Armando é empossado Ministro em solenidade prestigiada
Por Nill Júnior
Com informações do Blog da Folha
O senador Armando Monteiro Neto recebeu, há pouco, o cargo e o distintivo de ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em solenidade no auditório do Banco Central, em Brasília. Ele ocupará o cargo no lugar de Mauro Borges.
Na plateia, muitos pernambucanos, entre eles a dissidente do PSB e vereadora do Recife Marília Arraes.
Durante o discurso que marcou a posse como novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o senador Armando Monteiro Neto (PTB) destacou que a finalidade das políticas econômicas é o crescimento do País. “O objetivo central de qualquer política econômica deve ser o crescimento. O Brasil precisa voltar a crescer”, afirmou.
Armando Neto ainda declarou que a indústria e o comércio exterior têm papel central no crescimento do País.
Durante seu discurso, o novo ministro lamentou a ausência do pai, o ex-ministro Armando Monteiro Filho, que não pôde comparecer à posse e destacou a presença da mãe, dona Maria do Carmo.
A posse do senador foi no auditório do Banco Central, lotado para a solenidade. O petebista assumiu o cargo no lugar de Mauro Borges.
Marcaram presença na solenidade o futuro senador Fernando Bezerra Coelho (PSB) e Douglas Cintra (PTB), suplente de Armando Neto na Casa Alta. Muitos nomes do empresariado nacional e de Pernambuco também estiveram presentes.
Do Uol O governo de Cuba libertou parte dos 53 detentos que os Estados Unidos consideram presos políticos, anunciou nesta terça-feira uma porta-voz do Departamento de Estado, em um momento em que os dois países se mobilizam na direção da normalização de suas relações diplomáticas. “Já libertaram vários destes presos”, disse Jen Psaki, porta-voz da […]
O governo de Cuba libertou parte dos 53 detentos que os Estados Unidos consideram presos políticos, anunciou nesta terça-feira uma porta-voz do Departamento de Estado, em um momento em que os dois países se mobilizam na direção da normalização de suas relações diplomáticas.
“Já libertaram vários destes presos”, disse Jen Psaki, porta-voz da chancelaria americana. “Obviamente, gostaríamos de ver este processo concluído”, acrescentou.
Psaki não informou quantas pessoas foram libertadas, mas disse que faziam parte de uma lista apresentada por Washington a Havana.
Quando Washington e Havana surpreenderam o mundo em dezembro passado ao anunciar o início de um processo de normalização de suas relações, o departamento de Estado mencionou que os acordos incluíam a libertação de 53 pessoas de uma lista de detidos que Washington considera presos políticos.
“Continuaremos pedindo ao governo de Cuba que mantenha seus compromissos”, afirmou Psaki.
De acordo com Psaki, essa lista “não deve ser vista como o fim de nossas discussões sobre direitos humanos com o governo de Cuba. É parte dele, sem dúvida, e vemos que o governo de Cuba deu um passo que comprometeu não apenas nós, como também o Vaticano”.
Por isso, acrescentou, Washington pede aos cubanos que “continuem implementando esses compromissos de libertar presos”.
Consultada se as pessoas incluídas na lista eram “realmente presos políticos”, Psaki se limitou a comentar que “é a forma em que eu os descreveria”, sem dar maiores detalhes.
A porta-voz da chancelaria americana buscou minimizar uma relação entre a libertação dos presos e o sucesso das primeiras conversas de alto nível que os dois países terão em meio século, quando se reunirem em Havana no fim deste mês.
G1 A Justiça aceitou a denúncia e tornou réu o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) por organização criminosa e corrupção passiva no âmbito da Operação Integração – que investiga pagamento de propina a Richa e outros agentes públicos por empresas de pedágio no Paraná. A aceitação da denúncia foi divulgada no domingo (10). O G1 entrou em contato […]
A Justiça aceitou a denúncia e tornou réu o ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB) por organização criminosa e corrupção passiva no âmbito da Operação Integração – que investiga pagamento de propina a Richa e outros agentes públicos por empresas de pedágio no Paraná.
A aceitação da denúncia foi divulgada no domingo (10). O G1 entrou em contato com a defesa do tucano às 7h25 desta segunda-feira (11) e não recebeu um posicionamento até a última atualização desta reportagem.
Além do ex-governador do Paraná, outras nove pessoas viraram rés pelos mesmos crimes. Trata-se da denúncia que investiga o núcleo político.
Segundo o MPF, o esquema desviou R$ 8,4 bilhões por meio do aumento de tarifas de pedágio do Anel de Integração, e de obras rodoviárias não executadas. A propina paga em troca dos benefícios, conforme os procuradores, foi estimada em pelo menos R$ 35 milhões.
