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Em Iguaracy, Dr. Pedro Alves acompanha obras de praça no bairro Santa Ana

Por Michael Andrade

Espaço está em construção no bairro do Campo e será destinado ao lazer e à convivência dos moradores.

O prefeito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, acompanhou, nesta semana, o andamento das obras de construção de uma praça no bairro Santa Ana, conhecido como bairro do Campo.

A vistoria foi realizada ao lado do secretário de Obras, Fábio Torres, e do secretário executivo de Obras, José Inácio.

Segundo a Prefeitura, o espaço está sendo projetado para atividades de lazer e convivência da comunidade.

Durante a visita, o prefeito afirmou que a obra segue em andamento e que a expectativa é de conclusão em breve.

“Estamos trabalhando para entregar esse espaço de convivência à nossa população. Logo, logo, essa praça estará pronta e será entregue para as famílias do bairro Santa Ana e de toda Iguaracy”, afirmou.

Foto: Divulgação

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Outras Notícias

SAMU regional começa a operar na próxima quinta

Segundo presidente do Cimpajeú, promotor de Justiça acatou as explicações e liberou o início das atividades. Por André Luis O prefeito de Ingazeira e presidente do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – Cimpajeú, Luciano Torres, afirmou ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (05.10), que o SAMU regional começa […]

Segundo presidente do Cimpajeú, promotor de Justiça acatou as explicações e liberou o início das atividades.

Por André Luis

O prefeito de Ingazeira e presidente do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú – Cimpajeú, Luciano Torres, afirmou ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, nesta terça-feira (05.10), que o SAMU regional começa a operar em toda a região, a partir da próxima quinta-feira (07.10).

Luciano comentou sobre uma reunião que aconteceu nesta segunda-feira (04.10) com o promotores de Justiça Vandeci Sousa Leite e Lúcio Luiz de Almeida Neto, além dos advogados do Cimpajeú e da empresa ITGM responsável pela gestão do SAMU na região.

O serviço estava programado para iniciar a operar na sexta-feira (1º), mas o Ministério Público de Pernambuco, através do promotor Vandeci Sousa Leite, recomendou a suspensão do Processo Seletivo Simplificado pelo prazo de 48 horas, bem como abertura de novo processo de seleção, estabelecendo critérios claros e objetivos para admissão dos candidatos, especificando no edital o que será considerado para fins de avaliação, a pontuação a ser atribuída a cada item e subitem avaliado, bem como os critérios de desempates.

Segundo Luciano, o promotor Vandeci acatou as explicações e liberou o início das atividades do serviço para a próxima quinta-feira.

“Na próxima quinta-feira às 10h, na Central de Regulação, em Serra Talhada, vamos dar o ponta pé inicial das atividades deste serviço tão esperado para a nossa região. Com certeza, quem ganha é a população, que terá um atendimento de socorro mais rápido”, afirmou Torres.

Ainda segundo o presidente do Cimpajeú, o serviço será observado pelo Ministério Público e caso seja necessário, um novo Processo Seletivo poderá ser realizado em três meses.

Luciano informou que a denúncia do médico serra-talhadense, Lourival Rodrigues, de que a seleção dos aprovados foi feita via um grupo privado de WhatsApp, não foi tratada na reunião.

Sobre as denúncias feitas por um grupo formado nas redes sociais de candidatos não aproveitados para o SAMU, que chegaram a se queixar de apadrinhamento em várias cidades, Torres disse não passar de especulações. “Todo o processo realizado pela empresa contratada foram transparentes. Foi feito avaliação curricular de todos os candidatos, não houve esse negócio de apadrinhamento. São especulações”, afirmou Luciano Torres.

