Armando sobre nome da oposição em 2022: “é hora de renovação”
Por Nill Júnior
O ex-senador Armando Monteiro defendeu em entrevista a este blogueiro no Programa Manhã Total, da Rádio Pajeú renovação na disputa estadual, dando a entender que um nome mais jovem deve disputar pelas oposições.
“Tô pra ajudar nessa composição. Disputei em das vezes e infelizmente não fui bem sucedido. Mas teremos palanque forte, competitivo”.
E seguiu: “É hora de renovação. Não me considero velho, mas é momento de quadros que vem se destacando em Pernambuco”. Perguntado sobre Raquel Lira, de seu partido, Anderson Ferreira e Miguel Coelho, apesar de dizer que todos tem credenciais, defendeu a tucana. “Raquel tem um perfil extraordinário. Secretária de estado, entrou na vida pública como servidora. Já se submeteu em Caruaru, foi eleita e reeleita de maneira consagradora. Pernambuco conhece, respeita, pessoa ética, limpa ao longo da vida pública”.
Armando defendeu maturidade e discernimento para a melhor estratégia, se com duas candidaturas em razão dos palanques nacionais ou se com candidatura única. “Vou estar ajudando nessa construção”.
Perguntado se pode disputar a Câmara dos Deputados, disse não estar no seu radar. “Mas sou homem de missão. Estou sem mandato, mas não tem nada definido. Mandato de Deputado é honroso, mas não está nos meus planos. Mas se for considerado necessário…”
Para o senador, sigla tem que manter apoio às reformas O senador Aécio Neves (MG) disse ao Poder360, nesta 4ª feira (22), que já está na hora de o PSDB deixar a base de partidos aliados ao presidente Michel Temer no Congresso. “Eu vejo que o tempo de contribuição do PSDB com cargos no governo […]
Para o senador, sigla tem que manter apoio às reformas
O senador Aécio Neves (MG) disse ao Poder360, nesta 4ª feira (22), que já está na hora de o PSDB deixar a base de partidos aliados ao presidente Michel Temer no Congresso. “Eu vejo que o tempo de contribuição do PSDB com cargos no governo está no final”, disse. Assista:
O tucano afirmou, no entanto, que o desembarque deve acontecer de “uma forma adequada”, “a partir de uma conversa com o presidente”. Aécio disse que os ministros do partido já deveriam ter tomado essa iniciativa. “Mas cada um tem o seu tempo, não cabe a nós pressionarmos”.
O senador afirmou que “a questão central” agora não é definir uma data para o desembarque, mas saber “se o PSDB vai ter votos suficientes para ajudar a aprovar a reforma da Previdência”.
Aécio declarou que o partido entrou pela porta da frente do governo Temer. “E apresentou, para participar do governo, um conjunto de propostas”. O senador citou a PEC do Teto dos Gastos, a reforma trabalhista e as mudanças na Previdência.
“A saída do PSDB deve se dar com a mesma fidalguia e da forma respeitosa como se deu a nossa entrada.”
Nesta quinta-feira (10), o prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques (PT), utilizou suas redes sociais para compartilhar detalhes de uma visita ao juiz de direito da Comarca de Tabira, Dr. João Paulo Lima dos Santos. O encontro, realizado pela manhã, contou também com a presença dos advogados Klênio Pires e Laudicéia Rocha. Segundo a publicação […]
Nesta quinta-feira (10), o prefeito eleito de Tabira, Flávio Marques (PT), utilizou suas redes sociais para compartilhar detalhes de uma visita ao juiz de direito da Comarca de Tabira, Dr. João Paulo Lima dos Santos. O encontro, realizado pela manhã, contou também com a presença dos advogados Klênio Pires e Laudicéia Rocha.
Segundo a publicação de Flávio Marques, a reunião teve como foco o fortalecimento das instituições republicanas e a promoção de um diálogo respeitoso e transparente entre os poderes Executivo e Judiciário. “Seguimos trabalhando, com seriedade e respeito, por um futuro melhor para o nosso povo”, destacou o prefeito eleito.
