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Serviço de Mamografia Municipal de Tabira recebe reconhecimento nacional pelo INCA

Por André Luis

Único Serviço Público Municipal no Estado de Pernambuco a obter o reconhecimento de qualidade pelo INCA

O município de Tabira, em Pernambuco, celebra uma conquista significativa no campo da saúde, com o reconhecimento nacional do seu serviço de mamografia. Este feito é resultado do Programa de Qualidade em Mamografia, promovido pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA), que visa garantir a excelência na detecção precoce do câncer de mama.

Tabira se destaca como o único serviço público municipal no estado a obter essa distinção, destacando o comprometimento da administração municipal com a saúde da população e a importância da prevenção do câncer de mama. O reconhecimento é um reflexo do trabalho árduo e da dedicação da equipe de profissionais de saúde, que tem se empenhado em oferecer um atendimento de qualidade e humanizado.

O serviço de Mamografia de Tabira deu-se início através da aquisição de um moderno aparelho de mamografia digital e a contratação de uma equipe qualificada em 2022, sob a gestão de Nicinha Melo.

O programa do INCA avalia diversos aspectos dos serviços de mamografia, como a qualidade da imagem, a capacitação dos profissionais, a infraestrutura e o atendimento ao paciente. A conquista desse selo de qualidade não apenas valoriza o serviço local, mas também ressalta a importância da prevenção e do diagnóstico precoce, que podem salvar vidas.

A prefeitura Municipal de Tabira  reafirma seu compromisso com a saúde pública e a continuidade dos esforços para melhorar ainda mais os serviços oferecidos à população. Com essa conquista, espera-se que mais mulheres sejam incentivadas a realizar os exames de mamografia, contribuindo para a detecção precoce e aumentando as chances de tratamento eficaz.

Essa conquista é um passo importante na luta contra o câncer de mama e um exemplo a ser seguido por outros municípios, promovendo a saúde e o bem-estar da população pernambucana.

Outras Notícias

‘Apego a poder, dinheiro é um vício’, diz Sérgio Cabral em depoimento

Na audiência pedida pela defesa do ex-governador, ele deu mais detalhes sobre os esquema de corrupção, voltou a admitir ter recebido propina e chegou a dizer que dinheiro e poder são um “vício”. Cabral foi preso na Operação Lava Jato em novembro de 2016 e suas condenações somam 198 anos e 6 meses de prisão. […]

Na audiência pedida pela defesa do ex-governador, ele deu mais detalhes sobre os esquema de corrupção, voltou a admitir ter recebido propina e chegou a dizer que dinheiro e poder são um “vício”.

Cabral foi preso na Operação Lava Jato em novembro de 2016 e suas condenações somam 198 anos e 6 meses de prisão.

No início da audiência, Cabral citou os nomes de ex-colaboradores no governo como o ex-secretário de Saúde, Sérgio Côrtes, e Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil do RJ. O ex-secretário de saúde está presente na audiência desta terça.

O ex-governador Sérgio Cabral também afirmou estar arrependido por não ter falado de propinas anteriormente.

O ex-governador contou ainda que o então vice-governador Luiz Fernando Pezão (MDB), que acumulou o cargo, inicialmente, com a secretaria de Obras também recebia propinas. Segundo ele, o valor enviado a Pezão chegava a R$ 150 mil mensais.

O ex-governador Pezão está preso desde o dia 29 de novembro do ano passado, em operação da Polícia Federal, no Palácio Laranjeiras. A prisão foi baseada em delação de Carlos Miranda, operador financeiro de Cabral, que disse ter feito pagamento de mesada de R$ 150 mil para Pezão, com direito a 13º de propina e bônus de R$ 1 milhão.

Cabral explicou ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, o motivo de ter decidido falar das propinas no seu governo após mais de dois anos na prisão.

“O que minha família tem passado. E o senhor[ juiz] colocou um ponto importante: É uma situação histórica. Em nome da minha mulher[Adriana Ancelmo], da família e do momento histórico resolvi falar. Hoje sou um homem mais aliviado e vou ficar cada vez mais aliviado. Por isso decidi falar a verdade para ficar bem comigo mesmo”, explicou. Do G1.

Delegada da extinta Decasp é convidada para a equipe de Sérgio Moro

Do Ronda JC Quatro meses após o fim da Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), a delegada especial Patrícia Domingos recebeu um convite para atuar na equipe do ministro Sérgio Moro. Reconhecida pelo trabalho de combate à corrupção em Pernambuco, Patrícia deve atuar na Secretaria Nacional de Segurança Pública, em Brasília. […]

Do Ronda JC

Quatro meses após o fim da Delegacia de Crimes contra a Administração e Serviços Públicos (Decasp), a delegada especial Patrícia Domingos recebeu um convite para atuar na equipe do ministro Sérgio Moro. Reconhecida pelo trabalho de combate à corrupção em Pernambuco, Patrícia deve atuar na Secretaria Nacional de Segurança Pública, em Brasília.