Beto Richa chegou a ser preso no dia 25 de janeiro, na 58ª fase da Operação Lava Jato, mas foi solto por decisão do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro João Otávio de Noronha.
À época, a defesa de Richa afirmou que ele não cometeu irregularidades e que sempre esteve à disposição para prestar esclarecimentos.
Não é a primeira vez que Richa vira réu. A Justiça recebeu a denúncia contra ele, por exemplo, na Operação Rádio Patrulha, que investiga um esquema de propina para desvio de dinheiro por meio de licitações no programa “Patrulha do Campo”.
O MPF dividiu as acusações em duas denúncias. Essa envolve agentes públicos, como Beto Richa, Pepe Richa – irmão do ex-governador e ex-secretário de Infraestrutura e Logística do estado – e mais outras oito pessoas.
Empresários réus: já a outra denúncia é relacionada aos empresários envolvidos no esquema. Entre os 23 réus, estão ex-presidentes das seis concessionárias investigadas no esquema, além de funcionários da Agência Reguladora do Paraná (Agepar) e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER). Todos vão responder por organização criminosa e corrupção ativa. O juiz Paulo Sérgio Ribeiro rejeitou a denúncia contra eles pelo crime de lavagem de dinheiro.
O juiz Paulo Sérgio Ribeiro rejeitou a denúncia pelo crime de lavagem de dinheiro. Ele argumentou que “há aparente prova da materialidade e indícios de autoria suficientes para caracterizar a justa causa necessária ao recebimento do denúncia”.
“No curso das investigações, o MPF apresentou vasto conjunto de provas sobre a materialidade de fatos criminosos envolvendo a execução de contratos de concessão de rodovias federais no Estado do Paraná (denominado “Anel de Integração do Paraná”), bem como indícios suficientes de participação de cada um dos denunciados no esquema criminoso”, declarou.
O esquema: as denúncias sustentam que o esquema de pagamentos de propina pelas concessionárias de pedágio teve início há cerca de 20 anos. Conforme os procuradores, a corrupção elevou as tarifas de pedágio pagas pelos usuários, e fez com que apenas 25% das obras previstas fossem realizadas.
Em delação, o ex-diretor do DER, Nelson Leal Júnior, afirmou que as irregularidades começaram em 1997, na apresentação de propostas das concessionárias, que foram superfaturadas.
Além disso, os investigadores dizem que o método usado para calcular o investimento que as concessionárias deveriam fazer em obras nas rodovias permitiu que as empresas se desobrigassem de concluir obras iniciadas, sob alegação de que já haviam cumprido a meta financeira estipulada por elas mesmas.
Segundo a Lava Jato, as concessionárias se comprometeram a duplicar 995,7 quilômetros de rodovias no início dos contratos, mas até hoje apenas 273,5 quilômetros foram duplicados.
” O prejuízo vai muito além e se estende sobre toda a cadeia produtiva do estado do Paraná que deixou de se valer de uma infraestrutura adequada. Nós temos uma infraestrutura de rodovias muito pior do que nós deveríamos ter”, afirmou o procurador Deltan Dallagnol.
A Câmara Municipal de Vereadores de Tuparetama realizará, na próxima segunda-feira, 15 de junho de 2026, uma Audiência Pública para apresentar informações sobre o Programa Moradia Legal Pernambuco. O encontro é promovido pelo presidente da Casa, vereador Valmir Tunú, juntamente com os demais vereadores Arlã Markson, Carlos Roberto, Fifita, Domênico Perazzo, Joel Gomes, Priscilla Filó, […]
A Câmara Municipal de Vereadores de Tuparetama realizará, na próxima segunda-feira, 15 de junho de 2026, uma Audiência Pública para apresentar informações sobre o Programa Moradia Legal Pernambuco.
O encontro é promovido pelo presidente da Casa, vereador Valmir Tunú, juntamente com os demais vereadores Arlã Markson, Carlos Roberto, Fifita, Domênico Perazzo, Joel Gomes, Priscilla Filó, Tanta Sales e Vandinha da Saúde.
A audiência acontecerá às 19h, na Avenida Deputado Carlos Caribé, ao lado da casa da vereadora Fifita, na Vila Bom Jesus, e será aberta à participação de todos os moradores do município de Tuparetama.
O objetivo do encontro é explicar como funciona o Programa Moradia Legal Pernambuco, iniciativa do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), além de esclarecer dúvidas da população sobre a regularização de imóveis.
De acordo com a Câmara Municipal de Tuparetama, a audiência será um momento importante para orientar os moradores sobre os benefícios do programa e ampliar o acesso às informações relacionadas ao processo de regularização.
A Câmara convida toda a população para participar e buscar mais informações sobre o programa.
