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Arcoverde lança canal de comunicação com a população no WhatsApp

Por André Luis

População poderá receber informações da gestão municipal no aplicativo

Por André Luis

A Prefeitura de Arcoverde divulgou em suas redes sociais nesta quinta-feira (18), o lançamento do “Arcoverde no Zap”.

Segundo a Prefeitura, a ferramenta será um novo canal de comunicação com os moradores da cidade, que através do aplicativo de mensagens receberá informações sobre obras entregues, serviços e eventos realizados pela gestão municipal.

“Basta mandar um “oi” para o número (87) 98110.0015 e a pessoa já receberá o conteúdo divulgado pelo canal”, destaca a Prefeitura.

Ainda segundo divulgado, a população também poderá se cadastrar pelo site clicando aqui.

Outras Notícias

“Eu sou candidato, com certeza”, afirma Zeinha Torres sobre 2028

O ex-prefeito de Iguaracy e atual articulador regional da Casa Civil do Governo de Pernambuco, Zeinha Torres, confirmou nesta tarde sua intenção de disputar a prefeitura do município em 2028. Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, Torres ratificou declarações feitas anteriormente e posicionou-se sobre a composição do cenário político local. […]

O ex-prefeito de Iguaracy e atual articulador regional da Casa Civil do Governo de Pernambuco, Zeinha Torres, confirmou nesta tarde sua intenção de disputar a prefeitura do município em 2028. Em entrevista ao programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú, Torres ratificou declarações feitas anteriormente e posicionou-se sobre a composição do cenário político local.

Questionado pelo comunicador Alyson Nascimento, o articulador ressaltou que sua postura visa transparência no processo sucessório, negando qualquer intenção de atropelar lideranças aliadas, citando nominalmente o atual prefeito, Pedro Alves.

Disputa interna

A fala de Zeinha Torres sinaliza a abertura de um diálogo sobre a sucessão, mas estabelece sua posição como um nome posto na mesa. “Antes de eu sair do município, eu disse que era candidato para depois não vir aquela história que geralmente vem, de que está tomando a vaga. Não quero tomar vaga de ninguém”, afirmou.

O ex-prefeito também comentou sobre a legitimidade de outros quadros do grupo político pleitearem o cargo, destacando a natureza democrática da concorrência interna. “Dr. Pedro quiser ser candidato, é um direito dele, tanto dele como de qualquer um. Eu sei que eu estou no meio também da concorrência”, pontuou.

A declaração antecipa o debate eleitoral na cidade, mesmo com a distância temporal do pleito. Zeinha Torres encerrou o tópico de forma enfática sobre suas pretensões políticas: “Então eu sou candidato, com certeza”.

Afogados abre cadastro para vacinação de novos grupos prioritários

Já está aberto, no site, o cadastramento para os novos grupos prioritários para receber a vacinação da Covid-19. O cadastramento não garante a vacinação imediata, uma vez que as informações fornecidas precisarão ser comprovadas pelas equipes de saúde.  Sem contar que a velocidade da imunização de todos os grupos dependerá da quantidade de doses que […]

Já está aberto, no site, o cadastramento para os novos grupos prioritários para receber a vacinação da Covid-19. O cadastramento não garante a vacinação imediata, uma vez que as informações fornecidas precisarão ser comprovadas pelas equipes de saúde. 

Sem contar que a velocidade da imunização de todos os grupos dependerá da quantidade de doses que forem sendo recebidas pela Prefeitura. A vacinação será aplicada nas unidades básicas de saúde. 

Confira os grupos aptos a tomar a vacina: trabalhadores do transporte coletivo de 55 a 58 anos., trabalhadores industriais, de 55 a 58 anos, pessoas de 60 a 64 anos, caminhoneiros de 55 a 58 anos, com comprovação da atividade, gestantes e puérperas (mulheres com 45 dias pós parto), trabalhadores da educação do ensino básico e superior, de 55 a 58 anos, guardas municipais de 55 a 58 anos., pessoas de 18 a 59 anos com comorbidades (comprovar comorbidade no ato da vacinação), pessoas com IMC acima de 35., trabalhadores da limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos, de 55 a 58 anos e pessoas de 59 anos sem comorbidade.

Dúvidas com relação à vacinação podem ser tiradas através do telefone/zap da vigilância em saúde: 087 999970065 – Segunda à sexta (8h às 17h).

Eleições 2026: TSE aprova reforço das Forças Armadas em mais de 100 municípios de cinco estados

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, o envio de forças federais para reforçar a segurança durante o primeiro turno das eleições de 2026. A medida alcançará mais de 100 municípios do Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. A decisão foi tomada na última quinta-feira (27), durante sessão administrativa do tribunal. O […]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, por unanimidade, o envio de forças federais para reforçar a segurança durante o primeiro turno das eleições de 2026. A medida alcançará mais de 100 municípios do Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins.

A decisão foi tomada na última quinta-feira (27), durante sessão administrativa do tribunal. O primeiro turno será realizado em 4 de outubro.

O reforço também foi autorizado para as capitais Rio de Janeiro, Fortaleza, Teresina e Rio Branco. A medida contempla ainda aldeias indígenas, comunidades ribeirinhas, regiões de fronteira e localidades de difícil acesso.

