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Bancários do BB protestam contra fechamento de agências na PB

Por Nill Júnior

Todas as agências do Banco do Brasil na Paraíba tiveram o atendimento suspenso nesta sexta-feira (29), em protesto contra o anúncio da direção do banco que prevê o fechamento de agências e a demissão voluntária.

A paralisação teve duração de 24 horas. Além disso, um ato também aconteceu em frente a Praça 1817.

De acordo com o sindicato dos bancários da Paraíba, existe a possibilidade do fechamento de pelo menos três agências. Em João Pessoa, a agência Parque Solon de Lucena, localizada no bairro de Tambiá, e a agência do Jardim Cidade Universitária serão fechadas.

Em Campina Grande, a agência Jardim Paulistano, na Avenida Assis Chateaubriand deixará de funcionar.

De acordo com dados do Banco do Brasil na Paraíba, atualmente apenas 67 agências funcionam no estado, juntamente com 36 postos de atendimentos (PAAs). Esse número reduzido é fruto de outra reestruturação efetivada em 2018 quando agências foram fechadas.

Só em João Pessoa foram quatro agências que tiveram suas atividades encerradas, a exemplo do Espaço Cultural Shopping Sul, Mag Shopping e Cabo Branco, como também no Partage Shopping em Campina Grande.

Outras 11 foram transformadas em postos de atendimento, as agências da Rua Treze de Maio do Centro Administrativo Municipal, além das agências dos municípios de Aroeiras, Barra de Santa Rosa, Caiçara, Ingá, Jacaraú, Lagoa de Dentro, Salgado de São Félix, Tacima e Umbuzeiro.

Outras Notícias

Em depoimento, Youssef diz que Planalto sabia do esquema de corrupção

Do Correio Braziliense O doleiro Alberto Youssef disse à CPI da Petrobras que se sentia seguro ao fazer as operações financeiras da propina paga pelas empresas contratadas pela estatal por acreditar que “o Palácio do Planalto” sabia do esquema. A afirmação foi feita ao responder pergunta do deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA). “O senhor tem certeza […]

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Do Correio Braziliense

O doleiro Alberto Youssef disse à CPI da Petrobras que se sentia seguro ao fazer as operações financeiras da propina paga pelas empresas contratadas pela estatal por acreditar que “o Palácio do Planalto” sabia do esquema. A afirmação foi feita ao responder pergunta do deputado Antonio Imbassahy (PSDB-BA). “O senhor tem certeza de que o Planalto sabia?”, perguntou o parlamentar. “O [ex-diretor] Paulo Roberto Costa sempre dizia, quando havia alguma divergência no partido sobre pagamentos, que tinha que ter o aval do Palácio do Planalto”, respondeu Youssef.

Imbassahy perguntou então se Youssef se sentia mais seguro por causa disso. ““Sim. A partir do momento em que Paulo Roberto Costa disse pra mim que Paulo Bernardo [ex-ministro do Planejamento e das Comunicações] foi pedir R$ 1 milhão a ele para a campanha da [senadora] Gleisi Hoffmann de 2010, na minha opinião, o Palácio sabia”, disse. “Mas eu não tenho como provar isso”, disse.

Acareação Youssef disse que está disposto a se submeter a uma acareação com qualquer um dos acusados da Operação Lava Jato. Ele disse isso ao responder pergunta do deputado Aluisio Mendes (PSDC-MA), que apontou contradições entre afirmações feitas por ele e outros acusados pela Polícia Federal e pelo Ministério Público na Lava Jato, como Fernando Soares e Nestor Cerveró, que negam ser operadores do PMDB na diretoria da Petrobras. “Em relação ao envolvimento do PMDB, eu sei o que o Paulo Roberto Costa me contava”, disse o doleiro.

Após visita, Eduíno Brito diz que nada mudou no Hospital de Arcoverde

O Deputado Estadual Eduíno Brito (PHS) aproveitou o domingo (13.09) para visitar, mais uma vez, o Hospital Regional de Arcoverde. Ele aproveitou para verificar as condições de funcionamento daquela unidade e conversou com funcionários e pacientes. “Infelizmente não houve nenhuma melhoria em relação à última vez em que lá estive, apesar de reconhecer a boa […]

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O Deputado Estadual Eduíno Brito (PHS) aproveitou o domingo (13.09) para visitar, mais uma vez, o Hospital Regional de Arcoverde. Ele aproveitou para verificar as condições de funcionamento daquela unidade e conversou com funcionários e pacientes. “Infelizmente não houve nenhuma melhoria em relação à última vez em que lá estive, apesar de reconhecer a boa vontade do Secretário de Saúde, Dr. José Iran”, conta Eduíno.

Ele garante que, durante esta semana, continuará na luta perante as autoridades que têm competência para resolver o problema, principalmente o Governador Paulo Câmara, para que essa unidade hospitalar volte a oferecer atendimento e tratamento dignos àqueles que dela necessitam.

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“Um fato que não posso deixar de registrar é que, apesar de todas as dificuldades enfrentadas (inclusive falta de recebimento de salários), os funcionários não têm medido esforços para desempenhar suas funções com responsabilidade e presteza. Como já havia dito, permanecerei vigilante, cobrando soluções, e não sossegarei enquanto o problema não for resolvido”, conclui o parlamentar.