Humberto lamenta decisão do TSE sobre minirreforma eleitoral

Defensor de uma ampla reforma política que acabe com o financiamento de campanhas por empresas, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), lamentou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de não autorizar a aplicação, ainda este ano, da minirreforma aprovada pelo Congresso Nacional. Para os ministros do TSE, a minirreforma eleitoral aprovada […]

humberto-costa1Defensor de uma ampla reforma política que acabe com o financiamento de campanhas por empresas, o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), lamentou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de não autorizar a aplicação, ainda este ano, da minirreforma aprovada pelo Congresso Nacional.

Para os ministros do TSE, a minirreforma eleitoral aprovada no fim do ano passado por deputados e senadores só valerá para as eleições de 2016. Mesmo considerando que o texto sancionado não aborda questões mais sérias do sistema político atual, Humberto Costa acredita que ele poderia reduzir os custos das campanhas e tornar mais igualitárias as eleições já em 2014.

“Lamento porque, ainda este ano, poderíamos ter eleições menos desiguais, com menor interferência do poder econômico na definição dos votos”, explicou o líder do PT no Senado. “Teríamos limitação na contratação de cabos eleitorais, nas despesas de alimentação, no aluguel de veículos. Ou seja, equilibraríamos mais o processo.”

No Congresso, Humberto tem defendido a necessidade de uma larga reforma política, que, por exemplo, acabe com o financiamento de campanhas por empresas, estebeleça o voto em listas e aumente a participação das mulheres.

A reforma política é um tema encampado pelo PT, que defende a convocação de um plebiscito para setembro próximo, e tornou-se um dos eixos fundamentais para um eventual segundo mandato da presidenta Dilma Rousseff (PT) a partir de 2015.

Santa Terezinha: Presidente da Câmara vistoria obras da nova sede do Legislativo

O Presidente da Câmara de Vereadores de Santa Terezinha, Geovane Martins, acompanhado pelo assessor jurídico do Poder Legislativo, Dr. Júnior, vistoriou na manhã de hoje as obras da nova sede da Câmara, que se encontra em fase de conclusão. A construção está sendo erguida na Rua Prefeito Afonso Ferreira Neto, e contará com auditório para […]

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Com informações e fotos: Blog do Zé Freitas

O Presidente da Câmara de Vereadores de Santa Terezinha, Geovane Martins, acompanhado pelo assessor jurídico do Poder Legislativo, Dr. Júnior, vistoriou na manhã de hoje as obras da nova sede da Câmara, que se encontra em fase de conclusão.

A construção está sendo erguida na Rua Prefeito Afonso Ferreira Neto, e contará com auditório para debates, sala de tesouraria, sala de secretaria, sala de reunião dos parlamentares, sala de som, copa, arquivo, além de gabinetes e banheiros masculino e feminino.

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Segundo o chefe do Poder Legislativo, a previsão de entrega da unidade à população será no prazo de 60 (sessenta) dias. Ressalta, porém que antes da inauguração do novo prédio, deverá determinar a abertura de processo licitatório para aquisição de aparelhos de ar condicionado, cadeiras, mesas, mobilha em geral para atender às necessidades da nova Casa Legislativa.

Coluna do Domingão

Primeiro turno em Pernambuco pode quebrar a banca Se os institutos e suas pesquisas na reta final estiverem certos,  e a curva de evolução aparenta mostrar que sim, Pernambuco deve ter uma eleição fugindo de todos os prognósticos e da lógica do processo no restante do país. Isso porque dos nomes lutando pelo segundo lugar […]

Primeiro turno em Pernambuco pode quebrar a banca

Se os institutos e suas pesquisas na reta final estiverem certos,  e a curva de evolução aparenta mostrar que sim, Pernambuco deve ter uma eleição fugindo de todos os prognósticos e da lógica do processo no restante do país.

Isso porque dos nomes lutando pelo segundo lugar na disputa,  dois dos melhores posicionados não tem nenhuma identificação com o que se chama nacionalização da campanha.