Os pedidos foram apresentados pelos governos estaduais e submetidos aos respectivos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). Após a aprovação regional, as solicitações foram encaminhadas ao TSE para análise da necessidade do apoio federal.

Entre as justificativas apresentadas estão a existência de zonas eleitorais em áreas com histórico de conflitos agrários, a proximidade de complexos prisionais, as dificuldades de acesso a determinados municípios e a necessidade de garantir a segurança da votação em terras indígenas.

O reforço será realizado por militares do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Com a autorização do TSE, os pedidos seguem para o Ministério da Defesa, que ficará responsável pelo planejamento e pela execução das ações.

O emprego das Forças Armadas em apoio à Justiça Eleitoral é adotado em localidades onde os tribunais identificam a necessidade de reforço para garantir a ordem pública e o livre exercício do voto.

Nas eleições de 2022, as forças federais foram utilizadas em municípios de 11 estados.

Fonte: Folha de Pernambuco
Foto: Divulgação/TSE

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Disputa pelo Senado em Pernambuco esquenta nos bastidores

A disputa pelo Senado nas eleições de 2026 já começou a movimentar os bastidores da política pernambucana, e promete ser uma verdadeira guerra de bastidores. A grande pergunta é: quem serão os candidatos de João Campos e de Raquel Lyra ao Senado? Estamos acompanhando essa movimentação intensa nas chapas. Há indefinição sobre quem será o […]

A disputa pelo Senado nas eleições de 2026 já começou a movimentar os bastidores da política pernambucana, e promete ser uma verdadeira guerra de bastidores. A grande pergunta é: quem serão os candidatos de João Campos e de Raquel Lyra ao Senado?

Estamos acompanhando essa movimentação intensa nas chapas. Há indefinição sobre quem será o candidato a vice de João Campos, quem vai compor com a governadora Raquel Lyra e, principalmente, para onde caminharão os prefeitos e lideranças regionais.

No campo de João Campos, o cenário parece mais embolado. São muitos postulantes: o senador Humberto Costa (PT), o ministro Silvio Costa Filho (Republicanos), Miguel Coelho (União Brasil), Eduardo da Fonte (PP) e até Marília Arraes (Solidariedade) surgem como possibilidades. Há quem diga, inclusive, que o PT já teria garantido uma vaga com Humberto Costa, restando a disputa pela segunda.

Do lado de Raquel Lyra, surgem especulações sobre possíveis apoios e até sobre nomes que poderiam migrar de campo. Fala-se, por exemplo, que Eduardo da Fonte ou até Marília poderiam buscar um alinhamento com a governadora.

 

Humberto critica fim da MP que atenuava pontos da Reforma Trabalhista

Articulada como moeda de troca para aprovar a Reforma Trabalhista no Congresso Nacional, a Medida Provisória 808/17, que suavizava alguns dos mais polêmicos trechos do projeto, perdeu a validade esta semana, sem que o governo de Michel Temer (MDB) propusesse uma nova solução. Com isso, passou a valer o texto integral, aprovado o ano passado, […]

Foto: Roberto Stuckert Filho

Articulada como moeda de troca para aprovar a Reforma Trabalhista no Congresso Nacional, a Medida Provisória 808/17, que suavizava alguns dos mais polêmicos trechos do projeto, perdeu a validade esta semana, sem que o governo de Michel Temer (MDB) propusesse uma nova solução. Com isso, passou a valer o texto integral, aprovado o ano passado, o que provocou reação de diversos setores da sociedade. No Senado, o líder da Oposição, Humberto Costa (PT), afirmou que a nova regra põe diretamente em risco a vida dos trabalhadores.

“Temer negociou duplamente com a própria base. De um lado, disse que iria suavizar algumas questões, de outro, mas deixou a MP caducar. Mentiu para os que, por um motivo ou outro, ainda acreditavam nele. No meio disso tudo, ficam os trabalhadores e trabalhadoras que assistem a corrosão dos poucos direitos que ainda restavam. Os resultados dessa nova investida contra o povo são gravíssimos”, alertou o senador.

Entre os trechos da Reforma que passam a ter efeito com o fim da Medida Provisória está o que permite que mulheres grávidas e lactantes possam trabalhar em áreas insalubres, ou seja, que apresentem algum risco para saúde. Pela MP, a gestante só poderia trabalhar em local insalubre se voluntariamente apresentassem um atestado médico de um médico de confiança da trabalhadora autorizando a atividade. Agora, o trabalho em área insalubre de mulheres grávidas passa a ser permitido.

“Chega a ser criminosa essa liberação. Autorizar grávidas a trabalhar sem condições de segurança fere a dignidade humana e pode oferecer riscos reais para a mãe e para o bebê. É inaceitável o que estão querendo fazer com as trabalhadoras desse país”, assinalou Humberto.

Outro ponto que gera muitas críticas é o que autoriza empresas a demitir funcionários com o contrato normal de trabalho para depois recontratá-los como trabalhadores intermitentes. “Com a nova versão da Reforma, o governo Temer vai jogar uma nova leva de desempregados no mercado para que os trabalhadores possam exercer a mesma atividade por um salário menor e sem nenhum tipo de garantia. É aterrador pensar no cenário que está por vir”, alertou o líder oposicionista.