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Base Comum Curricular será homologada por Mendonça Filho no dia 20

Por Nill Júnior

A homologação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do Ensino Médio, aprovada esta semana pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), será homologada na próxima quarta-feira, 20, pelo ministro da Educação Mendonça Filho. O ato acontece no Palácio do Planalto.

Este documento estabelece, com clareza, processos essenciais que os alunos devem desenvolver em cada etapa da educação básica brasileira, assegurando os seus direitos de aprendizagem. Ele servirá de parâmetro para a construção dos currículos pelas escolas e redes de ensino.

“Com a BNCC, o Brasil se alinha aos melhores e mais qualificados sistemas educacionais do mundo, que já se organizam em torno de uma base comum. Vamos entregar aos brasileiros um texto plural e contemporâneo, que terá papel crucial na melhoria da qualidade e da equidade da educação no Brasil”, garantiu o ministro. A BNCC foi construída nos últimos três anos, sob a coordenação do MEC e com a colaboração de educadores, especialistas e acadêmicos de todas as regiões do país.

Ao longo 2018 as escolas e redes de ensino deverão se adaptar e rever seus currículos para iniciarem a implementação da Base em 2019. A previsão é de que todo o processo esteja consolidado até 2020. Durante este tempo os professores receberão formação para conhecer em profundidade o documento e haverá a adequação necessária do material didático.

“A base é um passo decisivo para a melhoria da educação infantil e do ensino fundamental para o aperfeiçoamento do material didático, dos programas de formação continuada de professores e das ações do MEC de apoio aos estados e municípios”, disse o secretário de Educação Básica do MEC, Rossieli Silva. O documento a ser homologado traz avanços expressivos em áreas como tecnologia e língua portuguesa, enfatizando a compreensão e produção de novas tecnologias digitais de informação e comunicação.

Outro item de destaque na BNCC do ensino fundamental é o aprimoramento da progressão em língua portuguesa, com detalhamento dos objetivos a serem alcançados desde a fase inicial de alfabetização até o fim do ensino fundamental e o aumento gradativo da complexidade das habilidades a serem desenvolvidas.

A implantação de uma Base Nacional Comum Curricular estava prevista na Constituição e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (1996). A primeira versão da BNCC foi divulgada pelo MEC em setembro de 2015 e recebeu 12 milhões de contribuições. Em maio de 2016, foi lançada uma segunda versão, incorporando o debate anterior.

Outras Notícias

Afogados da Ingazeira: zona rural recebe capacitação profissional

O prefeito de Afogados da Ingazeira Alessandro Palmeira, discutiu em reunião com a coordenadora do SENAC – unidade Serra Talhada, Candice Teixeira a capacitação profissional vai atender ao homem e a mulher do campo. Da reunião também participaram o servidor do SENAC, Marcos Costa, e o Secretário de Administração, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ney Quidute.  […]

O prefeito de Afogados da Ingazeira Alessandro Palmeira, discutiu em reunião com a coordenadora do SENAC – unidade Serra Talhada, Candice Teixeira a capacitação profissional vai atender ao homem e a mulher do campo.

Da reunião também participaram o servidor do SENAC, Marcos Costa, e o Secretário de Administração, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Ney Quidute. 

Além de discutir a retomada na programação dos cursos, a reunião também serviu para o Prefeito determinar a abertura de cursos direcionados para os agricultores do município. 

“Temos muito potencial na nossa cadeia produtiva da agricultura familiar, e vamos buscar, seja junto ao SENAC, seja junto a EMBRAPA, cursos que possam agregar valor aos nossos produtos agrícolas e gerar mais oportunidade e renda para homens e mulheres do campo,” afirmou o Prefeito Alessandro Palmeira.

Na parte da tarde, o Secretário Ney Quidute, esteve reunido com o gerente local do banco Bradesco, Luiz Sousa Cruz Filho. Na pauta, novidades que podem surgir na área do crédito amigo para os microempreendedores individuais, e melhores condições para os servidores que necessitarem obter o crédito consignado junto ao banco. 

“Espero que, com as parcerias que estamos fortalecendo, possamos apresentar conquistas importantes para os empreendedores, para os servidores, e para a nossa população em geral,” destacou Ney Quidute.

