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Assembleia Legislativa concede título de cidadão pernambucano a Evaldo Campos

Por Nill Júnior

A Assembleia Legislativa realiza nesta quarta-feira (31), às 18h, no auditório Sérgio Guerra, reunião solene que concederá o Título de Cidadão de Pernambuco ao cooperativista e presidente do Sicoob Pernambuco e Central Nordeste, José Evaldo Campos.

A homenagem da Casa, aprovada por unanimidade pelos parlamentares, foi proposta pelo deputado estadual Waldemar Borges. O Sicoob – Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil é hoje o maior sistema financeiro cooperativo do país com atuação em todos os estados.

Paraibano da cidade de Teixeira, José Evaldo Campos há mais de 50 anos veio morar em Pernambuco, fixando residência com a família na cidade de São José do Egito, Sertão do Pajeú. De origem humilde, aluno de escola pública, construiu uma carreira profissional de sucesso no Banco do Brasil – onde entrou, através de concurso público, como atendente, chegando a superintendente regional quase trinta anos depois. Sua relação com o cooperativismo se dá no ano de 1999 quando cria, ao lado de uma centena de sócios,  a Cooperativa de Crédito Rural do Alto Pajeú (Credipajeú). A cooperativa teve papel fundamental no apoio aos produtores rurais e fomento da economia da região, sobretudo o setor avícola.

A experiência exitosa da Credipajeú foi sucedida pelo Sicoob Pernambuco, cooperativa de livre admissão, da qual José Evaldo Campos é o presidente, contanto hoje com cerca de 51 mil cooperados e 28 agências em todas as regiões do Estado. O Sicoob Pernambuco é uma referência pelo modelo de gestão adotado e vem apoiando projetos em todos os segmentos econômicos, além de desenvolver projetos de inclusão social através do seu instituto. Administrador de empresas formado pela Universidade do Rio Grande do Norte, José Evaldo Campos é também presidente do Sicoob Central Nordeste com atuação em diversos estados da região.

“José Evaldo Campos é uma das mais importantes lideranças do movimento cooperativista do Brasil. Pioneiro em Pernambuco, vem há décadas contribuindo para o desenvolvimento da atividade econômica do nosso Estado. Reconhecê-lo como cidadão pernambucano é uma deferência à sua atuação na defesa da justiça social e no combate à exclusão econômica ainda tão presente em nossa região”, destacou o deputado Waldemar Borges.

Outras Notícias

Totonho Valadares diz se fumou cachimbo da paz com Patriota em debate na Pajeú

Ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares é o convidado do Debate das Dez de hoje, na Rádio Pajeú. Pela primeira vez, Totonho fala do que aconteceu após as polêmicas declarações dadas por ele afirmando  na própria Rádio que houve uso da maquina em favor dos candidatos do prefeito José Patriota. Depois das declarações de […]

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Ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares é o convidado do Debate das Dez de hoje, na Rádio Pajeú. Pela primeira vez, Totonho fala do que aconteceu após as polêmicas declarações dadas por ele afirmando  na própria Rádio que houve uso da maquina em favor dos candidatos do prefeito José Patriota.

Depois das declarações de Totonho, houve a informação de que Valadares e Patriota teriam tido uma conversa franca sobre a questão.

Como Totonho vai se portar politicamente até 2016 ? Ele pode se aproximar da oposição ou e mantém na Frente e pode apoiar o prefeito à reeleição ? Totonho deseja ser candidato ou aposta as fichas no filho Daniel, que herdou sua veia política ?

Qual será sua participação no mandato de Waldemar Borges, cotado inclusive para ser presidente da Alepe ?

Você pode ouvir sintonizando AM 1500 ou pelas ferramentas eletrônicas: na internet, www.radiopajeu.com.br, para smarthfones com Android no aplicativo da Pajeú que você baixa no Google Play, ou no Tunein Rádio para Iphone.

STF determina apuração de crimes contra comunidades indígenas 

Segundo o ministro Luís Roberto Barroso, devem ser apuradas práticas, em tese, de diversos crimes, entre eles o de genocídio e quebra de segredo de justiça por autoridades do governo Jair Bolsonaro O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Procuradoria-Geral da República, o Ministério Público Militar, o Ministério da […]

Segundo o ministro Luís Roberto Barroso, devem ser apuradas práticas, em tese, de diversos crimes, entre eles o de genocídio e quebra de segredo de justiça por autoridades do governo Jair Bolsonaro

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Procuradoria-Geral da República, o Ministério Público Militar, o Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Superintendência Regional da Polícia Federal de Roraima apurem a possível participação de autoridades do governo Jair Bolsonaro na prática, em tese, dos crimes de genocídio, desobediência, quebra de segredo de justiça, e de delitos ambientais relacionados à vida, à saúde e à segurança de diversas comunidades indígenas.

