embaixada de Angola em Brasília informou que não teria como comentar o assunto na sexta-feira. O Ministério da Fazenda e o BNDES negaram qualquer contato de Angola sobre atrasos.

Entre 2002 e 2016, o BNDES contratou US$ 4 bilhões em empréstimos com o país africano, a maioria para projetos da Odebrecht, como a construção da Hidrelétrica de Laúca. A obra recebeu financiamento de US$ 646 milhões, em duas operações, de 2014 e 2015. Em nota, a Odebrecht diz que “não há qualquer atraso” do governo angolano, embora a empresa tenha frisado que, como a dívida é com o banco de fomento, não acompanha o pagamento.

No caso de Moçambique, houve calote de US$ 22,5 milhões no empréstimo para a construção do Aeroporto de Nacala, no norte do país, a cargo da Odebrecht. A obra, de US$ 125 milhões, virou um elefante branco. Como mostrou o Estado no mês passado, o terminal opera com 4% da capacidade de 500 mil passageiros por ano. O país da costa leste africana ainda deve US$ 161 milhões ao BNDES.

Polêmica

O crescimento dos recursos para financiamentos de obras no exterior foi um dos pontos polêmicos das gestões do BNDES durante os governos do PT. O banco seguiu critérios políticos e ideológicos na escolha dos países que receberam crédito e ofereceu condições vantajosas demais, dizem os críticos.

Para o diretor da área de Comércio Exterior do BNDES, Ricardo Ramos, a instituição já reconheceu que pode melhorar o financiamento à exportação de serviços de engenharia ao estabelecer novos critérios para a aprovação dos empréstimos, quando anunciou a suspensão de 25 operações com empreiteiras, em outubro de 2016.

Mesmo assim, Ramos defendeu a política. Segundo o executivo, o FGE cobra pelo seguro oferecido aos países credores. Os valores são proporcionais ao risco. O governo tem enfatizado que o fundo tem atualmente um superávit de R$ 4,19 bilhões (US$ 1,3 bilhão), entre taxas e indenizações. A escolha dos países de destino, disse Ramos, se deve à demanda: os projetos que buscam crédito do BNDES, normalmente, são em países emergentes, mais arriscados. “O atraso é pontual. Esses países vão pagar”, disse o diretor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Política do BNDES é alvo de críticas

A política de promover as exportações de serviços de engenharia com crédito público é prática de muitos países, afirmam especialistas. Ainda assim a estratégia do BNDES é alvo de críticas. “A Odebrecht monopolizou os financiamentos do BNDES. Essa é a anomalia”, diz Mathias Alencastro, pesquisador do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) especializado nas relações Brasil-África. Segundo ele, o foco em Angola seguiu uma estratégia comercial da Odebrecht. O consultor Welber Barral, ex-secretário de Comércio Exterior no governo Lula, considera os atrasos como risco inerente ao sistema internacional de financiamento. São poucos os casos de inadimplência, diz, destacando que os países tendem a retomar os pagamentos, sob pena de ficarem sem crédito externo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rodrigo Maia diz que ‘sempre’ vai ser ‘leal e correto’ com Temer

G1 O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (7) que será sempre “leal e correto” com o presidente da República, Michel Temer. Maia deu entrevista durante viagem oficial a Buenos Aires. Ele é o primeira na linha sucessória e assumiria a Presidência da República em caso de queda de Temer. Essa situação […]

G1

O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (7) que será sempre “leal e correto” com o presidente da República, Michel Temer.

Maia deu entrevista durante viagem oficial a Buenos Aires. Ele é o primeira na linha sucessória e assumiria a Presidência da República em caso de queda de Temer. Essa situação pode ocorrer caso a Câmara dê prosseguimento à denúncia contra o presidente e o Supremo condene Temer.

Diante da crise política, integrantes de um dos principais partidos da base, o PSDB, vêm dando sinais de que querem desembarcar do governo. Na quinta-feira (6), o presidente interino da sigla, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), disse que Maia é um nome que poderia unir os partidos e dar governabilidade ao país.

Para Maia, que foi questionado sobre o tema por jornalistas na Argentina, o momento é de “responsabilidade com a democracia e com o futuro do Brasil”.

“Eu aprendi em casa a ser leal, a ser correto, e serei com o presidente Michel Temer sempre”, afirmou o presidente da Câmara.

Maia disse ainda que, desde o primeiro dia da crise, deflagrada com as denúncias da delação da JBS, manifestou ao DEM que o partido, em caso de agravamento da situação de Temer, deveria ser o último a desembarcar do governo.

“Eu disse ao presidente do meu partido no primeiro dia da crise que, se tivesse que acontecer alguma coisa, o DEM deveria ser o último a desembarcar do governo. Então nós vamos aguardar, vamos manter a nossa posição de apoio ao governo”, completou.