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Barragem de Brotas inicia recuperação após chuvas

Por Nill Júnior

As boas chuvas que tem caído na região do Pajeú finalmente começaram a impactar o maior reservatório de Afogados da Ingazeira, a Barragem de Brotas, concebida na década de 70 para dar segurança hídrica à cidade.

Imagens enviadas pelo vereador Augusto Martins ao blog mostram um cenário diferente do visto há dias atrás, quando o leito de Brotas estava totalmente seco.

É pouco diante da capacidade total do reservatório, mas aumenta a esperança de um ano melhor, depois de anos de seca que fizeram no início deste ano a Barragem chegar ao colapso total.

Segundo estimativa preliminar do vereador, é possível que o volume atual esteja na casa dos 5%. A Compesa ainda não avaliou tecnicamente a possibilidade de voltar a usar a água de Brotas para dar suporte à distribuição em Afogados e Tabira. Atualmente, com dificuldade, as Adutoras do Pajeú e Zé Dantas cumprem esse papel.

Outras Notícias

DF e 13 Estados definem governador amanhã; em seis, há empate técnico

Além da escolha do novo presidente da República, os eleitores de 13 Estados brasileiros e do Distrito Federal vão escolher neste domingo os seus novos governadores. Outros 13 Estados fizeram essa escolha no primeiro turno. Além do Distrito Federal, Acre,Amazonas, Amapá, Goiás, Pará,Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia,Roraima, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, […]

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Além da escolha do novo presidente da República, os eleitores de 13 Estados brasileiros e do Distrito Federal vão escolher neste domingo os seus novos governadores. Outros 13 Estados fizeram essa escolha no primeiro turno.

Além do Distrito Federal, Acre,Amazonas, Amapá, Goiás, Pará,Paraíba, Rio de Janeiro, Rondônia,Roraima, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará e Mato Grosso do Sul vão às urnas para a escolha dos governadores.
Em seis deles, há empate técnico de acordo com as últimas pesquisas divulgadas pelos institutos Ibope e Datafolha. As eleições em que menos Estados decidiram no primeiro turno seus governadores ocorreram em 1994. Naquele ano, apenas nove governadores foram eleitos na primeira votação. Em comparação, nas eleições de 2010, esse número foi recorde, com 18 Estados decidindo em primeiro turno. As eleições deste ano se igualam ao número de 2002, com 13 eleitos.
Parte dessa falta de candidatos “favoritos” no primeiro turno foi causada pela insatisfação da população. Muitos deles, apesar de bem posicionados nas disputas estaduais, tinham também índice de rejeição superior a 40% nas pesquisas de intenção de voto.
As votações devem ser mais apertadas no Acre, em que Tião Viana (PT) aparece com 53% dos votos válidos e Márcio Bittar (PSDB) com 47%, em Rondônia, ondeConfúcio Moura (PMDB) tem 51% contra 49% de Expedito Junior (PSDB), na Paraíba, em que Ricardo Coutinho (PSB) tem 53% contra 47% de Cassio Cunha Lima (PSDB) e no Amazonas, em que José Melo (Pros) tem 53% contra 47% deEduardo Braga (PMDB). Nos quatro casos, as pesquisas mais recentes são as do Ibope, de 17 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Ainda em situação de empate técnico estão Helder Barbalho (PMDB) com 52% contra 48% de Simão Jatene (PSDB), na disputa pelo governo do Pará (Ibope de 18 de outubro), assim como  Reinaldo Azambuja (PSDB),  com 51%, contra 49% de Delcídio do Amaral (PT) no Mato Grosso do Sul (Ibope de 20 de outubro).
Em situação menos apertada estão  Suely Campos (PP) com 56% contra 44% deChico Rodrigues (PSB), em Roraima (Ibope de 17/10), Camilo Santana (PT) tem 57% contra 43% de Eunício Oliveira no Ceará (Datafolha de 23 de outubro), e  Robinson Faria (PSD) com 54% contra 46% de Henrique Eduardo Alves (PMDB) no Rio Grande do Norte (Ibope de 15 de outubro).
No Centro-Oeste, Rodrigo Rollemberg (PSB) tem 57% contra 43% de Jofran Frejat (PR) no Distrito Federal (Datafolha de 23 de outubro). Em Goiás, a vantagem é de Marconi Perillo (PSDB), com 60%, contra 40% de Iris Rezende (PMDB), de acordo com pesquisa Ibope de 21 de outubro.
No Rio de Janeiro, o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) tem 55% contra 45% de Marcelo Crivella (PRB), segundo pesquisa Ibope de 23 de outubro. No Rio Grande do Sul, a vantagem é de José Ivo Sartori (PMDB), com 59%.  Tarso Genro (PT) tem 41% (Ibope, de 24 de outubro).
Pernambuco gera 8 mil empregos em junho e soma 68,9 mil novos empregos desde janeiro de 2023

