Audiência de ação contra Romério por transferência de quase R$ 500 mil após deixar prefeitura tem sequência hoje
Por Nill Júnior
Prefeito foi acusado de, com senha pessoal, ingressar no sistema da prefeitura de São José do Egito e fazer TED a empresa por torneio conveniado com Ministério dos Esportes
Acontece hoje às nove horas por videoconferência a continuação da Audiência de Instrução do processo 0800047-86.2017.4.05.8303 da Ação Civil de Improbidade movida pela gestão Evandro Valadares contra o ex-prefeito e candidato à reeleição Romério Guimarães.
A audiência foi interrompida dia 22 de setembro por determinação do juiz Felipe Mota Pimentel de Oliveira, em virtude de intercorrência pessoal do magistrado.
O MPF é có-autor por também apontar a irregularidade. O caso teve ampla repercussão e já gerou até bloqueio de bens do ex-gestor à época, a primeira por ordem do Juiz Federal Felipe Mota Pimentel de Oliveira, titular da 38ª Vara Federal.
A polêmica com repercussão jurídica e política tem relação com um convênio com o Ministério do Transporte no fim de sua gestão, em 2016, para realização de um campeonato de futebol, até aí normal e legal.
Problema, acusaram prefeitura e MPF, Romerio usou sua senha de acesso quando já não era mais gestor e acessou o sistema no dia 04/01/2017 para fazer uma transferência de todo o dinheiro para empresa que teria sido contratada por seu governo de quase R$ 500 mil.
O campeonato que deveria ter sido feito em 90 dias, foi um torneio relâmpago, feito em 7 dias.
Na época do bloqueio de bens, em fevereiro de 2017, Romério afirmou em nota que “a sociedade egipiciense é testemunha de que o evento foi realizado, pois foi parte ativa enquanto atletas e público que aplaudiu e prestigiou as competições”.
A Prefeitura de Carnaíba, através das Secretarias Municipais de Saúde, Obras, Educação, Agricultura e Diretoria de Meio Ambiente, iniciou nesta segunda-feira (13/03) a “Semana de combate ao Aedes aegypti”, mosquito transmissor da Dengue, Zika Vírus e Chycungunya. A abertura da programação aconteceu em frente ao prédio da Prefeitura e foi comandada pela Secretária de Saúde, […]
A Prefeitura de Carnaíba, através das Secretarias Municipais de Saúde, Obras, Educação, Agricultura e Diretoria de Meio Ambiente, iniciou nesta segunda-feira (13/03) a “Semana de combate ao Aedes aegypti”, mosquito transmissor da Dengue, Zika Vírus e Chycungunya.
A abertura da programação aconteceu em frente ao prédio da Prefeitura e foi comandada pela Secretária de Saúde, Selma Marques. “A população tem um papel fundamental nessa luta. Vamos ser parceiros do governo municipal, que quer trabalhar junto com o povo para melhorar a qualidade de vida de todos”, destacou.
Por cumprir agenda administrativa no Recife, o prefeito do município, Anchieta Patriota (PSB) não pôde estar presente no ato, mas foi representado pelo vice-prefeito Júnior Mocinha (PSB), que ao fazer o uso da palavra falou da importância da ação e pediu o engajamento de toda a população. “Reserve um pouco do tempo para combater os criadouros. Faça sua parte, somando forças vamos derrotar o Aedes aegypti”, frisou Júnior.
Houve realização um mutirão de limpeza. As pessoas presentes na abertura da programação, além de alunos da escola municipal Cônego Luiz Gonzaga Vieira de Melo, professores, agentes de saúde, entre outros profissionais, visitaram os bairros Carnaíba Velha, Santa Luzia e Alto Bela Vista, conversando com os moradores sobre a importância da prevenção e eliminando locais e recipientes que possam armazenar água e, assim, possibilitar a proliferação do mosquito.
