Asa no Frevo realiza prévia de Carnaval neste sábado (16)
Por André Luis
O Bloco Asa no Frevo vai descer a avenida pelo 9º ano consecutivo em 2016. Este ano, a homenagem do bloco vai para a Pentatleta Yane Marques, que disputará este ano as Olimpíadas do Rio de Janeiro. A festa começa no sábado de Zé Pereira, com concentração no Restaurante Casa de Bobô e desfile pelas principais avenidas da cidade, animados pela Orquestra Jogando Brasa, de Carnaíba.
Os abadás estão sendo vendidos por apenas R$ 10,00 e podem ser adquiridos com os comissários do bloco ou nos seguintes pontos de vendas: Barraca de Serra Pau, Avícola Monte Alegre, Cavalcante Esporte e Riba Cabeleireiro. Maiores informações pelo fone: (87) 99952-5554 ou pelo e-mail: [email protected]
Prévia – Neste sábado (16), o bloco realiza sua primeira prévia no Grilos Bar, embalados pelo som de Genival e Grupo Versátil, a partir do meio dia.
O blog Caderno 1 e o programa “O X da questão”, da Rádio Líder FM, emitiram nota reclamando da orientação do prefeito Luciano Duque de não permitir entrevistas de secretários, sob alegação de que tem linha editorial crítica à gestão. Segundo a agência Papiro, que é responsável pelas duas plataformas, o programa de rádio é líder […]
Programa “O X da Questão”, com Tarcísio Rodrigues, Francys Maya e Maciel Rodrigues
O blog Caderno 1 e o programa “O X da questão”, da Rádio Líder FM, emitiram nota reclamando da orientação do prefeito Luciano Duque de não permitir entrevistas de secretários, sob alegação de que tem linha editorial crítica à gestão.
Segundo a agência Papiro, que é responsável pelas duas plataformas, o programa de rádio é líder de audiência no município. “Ouvintes buscam o programa para reclamar de serviços públicos e pedir alguma providência, mas não são atendidos graças ao descaso e à medida adotada pelo governo serra-talhadense, que optou e assumiu em definitivo o silêncio”.
Interlocutores do governo teriam sido orientados pelo prefeito, que trata como políticos e passionais os comentários do jornalista Tarcísio Rodrigues. Ele apresenta o programa ao lado dos radialistas Francys Maya e Maciel Rodrigues.
“O comportamento do prefeito vai de encontro ao que ele costuma declarar, que críticas não lhe incomodam. No entanto, sendo estes dois veículos noticiosos os mais críticos à gestão, cai por terra a falácia de Duque e, em vez de procurar ouvir e procurara investir na reparação daquilo que está sendo criticado, apela para ‘censura silenciosa’, como se tal medida fosse impedir que assim os erros de gestão fiquem desconhecidos da população”, critica a agência em nota.
Desde a última segunda-feira (24), o programa tenta articular uma entrevista com um dos secretários do município. “Apesar da insistência por uma resposta da assessoria do município, assim como em outros casos, embora visualizadas as mensagens, nenhum retorno foi dado”.
O clima voltou a esquentar na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira em sessão realizada na noite desta segunda (10). A informação é do Afogados On Line. O vereador Vicente Zuza (Vicentinho) apresentou requerimento pedindo informações sobre a quantidade de poços perfurados no município, quantidade de poços instalados em 2013 e 2014, localidades beneficiadas […]
O clima voltou a esquentar na Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira em sessão realizada na noite desta segunda (10). A informação é do Afogados On Line.
O vereador Vicente Zuza (Vicentinho) apresentou requerimento pedindo informações sobre a quantidade de poços perfurados no município, quantidade de poços instalados em 2013 e 2014, localidades beneficiadas por esses poços, nome do proprietário onde o poço foi perfurado ou instalado, vazão individual de cada poço, quais os convênios assinados para esses poços, qual o valor disponibilizado para a perfuração ou instalação dos poços e na perfuração quantos deram água e quantos deram secos.
