Arcoverde: oposição a Zeca “requenta” condenação do pai de Siqueirinha de 2023
Presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Miguel Leite de Siqueira (Sargento Siqueira)

O grupo da candidata e ex-prefeita Madalena Britto requentou uma condenação de 2023 do ex-presidente da Câmara de Vereadores entre 2013 e 2016, o ex-vereador Sargento Siqueira.
Isso para atacar o pai do atual presidente da Câmara Municipal de Arcoverde, Wevertton Siqueira – Siqueirinha.
À época, ele foi condenado a sete anos, quatro meses e 26 vinte e seis dias de reclusão, por desvios ocorridos na casa legislativa que somaram à época mais de R$ R$ 336 mil.
A nota busca fazer a conexão entre o pai e Siqueirinha, candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pelo ex-deputado federal Zeca Cavalcanti.
Diz ainda que o atual presidente da Câmara “recentemente teve uma decisão do TCE suspendendo uma licitação por suspeitas de fraudes e superfaturamento”.
“Na decisão que condenou o Sargento Siqueira, a Juíza de Direito, Dra. Monica Wanderley Cavalcanti Magalhães acatou denúncia do Ministério Público do Estado de Pernambuco, segundo o qual, Miguel Leite de Siqueira e o tesoureiro Ricardo Barbosa da Meneses, que era vizinho do então presidente da Câmara, estariam em comunhão de desígnios e divisão de tarefas, com o intuito de causar prejuízo ao erário, apropriaram e desviaram recursos públicos da Câmara de Vereadores de Arcoverde/PE que totalizaram a quantia de R$ 336.665,11, (trezentos e trinta e seis mil, seiscentos e sessenta e cinco reais e onze centavos), de forma repartida, mediante atos susceptíveis, subsequentes e reiterados aos anteriores, mediante vários comportamentos que culminaram em fins apropriativos, ao inserirem dados falsos (diárias indevidas) e alterarem indevidamente dados (salários) constantes da folha de pagamento (banco de dados) da Arcoverde/PE. Câmara Municipal de Arcoverde/PE, causando ainda dano ao Poder Legislativo de Arcoverde”.
Na decisão, constaram depoimentos de várias testemunhas, desde servidores da casa legislativa a vereadores da época. Entre os depoimentos uma servidora que trabalhara na contabilidade ressalta que “Ricardo assumiu o cargo de tesoureiro e foi apresentado como sendo pessoa da família e de confiança do presidente da Câmara; Que logo no início, Ricardo chegou leigo, nunca tinha trabalhado em nada”.
Por sua vez, o vereador Warley Amaral, disse “que todas as operações financeiras são aprovadas pelo tesoureiro e pelo presidente”.
Já o vereador Luciano Pacheco, declarou que “o presidente da Câmara de Vereadores é ordenador de despesas; Que, na sua gestão, todos os pagamentos eram efetuados obrigatoriamente em conjunto do presidente com o tesoureiro; Quem dava a última palavra era o presidente; Que o tesoureiro não deve fazer nada sozinho porque a responsabilidade é do ordenador de despesa (presidente)”, atestando a tese do Ministério Público que presidente e tesoureiro atuavam em “comunhão de desígnios e divisão de tarefas” só que, nesse caso, o intuito dessa comunhão seria causar prejuízo ao erário.
Além da pena de mais de sete anos de prisão, a justiça ainda condenou o pai do atual presidente da casa legislativa de Arcoverde ao pagamento de 175 (cento e cinco) dias-multa já em caráter definitivo, fixando o valor do dia multa em 1/30 do valor do salário mínimo vigente à época do fato, devendo o condenado iniciar o cumprimento da pena em Regime Semiaberto, dicção do art. 33, § 2º, b, do Código Penal. A justiça ainda concedeu ao réu o direito de recorrer desta sentença em liberdade.
A sentença foi imprimida no dia 21 e pode induzir a erro, como se fora recente. É o vale-tudo da campanha em Arcoverde.



Foi uma confusão a divulgação de dados da pesquisa Datafolha esta semana. Primeiro, o dado de intenção no primeiro turno apresentou 49 a 38, sendo corrigido para 50 a 38. Depois a rejeição de João e Raquel, divulgada inicialmente em 39% e 29% e depois, corrigidos para 29% para Raquel e 25%, João Campos. O número daqueles que desaprovam a gestão Raquel, classificando-a como ruim e péssima, também foi divulgado com erro. De 23%, foi aprumado para 28%.
Em Arcoverde, o vereador Luciano Pacheco segue dizendo que não há motivação jurídica para sua cassação pelos pares, pela acusação de exercício da advocacia em meio à presidência. Seu staff jurídico tem defendido que, no máximo, se comprovado o exercício da advocacia no curso da presidência, ele pode sofrer sanções da OAB, e não dos pares. Também que, se efetivada, será a primeira cassação por essa motivação no país, gerando ação na justiça.
Já Célia Galindo afirmou em nome dos pares que Luciano Pacheco é que poderá dizer se de fato advogou ou não. “Nós estamos aqui como pessoas que vão julgar. Não antecipo nada sem ver os fatos ou as provas, porque estou como vereadora”. E lembrou que a quinze anos atrás o mesmo Luciano Pacheco como presidente tinha a mesma situação. “Alguém denunciou que ele estava advogando no exercício da Presidência. O vice-presidente era Everaldo Lira. Não chegou a esse momento de hoje porque ele renunciou antes e a denúncia não prosseguiu”. E descartou perseguição política de Zeca contra Luciano, outra acusação do presidente.
Segundo o diretor do Instituto Quaest, Felipe Nunes, o crescimento de Flávio Bolsonaro e a queda de Lula nas pesquisas se dá por três segmentos: o voto das mulheres, migrando para Flávio, a baixa aceitação de Lula entre os jovens e a raiva da classe média que ganha acima de R$ 5 mil, que se sente discriminada por não conseguir isenção do IR, entender que paga a conta e que nunca se aproximará dos ricos.
Parece que azedou de vez o clima entre Pedro e o ex-prefeito Zeinha Torres. Na Câmara, Zeinha disse que aliados da gestão não podem nem tirar foto com ele. E Pedro soltou o card do Instagram com o pedido: “me deixem governar em paz”.
Em Serra Talhada, o anúncio de Allan Pereira de que não iria seguir Sebastião Oliveira e ficaria com Márcia Conrado não completou a saga separatista desejada por Sebastião Oliveira. Saíram Márcio Oliveira, Vera Gama e Macaúba. Allan era tido como o mais preparado entre eles. Já guardava mágoa por ter sido trocado por Faeca Melo na vice em 2024 e agora saiu dizendo que não vinha sendo ouvido.
Nenhum Deputado do famigerado Centrão em Pernambuco declarou apoio ao fim da escala 6×1. E a tendência, a se considerar o lobby dos empresários mesmo em ano eleitoral, é que cedam aos interesses econômicos, para que trabalhadores sigam jornadas quase escravizantes, sem o direitode ter convívio com a família e merecido descanso dois dias por semana.
Frase da semana:
















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