A “Semana de Combate ao Aedes aegypti” segue até o próximo dia 17. Nesta terça-feira (14) a ação foi realizada no Povoado de Itã. Na quarta-feira (15), o mutirão acontecerá no Povoado Serra Branca. Na quinta (16) será na comunidade Lagoa do Caroá, e na sexta-feira no distrito de Ibitiranga.
A população de Brejinho agora conta com um ponto de atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), graças a uma parceria firmada entre a Prefeitura e o órgão federal. A cooperação técnica facilita o acesso a diversos benefícios e serviços previdenciários, evitando que os moradores precisem se deslocar para outras cidades. Entre os serviços […]
A população de Brejinho agora conta com um ponto de atendimento do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), graças a uma parceria firmada entre a Prefeitura e o órgão federal. A cooperação técnica facilita o acesso a diversos benefícios e serviços previdenciários, evitando que os moradores precisem se deslocar para outras cidades.
Entre os serviços disponíveis no novo ponto de atendimento estão a solicitação de Benefício de Prestação Continuada (BPC), auxílio-doença, aposentadoria por idade rural, além de emissão de extratos, alteração de local ou forma de pagamento, e criação de contas e senhas para o portal Meu INSS.
O novo espaço também oferece assistência para benefícios como auxílio-reclusão rural, pensão por morte rural, e salário-maternidade rural. Além disso, os beneficiários podem realizar bloqueios ou desbloqueios de benefícios para empréstimo consignado, solicitar certidões de tempo de contribuição e revisar processos.
O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h, na Rua João Lulu, ao lado do FUNPREBRE. O ponto é uma oportunidade para os moradores resolverem pendências e acessarem serviços sem enfrentar longas viagens até agências do INSS.
Com a iniciativa, a Prefeitura de Brejinho reforça seu compromisso em aproximar os serviços públicos da comunidade, especialmente para aqueles que dependem de benefícios assistenciais e previdenciários para garantir o sustento da família.
Alexandre Pires lembrou que questões passam também por cenários locais e afirmou que governo de Pernambuco não abre espaço para alianças com a sociedade civil Por André Luis O coordenador geral do Centro de Desenvolvimento Ecológico Sabiá, Alexandre Pires, falou em entrevista na última sexta-feira (19), ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, sobre como […]
Alexandre Pires lembrou que questões passam também por cenários locais e afirmou que governo de Pernambuco não abre espaço para alianças com a sociedade civil
Por André Luis
O coordenador geral do Centro de Desenvolvimento Ecológico Sabiá, Alexandre Pires, falou em entrevista na última sexta-feira (19), ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú, sobre como o Centro Sabiá tem se posicionado com o aumento da desigualdade no Brasil.
Alexandre que também participa do debate da Articulação do Semiárido – ASA, sendo inclusive um agente importantíssimo no debate nacional sobre políticas de distribuição de renda e sobre acesso à alimentação num país que vê aumentar a fila do osso e das desigualdades.
Para ele a situação de crise, do aumento de número de pessoas em situação de fome, de pobreza e desemprego não é decorrente da pandemia, mas sim de uma crise econômica que se vive no Brasil.
“Essa crise se estica desde 2014 para cá, sobretudo depois do processo eleitoral que a gente teve naquele ano. Agora, evidentemente que o contexto da pandemia agravou ainda mais, sobretudo na gestão do atual presidente da Republica, que vem desconstruindo um conjunto de políticas públicas que de alguma forma atendia e buscava corrigir esses índices de desigualdade que a gente tem no Brasil”, afirmou.
Alexandre citou como exemplo o programa de cisternas que nos últimos anos, praticamente parou por falta de recursos e gestão por parte do governo para dar continuidade, quando ainda se tem uma demanda de 350 mil famílias em todo o semiárido que não tem água.
“Olhando um pouco pra esse foco da fome, da miséria, do aumento das pessoas em situação de pobreza a gente tem buscado tanto no Centro Sabiá, como na ASA construir alianças com os movimentos, com as organizações, com os próprios agricultores e agricultoras familiares que é de um modo objetivo e direto buscar doação de alimentos para atender essa população que de um modo específico e urgente precisa de comida pra agora”, destacou.
