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Atleta chuta colega que é levado inconsciente ao Hospital Regional Emília Câmara

Por André Luis

Jogo era válido pela fase municipal dos Jogos Escolares.

Caso viraliza nas redes. Vitima foi atendida no HREC e está sob observação.  Agressor, também menor, foi levado pela polícia.

Nas redes sociais viraliza o vídeo de uma agressão que terminou com um menor no Hospital Regional Emília Câmara (HREC).

Foi em uma final dos Jogos Escolares na modalidade futsal, envolvendo Colégio Normal Estadual e Cônego João Leite. É a fase municipal dos jogos, que antecede a fase regional.

Um atleta chuta a cabeça de outro que estava sentado. Pela imagem é possível ver a vítima, identificada como David Rodrigues, 17 anos, aluno do Colégio Normal, desacordada após a agressão. Ele vestia a camisa 8 da equipe.

O agressor tem o primeiro nome identificado como Darlan e apelido de Tarsan, em virtude dos cabelos longos. A idade não foi informada. Ele quase foi linchado e foi levado em uma viatura da PM. Formou-se uma grande confusão após o episódio.

O blog buscou as escolas e a GRE. Ainda aguarda mais informações. Segundo informações colhidas junto a pessoas que o ajudaram, ele retomou os sentidos e foi levado ao Hospital consciente. Não lembra de nada e teve episódios de vômito. Por isso ficará em observação. Mas não precisará ser transferido.

“O paciente deu entrada na unidade às 12h33 horas referindo episódio de síncope (desmaio), corte em lábio inferior e esquecimento. Logo atendido as 12:38, foram solicitados exames de imagem, prescrição medicamentosa e segue em observação”, diz a unidade. Veja os vídeos clicando aqui.

Outras Notícias

Governo suspende programa Minha Casa Melhor

Do Estadão Conteúdo Com problemas de falta de recursos, o governo federal decidiu suspender o programa Minha Casa Melhor, linha de crédito especial para os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida adquirirem móveis, eletrodomésticos e eletrônicos a taxas de juros subsidiadas, como antecipou ontem o portal Estadão.com. Para operar o programa, a Caixa Econômica Federal […]

cartao-minha-casa-melhorDo Estadão Conteúdo

Com problemas de falta de recursos, o governo federal decidiu suspender o programa Minha Casa Melhor, linha de crédito especial para os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida adquirirem móveis, eletrodomésticos e eletrônicos a taxas de juros subsidiadas, como antecipou ontem o portal Estadão.com.

Para operar o programa, a Caixa Econômica Federal recebeu do governo uma capitalização de R$ 8 bilhões em junho de 2013. Do valor total, R$ 3 bilhões foram direcionados para os financiamentos do programa – o restante foi usado em outra operação.

O jornal O Estado de S. Paulo apurou que a Caixa desembolsou até o fim do ano passado mais do que esses R$ 3 bilhões. Até dezembro, 18 meses após o lançamento do programa, 640 mil famílias tinham recebido os cartões do Minha Casa Melhor. Foram oferecidos R$ 3,2 bilhões – dos quais R$ 2,4 bilhões foram realmente contratados.

“Novas contratações do Minha Casa Melhor estão sendo discutidas no âmbito da terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida”, informou, em nota, a Caixa. “Os cartões referentes a contratos já realizados continuam operando normalmente”. O Tesouro Nacional foi procurado pela reportagem, mas disse que somente o banco se pronunciaria sobre o assunto.

Pelo canal oficial de comunicação que mantém com os beneficiários do programa, a atendente da Caixa afirmou que o Minha Casa Melhor está suspenso desde o dia 20 deste mês. “A Caixa está reavaliando o programa antes de realizar novas contratações no Brasil inteiro”, afirmou a atendente, que não quis se identificar.

No lançamento do programa, o governo divulgou que a expectativa era de que 3,7 milhões de famílias fossem beneficiadas, em um total de R$ 18,7 bilhões. O Minha Casa Melhor oferece crédito a juros mais baixos que os praticados no mercado para as famílias atendidas pelo programa Minha Casa Minha Vida comprarem 14 tipos de eletrodomésticos e móveis. Os juros são de 5% ao ano contra 16,5% que são cobrados pelo mercado para financiar esses produtos.

Falta de atenção da Sony Pictures do Brasil ao Cine São José trava exibição de “Ainda estou aqui”

Muitos tem perguntado porque o filme “Ainda estou aqui”, de Walter Sales, com Fernanda Torres e Selton Mello não está sendo exibido no Cine São José. Infelizmente, não há nenhum retorno da distribuidora Sony Pictures do Brasil à solicitação de exibição do filme em Afogados da Ingazeira. Fundado em 1942, o Cine São José é […]

Muitos tem perguntado porque o filme “Ainda estou aqui”, de Walter Sales, com Fernanda Torres e Selton Mello não está sendo exibido no Cine São José.

Infelizmente, não há nenhum retorno da distribuidora Sony Pictures do Brasil à solicitação de exibição do filme em Afogados da Ingazeira.

