Bandeira gigante do Brasil tenta resgatar auto estima em Tuparetama
Por Nill Júnior
Por ocasião das comemorações do São Pedro em Tuparetama, uma bandeira do Brasil medindo 60 metros por 20, ao todo 1.200 metros quadrados, foi instalada no teto do pátio de eventos da cidade e já é considerada a atração principal das ornamentações juninas na cidade.
Toda composta de TNT, barbante e Nylon, a bandeira foi montada pela Secretaria da Cultura do município como um meio de revalorizar o sentimento de nacionalismo durante a copa e o São Pedro.
A ideia partiu do secretário de cultura Fernando Marques e executado por ele e Cristiane Bezerra, com apoio Messias da Lopes, Ademário e Daniel. As costureiras responsáveis foram Dona Elizete, Dona Inácia Davi e Andréia Santos.
“O amor por nosso país está acima de todos os problemas que estamos enfrentando”, disse Fernando. As reações da população têm sido surpresa e interesse. Várias pessoas estiveram no local fotografando a montagem da bandeira. As festividades do São na cidade irão acontecer de 05 a 07 de julho.
A retomada da construção da Ferrovia Transnordestina para o trecho que ligará Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, ao Porto de Suape, deve ser anunciada no mês de abril. O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que estará no estado no próximo mês, com o ministro dos Transportes, Renan Filho, para anunciar investimentos […]
A retomada da construção da Ferrovia Transnordestina para o trecho que ligará Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, ao Porto de Suape, deve ser anunciada no mês de abril.
O ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, afirmou que estará no estado no próximo mês, com o ministro dos Transportes, Renan Filho, para anunciar investimentos destinados à obra.
O valor enviado para essa etapa da construção ainda está sendo fechado, segundo o ministro.
Construída com recursos do Orçamento Geral da União, a ferrovia está inserida no Novo PAC, e estão previstos recursos da ordem dos R$ 4 bilhões para a conclusão do novo trecho.
No Brasil, a promessa constitucional de ampla defesa e igualdade de acesso à justiça esbarra em profundas desigualdades estruturais. Embora o Estado assegure esses direitos, na prática eles se mostram quase inalcançáveis para a maior parte da população encarcerada, especialmente para os pobres e marginalizados. Uma face desse abismo está no sistema de assistência jurídica […]
No Brasil, a promessa constitucional de ampla defesa e igualdade de acesso à justiça esbarra em profundas desigualdades estruturais. Embora o Estado assegure esses direitos, na prática eles se mostram quase inalcançáveis para a maior parte da população encarcerada, especialmente para os pobres e marginalizados.
Uma face desse abismo está no sistema de assistência jurídica pública: a Defensoria Pública, prevista na Constituição, deveria garantir defesa técnica àqueles que não têm condições de pagar um advogado. No entanto, essa assistência ainda é insuficiente em grande parte das comarcas brasileiras — em 2023, só cerca de metade delas contavam com cobertura da Defensoria Pública, e na Justiça Federal essa proporção era ainda menor. Essa lacuna expõe presos à morosidade judicial e reduz as chances de uma defesa eficaz desde o início do processo penal.
A falta de assistência adequada tem consequências concretas na vida das pessoas privadas de liberdade. Muitos permanecem encarcerados por longos períodos sem julgamento — em casos extremos, presos provisórios aguardaram por mais de uma década até a decisão final que garantiu sua libertação. Essa situação revela um Estado que, embora assegure direitos no papel, não garante os meios para que eles sejam exercidos na prática.
Estudos e levantamentos mostram que três em cada quatro pessoas presas sem julgamento se declaram pretas ou pardas, muito acima da proporção desses grupos na população geral, e que essas pessoas enfrentam maior dificuldade em acessar advogados desde a fase inicial do processo.
