O avião da Força Aérea Brasileira, decolou ainda a pouco com o corpo do ex-governador e presidenciável Eduardo Campos em direção ao Recife onde será velado. O ex-governador será velado no Palácio da Princesas, sede do Governo de Pernambuco.
Os corpos do jornalista Carlos Percol, o fotografo Alexandre Severo serão velados juntamente com o de Campos, já o do cinegrafista Marcelo Lyra, será velado será no Cemitério Morada da Paz, em Paulista, no Grande Recife.
Um dia depois de ter votado a favor do fim do foro privilegiado de autoridades públicas, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), afirmou que ninguém está acima da lei e que é necessário, também, coibir os abusos por parte de agentes do Estado. A declaração foi dada durante sessão temática no plenário […]
Um dia depois de ter votado a favor do fim do foro privilegiado de autoridades públicas, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), afirmou que ninguém está acima da lei e que é necessário, também, coibir os abusos por parte de agentes do Estado. A declaração foi dada durante sessão temática no plenário da Casa que tratou do projeto de lei do abuso de autoridade na manhã desta quinta-feira (1º).
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes e o juiz Sérgio Moro estavam presentes no evento. No discurso, o parlamentar defendeu a proposta, que tramita na Casa e está sob a relatoria do senador Roberto Requião (PMDB-PR), e ressaltou que todos, sem exceção, devem o respeitar a legislação brasileira.
“Não queremos interferir no direito de um juiz julgar e interpretar a lei. Só que existem coisas que são muito objetivas. Por exemplo, se a lei fala em 10 dias para cumprimento de algo, então não cabe qualquer interpretação aí, pois está escrito de forma clara”, observou Humberto. “A lei de abuso de autoridade não vem para combater autoridades. Vem para combater abusos”.
O senador avalia que nem a magistratura nem o Ministério Público (MP) – e nem o povo brasileiro – devem ficar preocupados com o projeto que vai sair do Congresso Nacional, pois o relator é uma pessoa equilibrada e experiente, com robusta vida pública.
“Daqui vai sair uma coisa boa para a sociedade brasileira. Mas nem podemos nós aqui colocar a faca no pescoço do MP e do Judiciário, nem podemos também aceitar que uma faca seja colocada sobre nós. Um Congresso intimidado não é bom para a democracia, não é bom para o país”, registrou.
Ele aproveitou para comentar sobre a condução coercitiva a qual foi submetido o ex-presidente Lula, em março deste ano, para prestar depoimento no âmbito da Operação Lava Jato. Segundo o parlamentar, a medida foi um erro por parte da Justiça que abalou a imagem e o prestígio mundial de Lula.
“A lei diz claramente que a condução coercitiva só deve acontecer quando há prévia convocação e não comparecimento do citado. Isso é um problema de interpretação da norma ou o não cumprimento do que a lei prevê?”, questionou.
O líder do PT lembrou que a repercussão de um ato como esse, chamada por ele de “condução sob vara”, abala a credibilidade de quem quer seja e que a espetacularização de investigações atrapalha a isenção dos responsáveis por ela. Humberto contou aos presentes que sofreu isso na pele.
Em 2006, quando concorria ao cargo de governador do Estado de Pernambuco, ele foi alvo de forte campanha política de opositores com base em uma denúncia na qual ele foi inocentado anos depois pela Justiça.
“Tinha toda chance de ser eleito. Tinha feito uma denúncia de um fato de corrupção no Ministério da Saúde – no inquérito sequer meu nome foi citado – dois anos depois, não por coincidência no momento da eleição, esse critério é reaberto e eu fui indiciado pela Polícia Federal e indiciado num prazo de três semanas. O integrante do Ministério Público que fez a denúncia convocou uma entrevista coletiva nacional faltando uma semana para a realização da eleição”, disse.
O senador contou que os adversários, que tinham uma média de 20 comerciais por dia, diziam que ele era vampiro, que tinha roubado e iria ser preso. “Três anos depois, eu fui julgado pelo Tribunal Regional Federal do Estado, o Ministério Público pediu minha absolvição e fui absolvido por unanimidade. Como se paga esse prejuízo?”, perguntou.
A visita do presidente Michel Temer a Serra Talhada para entrega do IF-Sertão teve de tudo, conforme registro das lentes do fotógrafo Cláudio Gomes especialmente para o blog. Na visita, acompanhado de Ministros, Deputados, do Governador Paulo Câmara, Prefeito Luciano Duque e assessores, afagos e troca de amabilidades. Houve quem buscasse no espaço interno do […]
A visita do presidente Michel Temer a Serra Talhada para entrega do IF-Sertão teve de tudo, conforme registro das lentes do fotógrafo Cláudio Gomes especialmente para o blog. Na visita, acompanhado de Ministros, Deputados, do Governador Paulo Câmara, Prefeito Luciano Duque e assessores, afagos e troca de amabilidades.