Fundado em 1942, o Cine São José é o único de rua em atividade no interior do estado e no país, não há relatos de cidades com menos de 50 mil habitantes com programação regular, em plena atividade. Várias cidades do entorno e amantes de cinema e história tem perguntado pelo filme. Há cidades com gestões alinhadas à necessidade de conhecer esse desafiador momento da história querendo trazer alunos da rede pública. Mas a Sony Pictures do Brasil não tem atendido ou respeitado um cinema com tanta história e resistência.

Uma pena. Já mantive contato com alguns nomes ligados a Kleber Mendonça, ao próprio Walter Salles para que busquem sensibilizar a distribuidora. Espero que ainda haja como rever esse tratamento.

Câmara de Vereadores de Solidão apresenta nova mesa Diretora para o Biênio 2025-2026

Os vereadores eleitos no último pleito de 6 de outubro no município de Solidão já definiram a nova mesa diretora que coordenará os trabalhos legislativos para o biênio 2025-2026.  A chapa será formada pelos seguintes vereadores (as): Júnior de Luiz de Zuza – Presidente, Edileuza Godê – Vice-Presidente, Adriana de Lima – Primeira Secretária e […]

Os vereadores eleitos no último pleito de 6 de outubro no município de Solidão já definiram a nova mesa diretora que coordenará os trabalhos legislativos para o biênio 2025-2026. 

A chapa será formada pelos seguintes vereadores (as): Júnior de Luiz de Zuza – Presidente, Edileuza Godê – Vice-Presidente, Adriana de Lima – Primeira Secretária e Clemildo de Zé Nogueira como Segundo Secretário.

De acordo com os vereadores a chapa única tem consenso dos nove vereadores eleitos, além de contar com total apoio do atual Prefeito Djalma Alves e do futuro Prefeito Mayco da Farmácia.

A votação para a nova Mesa Diretora será realizada logo após a posse oficial, no dia 1º de janeiro. Na ocasião, tomarão posse os nove vereadores (eleitos e reeleitos), além do Prefeito Mayco e do vice-prefeito Antônio Bujão.

“A definição da nova Mesa Diretora é um momento estratégico para a Câmara de Solidão, pois marca o início de um novo ciclo legislativo. A composição da chapa liderada por mim reflete esforços para alinhar os dois poderes, para que possamos conduzir os trabalhos de maneira harmoniosa nos próximos dois anos. Além de manter o diálogo permanente com toda sociedade e o executivo para que possamos entregar políticas públicas eficientes para os solidanenses”, destacou Júnior de Luiz de Zuza, futuro presidente da câmara de vereadores de Solidão.

Baile Municipal de Arcoverde marcado por homenagens

A 16ª edição do Baile Municipal de Arcoverde, realizada na noite do último sábado (03), confirmou a expectativa e sua condição de maior, melhor, mais criativo, animado e multicultural baile à fantasia do Sertão de Pernambuco, reunindo um grande público que brincou, num misto de alegria e emoção, ao som de duas grandes atrações: a […]

A 16ª edição do Baile Municipal de Arcoverde, realizada na noite do último sábado (03), confirmou a expectativa e sua condição de maior, melhor, mais criativo, animado e multicultural baile à fantasia do Sertão de Pernambuco, reunindo um grande público que brincou, num misto de alegria e emoção, ao som de duas grandes atrações: a Orquestra Super OARA e a Banda Asas da América.E o contexto emoção, ficou por conta das homenagens – tema desta edição de 2024 – prestadas aos históricos e saudosos bailes pré-carnavalescos de Arcoverde, Vermelho & Preto (Esporte Clube) e Vermelho & Branco (Democrático Esporte Clube), e ao Azul & Branco (Sesc Arcoverde) que ainda mantém a tradição de ser realizado anualmente nos salões da unidade local do Serviço Social do Comércio – Sesc.Homenagens prestadas na abertura do baile, sob o comando do Prefeito Wellington Maciel e da Primeira-Dama e Presidente do Comitê Gestor de Eventos, Rejane Maciel, que, ao lado dos Vereadores Luciano Pacheco (Líder do Governo) e João Taxista; dos Secretários Pedro Brandão (Turismo e Eventos) e Juliana Aguiar (Cultura) e dos produtores sociais Adilson Mendes e Adriano Ferreira (Senso Eventos), fizeram a entrega de troféus aos representantes dos clubes e entidades que fizeram e/ou ainda fazem essas festas históricas dos pré-carnavais da cidade portal do Sertão de Pernambuco.E o momento maior dessa emoção deu-se quando foram chamados ao palco representantes que, direta ou indiretamente, estiveram ligados à realização histórica dos mesmos. A primeira homenagem foi prestada ao Vermelho & Preto na pessoa do empresário aposentado, grande carnavalesco e presidente do Esporte Clube no período 1980/1981, Sebastião Nepomuceno Novaes, carinhosamente conhecido como Dão Novaes.  Na sequência, o homenageado foi o Baile Vermelho & Branco, na pessoa do cirurgião dentista e presidente do Democrático Esporte Clube desde 1997, Dr. Arnoldo Vasconcelos de Alencar. Finalizando com a homenagem ao Azul & Branco do Sesc Arcoverde, recebida pelo Maestro Eduardo Espinhara, professor-coordenador do setor de artes da entidade, na ocasião representando a gerente da unidade executiva local – Senhora Águida Cardeal.