Muitos leitores de Serra Talhada tem perguntado sobre a primeira pesquisa Múltipla a ser divulgada na cidade. Isso porque dentre os levantamentos há a previsão de duas pesquisas divulgadas na Capital do Xaxado. Entretanto, pela análise feita entre o blog e o Instituto, a ideia é divulgar a primeira pesquisa após o início da campanha […]
Muitos leitores de Serra Talhada tem perguntado sobre a primeira pesquisa Múltipla a ser divulgada na cidade.
Isso porque dentre os levantamentos há a previsão de duas pesquisas divulgadas na Capital do Xaxado.
Entretanto, pela análise feita entre o blog e o Instituto, a ideia é divulgar a primeira pesquisa após o início da campanha eleitoral propriamente dita.
Pelo calendário eleitoral, a propaganda e campanha começam dia 16 de agosto. A partir daí, a parceria vai estabelecer o período da primeira pesquisa. E na reta final da campanha, a segunda, com o tradicional desafio de cravar o resultado.
O mesmo se aplica a Afogados da Ingazeira, onde mais duas pesquisas serão divulgadas.
Relatório aponta que R$ 30,57 milhões ingressaram em contas do ex-presidente; e R$ 30,59 milhões saíram. Bolsonaro recebeu R$ 19,2 milhões em 1,2 milhão transferências via PIX. Do g1 — Brasília O relatório da Polícia Federal (PF) sobre a investigação contra Jair Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro aponta que o ex-presidente recebeu, de março […]
Relatório aponta que R$ 30,57 milhões ingressaram em contas do ex-presidente; e R$ 30,59 milhões saíram. Bolsonaro recebeu R$ 19,2 milhões em 1,2 milhão transferências via PIX.
Do g1 — Brasília
O relatório da Polícia Federal (PF) sobre a investigação contra Jair Bolsonaro e o filho Eduardo Bolsonaro aponta que o ex-presidente recebeu, de março de 2023 a fevereiro de 2024, R$ 30.576.801,36. E que R$ 30.595.430,71 foram retirados de suas contas.
As informações constam de um Relatório de Inteligência Financeira (RIF) elaborado pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com base em dados enviados pelo Banco do Brasil.
Dos valores que entraram nas contas do ex-presidente no período:
R$ 19,2 milhões são oriundos de 1,2 milhão de transações via PIX
R$ 8,7 milhões têm origem em 52 resgates de CDB/RDB
R$ 1,3 milhão são de três operações de câmbio
R$ 373,3 mil de proventos do ex-presidente
R$ 304 mil de 203 transferências
R$ 166 mil de 12 resgates de aplicação
R$ 99.687,49 de uma previdência privada
Há ainda recursos oriundos de transferências do tipo DOC/TED, depósitos em cheque, depósitos online, entre outras.
O PL, partido ao qual Bolsonaro é filiado e no qual ocupa o cargo de presidente de honra, é o principal depositante de valores na conta do presidente (R$ 291 mil).
Já entre os valores que saíram das contas de Bolsonaro, estão:
18,3 milhões em seis aplicações em CDB/RDB
R$ 7,5 milhões em quatro transferências DOC/TED
R$ 1,5 milhão em 107 pagamentos de títulos, que podem ser boletos
R$ 1,1 milhão em 266 operações via PIX
R$ 749 mil em transferência para previdência privada
R$ 198 mil em 97 saques
R$ 52 mil no pagamento de 20 tributos/impostos
R$ 25 mil em três operações de câmbio
R$ 13 mil em contas de energia
R$ 13 mil em contas de telefone
Há ainda gastos com compras, cartão de crédito, conta de água, entre outros.
Entre os principais beneficiários de valores pagos por Bolsonaro, estão o advogado Paulo Cunha Bueno (R$ 3,3 milhões), o escritório de advocacia DB Tesser (R$ 3,3 milhões), uma empresa de engenharia (R$ 900 mil), um escritório de arquitetura (R$ 235 mil), uma loja de veículos (R$ 130 mil).
E também transferências para Michelle Bolsonaro e para o filho Jair Renan, que atualmente é vereador em Balneário Camboriú (SC).
No relatório, a PF afirma que as movimentações feitas pelo ex-presidente estão sob a suspeita de serem “ocorrências de lavagem de dinheiro e outros ilícitos”.
O g1 procurou a defesa do ex-presidente para comentar o relatório sobre as operações financeiras feitas por Bolsonaro, mas ainda não obteve uma resposta.
O relatório da PF também reúne informações sobre movimentações feitas por Bolsonaro em outros períodos.
Entre fevereiro de 2024 e agosto de 2024, R$ 1.733.079,19 ingressaram nas contas do ex-presidente; e R$ 1.345.311,79 saíram. Dos valores debitados, estão transferências para advogados, Fabio Wajngarten e para os filhos Carlos e Eduardo Bolsonaro.
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