Tabira: ação conjunta deu vida nova à Antonio Pereira Amorim

Ganhou vida nova a Avenida Antônio Pereira Amorim, depois da atividade cultural, educativa e ambiental, realizada em parceria entre a secretaria de Cultura, na pessoa do secretário José Edgley Freitas com sua equipe e a secretaria de Juventude e Meio Ambiente, comandada pelo jovem poeta Zé Carlos do Pajeú. Participaram também alunos da escola Adeildo Santana, […]

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Ganhou vida nova a Avenida Antônio Pereira Amorim, depois da atividade cultural, educativa e ambiental, realizada em parceria entre a secretaria de Cultura, na pessoa do secretário José Edgley Freitas com sua equipe e a secretaria de Juventude e Meio Ambiente, comandada pelo jovem poeta Zé Carlos do Pajeú.

Participaram também alunos da escola Adeildo Santana, voluntários, integrantes do grupo Desbravadores e membros do governo municipal.

As plantas foram adquiridas pelo poder público municipal, 45 mudas de Nim e 20 mudas de palmeiras. Comerciantes, empresas e cidadãos tabirenses colaboraram com a campanha na doação de protetores padronizados.

O prefeito Sebastião Dais parabenizou a campanha e todos os que colaboraram com a sua realização. Iniciativa conjunta importante que mostra que quando as cabeças pensantes voltam o pensamento pro mesmo lado em Tabira, tudo fica verde…

‘Elevada coincidência temporal’: PF cita elo entre encontros de Castro e Vorcaro com aportes no Master

A investigação da Polícia Federal aponta uma “elevada coincidência temporal” entre encontros do ex-governador Cláudio Castro (PL) com o banqueiro Daniel Vorcaro e a liberação de aportes bilionários do Rioprevidência no Banco Master. A defesa de Castro negou haver relação pessoal indevida com Daniel Vorcaro. Nesta terça-feira (26), o ex-governador do Rio foi alvo de busca e apreensão em seu apartamento, […]

A investigação da Polícia Federal aponta uma “elevada coincidência temporal” entre encontros do ex-governador Cláudio Castro (PL) com o banqueiro Daniel Vorcaro e a liberação de aportes bilionários do Rioprevidência no Banco Master.

A defesa de Castro negou haver relação pessoal indevida com Daniel Vorcaro. Nesta terça-feira (26), o ex-governador do Rio foi alvo de busca e apreensão em seu apartamento, na Barra da Tijuca, e teve dois celulares apreendidos.

A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a nova fase da Operação Compliance Zero, afirma que os investigadores identificaram “sincronismo entre encontros mantidos entre ambos e os aportes financeiros subsequentes do RPPS (Regime Próprio de Previdência Social)”.

Segundo a PF, a relação entre Castro e Vorcaro “não se limitou a contatos institucionais”, mas envolveu “vínculo pessoal estreito”, com encontros frequentes, inclusive “em ambientes privados e no exterior”, custeados pelo banqueiro.

Os investigadores sustentam que esse relacionamento teria garantido o “alinhamento político necessário” para liberar os aportes e influenciado mudanças internas no Rioprevidência.

A PF aponta que a cúpula do Rioprevidência foi alterada pouco antes do início das operações financeiras investigadas. Segundo a decisão, houve a nomeação estratégica de dirigentes para cargos-chave, como presidência, diretoria e gerência de investimentos.

De acordo com o documento, os novos gestores passaram a adotar decisões contrárias à política conservadora que vigorava até então no Rioprevidência.

A decisão também descreve uma sequência considerada relevante pela PF: o então diretor de investimentos do Rioprevidência, Eucherio Lerner Rodrigues, assumiu o cargo em 4 de outubro de 2023. No mesmo dia, o Banco Master pediu credenciamento junto ao fundo.

Segundo os investigadores, a partir dali começaram os investimentos que hoje são alvo da operação.

A PF calcula que o Rioprevidência destinou R$ 3,69 bilhões ao Banco Master, somando aplicações em Letras Financeiras e fundos ligados ao grupo financeiro.

O documento afirma que parte dos investimentos ocorreu depois que surgiram obstáculos regulatórios para manter os aportes nas Letras Financeiras. A investigação sustenta que os recursos então migraram para fundos estruturados ligados ao banco, em uma tentativa de contornar restrições regulatórias.

Para o ministro André Mendonça, há “elevada probabilidade” de que os investigados integrem “um amplo, estável e bem estruturado esquema de corrupção e lavagem de dinheiro criado para o desvio de uma cifra bilionária do Rioprevidência”.