Marques, que assume a prefeitura em janeiro de 2025, enfatizou a importância da parceria entre os poderes para garantir o bom funcionamento das instituições e promover o desenvolvimento de Tabira. Ele reafirmou o compromisso de manter uma relação de cooperação, em prol da população, para que o município avance com responsabilidade e justiça.
Está respondida uma das perguntas que era feita recentemente em Sertânia: quando Guga Lins confirmaria sua candidatura a reeleição. Em nota convite, o prefeito confirmou sua convenção para o próximo sábado, dia 30. A Coligação, que se chama Frente Sertânia para Todos reúne PSDB, PT, PR, PSD, PC do B, PTB, PTC, PSC e PTN. […]
Está respondida uma das perguntas que era feita recentemente em Sertânia: quando Guga Lins confirmaria sua candidatura a reeleição. Em nota convite, o prefeito confirmou sua convenção para o próximo sábado, dia 30.
A Coligação, que se chama Frente Sertânia para Todos reúne PSDB, PT, PR, PSD, PC do B, PTB, PTC, PSC e PTN. A convenção acontecerá na quadra da Escola Etelvino Lins, das 15h às 22h.
Em 2012, Guga Lins ganhou o pleito com 53,49%, ou 10.121 votos, contra 8.801 votos, ou 46,51% de Cleide Ferreira. Agora, enfrenta o Deputado Ângelo Ferreira do PSB. Se vencer, conseguirá uma façanha histórica. Se não, será o segundo candidato a reeleição seguido a não ter êxito. A conferir.
Pesquisas Datafolha realizadas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Distrito Federal mostram como está a corrida à Presidência da República nas sete unidades da federação (que, juntas, abrigam quase 60% do eleitorado brasileiro). O nível de confiança de todas as pesquisas, realizadas nos dias 25 e […]
Pesquisas Datafolha realizadas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Distrito Federal mostram como está a corrida à Presidência da República nas sete unidades da federação (que, juntas, abrigam quase 60% do eleitorado brasileiro). O nível de confiança de todas as pesquisas, realizadas nos dias 25 e 26 de setembro, é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro prevista. As margens de erro variam de pesquisa para pesquisa.
Em São Paulo, a diferença de Marina para os adversários diminuiu, mas a candidata do PSB segue na liderança. Já em Minas Gerais, ela está agora a dez pontos de Aécio (PSDB), que ocupa a segunda colocação, e a 17 de Dilma (PT), em primeiro. No Rio Grande do Sul, Dilma abriu larga vantagem; Marina aparece empatada com Aécio. Confira todos os números:
Média nacional
Dilma Rousseff (PT) – 40%
Marina Silva (PSB) – 27%
Aécio Neves (PSDB) – 18%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Eduardo Jorge (PV) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 5%
Não sabe – 6%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou menos
O Datafolha ouviu 11.474 eleitores em 402 municípios do país. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00782/2014
São Paulo – 22,4% do eleitorado brasileiro
Marina Silva (PSB) – 34%
Dilma Rousseff (PT) – 27%
Aécio Neves (PSDB) – 22%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Eduardo Jorge (PV) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Zé Maria (PSTU) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 7%
Não sabe – 4%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
O Datafolha ouviu 2.114 eleitores em 60 municípios de SP. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-SP sob o número 00046/2014.
Minas Gerais – 10,7% do eleitorado brasileiro
Dilma Rousseff (PT) – 36%
Aécio Neves (PSDB) – 29%
Marina Silva (PSB) – 19%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 5%
Não sabe/não respondeu – 9%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
O Datafolha ouviu 1.457 eleitores em 63 municípios de MG. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-MG sob o número 00115/2014.
Rio de Janeiro – 8,5% do eleitorado brasileiro
Marina Silva (PSB) – 36%
Dilma Rousseff (PT) – 33%
Aécio Neves (PSDB) – 14%
Pastor Everaldo (PSC) – 2%
Luciana Genro (PSOL) – 2%
Eduardo Jorge (PV) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 6%
Não sabe – 5%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
O Datafolha ouviu 1.405 eleitores em 33 municípios do RJ. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-RJ sob o número 00046/2014.