“Já aceitei o convite para atuar na diretoria de Políticas Públicas de Segurança. Estou muito feliz. Agora estou aguardando a liberação do Governo de Pernambuco”, afirmou a delegada. A resposta precisa ser dada nos próximos dias, já que a ideia é que Patrícia comece a atuar no Governo Bolsonaro a partir de 1º de abril.

Atualmente, Patrícia Domingos atua no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). A turbulenta transferência dela aconteceu em meio à extinção da Decasp – imposta pelo Governo do Estado por meio de projeto de lei enviado à Assembleia Legislativa de Pernambuco. A antiga Decasp foi substituída pelo Departamento de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

Na época em que a Decasp foi extinta, o Ronda JC revelou com exclusividade que a especializada estava investigando sete deputados estaduais pelo crime de desvios de verba pública. Do total, seis votaram a favor do fim da delegacia que combatia a corrupção no Estado.

Alerta de chuvas intensas coloca 13 municípios do Pajeú em estado de atenção

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste sábado (12) um alerta de chuvas intensas para Pernambuco, com classificação de “perigo” devido às condições previstas para o Sertão, Agreste e Zona da Mata Sul. A notificação abrange 99 municípios, incluindo treze no Sertão do Pajeú e outros dois no Sertão do Moxotó. O aviso segue […]

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu neste sábado (12) um alerta de chuvas intensas para Pernambuco, com classificação de “perigo” devido às condições previstas para o Sertão, Agreste e Zona da Mata Sul. A notificação abrange 99 municípios, incluindo treze no Sertão do Pajeú e outros dois no Sertão do Moxotó. O aviso segue válido até as 10h deste domingo (13), podendo ser prorrogado.

Segundo o Inmet, as precipitações devem variar entre 30 e 60 milímetros por hora, podendo alcançar até 100 milímetros ao longo do dia. Os ventos também merecem atenção, com velocidades estimadas entre 60 e 100 quilômetros por hora. 

No Sertão do Pajeú, os municípios em alerta são: Afogados da Ingazeira, Calumbi, Carnaíba, Flores, Ingazeira, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Egito, Serra Talhada, Solidão, Tabira, Triunfo e Tuparetama. No Sertão do Moxotó, Arcoverde e Sertânia também constam na lista.

Diante da previsão, a Defesa Civil orienta a população a tomar cuidados redobrados. Em caso de rajadas de vento, a recomendação é evitar ficar sob árvores, que podem cair ou conduzir descargas elétricas, e não estacionar veículos próximos a torres de energia ou placas de propaganda. 

Também é indicado não utilizar aparelhos eletrônicos conectados à rede elétrica durante as tempestades. Em situações de risco, a população deve acionar a Defesa Civil pelo número 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Em resposta à possibilidade de transtornos, a Neoenergia Pernambuco informou que reforçou seu esquema de atendimento para atuar de forma rápida nas áreas atingidas. De acordo com Victor Gonçalves, gerente operacional da concessionária, equipes estão de prontidão para se deslocar entre as cidades, priorizando os locais mais afetados. 

Para comunicar falta de energia ou problemas na rede, os clientes da Neoenergia podem utilizar o teleatendimento 116, o WhatsApp (81) 3217-6990, o site oficial ou o aplicativo da distribuidora.

TJPE e STJ mantém decisão de levar a Júri Popular homem que atropelou e matou jovens de Tabira, em 2013

Foi reconhecido julgamento por homicídio doloso e que réu não responda em liberdade Não adiantou a tentativa de reverter as  decisões no TJPE nem no STJ. Será mesmo submetido a Júri Popular em Tabira, Hebson Thiago Silva Sampaio, que atropelou duas jovens no dia 19 de dezembro de 2013 em Riacho do Gado, Tabira. No […]

Crime vai completar dois anos
Crime vai completar dois anos

Foi reconhecido julgamento por homicídio doloso e que réu não responda em liberdade

Não adiantou a tentativa de reverter as  decisões no TJPE nem no STJ. Será mesmo submetido a Júri Popular em Tabira, Hebson Thiago Silva Sampaio, que atropelou duas jovens no dia 19 de dezembro de 2013 em Riacho do Gado, Tabira. No acidente,  uma das jovens faleceu no local e a outra na capital pernambucana.

Hebson foi autuado por homicídio doloso, quando se assume o risco e  há intenção de matar combinando álcool e direção, entendimento da Delegada plantonista no dia da ocorrência. Segundo ela, Hebson assumiu o risco de produzir o resultado, sendo autuado por homicídio comum e não como crime de trânsito. Ele estava embriagado no dia do episódio, fator determinante para que perdesse controle do carro em alta velocidade e atropelasse as meninas, que se organizavam para a própria formatura.

A Juíza Clênia Pereira de Medeiros já havia decidido que Hebson iria a Júri Popular. A defesa do réu recorreu, pedindo que fosse desclassificado o crime para homicídio culposo, com exclusão da qualificadora de perigo comum, bem como a anulação de todos os atos processuais praticados depois de ouvida de testemunha. Sem sucesso.

