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Arcoverde: Secretaria da Mulher promove projeto “Maria da Penha Vai à Escola”

Por André Luis

A Prefeitura de Arcoverde, através da Secretaria da Mulher, realizou na manhã da última sexta-feira (3), a abertura do Mês de março, com o Projeto Maria da Penha Vai à Escola. A iniciativa aconteceu na Escola Municipal Severina Bradley, localizada no Povoado de Caraíbas, intensificando a mensagem de Não a Violência Contra a Mulher e o Empoderamento Feminino.

O Projeto Maria da Penha vai à Escola tem como o seu principal eixo a conscientização de alunos e professores, de toda rede de ensino, que o Combate a Violência contra à Mulher deve ser um tema debatido em todos os espaços da nossa sociedade, principalmente nos centros de ensino.

“Não importa a época do ano ou em qual espaço as arcoverdenses estejam, nossa luta é pela vida das mulheres e a gestão liderada pelo Prefeito Wellington Maciel tem esse compromisso”, concluiu a Secretária das Políticas para as Mulheres de Arcoverde, Micheline Valério.

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Entrevista: Joseph Domingos fala sobre quando o casamento vira uma parceria para a vida

Em sua famosa canção “Prelúdio”, o cantor e compositor Raul Seixas diz que “um sonho que se sonha só, é só um sonho. Mas um sonho que se sonha junto, é realidade”. E essa foi a filosofia que pautou a vida do casal de empresários Joseph Domingos e Maria do Carmo Lima. Juntos desde os […]

Em sua famosa canção “Prelúdio”, o cantor e compositor Raul Seixas diz que “um sonho que se sonha só, é só um sonho. Mas um sonho que se sonha junto, é realidade”. E essa foi a filosofia que pautou a vida do casal de empresários Joseph Domingos e Maria do Carmo Lima.

Juntos desde os 15 anos de idade, os dois superaram os desafios desde o início do casamento para conseguir levar seus sonhos adiante: ele, firmar-se na carreira longe da mulher; e ela, montar o negócio longe do marido.

Enquanto Maria do Carmo cuidava de todas as etapas de um laboratório – desde a recepção até a análise clínica das amostras – Joseph se dedicava às atividades do banco, às oportunidades de aprendizagem, às especializações e cuidava dos filhos enquanto estava distante da região do Pajeú.

Como funcionário concursado do Banco do Brasil, Joseph precisava mudar de cidade a cada dois anos. Foram 25 anos entre a abertura do laboratório e a aposentadoria de Joseph. Mesmo distante, ele atuava no background dos negócios, auxiliando a esposa com os processos burocráticos e as expertises da área administrativa para a gestão estratégica.

Ao se aposentar pelo banco, em 2007, Joseph mergulhou de vez nos negócios da família, virou CEO do grupo e hoje se dedica mais a Pharmaplus, distribuidora de medicamentos e produtos hospitalares,  que atende todo o Nordeste. Nesta entrevista concedida ao nosso blog, Joseph conta como foi que a família conseguiu construir o complexo de saúde no Vale do Pajeú, apesar das adversidades.

Como você e Maria do Carmo se conheceram?

Nós nos conhecemos desde a adolescência porque estudamos na mesma escola. Começamos a namorar aos 15 anos. Aos 18, passei no concurso do Banco do Brasil e fui trabalhar na agência de Serra Talhada. No ano seguinte, passei no vestibular de Administração da Universidade Católica de Pernambuco (Unicap). O banco priorizou minha remoção para o Recife porque o curso tinha afinidade com a atividade que eu exercia. Era o ano de 1976 e pouco depois Maria do Carmo foi para o Recife também, onde passou no curso de Farmácia, na UFPE.

Por que vocês se mudaram para João Pessoa?

Passei em um concurso interno do Banco do Brasil. A função não tinha nas agências do Recife. Então fui transferido para Mamanguape, uma cidade próxima a João Pessoa. Era o ano de 1979. Tive que pedir transferência do curso para a Universidade Federal da Paraíba. No ano seguinte, em 1980, nos casamos e Maria do Carmo conseguiu a transferência do curso de Farmácia para a UFPB. Ficamos até 1982 em João Pessoa, quando terminamos o curso no mesmo período.

Como surgiu a ideia de montar o laboratório em Afogados da Ingazeira?

Quatro professores de Maria do Carmo tinham um laboratório, eles começaram a se desentender e nós aproveitamos a oportunidade para comprá-lo. Então, decidimos montá-lo em Afogados da Ingazeira, porque naquela época só existia um na região. Era agosto de 1982. Em setembro, começou a história do laboratório Maria do Carmo. Nesta época, solicitei ao banco a transferência de cidade porque desde a universidade minha esposa tinha o sonho de montar um laboratório e já vinha se preparando para isso. Maria do Carmo sempre foi muito dedicada.