Com 8 mil novos postos formais criados em junho, o Estado é o segundo maior empregador do Nordeste, de acordo com o Novo Caged Pernambuco encerrou o último mês de junho registrando, mais uma vez, saldo positivo de empregos. Com 8.022 novas carteiras assinadas no mês, o Estado soma 17.508 postos de trabalho criados de […]

Com 8 mil novos postos formais criados em junho, o Estado é o segundo maior empregador do Nordeste, de acordo com o Novo Caged

Pernambuco encerrou o último mês de junho registrando, mais uma vez, saldo positivo de empregos. Com 8.022 novas carteiras assinadas no mês, o Estado soma 17.508 postos de trabalho criados de janeiro a junho de 2024. O acumulado é três vezes maior do que o observado no primeiro semestre do ano passado (5.834), confirmando a tendência de elevação da empregabilidade. Nos últimos 18 meses, desde o início da atual gestão, Pernambuco já registrou a criação de 68,9 mil novas vagas formais de emprego. Os dados são do Novo Caged, divulgado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), nesta terça-feira (30).

“Estamos trabalhando dia e noite desde o início da nossa gestão para que Pernambuco retome o lugar de líder no Nordeste brasileiro. Esses oito mil novos empregos gerados no mês de junho são resultado desse esforço. Estamos investindo pesado na infraestrutura do Estado para que ele se torne um ambiente favorável para a instalação de indústrias e negócios, gerando mais oportunidades de emprego e renda. Celebramos esses números porque eles representam a mudança de vida que a nossa população tanto deseja e merece”, afirmou a governadora Raquel Lyra.

O saldo do mês de junho deste ano, especificamente, corresponde a mais do que o dobro do obtido no último mês de maio (3.992) e é 50,6% maior do que o observado em junho do ano passado (5.327). “Com o resultado de junho, Pernambuco se torna o segundo maior gerador de empregos do Nordeste. Isso reflete os esforços que a gestão estadual vem empenhando para estimular a economia pernambucana e gerar, cada vez mais, oportunidades para trabalhadores e trabalhadoras”, afirma a secretária de Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo de Pernambuco, Amanda Aires.

SETORES – Todos os cinco grandes setores produtivos em Pernambuco tiveram saldo de empregos positivo no mês de junho deste ano. O resultado foi puxado, principalmente, pelos setores de Serviços (com 3.920 novos postos), Comércio (1.498) e Indústria (1.442). Em seguida, vieram Agropecuária (645) e Construção (517). Vale destacar o setor da Agropecuária, que reverteu o saldo negativo (-725) do mês anterior, influenciado, principalmente, pelo cultivo da uva (356) e da manga (71).

Outro setor que obteve aumento significativo do saldo de empregos foi a Indústria, com crescimento de mais de 200% em relação a maio, alavancado pela fabricação e refino de açúcar (507). O setor de Serviços, grande destaque no mês de junho, teve seus principais resultados motivados pelas novas carteiras assinadas nas áreas de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (2.261), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (508), e alojamento e alimentação (343).