Rio Grande do Sul – 5,9% do eleitorado brasileiro
Dilma Rousseff (PT) – 44%
Marina Silva (PSB) – 19%
Aécio Neves (PSDB) – 19%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Branco/nulo – 4%
Não sabe/não respondeu – 10%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais, para mais ou para menos
O Datafolha ouviu 1.374 eleitores em 53 municípios do RS. A pesquisa, encomendada pelo Grupo RBS e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-RS sob o número 00021/2014.
Paraná – 5,5% do eleitorado brasileiro
Dilma Rousseff (PT) – 33%
Aécio Neves (PSDB) – 27%
Marina Silva (PSB) – 24%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Eduardo Jorge (PV) – 1%
Branco/nulo – 5%
Não sabe/não respondeu – 8%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais, para mais ou para menos
O Datafolha ouviu 1.333 eleitores em 51 municípios do PR. A pesquisa, encomendada pela RPC TV e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-PR sob o número 00039/2014.
Pernambuco – 4,5% do eleitorado brasileiro
Dilma Rousseff (PT) – 42%
Marina Silva (PSB) – 40%
Aécio Neves (PSDB) – 4%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 6%
Não sabe – 7%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
O Datafolha ouviu 1.222 eleitores em 44 municípios de PE. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-PE sob o número 00031/2014.
Distrito Federal – 1,3% do eleitorado brasileiro
Marina Silva (PSB) – 37%
Dilma Rousseff (PT) – 25%
Aécio Neves (PSDB) – 20%
Pastor Everaldo (PSC) – 2%
Zé Maria (PSTU) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Rui Costa Pimenta (PCO) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 6%
Não sabe – 8%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos
O Datafolha ouviu 1.127 eleitores no DF. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-DF sob o número 00058/2014.
O quadro pintado pelo Quaest, reforçado pela anterior pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, aponta um caminho muito difícil, mas não impossível para a governadora Raquel Lyra. Um dos desafios é o da aprovação. Ela chega a 51% que aprovam, contra 45% que desaprovam. Precisa chegar a, no mínimo 65%. O ideal, com base na experiência […]
O quadro pintado pelo Quaest, reforçado pela anterior pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, aponta um caminho muito difícil, mas não impossível para a governadora Raquel Lyra.
Um dos desafios é o da aprovação. Ela chega a 51% que aprovam, contra 45% que desaprovam. Precisa chegar a, no mínimo 65%. O ideal, com base na experiência e na ciência, é uma aprovação que beire os 70%, para transferir para intenção de voto.
Outra questão é a imperativa necessidade de melhorar na Região Metropolitana,onde está 43% da população que vota. É lá que João Campos está resolvendo a peleja. Raquel precisa ampliar sua penetração no campo onde João lidera com números que chegam a 70%.
No mais, ainda há muita pedra a quebrar para gerar um sentimento de equilíbrio no processo.
Como já disse, o mais importante, ter prefeitos aliados é importante, dado o potencial de transferência, mas que se de um lado os afagos e abraços são muito bonitos na foto quando Raquel está aqui, precisam arregaçar as mangas na defesa quando ela não está na região. É aí que muitos aliados tem faltado, omitindo ou capitalizado sozinhos com a paternidade das ações.
Lembra a crítica que era feita a Sebastião Oliveira quando aliado de Paulo Câmara governador. Quando a ação era positiva, as manchetes direcionadas por Sebastião eram garrafais: “Sebastião traz ação à tal comunidade”. Quando havia questionamentos a Paulo, Sebá corria para a imprensa: “vamos levar a demanda e cobrar ao governador”.
Um dado provou a constatação: um importante instituto de pesquisa, em uma importante cidade do interior, gerida por aliado da governadora, atestou que mais de 85% não identificam quais ações têm DNA do Estado.
Conclusão: muitas ações são omitidas pelos gestores, que se apoderam da paternidade e não creditam a Raquel. Uma solução para quebrar essa omissão, além do puxão de orelha da Casa Civil, é regionalizar a mídia institucional, mostrando nas peças publicitárias o que fez o Estado por região.
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