Na pesquisa Ipec considerando só votos válidos,  Raquel Lyra tem 17%, empatada com Miguel Coelho com os mesmos 17 pontos. O cenário é parecido na pesquisa Opinião,  com Raquel e Miguel disputando a vaga no segundo turno com Marília Arraes.

Os dois nomes não tem um candidato competitivo para chamar de seu no plano nacional.  O PSDB, partido de Raquel Lyra,  apoia a emedebista Simone Tebet.  Já o União Brasil de Miguel Coelho é o partido de Soraya Thronicke.

Só se pode deduzir que, em uma disputa tão equilibrada entre quatro nomes pela segunda rodada,  a postura dos dois nos debates na TV e no rádio acabou fazendo a diferença.  Não são poucos os que afirmam que os dois passaram mais segurança nos embates. Também souberam usar tempo de guia, estratégia nas redes sociais,  elementos que, como num quebra cabeça,  peça por peça montou o mosaico que os dá essa condição. No caso de Miguel,  ele até acentuou a curva de crescimento nos últimos dias, o que o fez empatar com Raquel.

Mas também há de se apontar erros ou condições que afastaram um pouco Anderson e Danilo da disputa com os outros dois, o que não quer dizer que estão totalmente fora do jogo.

A campanha de Anderson acreditou que ele poderia se ausentar dos debates. Faltou aos últimos três,  inclusive na Globo e o último,  na TV Jornal.  Com tanto equilíbrio,  achar que só o alinhamento com Bolsonaro lhe colocaria no segundo turno pode ter sido seu grande erro.

Mais, Miguel Coelho pescou votos bolsonaristas, principalmente após divulgação de um card em que André Ferreira aparece com Lula e Teresa Leitão.

Mas não será surpresa,  dado o equilíbrio,  se ainda assim Anderson chegar lá.

E Danilo paga um preço pelo desgaste de material do PSB, da rejeição ao governo Paulo Câmara,  de parte das lideranças socialistas que, envolvidas em embates regionais, não arregaçaram as mangas, da posição do PSB pelo impeachment explorada pela campanha de Marília,  dentre outros fatores. Só vale o registro de que ainda resta o dia e ele pode surpreender com a “operação eleição” montada pelo PSB e seu staff.

Essa eleição é tão diferente que pôs por terra muitas análises,  prognósticos,  projeções. A ponto de ser impossível cravar uma definição antes da totalização dos votos.  Vai ser com emoção.

Segundo turno 

Nas simulações de segundo turno do Ipec, Marília lidera em todos os cenários.  Por ordem de equilíbrio,  bateria Raquel por 50×33, Miguel por 52×29, Danilo por 53×24 e Anderson por 58×23. Registre-se,  segundo turno é uma outra eleição.

A força de Lula em Pernambuco

O lulopetismo vem decidindo de novo a eleição em Pernambuco,  como fez com a reeleição de Paulo Câmara em 2018. Prova é que Teresa Leitão chegou a 49% dos válidos.  E somados, Marília e Danilo tem praticamente o mesmo percentual,  50%. Questão é que identificam mais Marília do que Danilo com esse alinhamento.

Lavada

Pesquisa Ipec com eleitores de Pernambuco aponta Lula com 69% dos votos válidos e Bolsonaro com 23%. Ciro Gomes tem 5%; Simone Tebet, 3%. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro, em 74 cidades pernambucanas. Margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Último cartucho

É grande a operação da campanha de Danilo Cabral que vai tentar o último esforço para chegar ao segundo turno com Marília.  A orientação a prefeitos é de um último esforço para evitar o desastre de não ter o PSB no turno final depois de 16 anos.

Dois turnos?

Os principais analistas políticos cravam a maior probabilidade de segundo turno entre Lula e Bolsonaro.  Pesa para essa possibilidade a tradição de maior abstenção no Nordeste e um freio na migração do voto útil.  Só uma menor abstenção por aqui, a definição pró Lula dos últimos indecisos e o último movimento de desidratação de Ciro e Simone pode definir o jogo amanhã.