Eduardo da Fonte é citado na Lava Jato

Do Blog da Folha Depois de o ex-governador Eduardo Campos e o ex-senador Sérgio Guerra terem sido citados nos depoimentos das operações Lava Jato, que investiga denúncias de corrupção na Petrobras, outro pernambucano aparece como envolvido no episódio. Em depoimento, o doleiro Alberto Youssef revelou que o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) recebeu propina […]

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Do Blog da Folha

Depois de o ex-governador Eduardo Campos e o ex-senador Sérgio Guerra terem sido citados nos depoimentos das operações Lava Jato, que investiga denúncias de corrupção na Petrobras, outro pernambucano aparece como envolvido no episódio. Em depoimento, o doleiro Alberto Youssef revelou que o deputado federal Eduardo da Fonte (PP) recebeu propina em contratos da Refinaria Abreu e Lima. As informações são da Folha de S. Paulo.

Segundo depoimento de Youssef, Da Fonte e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) receberam propina paga pela construtora Queiroz Galvão no período de 2010 a 2011. O suborno foi negociado antes da assinatura do contrato para implantação de tubovias na refinaria, no valor de R$ 2,7 bilhões, de acordo com o delator. O valor da propina, no entanto, não foi revelado.

Já o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto em agosto passado, foi citado nos depoimentos do doleiro, que indicou que o socialista teria sido beneficiado com R$ 10 milhões para não criar dificuldades nas obras e o valor destinado a ele teria sido entregue a um emissário do ex-governador.

Ainda segundo a reportagem, o suborno, em dinheiro, foi coordenado por Fernando Soares, conhecido como Baiano. Na negociação, do total da propina, R$ 10 milhões seriam destinados a impedir a criação de uma CPI sobre a estatal, sendo o ex-presidente do PSDB Sérgio Guerra um dos beneficiários, segundo Youssef.

Serra Talhada: Polícia prende acusados de homicídios e tráfico em operação

  A Polícia Civil de Serra Talhada deflagrou na manhã desta segunda-feira, dia 25, a 23ª  Operação de Repressão Qualificada do ano. A Operação Manager, vinculada à Diretoria Integrada do Interior 2, decorrente de investigação realizada pela 177ª Circunscrição Policial, vinculada à 21ª Delegacia Seccional de Serra Talhada, sob a presidência do Delegado Cley Anderson […]

 

A Polícia Civil de Serra Talhada deflagrou na manhã desta segunda-feira, dia 25, a 23ª  Operação de Repressão Qualificada do ano.

A Operação Manager, vinculada à Diretoria Integrada do Interior 2, decorrente de investigação realizada pela 177ª Circunscrição Policial, vinculada à 21ª Delegacia Seccional de Serra Talhada, sob a presidência do Delegado Cley Anderson de Queiroz Rodrigues.

Segundo nota, a investigação iniciou em janeiro de 2019, com objetivo de desarticular uma organização criminosa voltada para a prática dos crimes de homicídio, tráfico e associação para o tráfico.  Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e  dois mandados de busca e apreensão domiciliar,  expedidos pelo Juiz da Vara Criminal da Comarca de Serra Talhada.

Na execução foram empregados 35 Policiais Civis, entre Delegados, Agentes e Escrivães.  A Operação está sendo coordenada pela Diretoria Integrada do Interior – 2 e supervisionada diretamente pela Chefia da Polícia.  As investigações foram assessoradas pela Diretoria de Inteligência da Polícia Civil de Pernambuco – DINTEL. Os detalhes preliminares da referida operação serão divulgados esta manhã, no prédio da 21ª DESEC – Serra Talhada.

PF investiga se aliados de Sóstenes forjaram escritura de imóvel para justificar R$ 470 mil apreendidos

A Polícia Federal (PF) investiga, em operação deflagrada nesta quarta-feira (1º), se aliados do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) forjaram a escritura pública de compra e venda de um imóvel para tentar justificar a origem de dinheiro em espécie apreendido durante uma operação. Ao autorizar a operação, o relator, ministro Flávio Dino, afirmou que a investigação […]

A Polícia Federal (PF) investiga, em operação deflagrada nesta quarta-feira (1º), se aliados do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) forjaram a escritura pública de compra e venda de um imóvel para tentar justificar a origem de dinheiro em espécie apreendido durante uma operação.

Ao autorizar a operação, o relator, ministro Flávio Dino, afirmou que a investigação indica que parte de R$ 15 milhões movimentados por empresas possam ter origem em recursos públicos ligados a Sóstenes.

A GloboNews entrou em contato com Sóstenes Cavalcante, que afirma não ter tomado conhecimento da decisão. “Assim que souber vou me manifestar como sempre fiz”, disse.

Em dezembro do ano passado, o líder do PL na Câmara foi alvo de mandados de busca e apreensão em uma operação que investiga suspeitas de desvios de cotas parlamentares (relembre aqui).

Na ocasião, agentes encontraram R$ 470 mil em dinheiro vivo dentro de sacolas, em um flat usado por ele em Brasília. Horas depois, ele deu uma coletiva de imprensa na qual afirmou que o dinheiro tinha origem na venda de um imóvel, em Minas Gerais.

No entanto, segundo a PF, o imóvel só foi transferido oficialmente cerca de um mês após a apreensão do dinheiro. A informação consta no relatório incluído na decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que autorizou a operação desta quarta (1º).