Vocês enfrentaram muitas dificuldades?

Sim. Primeiro, porque éramos muito jovens, tínhamos apenas 25 anos de idade. Maria do Carmo não tinha experiência e não tínhamos a quem recorrer. Havia outro laboratório forte na região, muito ativo, de um professor da Federal, mas ele não tinha interesse em nos ajudar. Ela foi muito corajosa de ter enfrentado essas dificuldades. E naquela época tudo era feito manualmente.

Quando começou a ver que o laboratório ia dar certo?

Fomos crescendo aos poucos. Quatro anos depois, em 1986, compramos um imóvel onde funcionava uma oficina de carros. Nesse ponto, construímos um novo laboratório e inauguramos dois anos depois, em 1988. Neste momento, houve um upgrade da imagem do laboratório, que passou a ser mais procurado. Nesse novo prédio, projetamos o futuro, compramos imóveis vizinhos, e formamos um complexo de quatro pavimentos, onde funciona o laboratório, a farmácia e o clinical center, que atende 20 especialidades médicas.

Como você conseguiu conciliar com sua profissão no Banco do Brasil?

Foi um período bastante difícil. Existe uma norma no Banco do Brasil em que o gestor, depois de dois anos em uma agência, deve se preparar para fazer uma mudança. Fui crescendo profissionalmente, ocupando cargos de gestão. Mas precisava conciliar com nossos negócios.

Abrimos a farmácia em 1980. Para isso, trabalhei na maioria das agências da região. Além de Afogados da Ingazeira, na de Tabira, Serra Talhada, Custódia, Arcoverde. Praticamente foi deixando de ter opção na região. Tive que ir para o Recife. Passei quase dois anos sendo gerente da agência Prefeitura do Recife.

Como foi esse período?

Desafiador. Eu tinha que ir todo fim de semana para Afogados da Ingazeira, ou Maria do Carmo ia para o Recife. Meus três filhos já moravam no Recife nessa época porque estudavam lá. E Maria do Carmo achava muito ruim essa situação porque ela ficava sozinha. Então, ela propôs ao Superintendente Estadual que eu retornasse para o interior. Ela argumentou que não aguentava mais a distância e que essa situação poderia acabar com nosso casamento. Inicialmente, o banco relutou porque havia feito muitos investimentos em mim. Fiz dois MBAs, um na USP e um na UFPE. Mas depois consegui ser transferido para Tabira e depois para Sertânia, onde me aposentei em 2007.

O que você fez após se aposentar?

Coloquei minha cabeça completamente nos interesses corporativos da família. Aproveitei o conhecimento administrativo que o banco me proporcionou e foi o período que houve o crescimento exponencial dos negócios. Nessa época, criamos a distribuidora de medicamentos e produtos hospitalares (Pharmaplus) e o clinical center em 2010. O próprio laboratório foi beneficiado por essa expansão, especialmente após 2007.

A Pharmaplus é hoje a empresa que você mais se dedica?

Sim. Ela tem uma cobertura de vendas para quase todo o Nordeste, chegando na divisa com Piauí e Maranhão. Recentemente, tivemos uma conquista importante: a Certificação de Boas Práticas de Armazenagem e Distribuição pela Anvisa. Era um sonho de dois anos, nos preparamos para essa conquista. Houve auditorias fortes e mais recentemente foi publicado no Diário Oficial. Em Pernambuco, somos a terceira distribuidora hospitalar que tem essa certificação. E atualmente estamos trabalhando em uma certificação para o laboratório também. Em termos de porte, a Pharmaplus está no top 5 do estado, emprega quase 50 pessoas só na distribuidora. No grupo todo, ultrapassa os 200 funcionários diretos e indiretos, estamos entre os maiores empregadores. Para uma cidade que está a 380 km da capital, é uma grande contribuição social.

Quem é Maria do Carmo para você?

Admiro muito ela, porque além de ter conseguido ficar à frente do laboratório e da farmácia, ela sempre me deu apoio na minha trajetória dentro do banco e foi uma grande mãe para nossos filhos. Estamos comemorando 40 anos de história do laboratório graças à dedicação, força de vontade e coragem dela para manter tudo isso e para que agora possamos estar juntos.

Como vocês dividem as funções dentro das empresas?

Maria do Carmo sempre foi a parte prática, operacional, ela é muito determinada. Eu fico mais na parte estratégica, de planejamento e visão de futuro. Mas ela participa de tudo, conhece todos os funcionários. Um complementa o outro.

Quais os planos para o futuro da Pharmaplus?