Houve quem buscasse no espaço interno do IF um registro ao lado do presidente da República. Apesar do discurso com referência a Dilma e Lula, Luciano Duque cumpriu a promessa e foi um bom anfitrião a Temer e seu staff. No espaço dedicado à entrega do equipamento, o presidente se sentiu a vontade e até pediu para ser convidado mais vezes para o Sertão.
A cerca de um quilômetro da área externa do local, separados por um forte cordão de isolamento, manifestantes que saíram de várias cidades do Pajeú, puxados por entidades como Fetape, MST e claro, o Partido dos Trabalhadores, centenas gritavam o tradicional “Fora Temer”, tratando o presidente e seu Ministério de “golpistas”.
Chamou de fato a atenção o forte esquema de policiamento, com apoio dos homens do Batalhão de choque e da segurança institucional da Presidência da República. Ao final, o protesto serviu para o registro da imprensa. Mas nem se ouviam os gritos de quem estava fora do IF-Sertão, nem de fora os discursos que aconteciam na solenidade.
Foi assim, o dia em que Serra parou, parafraseando Raul, para ver a comitiva de Temer passar…
Grupos de trabalho vão vigiar de perto a influência de milícias e mudanças nas leis para garantir o voto livre em todo o país O Ministério Público (MP) Eleitoral deu um passo decisivo para proteger as urnas em 2026. Desde o dia 1º de janeiro, dois novos grupos de trabalho (GTs) começaram a operar com […]
Grupos de trabalho vão vigiar de perto a influência de milícias e mudanças nas leis para garantir o voto livre em todo o país
O Ministério Público (MP) Eleitoral deu um passo decisivo para proteger as urnas em 2026. Desde o dia 1º de janeiro, dois novos grupos de trabalho (GTs) começaram a operar com uma missão clara: impedir que o crime organizado dite as regras do jogo político e garantir que as novas leis eleitorais sejam aplicadas com rigor.
Com mais de 150 milhões de brasileiros aptos a escolher novos representantes — de deputados ao presidente da República —, a preocupação do órgão é evitar que o poder das facções e milícias substitua a vontade do eleitor. Os grupos têm atuação garantida, inicialmente, até outubro de 2027.
Barreira contra as milícias e o narcotráfico
O primeiro grupo, focado no Combate ao Crime Organizado, surge como uma resposta direta às denúncias de que criminosos estão tentando infiltrar aliados em cargos públicos para desviar recursos e corromper o Estado. Formado por procuradores regionais e especialistas da Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), o foco será criar um “mapa de ação” para todo o Brasil.
Na prática, esses procuradores vão trabalhar em conjunto com os Gaecos (grupos especializados em crime organizado) e setores de inteligência para identificar candidatos financiados ou apoiados por grupos paramilitares. Vale lembrar que a Constituição Brasileira e a Lei dos Partidos Políticos são rígidas: quem tem ligação com o crime não pode se candidatar.
Exemplos reais: O rigor não é teórica. Em eleições passadas, o MP conseguiu barrar candidatos a vereador no Rio de Janeiro (em cidades como Belford Roxo e Niterói) justamente por envolvimento com o crime.
Olho vivo nas mudanças da lei
O segundo grupo de trabalho foca no Acompanhamento Legislativo e Jurisprudencial. Como as leis eleitorais e as decisões dos tribunais mudam com frequência, esses oito procuradores terão o papel de “sentinelas”. Eles vão acompanhar cada novo projeto de lei no Congresso e cada regra editada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O objetivo é que nenhum promotor no interior do Brasil fique desatualizado. O grupo enviará relatórios mensais com as principais decisões judiciais (jurisprudência), ajudando a definir as teses que o MP vai defender nos tribunais para punir abusos de poder econômico ou político.
Estrutura e comando
As portarias que deram vida a essas frentes de trabalho (PGE nº 65 e 66/2025) foram assinadas pelo vice-procurador-geral Eleitoral, Alexandre Espinosa. A ideia central é que, embora cada promotor tenha independência para trabalhar em sua cidade, todos tenham acesso à mesma base de dados e inteligência estratégica para enfrentar o crime organizado. As informações são do Causos & Causas.
Pesquisa do Instituto Opinião para o Blog do Magno mostra o pré-candidato socialista João Campos, do PSB, com 48,4% dos votos, 13 pontos a frente da governadora Raquel Lyra (PSD), que aparece com 35,5% das intenções de voto. Ivan Moraes, do PSOL, se situa com apenas 2,3%. Brancos e nulos somam 5,8% e indecisos 8,1%. Nos votos […]
Pesquisa do Instituto Opinião para o Blog do Magno mostra o pré-candidato socialista João Campos, do PSB, com 48,4% dos votos, 13 pontos a frente da governadora Raquel Lyra (PSD), que aparece com 35,5% das intenções de voto. Ivan Moraes, do PSOL, se situa com apenas 2,3%. Brancos e nulos somam 5,8% e indecisos 8,1%.