A bancada de situação que estava presente, formada por Raimundo Lima, Luis Bizourão, Reinaldo Lima, Pedro Raimundo, Cícero Miguel, Augusto Martins e Zé Carlos votou contra o requerimento apresentado.
Vicentinho alegou que a propaganda institucional que estava sendo veiculada pelo executivo trazia informações mentirosas sobre a perfuração de poços e a quantidade de água que estava sendo distribuída.
Irritado, o vereador Renon de Ninô taxou de vergonhosa a decisão dos vereadores que tem a obrigação de fiscalizar. “Isso é uma vergonha para essa Casa que tem o poder de fiscalizar o Executivo. Essa Casa precisa ser um pode independente e não acontecer isso que aconteceu aqui nessa noite. É uma vergonha para nós vereadores”, disse Renon.
O líder do governo, Raimundo Lima, disse que vergonhoso é a Câmara convocar algum secretário para prestar esclarecimentos e alguns vereadores faltarem à sessão quando o convocado comparecia. O vereador disse que não se sente envergonhado em ter votado contra o requerimento de Vicentinho e afirmou que isso é um direito de cada um.
O debate seguiu com outro governistas e oposicionistas se degladiando. Ainda usaram da fala nomes como Zé Negão e Augusto Martins. Faltou o vereador Igor Mariano.
Foto: Pedro França/Agência Senado O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em votação na quinta-feira (24), decidiu que os governadores podem comparecer à CPI da Pandemia na condição de convidados, mas não como convocados. A maioria dos ministros acompanhou o entendimento da relatora, ministra Rosa Weber, para quem a convocação de governadores fere a Constituição […]
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em votação na quinta-feira (24), decidiu que os governadores podem comparecer à CPI da Pandemia na condição de convidados, mas não como convocados. A maioria dos ministros acompanhou o entendimento da relatora, ministra Rosa Weber, para quem a convocação de governadores fere a Constituição em dispositivos como a separação de Poderes, caracterizando intervenção federal não prevista pela Carta Magna.
Por meio da da Advocacia do Senado, a CPI recorreu da decisão de Rosa Weber, que tornou facultativa a presença do governador do Amazonas, Wilson Lima, na CPI. O depoimento ocorreria em 10 de junho. A ministra concedeu habeas corpus preventivo a Lima. Ainda que fosse ao Senado, o governador teria direito a permanecer em silêncio, já que foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República e não deveria fazer prova contra si.
Lima é investigado na Operação Sangria, da Polícia Federal, que apura roubo de dinheiro no combate à pandemia, por meio de suposta organização criminosa no estado, envolvida principalmente na compra de respiradores.
No dia 10 de junho, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), lamentou a ausência do governador do Amazonas.
— Respeitamos a decisão da ministra, mas temos de recorrer. Acredito que o governador perde uma oportunidade ímpar de esclarecer ao Brasil, e principalmente ao povo amazonense, o que ocorreu no Estado. Não é uma coisa rotineira: falou oxigênio, pessoas perderam vidas — lamentou.
O senador Eduardo Braga (MDB-AM) foi outro que criticou a ausência do governador.
— Foi uma oportunidade que perdeu de esclarecer à opinião pública, explicar por que que tinha R$ 478 milhões depositados no fundo de saúde e mesmo assim faltou oxigênio, faltaram medicamentos e leitos. Tivemos várias situações, compra de ventiladores em lojas de vinho — disse Braga.
Assim como o gestor do Amazonas, outros governadores acionaram o STF para pedir a suspensão de “qualquer ato da CPI referente a convocação”, o que acabou sendo acatado pela maioria dos ministros da Corte na decisão da quinta-feira.
No twitter, o senador Eduardo Girão (Podemos-CE) criticou a posição do STF.