Em despacho na Petição (Pet) 9585, que tramita em sigilo, o ministro determinou a remessa às autoridades de documentos que, em seu entendimento, “sugerem um quadro de absoluta insegurança dos povos indígenas envolvidos, bem como a ocorrência de ação ou omissão, parcial ou total, por parte de autoridades federais, agravando tal situação”.

Barroso citou como exemplos, a publicação no Diário Oficial, pelo então ministro da Justiça Anderson Torres, de data e local de realização de operação sigilosa de intervenção em terra indígena, além de indícios de alteração do planejamento no momento de realização da Operação Jacareacanga, pela FAB, resultando em alerta aos garimpeiros e quebra de sigilo, o que comprometeu a efetividade da medida. Segundo o ministro, os fatos ilustram “quadro gravíssimo e preocupante”, bem como a suposta prática de múltiplos ilícitos, com a participação de altas autoridades federais.

Garimpo ilegal

No âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 709, o ministro Barroso reiterou a ordem de retirada de todos os garimpos ilegais das Terras Indígenas Yanomami, Karipuna, Uru-Eu-Wau-Wau, Kayapó, Arariboia, Mundurucu e Trincheira Bacajá. A ação trata da proteção aos povos indígenas durante a pandemia da covid-19, a partir de pedido de providências apresentado pela Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB).

A APIB relatou a situação de gravíssima crise humanitária do povo indígena Yanomami, com desnutrição, alto contágio de malária e alta mortalidade, além de grande contaminação ambiental dos rios da região pelo mercúrio utilizado nos garimpos ilegais. No despacho desta segunda-feira (30), o relator determina que sejam priorizadas as áreas em situação mais grave. Segundo ele, a estratégia supostamente adotada anteriormente, de “sufocamento” da logística desses garimpos, não produziu efeitos.

Por se tratar de medida necessária ao cumprimento de decisão judicial, Barroso também determinou a abertura de crédito orçamentário, em valor suficiente para efetivar as providências e a adoção das medidas urgentes e necessárias à preservação da vida, da saúde e da segurança das comunidades indígenas em risco.

Desobediência

Ainda no âmbito da ADPF 709, o ministro determinou que a PGR seja informada do conteúdo integral dos autos para a apuração de eventual crime de desobediência em virtude do descumprimento das determinações do STF, bem como para fins de responsabilização das autoridades envolvidas. Barroso salientou que os fatos podem ter relação com a grave crise humanitária na Terra Indígena Yanomami. Também determinou que a Superintendência Regional da PF em Roraima seja informada sobre esses fatos, em razão da possível existência de informações relevantes para o inquérito em que se apura a prática de crime de genocídio e de omissão de socorro contra a população Yanomami.

O ministro deu prazo de 30 dias corridos para que a União apresente um diagnóstico da situação das comunidades indígenas, planejamento e respectivo cronograma de execução das decisões pendentes de cumprimento.

Saúde indígena

A partir de manifestação do Grupo Temático (GT) de Saúde Indígena, composto pela Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), o ministro determinou que as informações sobre saúde indígena sejam disponibilizadas no formato requerido anteriormente pelo GT, inclusive com a correção de erros e organização dos arquivos do OpenDATASUS, nos mesmos termos e padrões adotados para os demais cidadãos brasileiros. Barroso estabeleceu que o know-how acumulado pelas demais áreas do Ministério da Saúde sejam repassados à Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), com a promoção de capacitação dos servidores sobre o tema.

Maluf e FHC disputaram a compra da emenda da reeleição, diz delator

Em sua delação premiada firmada com a força-tarefa da Operação Lava Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), condenado pelo juiz Sérgio Moro a 20 anos e três meses de prisão enquanto ainda cumpria sua pena no mensalão, desenterrou um episódio polêmico do Congresso durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB): a compra de votos de deputados […]

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Uol

Em sua delação premiada firmada com a força-tarefa da Operação Lava Jato, o ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE), condenado pelo juiz Sérgio Moro a 20 anos e três meses de prisão enquanto ainda cumpria sua pena no mensalão, desenterrou um episódio polêmico do Congresso durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB): a compra de votos de deputados para apoiar a emenda da reeleição, em 1997.