NOVO CAGED – O Novo Caged é um método de geração de estatísticas do emprego formal que capta informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) e do sistema Empregador Web. A partir dos dados reunidos, é possível calcular a subtração entre o número de admissões e o de demissões ocorridas em um determinado período, obtendo-se o saldo (positivo ou negativo) de postos de trabalho formal.

Jornalista diz que Patriota tenta imitar Eduardo ao “inventar” vice

A reação mais dura à indicação de Sandrinho como pré-candidato a vice na chapa de José Patriota veio do jornalista Magno Martins. Ele já havia criticado o gestor em nota anterior, em sua coluna. Agora, Magno dedicou todo um artigo para questionar a condução do prefeito, a quem batizou de “Coronel Saruê do Pajeú”. O artigo certamente […]

A reação mais dura à indicação de Sandrinho como pré-candidato a vice na chapa de José Patriota veio do jornalista Magno Martins. Ele já havia criticado o gestor em nota anterior, em sua coluna.

Agora, Magno dedicou todo um artigo para questionar a condução do prefeito, a quem batizou de “Coronel Saruê do Pajeú”. O artigo certamente vai repercutir. Leia:

e9a22da59eEm Afogados da Ingazeira, minha terra natal, na beira do rio Pajeú, a figura patética do coronel Saruê, personagem interpretado por Antônio Fagundes na novela Velho Chico, se encarnou de alma e espírito no prefeito José Patriota, do PSB. O coronel Saruê do Pajeú tem um ingrediente real, diferente do fictício da cidade imaginária Grotas de São Francisco.

Ele tipifica em gestos, atos, modo de discursar e até na adoção ao branco das suas camisas o ex-governador Eduardo Campos. Em tudo, literalmente. Como seu guru, que primeiro inventou Geraldo Julio no Recife e depois Paulo Câmara, o Saruê pajeuzeiro também tem sua mais grotesca invencionice: seu novo vice em sua chapa, que será oficializada hoje em convenção.

Atende pelo nome de Alessandro Palmeira, o Sandrinho, para os íntimos, que ocupou a pasta de Cultura, a que promove shows na gestão municipal.  Sua maior virtude? Lealdade ao coronel, a quem bateu continência desde que foi escolhido para o primeiro escalão. Diferente de tantos aliados que ajudaram o Saruê do Pajeú a impor uma histórica derrota à Gisa Simões, já falecida, em 2012, nunca disputou uma eleição, não tem voto e está sendo alçado ao posto por uma questão muito especial.

É que o coronel Saruê do Pajeú tem planos para disputar um manda eletivo nas eleições de 2018 e quer deixar na Prefeitura um boneco, para ser de fato o prefeito, ou seja, quer ao mesmo tempo ser deputado e prefeito. Nunca se viu tamanha ganância pelo poder em terras banhadas pelo emblemático rio Pajeú, que embala de poesia o coração dos poetas e repentistas.

O Saruê da novela Velho Chico é ardiloso e prepotente. Dono de muitas terras à beira do Rio São Francisco, é um dos homens mais ricos da região, com muita influência na política. O Saruê do Pajeú até que se apresentava mais moderno, mas ao pisotear todas as lideranças que o ajudaram a chegar ao poder, para implantar uma capitania hereditária em minha terra, mostrou que o lema da sua política é o poder pelo poder a qualquer custo.

Ganancioso, de ambições desenfreadas. O que lhe move é o coronelismo arcaico. 

Secretário que deixou governo do DF por “lei anticomunismo” é de Serra Talhada

O chefe da Assessoria de Assuntos Institucionais do DF, Bartolomeu Rodrigues, pediu demissão do cargo após o governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionar lei que cria o Dia em Memória das Vítimas do Comunismo. Bartolomeu Rodrigues comunicou a demissão em carta aberta nas redes sociais. No texto, publicado ontem, o secretário chama a lei de “abjecta” […]

O chefe da Assessoria de Assuntos Institucionais do DF, Bartolomeu Rodrigues, pediu demissão do cargo após o governador Ibaneis Rocha (MDB) sancionar lei que cria o Dia em Memória das Vítimas do Comunismo.