“É todo dia um 7×1 diferente: meu requerimento que deu origem à CPI previa investigar todas as esferas do Executivo. Foi desrespeitado pelo STF! Ao deixar governadores de fora, nossa Justiça torna-se cega não pela imparcialidade, mas por fechar os olhos para a corrupção”, criticou.
Rogério Carvalho (PT-SE) sugeriu à mesa da CPI transformar todos os requerimentos de convocação de governadores em convite.
Caro Nill Júnior, Fiquei surpreso não com as críticas, mas com o nível usado pelo ex-vereador Vicentinho em uma rede social, já que ainda diz ter aspirações futuras e não é assim que deve se portar um homem público. Quanto a me criticar, vindo de quem nunca aceitou perder pra mim a eleição da presidência […]
Fiquei surpreso não com as críticas, mas com o nível usado pelo ex-vereador Vicentinho em uma rede social, já que ainda diz ter aspirações futuras e não é assim que deve se portar um homem público.
Quanto a me criticar, vindo de quem nunca aceitou perder pra mim a eleição da presidência da Câmara, algo absolutamente normal. Além disso, nunca tive conversas com ele, nada que motivasse esse rancor. Quando eu estava como vice aliás ele era um dos que mais mim elogiava. Estranho agora essa reação dele.
Sempre pautei minha vida pública com ética e responsabilidade. Ao contrário dele, nunca mudei de lado. Mas sei que a repercussão de quem tem a carga histórica de serviços prestados que tenho gera esse tipo de reação.
A população afogadense sabe que desde os 10 anos de idade que trabalho. Além do que já fiz com funções remuneradas sempre respeitando o dinheiro público, tenho vários serviços como voluntário e uma folha de serviços prestados ao município que não preciso enumerar. A própria sociedade saberá prestar contas do meu trabalho. Exemplo é o do Denílson Inácio, que espontaneamente soube fazer essa reflexão.
Com relação à avaliação da atual gestão eu disse que às pesquisas sempre avaliam bem o governo e que o prefeito José Patriota quando dá entrevista sempre é bem avaliado. Bom não distorcer os fatos.
Blog de Jamildo O ex-senador Armando Monteiro Neto (PTB) foi o convidado da edição deste sábado (28) do programa 20 Minutos, da TV Jornal. Na entrevista ao cientista político Antônio Lavareda, Monteiro, que foi ministro do Desenvolvimento do governo Dilma (PT), de 2015 a 2016, falou sobre as expectativas quanto às reformas da Previdência e […]
O ex-senador Armando Monteiro Neto (PTB) foi o convidado da edição deste sábado (28) do programa 20 Minutos, da TV Jornal. Na entrevista ao cientista político Antônio Lavareda, Monteiro, que foi ministro do Desenvolvimento do governo Dilma (PT), de 2015 a 2016, falou sobre as expectativas quanto às reformas da Previdência e tributária.
Ele também conversou sobre as expectativas do campo de oposição ao governo estadual em relação às eleições municipais de 2020.
Questionado sobre um possível arrependimento de não ter apoiado Bolsonaro (PSL) nas eleições de 2018, onde foi candidato derrotado ao governo de Pernambuco, Monteiro disse que seria oportunismo, na ocasião, se ele tivesse assumido essa postura.
“Não me arrependo e faria de novo. O que eu deveria ter feito era ter dado um sinal mais claro de que no primeiro turno eu teria votado em Geraldo Alckmin (candidato do PSDB)”, disse o ex-senador.
“Bolsonaro não, pois ele significava algo um atraso do ponto de vista civilizatório. Quem faz apologia da tortura, quem investiu contra valores que ao longo da minha vida eu sempre defendi do ponto de vista dos costumes, direitos… Toda a minha matriz política não aceita essas posições extremadas”, continuou Monteiro.
O ex-senador afirmou que “sempre esteve posicionado ao centro no espectro político. “Fui ministro de Dilma… Eu não poderia me colocar de forma oportunista, por mero cálculo eleitoral”, explicou.
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