Enquanto isso, Bolsonaro tem célere direito a cirurgia de hérnia, General Heleno ganha numa velocidade estonteante direito a prisão domiciliar humanitária. A questão não é sobre o direito deles: é sobre a lentidão para que a parte pobre, preta e favelada encarcerada tenha o mesmo direito. Sem eles, como o sistema prisional pretende recuperá-los? Salvo caso graves como líderes do tráfico, das milícias, criminosos irrecuperáveis, havia alguma esperança para a recuperação dos demais. Mas no Brasil, há um abismo social na justiça para uns e para outros. Esse foi o tema da minha análise no Jornal Itapuama:
A duas semanas do início oficial da campanha eleitoral, a disputa pelo Senado no Rio de Janeiro abriu uma crise entre os diretórios estaduais do PT e do PSB e rachou o palanque de Luiz Inácio Lula da Silva no Estado. O ex-presidente decidiu apoiar Marcelo Freixo (PSB) para o Palácio Guanabara, e os petistas […]
A duas semanas do início oficial da campanha eleitoral, a disputa pelo Senado no Rio de Janeiro abriu uma crise entre os diretórios estaduais do PT e do PSB e rachou o palanque de Luiz Inácio Lula da Silva no Estado.
O ex-presidente decidiu apoiar Marcelo Freixo (PSB) para o Palácio Guanabara, e os petistas esperavam ter primazia para indicar o candidato da chapa à cadeira no Senado.
O escolhido era André Ceciliano (PT), presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Mas o presidente estadual do PSB, o deputado federal Alessandro Molon, não quis abdicar de sua candidatura e decidiu mantê-la, contrariando o PT, que pressionava por um único candidato para o cargo. Insatisfeita, a executiva estadual do partido no Estado aprovou, por maioria, o rompimento da aliança com Freixo na noite de ontem. Eles acusam o PSB de descumprir o acordo estadual.
Se levada adiante, a decisão abre margem para a legenda costurar outra aliança no Estado, com o candidato do PDT ao governo, Rodrigo Neves. Dessa forma, Lula passaria a ter dois palanques no Rio, o de Freixo e o de Neves, que é o candidato de Ciro Gomes no Estado.
A campanha de Freixo conta com a palavra de Lula, que se comprometeu em apoiá-lo. Em ato político no Rio no início de julho, o petista reforçou: “Para esclarecer, no Rio de Janeiro, meu candidato a governador se chama Marcelo Freixo. Não tenho nada contra os outros, mas é preciso ter posições”.
Cabe ainda ao diretório nacional validar a decisão junto com os outros partidos que compõem a federação: PCdoB e PV. A executiva nacional deve tratar do assunto em reunião prevista para amanhã.
Há quem diga que a crise pode respingar em Pernambuco, onde PT e PSB tem uma aliança. No estado, Danilo Cabral (PSB) é o candidato apoiado por Lula, mas não foi tragado por parte da militância petista que resolveu apoiar o nome de Marília Arraes (Solidariedade) para o Governo.
Pra piorar as coisas, a deputada Benedita da Silva, uma das principais lideranças do PT no Rio de Janeiro, teve um áudio vazado pelas redes sociais. Nele, a parlamentar faz uma lavagem de roupa suja do PT como o PSB.
Benedita chega a se referir ao caso de Pernambuco, citando Marília Arraes, rifada pelo PT, mesmo liderando as pesquisas. Com informações do portal Terra.
Apesar da timidez das palavras do Presidente Bolsonaro a Marcha dos Prefeitos foi positiva na opinião do Prefeito de Tabira Sebastião Dias. O gestor tabirense falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que a palavra dos ministros foi animadora, especialmente de Paulo Guedes da Economia. Sebastião disse fora da Marcha esteve no Gabinete do […]
Apesar da timidez das palavras do Presidente Bolsonaro a Marcha dos Prefeitos foi positiva na opinião do Prefeito de Tabira Sebastião Dias.
O gestor tabirense falou a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM que a palavra dos ministros foi animadora, especialmente de Paulo Guedes da Economia.
Sebastião disse fora da Marcha esteve no Gabinete do Senador Humberto Costa, de quem recebeu a promessa de emendas para compra de ambulância e carro para a Guarda Municipal.
Além de reunião no Ministério do Desenvolvimento Regional onde ao lado do prefeito Lino Moraes de Ingazeira e dos deputados Ricardo Teobaldo, Carlos Veras, Tadeu Alencar, João Campos cobraram providencias para o acesso das famílias que residem na área da barragem de Ingazeira.
Ele gostou da proposta do ex-prefeito Edson Moura de que em sua rede social sugeriu que o Governo do estado ao invés de reformar o Terminal Rodoviário de Tabira, construa um novo.