Nos votos válidos, quando se excluem os percentuais de brancos e nulos, além de indecisos, João lidera com 56,1% das intenções de voto e Raquel aparece com 41,2%, totalizando uma vantagem de 14,9 pontos para o ex-prefeito.
Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é obrigado a lembrar o nome do seu candidato sem a lista dos concorrentes, João desponta com 29,5% e Raquel com 27,1% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 4,5% e indecisos sobem para 38,1%. A pesquisa foi registrada na justiça eleitoral com o protocolo de número PE-02951/2026.
Para o Senado, Marília Arraes lidera a disputa para a Casa Alta, com quase o dobro das intenções de voto do segundo colocado, segundo pesquisa do Instituto Opinião divulgada no último sábado (18).
No comentário para o Jornal Itapuama desta segunda-feira (20), analiso esses números.
O levantamento foi a campo entre os dias 14 a 17 de abril, sendo aplicados dois mil questionários em 80 municípios. O intervalo de confiança é de 95% e a margem de erro de 2.2 pontos percentuais para mais ou para menos. A modalidade da pesquisa envolveu a técnica de survey, que consiste na aplicação de questionários de forma presencial. A pesquisa foi registrada na justiça eleitoral com o protocolo de número PE-02951/2026.
O Secretário de Transportes e Presidente Estadual do PR Sebastião Oliveira anunciou agora no Hotel São Cristóvão o nome do administrador Victor Oliveira como seu indicado para disputar a prefeitura de Serra Talhada, após a desistência do médico Fonseca Carvalho. Victor tem 25 anos, é neto do ex-deputado Federal Inocêncio Oliveira, que também foi ouvido […]
O Secretário de Transportes e Presidente Estadual do PR Sebastião Oliveira anunciou agora no Hotel São Cristóvão o nome do administrador Victor Oliveira como seu indicado para disputar a prefeitura de Serra Talhada, após a desistência do médico Fonseca Carvalho.
Victor tem 25 anos, é neto do ex-deputado Federal Inocêncio Oliveira, que também foi ouvido e balizou a indicação do neto. A ideia é somar a juventude e imagem e Victor e o peso do cacique Inocêncio para dar força à disputa.
A vida política de Victor vem tendo status de meteórica: no começo de maio, ele foi confirmado como Presidente do PR Jovem no Estado. Victor até bem pouco tempo afirmava não querer disputar eleição ou participar da política na Capital do Xaxado, mas com o tempo, foi convencido do contrário pelo avô e por Sebastião.
O anúncio aconteceu no Hotel São Cristóvão com representantes do grupo, como o presidente do PR Allan Xavier, Geni Pereira e o ex-prefeito Carlos Evandro, do PSB, lideranças partidárias e vereadores.
Como já era esperado, os discursos foram de que a chapa tem que ser competitiva e vai conseguir vencer nomes como o prefeito Luciano Duque, candidato a reeleição, Nena Magalhães, do PTB, apoiado por Augusto César e Marquinhos Dantas.
Sebastião Oliveira chamou a atenção para a necessidade de formar novas lideranças. Também deu detalhes da escolha , afirmando que o empresário Zezinho e o presidente do PR, Allan Xavier não se colocaram para a disputa por questões pessoais e familiares. Waldemar Oliveira já havia dito não ter condições de enfrentar Duque por gratidão ao apoio do prefeito à sua candidatura para o TJPE.
Chamou a atenção o discurso emocionado de Victor, mesmo “verde” na política. Ele foi ovacionado após convocar a militância para se envolver em seu projeto político.
A costura do nome aconteceu em tempo recorde nos bastidores, pois não havia como perder mais tempo. Houve reuniões e sondagens em Serra Talhada e Recife. O prego foi batido em uma reunião entre Sebastião Oliveira e o Secretário da Casa Civil, Antonio Figueira.
O desafio agora é tentar manter o capital eleitoral que tinha Dr Fonseca, para a partir desse patamar, lutar para ampliar e fazer da opção Victor a primeira via da oposição, superando Nena Magalhães e Marquinhos Dantas, que estão em segundo e quarto na disputa, segundo a última pesquisa do Instituto Múltipla.
Reaproximação entre Geni e Carlos Evandro: chamou a atenção no evento Geni Pereira, do Pros, se rasgando em elogios ao primo Carlos Evandro, falando da importância do seu apoio ao candidato do grupo de Sebastião. Carlos retribuiu. Os dois viviam um rompimento histórico.
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