Pires disse ainda que é preciso pensar em como buscar estruturar e resgatar políticas que foram importantes como as de distribuição de renda entre outras mais estruturantes, “mas a gente sabe que as pessoas precisam de comida pra hoje”, lembrou.
Ele falou sobre a dificuldade de se entender como que o Brasil, que tem uma produção alimentar capaz de alimentar toda a população com folga ver tanta gente vivenciando o cenário de insegurança alimentar.
Alexandre disse ver duas questões que ajudam a explicar o fenômeno. A primeira segundo ele é que o governo brasileiro abandonou qualquer possibilidade politica de abastecimento alimentar no país.
Para ele a elite brasileira, sobretudo representada pelo agronegócio e pelos grandes setores empresariais “olham de costas para o Brasil”.
“Ou seja, interessa, na verdade, a venda para o mercado internacional dessa grande produção que temos. Somos um dos maiores produtores de carne bovina e de carne de aves do mundo. Aquilo que estamos produzindo, o mercado interno teria capacidade de absorver se a gente tivesse política destinada a garantia da segurança alimentar da população brasileira e o estado cumprisse o papel inclusive de mediar, entre quem produz e quem consome”, destacou Alexandre.
“Agora, outro aspecto que queria trazer é: a Forbes que é uma revista internacional que ranqueia os bilionários do planeta terra, na sua última edição mostra, por exemplo, que no Brasil neste contexto de pandemia, de crise, de aumento da situação de pobreza – só para que a gente tenha clareza desses dados, a Rede de Pesquisadores e Pesquisadoras em Segurança Alimentar Nacional, fizeram uma pesquisa no final de 2020 e descobriram que 113 milhões de brasileiros e brasileiras estavam em situação de insegurança alimentar, ou seja, não come nem em quantidade, nem em qualidade aquilo que o organismo precisa. Metade da população. Quando temos essa produção inteira… 20 milhões desses 113, estavam passando fome. Literalmente não tem o que comer e não sabe se vai ter”, lembrou Alexandre.
A Forbes ranqueou 49 novos bilionários no Brasil nos anos de 2020 e 2021. “Por onde é que a gente está caminhando com esse modelo de desenvolvimento de nosso país em que grande parte da população cai no abismo da pobreza, da extrema pobreza, da miséria e da fome enquanto um pequeno grupo seleto de empresários, de famílias da elite brasileira consegue ascender a classificação de bilionários?”, questionou.
Alexandre lembou ainda que o Brasil carrega a marca de ser um dos paises mais desiguais do mundo, embora esteja entre as 20 potências econômicas. “Ter recursos no país não significa necessariamente que o povo daquele país viva com qualidade de vida e com dignidade”, destacou.
Pernambuco não tem diálogo com sociedade civil
Alexandre ainda lembrou que Pernambuco é um dos estados mais desiguais da federação e “a cidade do Recife é a capital que já está aí no seu sétimo aniversário da capital mais desigual entre as capitais, ou seja, me parece que é preciso olhar para essa política mais local e entender como ela ajuda nessas demarcações desses números”, alertou.
Falando sobre as experiências das organizações que podem ser levadas pra frente e serem potencializadas nacionalmente, Alexandre disse que existe uma ideia cultural sobretudo na política de que os governos podem governar sozinhos, mas que a sociedade civil e os movimentos entendem que é necessária uma aliança entre sociedade civil e governos.
“As experiências que temos de governos mais abertos democraticamente para construir uma relação com a sociedade civil na elaboração, na gestão e no monitoramento de políticas públicas nos mostram que esse é um caminho de sucesso que pode mudar essa realidade. Então o que temos defendido é que não adianta, nem no nível municipal, nem no estadual, nem no federal os governos quererem fazer a gestão da política, gerir os processos de desenvolvimento que não seja em parceria com a sociedade”, alertou.