As últimas cartadas foram no TJPE e STJ. Hebson foi pronunciado e dessa pronúncia cabia um recurso, chamado Recurso em Sentido Estrito, julgado pelo  Tribunal de Justiça de Pernambuco. Perdeu, pois o TJPE manteve o mesmo entendimento da primeira instância.

A decisão do Ministro Falcão, do STJ
A decisão do Ministro Falcão, do STJ

Da decisão ainda cabia outro recurso, chamado de Recurso Especial, julgado pelo Superior Tribunal de Justiça, em Brasília. Mas, para isso existe o chamado Requisito de Admissibilidade para que o Recuso Especial vá a análise do STJ, analisado pelo próprio Tribunal de Justiça de Pernambuco. No TJ, houve entendimento de que não cabia o Recurso Especial, com base em duas súmulas do próprio Superior Tribunal de Justiça.

Hebson Thiago: Júri popular por homicídio doloso
Hebson Thiago: Júri popular por homicídio doloso

Dessa decisão que nega a ida do Recurso Especial ao STJ, ainda cabia outro recurso, um Agravo. O advogado de Hebson, Allisson Ricelli da Silva Belchior, ingressou pedindo que o Superior Tribunal de Justiça autorizasse a subida do Recurso Especial a Brasília para ter uma última chance. Mas, para que esse agravo fosse conhecido seria necessário impugnar todos os atos que ocasionaram o entendimento anterior, que no caso foram as duas súmulas arguidas pelo Desembargador no Tribunal de Justiça.

Como ele não impugnou, o Ministro Relator do Superior Tribunal de Justiça não reconheceu o agravo impetrado pelo advogado. Assim, a decisão de que ele continue respondendo preso e não em liberdade condicional, bem como de que vá a Júri Popular foram mantidas.

Recorde o caso: O acidente aconteceu quando a Montana, de placa MOF-5422, atingiu as duas jovens que andavam pelo acostamento. Andreza Thaylane Ferreira dos Santos, 18 anos, e Rosália Medeiros Oliveira, 19 anos, estavam indo à casa de festa Campestre Clube para ornamentar o local para formatura do 3º ano da escola onde estudavam, que aconteceria no dia seguinte. Hebson, que guiava o carro embriagado, foi autuado em flagrante.

Ministro diz que Lula determinou primeira revisão de sigilo imposto por Bolsonaro

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, anunciou nesta quarta-feira (11) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a primeira revisão de sigilo de informação imposto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o ministro, a decisão atingiu sigilo imposto por Bolsonaro sobre registros de entrada na […]

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Paulo Pimenta, anunciou nesta quarta-feira (11) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a primeira revisão de sigilo de informação imposto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o ministro, a decisão atingiu sigilo imposto por Bolsonaro sobre registros de entrada na residência oficial da presidência, o Palácio da Alvorada, entre 2021 e 2022.

“O primeiro sigilo de 100 anos determinado pelo governo anterior foi levantado. Trata-se de 565 registros de entrada na residência oficial e abrange o período de dezembro de 2021 a dezembro de 2022”, informou o ministro em uma rede social.

Determinação de Lula

A revisão dos sigilos foi uma determinação de Lula e um dos primeiros atos tomados pelo petista após a posse.

O despacho determinou que, no prazo de 30 dias, a Controladoria-Geral da União (CGU) reavalie as decisões de Bolsonaro sobre sigilos de documentos.

Segundo o despacho, a equipe de transição de Lula identificou “diversas decisões baseadas em fundamentos equivocados” sobre: proteção de dados pessoais; segurança nacional; segurança  o presidente e de seus familiares; proteção das atividades de inteligência.

As decisões de Bolsonaro, conforme o despacho, “desrespeitaram o direito de acesso à informação, banalizaram o sigilo no Brasil e caracterizam claro retrocesso à política de transparência pública até então implementada”.

Lula determinou que a CGU examine os casos e, se for o caso, revise decisões “que indevidamente negaram pedidos de acesso à informação ou impuseram sigilos com fundamentos não ancorados em lei”.

Ao longo do mandato de Bolsonaro, uma série de informações e documentos ficou sob sigilo.

Entre os documentos que foram alvo de sigilo estão o cartão de vacina de Bolsonaro e o processo sobre a participação do ex-ministro da Saúde e então general da ativa do Exército Eduardo Pazuello em uma manifestação a favor do ex-presidente, no Rio de Janeiro.

Colocar um documento ou informação sob sigilo é uma decisão de um órgão do governo ao qual um pedido de informação é enviado, via Lei de Acesso à Informação (LAI).

Pela norma, estão protegidos sob sigilo de 100 anos todas as informações caracterizadas como pessoais, relativas, por exemplo, à intimidade, vida privada, honra e imagem de um cidadão.

A legislação prevê que todo conteúdo classificado como pessoal deve ter acesso restrito a contar da data de produção. Somente agentes públicos legalmente autorizados e o próprio cidadão ao qual o documento ou informação trata podem acessar.