Ganha, mas não vota

Teresa Leitão será eleita senadora sem votar nela. Foi operada da fratura no fêmur que sofreu na campanha em Paulista e segue internada no Memorial São José.  “Me representem nas ruas. Volto assim que puder”, disse em sua rede social.

Super cobertura 

A Rádio Pajeú decidiu manter sua programação regular no domingo.  Programas como Rádio Vivo,  Manhã Total e  A Tarde é Sua irão ao ar normalmente neste domingo.

Hora da verdade

A Central da Apuração entra no ar pouco antes das cinco da tarde e só termina com todas as perguntas respondidas: eleição presidencial termina no primeiro ou vai para o segundo turno? Quem disputa o segundo turno com Marília Arraes? Qual resultado para o Senado? Por fim,  o desempenho de todos os candidatos da região à Câmara e ALEPE.

Frase da semana: “Não deu extrema unção,  porque o senhor é um padre de festa junina”. De Soraya Thronicke,  do União Brasil,  ao Padre Kelmon, do PDT, no debate da Globo.

Itamaraty culpa governo Dilma por ausência em conselho da ONU

O Ministério das Relações Exteriores afirmou nesta sexta-feira (17) que a ausência do Brasil no Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2033 se deve à “maneira burocrática” com que o assunto foi conduzido no governo de Dilma Rousseff e que a não participação no órgão “causou dificuldades à política externa” do país. O CS é […]

O Ministério das Relações Exteriores afirmou nesta sexta-feira (17) que a ausência do Brasil no Conselho de Segurança (CS) da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2033 se deve à “maneira burocrática” com que o assunto foi conduzido no governo de Dilma Rousseff e que a não participação no órgão “causou dificuldades à política externa” do país.

O CS é a mais alta instância da ONU, e tem como objetivo cuidar da segurança e da paz internacionais.

De  acordo com nota enviada pelo MRE em resposta à reportagem publicada pela Folha nesta sexta, em dezembro de 2011, durante o governo Dilma, decidiu-se não apresentar nova candidatura do Brasil ao CS. O país só voltou a se candidatar em maio de 2015. “Àquela altura, a única vaga disponível correspondia ao período 2033-2034”, diz o texto.

O Itamaraty afirma que a ausência do país no CS é uma “distorção provocada pela maneira burocrática como o assunto foi conduzido no governo anterior, sabidamente infenso a atribuir à política externa a importância que lhe cabe na defesa dos interesses nacionais.”

O CS tem cinco vagas permanentes, ocupadas por China, Reino Unido, EUA, França e Rússia. Outras dez vagas são rotativas e alocadas por região. Cada região chega a um consenso e apresenta candidatos para mandatos de dois anos. As candidaturas são apresentadas com muitos anos de antecedência.

A última vez que o Brasil ocupou uma das vagas rotativas foi no biênio 2010-2011.

A ausência simboliza uma mudança radical na política externa brasileira. No governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2010), a diplomacia tinha ambições de mediar a paz entre israelenses e palestinos e chegou a apresentar uma proposta de acordo, em conjunto com a Turquia, para resolver a questão do programa nuclear do Irã.

O Itamaraty afirmou que o governo considera “fundamental” a participação do Brasil no CS e “continuará a examinar opções para voltar ao órgão em ocasião mais próxima”. Mas não quis especificar se tentará negociar para que algum país desista de sua candidatura e ceda espaço ao Brasil.

O ministério afirmou que, mesmo fora do CS, o Brasil continuará empenhado na defesa do multilateralismo, na presença em missões de paz e na busca pelo fortalecimento da ONU. Entre outras atribuições, o CS impõe sanções a países, como já fez com o Irã por causa do programa nuclear; determina o envio de forças de paz, como no Congo e Haiti, e pode abrir caminho para invasões militares, como na Líbia em 2011.