“Como plano emergencial não podemos descartar a reforma do Terminal Rodoviário. Ao mesmo tempo parabenizo o Dr. Edson pela ideia, e vamos juntar forças no sentido de construir um novo terminal”.
O prefeito tabirense assegurou que o terreno na frente do Posto Nogueirão segue pertencendo a Prefeitura e que seria o lugar ideal para a construção do novo terminal.
Mesmo com o Governo do Estado lançando um pacote para recuperar a malha rodoviária, Sebastião Dias declarou que vai propor que o governo forneça a emulsão asfáltica e a Prefeitura com sua Usina realize a operação de recuperação das rodovias no Município.
Mourão declarou em palestra que Temer se segura no cargo graças ao “balcão de negócios” Do UOL Crítico de Michel Temer e partidário da intervenção militar como remédio contra o “caos” ou a impunidade de corruptos, o general Antonio Hamilton Mourão vai pendurar a farda. Ele passaria para a reserva apenas no final de março […]
Mourão declarou em palestra que Temer se segura no cargo graças ao “balcão de negócios”
Do UOL
Crítico de Michel Temer e partidário da intervenção militar como remédio contra o “caos” ou a impunidade de corruptos, o general Antonio Hamilton Mourão vai pendurar a farda. Ele passaria para a reserva apenas no final de março de 2018. Mas avisou ao comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que decidiu adiantar o relógio. Formalizará o pedido de desligamento nos próximos dias. A informação foi repassada ao ministro Raul Jungmann (Defesa), que avisou ao presidente da República. Auxiliares de Temer suspeitam que o general tenha pretensões políticas.
Mourão tomou o rumo da saída de emergência após ser comunicado por Villas Bôas sobre seu desligamento do posto de secretário de Economia e Finanças do Exército. Foi uma resposta à palestra ministrada pelo general na quinta-feira. Nela, Mourão declarou que Temer se segura no cargo graças ao “balcão de negócios” (assista no vídeo acima). Também afirmou, pela segunda vez em menos de três meses, que a hipótese de intervenção militar não é carta fora do baralho (assista no rodapé).
O novo surto de loquacidade provocou o deslocamento de Mourão para a função de adido da Secretaria-Geral do Exército. Trata-se de uma espécie de geladeira administrativa. E o general preferiu dar no pé a enfrentar uma rotina glacial até março. Na palestra de quinta-feira, feita no Clube do Exército, em Brasília, a convite do grupo Terrorismo Nunca Mais, a plateia dirigiu apelos para que o orador participasse das eleições de 2018. E Mourão: ”Eu apenas digo uma coisa: não há portas fechadas na minha vida.”
De resto, corre entre seus colegas de farda a informação de que Mourão disputará no ano que vem a presidência do Clube Militar. Em trajes civis, o general afasta-se da cadeia hierárquica que o obriga a bater continência para Temer. E sua língua ganha o direito de se expressar livremente, sem o inconveniente do risco de punição. Apeado da Secretaria de Economia e Finanças do Exército, Mourão não se deu por achado. “É uma movimentação normal dentro do Exército”, declarou em entrevista. Não é bem assim.
Em viagem ao Oriente Médio, o ministro da Defesa soube que Mourão havia reiterado suas críticas e repisado a tecla da intervenção militar. Pelo telefone, Raul Jungmann acertou com o general Villas Bôas o congelamento do general. O comandate do Exército comunicou aos generais que integram o Alto Comando da Força sobre o envio de Mourão à geladeira. Em seguida, conversou com o próprio Mourão.
Neste sábado, já de volta a Brasília, Jungmann foi ao Palácio do Jaburu, a residência oficial de Temer. Comunicou ao presidente sobre as providências que acertara com o comandante Villas Bôas. Temer avalizou as decisões. Foi a segunda punição anotada na ficha de Mourão. Em 2015, ainda sob Dilma Rousseff, críticas do general ao governo já haviam lhe custado o posto de comandante Militar do Sul.
Mourão migrou de uma vitrine sediada em Porto Alegre para Secretaria de Economia e Finanças do Exército. Agora, despejado também desse posto, Mourão foi enviado para os fundões da burocracia do Exército. Daí a decisão de antecipar o pijama. O novo traje pode liberar de vez a língua do general.
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