Até 2023 seremos também uma importadora de produtos hospitalares. Já estamos com autorização da Anvisa e o espaço físico está quase pronto. Estamos em fase de consultoria em São Paulo e Brasília, prospecção de fornecedores. A atividade é complexa, mas estamos avançando. O galpão de 900 m² fica vizinho ao atual prédio da Pharmaplus, no bairro de Manoela Valadares (Afogados da Ingazeira). Vai funcionar como um anexo. Atualmente, a Pharmaplus está instalada em um prédio de três mil metros quadrados, onde funciona a parte administrativa e o centro de distribuição.

Que outras estratégias vocês estão adotando?

A tecnologia está afetando os processos, a produtividade e as estratégias. A telemedicina já é uma tendência tanto para o laboratório, quanto para o clinical center e a farmácia. Nosso relacionamento com o cliente é totalmente eletrônico. No laboratório, o primeiro atendimento é presencial, mas o resultado é distribuído de forma eletrônica. O paciente só retorna se quiser. As pessoas não estão mais voltando para pegar resultados. Na distribuidora, o cliente tem acesso ao nosso mix de produtos e pode fazer a compra completa pelo sistema de e-commerce. Por isso, quem está substituindo Maria do Carmo é Laíse, nossa filha caçula. Ela tem espírito empreendedor. Ela trouxe muita novidade para o laboratório, processos de controle, entrega, que melhorou muito a qualidade do laboratório.

Danilo Cabral visita arcebispo de Olinda e Recife em primeira agenda pública como pré-candidato

Encontro, que contou com a presença do presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, ocorreu na Cúria Metropolitana O pré-candidato da Frente Popular ao Governo de Pernambuco, Danilo Cabral (PSB), realizou, na manhã desta quarta-feira (23), uma visita ao arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido.  O encontro ocorreu no Palácio dos Manguinhos, no bairro […]

Encontro, que contou com a presença do presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, ocorreu na Cúria Metropolitana

O pré-candidato da Frente Popular ao Governo de Pernambuco, Danilo Cabral (PSB), realizou, na manhã desta quarta-feira (23), uma visita ao arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido. 

O encontro ocorreu no Palácio dos Manguinhos, no bairro das Graças, sede da Cúria Metropolitana, e também contou com a presença do presidente estadual do PSB, Sileno Guedes.

Durante a conversa, que durou cerca de uma hora, Danilo ouviu dom Fernando sobre trabalhos desenvolvidos pela Igreja nas áreas social e da saúde e se colocou à disposição para viabilizar parcerias. 

O arcebispo destacou a boa relação que sempre manteve com os quadros do PSB que vêm conduzindo o Governo do Estado e a Prefeitura do Recife e desejou sorte a Danilo.

“Estou muito animado e disposto diante dessa missão tão honrosa que está colocada. Acho que o grande desafio que temos hoje é animar as pessoas, é levar esperança para o nosso povo”, declarou Danilo, ressaltando que fez questão de que esse encontro fosse sua primeira agenda pública após o lançamento de sua pré-candidatura ao Governo do Estado, na última segunda-feira (21).

PRÉ-CANDIDATO – Danilo Cabral foi escolhido pré-candidato ao Governo do Estado após um intenso processo de escuta interna no PSB e nos outros partidos que compõem a Frente Popular, com condução do governador Paulo Câmara (PSB).

A postulação de Danilo tem apoio de 11 siglas: PCdoB, Progressistas, MDB, PDT, PSD, Republicanos, Solidariedade, Avante, PROS, PV e PT.

Afogados : programação cultural marcou Semana da Criança

A Prefeitura de Afogados promoveu atividades direcionadas às crianças nesta semana tão especial. As ações foram coordenadas pela Secretaria de Cultura e Esportes. As crianças puderam assistir de graça a um espetáculo especial do palhaço Cheirozinho, direcionado às crianças da rede municipal de educação, as que integram os programas da assistência social, e os grupos […]

A Prefeitura de Afogados promoveu atividades direcionadas às crianças nesta semana tão especial. As ações foram coordenadas pela Secretaria de Cultura e Esportes.

As crianças puderam assistir de graça a um espetáculo especial do palhaço Cheirozinho, direcionado às crianças da rede municipal de educação, as que integram os programas da assistência social, e os grupos culturais mirins coordenados pela Cultura no município.

O palhaço Cheirozinho agradeceu o carinho e a atenção que sempre recebe quando vem a Afogados, e agradeceu a Prefeitura por poder dar oportunidade às crianças de conhecerem a magia de um espetáculo circense. A atividade foi prestigiada pelo Vice-Prefeito Alessandro Palmeira, Secretário Municipal de Cultura, Edgar Santos, e o seu adjunto, César Tenório. Outra atividade foi o cineclube nos bairros, com a exibição do filme “Cine Holliúdy”, para pais e crianças do Conjunto Residencial Dom Francisco.

A Secretaria Municipal de Cultura e Esportes dará continuidade à programação do mês das crianças com uma Quinta Cultural, no próximo dia 26, toda com atrações infantis nas áreas da dança, música e literatura. Será na Praça Alfredo de Arruda Câmara. 