Corrêa, que admitiu ter se envolvido em crimes desde seu primeiro mandato parlamentar, em 1978 pela extinta Arena, afirmou aos investigadores que o episódio envolvendo o governo FHC (1995-2002) “foi um dos momentos mais espúrios” que ele presenciou em todos os anos de deputado federal.

Segundo o delator, houve uma disputa de propinas. Pedro Corrêa disse que estavam em lados opostos o governo Fernando Henrique e o deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), que na época havia acabado de deixar a Prefeitura de São Paulo com alta aprovação e com sua candidatura à Presidência da República cogitada.

O delator da Lava Jato relatou que por parte do governo federal a iniciativa da reeleição foi liderada pelo então ministro das Comunicações Sérgio Motta (morto em 1998) e pelo então presidente da Câmara Luis Eduardo Magalhães (também morto em 1998 e na época do PFL) com o apoio do deputado Pauderney Avelino –atualmente líder do DEM na Câmara– , dos então governadores Amazonino Mendes (PFL-AM) e Olair Cameli (PFL-AC) “entre outras lideranças governistas”.

De acordo com Pedro Corrêa, essas lideranças “compraram os votos para a reeleição de mais de 50 deputados”. O ex-deputado Pedro Corrêa (centro) é delator na Operação Lava Jato

O delator, contudo, estava do outro lado da “disputa”. “Além dos fatos já narrados, o colaborador também participou deste episódio, mas de forma contrária, tentando alijar com propinas deputados em desfavor da emenda constitucional com recursos do então ex-prefeito da cidade de São Paulo e hoje deputado federal, Paulo Maluf (PP-SP)”, afirmou Pedro Corrêa aos investigadores.

Segundo o ex-deputado, naquela época Maluf –atualmente alvo de dois mandados de prisão internacional por supostamente ter lavado dinheiro no exterior desviado da Prefeitura de São Paulo– havia terminado seu mandato na capital paulista com 90% de aprovação e cogitava disputar a Presidência.

“Maluf sabia que seu maior concorrente seria o presidente à época, FHC, isso se o governo conseguisse passar a emenda da reeleição”.

Para tanto, relata Corrêa, Maluf convocou ele e os deputados Severino Cavalcanti e Salatiel Carvalho “para se contrapor ao governo e também cooptar, com propina, parlamentares que estivessem se vendendo ao governo FHC”.

Maluf acabou sendo derrotado e o governo conseguiu, em uma votação esmagadora, aprovar a emenda que garantiu a Fernando Henrique — também com alta aprovação popular na época– mais quatro anos de mandato. Em 28 de janeiro daquele ano, a emenda constitucional da reeleição foi aprovada no plenário da Câmara em primeiro turno por 336 votos a favor, 17 contra e seis abstenções.

Na ocasião, a compra de votos foi denunciada em reportagem do jornalista Fernando Rodrigues, do UOL, que revelou gravações de conversas parlamentares dizendo terem recebido R$ 200 mil para aprovar a medida. Um deles, Ronivon Santiago, admitiu ter recebido a quantia.

Oito dias depois, os dois deputados flagrados nas gravações renunciaram ao mandato e o caso foi arquivado pela Procuradoria-Geral da República.

Procurado pela reportagem, Fernando Henrique Cardoso disse que Pedro Corrêa apenas repetiu o que foi veiculado pela imprensa na época e que já tratou do assunto em sua biografia lançada recentemente sobre o período em que ocupou a Presidência da República, chamada “Diários da Presidência”. No livro, ele relata que o episódio foi uma “questão do Congresso”.

Em um dos diários da Presidência ele chega a relatar que foi informado por Luis Eduardo Magalhães que Maluf teria oferecido R$ 1 milhão ao deputado Fernando Brandt (PFL-MG), da comissão da Câmara que analisava a proposta da emenda constitucional da reeleição, para votar contra a medida. No livro, porém ele não cita outros parlamentares nem os detalhes relatados por Pedro Corrêa.