Alexandre lembra ainda que: “essa ideia que esta na nossa cultura de que sociedade civil é de um lado, governo do outro e setor empresarial do outro é um equivoco gigantesco. De fato cada um de nós temos responsabilidades diferentes com papéis distintos e isso não está em questão. O que está em questão é que a gente não pode achar que por ter papeis distintos e diferentes não podemos nos unir e se aliar em defesa do desenvolvimento dos nossos municípios, do nosso território, do nosso estado e acho que é isso que não temos conseguido encontrar. Não tem conseguido encontrar inclusive no governo do estado de Pernambuco essa abertura de construção com a sociedade sobre os caminhos para a mudança da realidade que se vive no nosso estado”, destacou Alexandre.
No início dos anos 2000, um grupo com Alexandre Morais, Veratânia Lacerda, Alessandro Palmeira e este blogueiro resolveu tocar um jornal impresso na região. Nascia “O Democrata”, que não teve vida longa, mas rendeu ótimas matérias. A primeira edição de cara teve como matéria de capa uma entrevista com o Bispo Emérito Dom Francisco, […]
No início dos anos 2000, um grupo com Alexandre Morais, Veratânia Lacerda, Alessandro Palmeira e este blogueiro resolveu tocar um jornal impresso na região.
Nascia “O Democrata”, que não teve vida longa, mas rendeu ótimas matérias. A primeira edição de cara teve como matéria de capa uma entrevista com o Bispo Emérito Dom Francisco, que já residia na casa construída para ele na rua Pedro Pires. Ele havia passado em 2001 o comando da Diocese ao seu sucessor, Dom Luis Pepeu.
Lembro que, como sempre, Dom Francisco não se furtou dos temas polêmicos, o que rendera uma ótima entrevista.
Dom Francisco faleceu aos 82 anos, no Hospital Santa Joana, em Recife, dia 7 de outubro de 2006, sucumbindo a uma infecção respiratória. Seus restos mortais encontram-se sepultados na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados da Ingazeira.
Alexandre Morais hoje é produtor cultural, toca projetos como o Cultura Coisa e Tal e é servidor público estadual, casado com Veratânia Morais, hoje Secretária de Educação de Afogados da Ingazeira, cidade na qual Alessandro Palmeira é vice-prefeito.
Já o blogueiro continua quebrando pedra no blog, criado alguns meses depois da foto, e na Rádio Pajeú.
Um prédio de 24 andares desabou durante um incêndio no Largo do Paissandu, na região da República, Centro de São Paulo, na madrugada desta terça-feira (1). O incêndio começou no 5º andar e se espalhou rapidamente. O incêndio começou por volta das 1h30. No prédio funcionou uma repartição pública, que já estava desativada. Sem uso, […]
Um prédio de 24 andares desabou durante um incêndio no Largo do Paissandu, na região da República, Centro de São Paulo, na madrugada desta terça-feira (1). O incêndio começou no 5º andar e se espalhou rapidamente.
O incêndio começou por volta das 1h30. No prédio funcionou uma repartição pública, que já estava desativada. Sem uso, atualmente abrigava uma ocupação irregular. Segundo a Defesa Civil, cerca de 50 famílias viviam no local.
O coronel Max Mena, do Corpo de Bombeiros, contou que o homem que caiu quando o prédio desabou já estava com equipamento de segurança. Ele não foi mais localizado. Os bombeiros chegaram a dizer que ainda que havia possibilidade de que três pessoas estivessem desaparecidas, mas não foi divulgado um balanço oficial.
Durante a madrugada, os bombeiros chegaram a afirmar que o homem que caiu era considerado morto, mas pela manhã esclareceram que buscas serão feitas. “A experiência diz não é fácil encontrar alguém com vida”, comentou o capitão Marcos Palumbo, porta-voz do Corpo de Bombeiros em São Paulo.
O Corpo de Bombeiros faz um mapeamento da área para iniciar a retirada dos escombros. Segundo o tenente André Elias, o segundo prédio atingido pelo fogo não corre risco de desabamento e todos os moradores já foram retirados do local.
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