Opinião: ao preservar direitos de Dilma, senadores rasgaram a Constituição

Por Magno Martins em sua coluna de hoje* A cassação da ex-presidente Dilma, preservando-lhe os direitos políticos, foi uma violação brutal à Constituição. Um acordo patrocinado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), com senadores petistas, permitiu que a Carta Magna fosse rasgada e jogada na lata do lixo. Ao deixar Dilma com direito a […]

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Por Magno Martins em sua coluna de hoje*

A cassação da ex-presidente Dilma, preservando-lhe os direitos políticos, foi uma violação brutal à Constituição. Um acordo patrocinado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), com senadores petistas, permitiu que a Carta Magna fosse rasgada e jogada na lata do lixo. Ao deixar Dilma com direito a disputar mandato em 2018 e a ocupar cargos públicos, o Senado abriu um precedente histórico gravíssimo, que vai esbarrar no Supremo Tribunal Federal.

Nem o presidente Michel Temer (PMDB) foi avisado da trairagem pelo seu próprio partido. No poder a partir de agora, o PMDB terá dificuldades de conviver harmoniosamente com o PSDB e DEM. Juntos, os três partidos, que lideram o processo de impeachment, cumpriram todos os entendimentos previamente acertados. O acordo passava pela cassação de Dilma e o cumprimento de todas as normas constitucionais, principalmente a suspensão dos direitos políticos da petista.

Anistiar Dilma, politicamente, foi a maior traição que Temer poderia sofrer no início da sua agora gestão efetiva e definitiva até dezembro de 2018. Por trás da decisão, que pegou o Congresso de calças curtas, abateu o novo presidente e deixou a Nação perplexa, pode estar um acordo vergonhoso para salvar o mandato do presidente afastado da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Mais do que isso, o precedente aberto pode servir de pretexto para salvaguardar o mandato de todos os parlamentares envolvidos na operação Lava jato, a começar por Renan, patrocinador do acordão. Para qualquer jurista, além de vergonhoso, é um desalento manter os direitos políticos de Dilma. É frustrante, para Temer, a atitude do PMDB, o seu partido, que selou acordo para votar contra a inabilitação de Dilma para funções públicas.  A Constituição foi rasgada, o País está destroçado e precisa de um grande pacto para ser reconstruído.

Algo muito grave fez o Senado. Repito: rasgou a Constituição da República na frente do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, para manter os direitos políticos da presidente cassada Dilma Rousseff (PT). Tudo isto com a batuta do senador e presidente do Congresso Nacional, Renan Calheiros (PMDB). O peemedebista defendeu que isto fosse feito como uma forma de não punir tanto assim Dilma. Não cabe ao Senado decidir sobre dosimetria de pena. Cabe ao Senado da República o seu papel previsto no artigo 52 da Constituição Federal e só! Sem mais, nem menos.

Desde quando deixar de cumprir a lei é ser justo com alguém? Lá – no artigo 52 – é dito de forma bem clara, em seu parágrafo único: “Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por OITO ANOS (grifo meu), para o exercício de função pública, sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis”.

*Magno Martins é jornalista

João e Marília votam na Zona Norte do Recife

O candidato a prefeito do Recife, João Campos (PSB), votou no fim da manhã deste domingo (29), na Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Professor Cândido Duarte, no bairro de Apipucos, na Zona Norte do Recife. Ele chegou ao local, por volta das 11h30, acompanhado pela candidata a vice, Isabella de Roldão (PDT), e […]

O candidato a prefeito do Recife, João Campos (PSB), votou no fim da manhã deste domingo (29), na Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) Professor Cândido Duarte, no bairro de Apipucos, na Zona Norte do Recife.

Ele chegou ao local, por volta das 11h30, acompanhado pela candidata a vice, Isabella de Roldão (PDT), e por parentes e apoiadores.

Entre os que acompanharam João Campos, também estavam o atual prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), e o governador de Pernambuco, Paulo Câmara.

Marília Arraes, candidata a prefeita do Recife pelo PT, votou agora a tarde, no Clube Alemão, em Parnamirim, Zona Norte da cidade. Ela chegou ao local às 13h40, acompanhada pelo candidato a vice, João Arnaldo (PSOL), pela família e por apoiadores.

Também acompanharam Marília Arraes o prefeito reeleito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson Ferreira (PL), políticos do PT e o presidente do Partido, o deputado  Doriel Barros.

O presidente destacou que está otimista em relação ao resultado das urnas e enfatizou  a forte atuação da militância do PT, que contribuiu para que Marília chegasse ao segundo turno. “O desejo de mudança da população recifense e essa garra da nossa militância vão fazer com que a capital pernambucana tenha, pela primeira vez, uma prefeita. Vamos fazer história!”, declarou.