Após São João, Cristina Amaral planeja turnê na Europa

Numa carreira com mais de 30 anos,  a cantora Cristina Amaral  mostra-se ainda mais forte e dedicada ao estilo. No palco principal do São João de Caruaru na noite do dia 24, domingo, a artista mostrou porque é a melhor cantora de forró do ano e porque ela é denominada “o forró”. Cristina mesclou ao longo de mais […]

Numa carreira com mais de 30 anos,  a cantora Cristina Amaral  mostra-se ainda mais forte e dedicada ao estilo. No palco principal do São João de Caruaru na noite do dia 24, domingo, a artista mostrou porque é a melhor cantora de forró do ano e porque ela é denominada “o forró”.

Cristina mesclou ao longo de mais de uma hora de show os clássicos da MPB típicos de festas juninas com verdadeiros hinos do forró, sem esquecer seu repertório. De longe o show mais conceitual da noite e, segundo mídia presente na noite do dia 24, um dos melhores shows do ano no São João de Caruaru.

A cantora não pára: quer fazer uma turnê de seu recém lançado DVD “Minha Voz Minha Vida” pelo nordeste no segundo semestre e se prepara para, em janeiro de 2019, participar de festivais de forró na Alemanha. Antes, estará na Expocose, em Sertânia.

“Na Europa se valoriza muito mais o forró do que por aqui; são dezenas de festivais. Só a Alemanha possui 7 festivais, foram mais de 20 só em 2015, sinto que chegará um momento que nós seremos mais valorizados lá fora do que aqui, aí o país olhará para nós forrozeiros novamente”, reflete.

Serra Talhada: em mutirão de audiências, Promotoria celebra 18 acordos para evitar processos penais

Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de Serra Talhada, celebrou 18 acordos de não persecução penal em um mutirão de audiências realizado no último dia 23 de janeiro, data que entrou em vigor a Lei Federal n.º 13.964/2019, que inclui no Código do Processo Penal (CPP) brasileiro, por meio do […]

Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de Serra Talhada, celebrou 18 acordos de não persecução penal em um mutirão de audiências realizado no último dia 23 de janeiro, data que entrou em vigor a Lei Federal n.º 13.964/2019, que inclui no Código do Processo Penal (CPP) brasileiro, por meio do artigo 28-A, o instrumento do Acordo de Não Persecução Penal.

“Ao todo, foram realizadas 25 audiências e firmados 18 acordos de não persecução penal em casos de crimes de médio potencial ofensivo, nos quais a pena mínima eram inferiores a quatro anos; e nos crimes sem violência ou grave ameaça à pessoa. A Justiça consensual é uma das melhores formas de solucionar conflitos e atende aos princípios da eficiência e celeridade no Processo Penal”, explicou o promotor de Justiça de Serra Talhada, Vinícius Silva de Araújo.

A ferramenta jurídica institucionalizada pela Resolução nº 181/2017, do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) com alterações da Resolução nº 183/2018, e vem sendo utilizada de forma pioneira pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que criou, no Brasil, o primeiro Núcleo especializado nesta transação, em dezembro do ano passado. Com a unidade será possível reduzir em cerca de 30% os processos penais no Recife.

O Ministério Público agora pode fazer acordos para não ajuizar ação penal contra quem cometeu crimes sem violência ou grave ameaça. A previsão está na nova legislação penal apelidada pelo governo de “pacote anticrime”, que levou o chamado “acordo de não persecução penal” para dentro do Código de Processo Penal.

LEGISLAÇÃO – De acordo com a Lei Federal n.º 13.964/2019, cabe ao Ministério Público a proposição o acordo, desde que o delito seja confessado, não tenha decorrido em violência ou grave ameaça e a pena mínima seja inferior a quatro anos. O acordo é formalizado nos autos processuais, com assinaturas do investigado, do seu defensor ou advogado e do membro do MPPE. Em seguida, os autos serão encaminhados para apreciação do Poder Judiciário. Caso o juiz entenda ser cabível o acordo, retornará o processo ao MP, para implementação das medidas apontadas no termo.

Caso o entendimento seja contrário ao acordo, os autos serão remetidos ao procurador-geral de Justiça, que pode oferecer denúncia contra o investigado ou designar outro promotor para fazê-lo; solicitar, diretamente ou por designação, maiores investigações; reformular a proposta do acordo de não-persecução; ou manter o acordo firmado inicialmente. A Constituição Federal de 1988, em seu art. 129, inciso I, conferiu ao MP a titularidade privativa da ação penal. Isso significa que cabe ao MP decidir se continuará ou não as investigações, bem como se irá propor ou não a denúncia. É a essência do sistema acusatório que prevê a separação obrigatória entre as funções de investigar/acusar e julgar.