Bartolomeu Rodrigues comunicou a demissão em carta aberta nas redes sociais. No texto, publicado ontem, o secretário chama a lei de “abjecta” e fala em “tentativa de revisionismo que nega nossa história”. O governador Ibaneis Rocha ainda não se manifestou sobre a demissão.

O agora ex-secretário afirmou que a legislação ignora “cadáveres reais”. Ele citou o caso do líder estudantil Honestino Guimarães, desaparecido em 1973, e o do jornalista Vladimir Herzog, torturado e morto pela ditadura militar, O assassinato de Herzog completa hoje 50 anos.

“(A demissão) Não é apenas um ato político – é um imperativo ético ante a sanção de uma lei abjecta que institui uma data para celebrar a ‘memória das vítimas do comunismo’ no DF”, disse.

“Esta tentativa de revisionismo nega nossa história, reabre feridas e cria fantasmas onde não existem, enquanto ignora cadáveres reais. (…) Há 50 anos, ele (Vladimir Herzog) foi uma das milhares de vítimas de uma ditadura militar que, em nome do anticomunismo, institucionalizou a tortura como política de Estado”, acrescenta.

Serra-talhadense

Bartolomeu Rodrigues tem 62 anos e é jornalista formado pela Universidade de Brasília (UnB). Natural de Serra Talhada, no sertão pernambucano, Bartô veio morar na capital federal em 1977, quando tinha 19 anos –”Brasília era uma cidade pequena, não tinha 300 mil habitantes”, lembra.

Nas redações, ele passou pelo Jornal de Brasília, o Diário da Manhã sob a direção de Pompeu de Sousa, O Globo e encerrou a carreira no Estado de S. Paulo, onde trabalhou 21 anos como repórter, chefe de redação e diretor.

Bartolomeu Rodrigues também foi vice-presidente e presidente do Sindicato dos Jornalistas de Brasília entre 1986 e 1991. Em 1999, ele montou a própria assessoria de comunicação com a qual trabalhou na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Em 2017, aos 60 anos, Bartô se aposentou por tempo de contribuição, mas continuou trabalhando. Uma das atividades recentes desenvolvidas pelo jornalista foi a campanha de Ibaneis Rocha (MDB) para o governo do Distrito Federal.

Afogados da Ingazeira da inicio as comemorações dos 105 anos com show de Daniel

por Bruna Verlene Na noite desta segunda (30), véspera de feriado em Afogados da Ingazeira, o Centro Desportivo ficou pequeno por aqueles que foram prestigiar os shows de Maciel Melo, Daniel e Alcymar Monteiro. Enquanto o filho da terra Maciel Melo se apresentava, os fãs e a imprensa aguardavam pelo cantor Daniel, que falou com as […]

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por Bruna Verlene

Na noite desta segunda (30), véspera de feriado em Afogados da Ingazeira, o Centro Desportivo ficou pequeno por aqueles que foram prestigiar os shows de Maciel Melo, Daniel e Alcymar Monteiro.

Enquanto o filho da terra Maciel Melo se apresentava, os fãs e a imprensa aguardavam pelo cantor Daniel, que falou com as rádios e  blogs da região.

“ Vim comemorar os 105 anos desta cidade é muito prazeroso. Está em uma cidade que eu nunca estive é um grande presente. A cidade faz aniversário e a gente acaba ganhando o presente”, declarou o cantor sertanejo Daniel.

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Após o show pirotécnico e os parabéns, deu-se inicio as comemorações dos 105 anos de Afogados da Ingazeira, como show de Daniel. Ao som dos antigos e novos sucessos, o cantor fez políticos, famílias, jovens e adultos, se divertirem.

Ao fim do show de Daniel, a festa não acabou. O forrozeiro Alcymar Monteiro encerrou a noite às 03h30, como acordado com o Ministério Público.