Senado aprova projeto que desobriga Petrobras a ser operadora única do pré-sal

Do Estadão Após meses de discussões acaloradas por senadores e integrantes do governo e idas e vindas do Palácio do Planalto, o Senado aprovou há pouco o projeto do senador José Serra (PSDB-SP) que desobriga a Petrobras de ser a operadora única e ter participação mínima de 30% na exploração da camada do pré-sal. O […]

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Do Estadão

Após meses de discussões acaloradas por senadores e integrantes do governo e idas e vindas do Palácio do Planalto, o Senado aprovou há pouco o projeto do senador José Serra (PSDB-SP) que desobriga a Petrobras de ser a operadora única e ter participação mínima de 30% na exploração da camada do pré-sal. O texto, que segue para a Câmara dos Deputados, recebeu 40 votos a favor, 26 contra e ainda ocorreram duas abstenções após seis horas de debates.

A proposta representa uma derrota para o Executivo na reta final que, ao durante o dia, teve de fazer um recuo sobre a orientação repassada inicialmente à bancada do PT na Casa e preferiu negociar uma proposta tida como redução de danos. Nos últimos dias, a presidente Dilma Rousseff mandou sinais contraditórios a interlocutores diferentes, o que na avaliação dos senadores demonstrou que ela não quis se posicionar sobre a matéria.

Os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, e da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, fecharam um acordo com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), relator da matéria, para garantir que a estatal tenha ao menos o direito de preferência na participação de futuras licitações. Essa era a mesma linha defendida pelo ministro de Minas e Energia, o senador licenciado pelo PMDB Eduardo Braga, que participou das negociações.

Até o início da tarde, Wagner e Berzoini atuaram para tentar rejeitar o projeto de Serra e manter a atual legislação de dezembro de 2010. Defenderam essa orientação, inclusive, ao líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), que foi indicado pelo Planalto hoje para a liderança do governo na Casa. Mas foram premidos a recuar diante da possibilidade de derrota e preferiram discutir um texto alternativo com o próprio relator. E passaram a disparar telefonemas para senadores pedindo apoio à solução negociada.

O texto acordado prevê que Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), considerando o interesse nacional, “oferecerá à Petrobras a preferência para ser o operador dos blocos a serem contratados sob o regime de partilha de produção”. A versão anterior do parecer de Jucá – questionada por senadores do PT – não garantia o direito de preferência, uma vez que dizia que o CNPE “poderá oferecer” à estatal o direito de preferência.

A Petrobras terá 30 dias para se pronunciar após ser notificada pelo conselho. Outra alteração feita por Jucá, acordada com os ministros do Planalto, diz que após a manifestação da empresa, o CNPE vai propor à Presidência da República quais blocos deverão ser operados pela empresa, indicando a participação mínima do consórcio de 30%.

BANANA

A bancada do PT e outros senadores da base aliada independentes tentaram barrar qualquer alteração. Entre os argumentos usados, estavam o de de que o baixo preço do barril de petróleo atualmente não é o ideal para se mudar as regras de exploração e retirar a obrigatoriedade da estatal na exploração e que a mudança representaria a “entrega” de uma riqueza brasileira. “Nós estamos querendo entregar o pré-sal a preço de banana para as multinacionais do petróleo”, crticou Lindbergh Farias (PT-RJ)

Os defensores da mudança, por sua vez, defenderam que a Petrobras está sem recursos suficientes para fazer a exploração na camada do pré-sal. Não existe, afirmam, qualquer tipo de entreguismo na mudança legal em discussão. Para Serra, disse haver uma ignorância grande por parte de quem o ataca em relação ao projeto.

“Ninguém está entregando nada. Ninguém está levando nada embora. Tudo continua nas mãos do poder público. Apenas a Petrobras não é obrigada a investir. Apenas isso. Se ela quiser, em um mês, ela manifesta sua intenção e ela que controlará o posto”, afirmou. Para o tucano, o projeto “ajuda” a estatal petrolífera

O relator do projeto disse que houve um avanço, uma vez que a proposta foi fruto de um acordo que permitirá a estatal se reerguer. “O que nós estamos fazendo aqui é tirar a obrigatoriedade de a Petrobras participar de todos os campos, todas as operações e todas as sociedades”, afirmou Jucá. “Abrimos o mercado, mas resguardamos o filé para a Petrobras, não estamos enfraquecendo-a, pelo contrário, dando condições para que ela efetivamente escolha o que é mais rentável”, completou.

Após a votação, Lindbergh Farias – que recebeu a orientação inicial do governo de ser contra – disse ter se sentido abandonado pelo governo “numa matéria que era estratégica”. Em solidariedade, a senadora Simone Tebet (PMDB-MS), que tinha uma proposta de emenda à Constituição para manter as atuais regras, fez coro ao petista: “O governo não tinha meu voto, agora não tem o meu respeito”.