Maluf afirmou que o ex-presidente tucano é que deve ser ouvido sobre o caso. “O favorecido no episódio foi Fernando Henrique Cardoso com a sua reeleição, e portanto é o FHC que deve ser ouvido”, disse, por meio de sua assessoria.

O líder do DEM, Pauderney Avelino, também se defendeu das acusações: “rechaço com veemência as referências feitas a mim pelo ex-deputado Pedro Corrêa, autointitulado corrupto. Não responderei aos bandidos e ladrões do dinheiro público”, disse, em nota.

A reportagem entrou em contato e encaminhou e-mail para a assessoria de ACM Neto, da família de Luis Eduardo Magalhães, mas não obteve retorno. Os demais políticos que ainda estão vivos citados na delação não foram encontrados para comentar o caso e o espaço está aberto para a manifestação deles.

Eleição começa tranquila no Pajeú

Em linhas gerais, começou sem intercorrências a eleição no Pajeú. Não há informações de problemas nesse início de votação. As urnas eletrônicas não apresentam problemas de acordo com as informações de momento. A nota triste vem dos santinhos nas ruas. Segundo o jornalista  Erbimael Andrade, não foi possível evitar o derramamento de papel nas áreas […]

Em linhas gerais, começou sem intercorrências a eleição no Pajeú. Não há informações de problemas nesse início de votação. As urnas eletrônicas não apresentam problemas de acordo com as informações de momento.

A nota triste vem dos santinhos nas ruas. Segundo o jornalista  Erbimael Andrade, não foi possível evitar o derramamento de papel nas áreas de votação com maior fluxo. O mesmo foi verificado em Serra Talhada e Carnaíba. Em Afogados, segundo Aldo Vidal para a Rádio Pajeú, há santinhos em menor proporção.

Na cidade de Afogados, Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares votam entre 9h e 9h30 no Colégio Normal Estadual. Danilo Simões e Edson Henrique votam no Padre Carlos Cottart a partir das 10h.

Sebastião Oliveira, presidente estadual do Avante, acompanhado da prefeita de Serra Talhada e candidata à reeleição Márcia Conrado, avisa que votará, às 15h, na FAFOPST.

O Presidente do TRE, desembargador Cândido Saraiva, falou agora há pouco, desejando a todos uma boa eleição e agradecendo ao trabalho da imprensa. O próximo balanço sobre a votação ocorre às 9h30.

De olho em 2016, PT promoveu Encontro Estadual de Parlamentares e Gestores

O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT-PE) realizou nesta sexta (15) o Encontro Estadual de Parlamentares e Gestores da legenda. O evento, que fez parte dos encontros estaduais que vêm sendo realizados pelo País, desde fevereiro deste ano, e seguem até 20 de maio, foi composto por mesas temáticas, além de discussões em plenário. Também […]

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O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT-PE) realizou nesta sexta (15) o Encontro Estadual de Parlamentares e Gestores da legenda. O evento, que fez parte dos encontros estaduais que vêm sendo realizados pelo País, desde fevereiro deste ano, e seguem até 20 de maio, foi composto por mesas temáticas, além de discussões em plenário. Também tratou das gestões do campo federativo, conjuntura eleitoral e reforma política.

O evento aconteceria em abril, mas foi desmarcado em virtude do falecimento de duas lideranças petistas – Manoel Santos e Pedro Eugênio. Na mesa de abertura, houve participação da deputada estadual e presidente do PT-PE, Teresa Leitão, além de Bruno Ribeiro, vice-presidente do PT-PE. Também participaram o Secretário de Assuntos Institucionais do PT-PE, Verones Carvalho, e o deputado Odacy Amorim, líder do partido na Assembléia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

O evento estimulou a criação dos Fóruns de Prefeitos e Vereadores do PT, cujo objetivo principal foi a interação permanente com as instâncias partidárias e governamentais. Entre os convidados  prefeitos, vice-prefeitos e vice-prefeitas, vereadores e vereadoras, deputados e deputadas estaduais, secretários e secretárias municipais e o senador Humberto Costa.

Depois do rompimento com o PSB a partir das eleições passadas, o encontro buscou também estimular projetos de candidaturas próprias onde for possível, e coalizão com partidos aliados onde não houver capilaridade para encabeçar a disputa. No Sertão, cidades como Petrolina, Serra Talhada e Afogados da Ingazeira poderão ter candidatura própria em 2016. as pela visibilidade óbvia, o maior desafio é retomar a Prefeitura do Recife.