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Arcoverde faz adesão ao consócio de municípios para compra de vacinas contra a Covid-19

Por André Luis

Arcoverde aderiu na terça-feira (02/03), ao consórcio da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), para aquisição de vacinas contra a Covid-19. 

A adesão feita pela pelo prefeito em exercício, Weverton Siqueira (Siqueirinha), objetiva o interesse do município em adquirir vacinas que possuam aprovação para utilização na Anvisa ou em organismos internacionais, tendo como primeira opção a utilização de recursos do Governo Federal, incluindo cota entre os municípios participantes do consócio, a qual ainda será discutida pela FNP. 

“A partir da inclusão do consócio, Arcoverde está demonstrando nacionalmente que tem o interesse em adquirir vacinas que possuam aprovação para utilização na Anvisa ou em organismos internacionais, tendo como primeira opção a utilização de recursos do Governo Federal, incluindo cota entre os municípios participantes do consócio, que ainda será discutida pela FNP”, destacou o prefeito em exercício.

“Um importante passo que a nossa cidade dá como medida de imunização, para proteger a nossa população contra a Covid-19”, concluiu Siqueirinha.  

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Dr. Álvaro Neves, que organizou e tratou junto com prefeito da documentação e formalização da adesão ao consórcio, “essa foi uma ação muito importante, porque sinaliza o interesse e a atenção do município no sentido de buscar meios que possibilitem a compra de vacinas para uma imunização mais breve da população arcoverdense contra a Covid-19”, ressaltou. 

Outras Notícias

Polo Industrial de Limoeiro ganha instalação da nova sede da Lapon

Empreendimento irá gerar pelo menos 274 empregos e abre as portas para novos investidores na região O evento de inauguração do Parque Industrial de Limoeiro, no Agreste pernambucano, onde será instalada a nova sede da Lapon Indústria Farmacêutica, representou um marco de desenvolvimento para a região.  O governador do estado Paulo Câmara, que compareceu ao […]

Empreendimento irá gerar pelo menos 274 empregos e abre as portas para novos investidores na região

O evento de inauguração do Parque Industrial de Limoeiro, no Agreste pernambucano, onde será instalada a nova sede da Lapon Indústria Farmacêutica, representou um marco de desenvolvimento para a região. 

O governador do estado Paulo Câmara, que compareceu ao evento junto ao secretário de desenvolvimento econômico, Bruno Schwambach, e a Roberto Abreu e Lima, presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (AD Diper), comemorou a notícia de que o empreendimento deve empregar, pelo menos 274 pessoas. O investimento será de R$ 52 milhões.

“Vamos começar as obras com uma empresa farmacêutica e, com certeza, outras vão vir. É importante o poder estadual, junto ao municipal, criar condições para um ambiente de confiança para os empreendimentos acontecerem”, comentou Paulo Câmara. 

A nova fábrica funcionará paralelamente à antiga planta, também em Limoeiro. O crescimento acontece justamente no ano em que a Lapon completa três décadas de funcionamento.

“Esse evento tem uma importância grande para a cidade e é um marco para o estado de Pernambuco. Foi um evento simples, mas muito profundo com essa vinda do governador, que fez questão de estar aqui”, comentou Renato Celso, presidente fundador da Lapon. 

Além de Renato, estiveram presentes no evento representando a Lapon: Jackson Luiz, diretor industrial, Rodrigo Medeiros, diretor de qualidade, e Heitor Dutra, diretor de marketing.

A nova unidade, que terá 5 hectares, faz parte do planejamento estratégico para o futuro da Lapon. Além da fabricação dos produtos atuais, a planta contará também com setor de medicamentos sólidos. 

Atualmente, a empresa emprega 92 colaboradores e fabrica apenas medicamentos líquidos e suplementos sólidos, como cápsulas, comprimidos, pós e drinks. O projeto tem previsão de duração de cinco anos, isto é, as obras devem ser concluídas em 2025. 

A inauguração, porém, pode acontecer antes. Os principais impactos no parque industrial da cidade serão a geração de empregos qualificados e o aumento da arrecadação do município, que precisa de investimentos para crescer e se consolidar como uma das principais cidades da região.

História

Com o objetivo de transformar recursos naturais em produtos elaborados, foi fundado em 1990 o laboratório Lapon Química e Natural, hoje, Lapon Indústria Farmacêutica. Ao longo dos anos, houve um sólido e sustentável crescimento, que se traduziu em reconhecimento nacional e inúmeros prêmios conquistados. 

A empresa inovou em processos e investiu em pesquisa e desenvolvimento, a fim de atender e superar as expectativas dos clientes. A busca incansável pela excelência e a inovação na saúde, utilizando-se sempre dos mais atuais conceitos da medicina e nutrição, têm levado ao alto grau de qualidade dos produtos. 

Painel do MPPE dará transparência a gastos com shows nos municípios

Para dar transparência ao emprego de recursos públicos na organização de shows durante o São João, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) está criando o Painel de Transparência dos Festejos Juninos. A plataforma vai reunir dados informados espontaneamente pelas prefeituras sobre a programação das festas realizadas de 1º de abril a 31 de julho deste […]

Para dar transparência ao emprego de recursos públicos na organização de shows durante o São João, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) está criando o Painel de Transparência dos Festejos Juninos.

A plataforma vai reunir dados informados espontaneamente pelas prefeituras sobre a programação das festas realizadas de 1º de abril a 31 de julho deste ano, incluindo artistas contratados e o valor dos cachês.

O projeto será apresentado nesta segunda-feira (20/05), às 14h, no gabinete da Procuradoria-Geral de Justiça do MPPE, a representantes da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Fundarpe, Empetur e Secretarias Estaduais de Cultura, Turismo e Lazer.

“Trata-se de uma ferramenta de incentivo ao exercício da cidadania e de apoio à gestão eficiente de recursos para o fomento ao meio cultural e desenvolvimento turístico”, explica o Procurador-Geral de Justiça de Pernambuco, Marcos Carvalho. Os dados abertos ficarão à disposição da sociedade.

A iniciativa é coordenada, no MPPE, pelo Centro de Apoio Operacional em Defesa do Patrimônio Público. Tem o apoio do Tribunal de Contas do Estado, Ministério Público de Contas e da Associação de Controladores Municipais.

A ideia é premiar, com um selo de transparência, os gestores municipais que colaborarem com o painel. O MP não informou se vai usar a plataforma ou buscar em municípios que se omitirem fiscalizar excessos.

Prefeita de Jati diz que erro de edição foi ao ar sem querer

Mônica Mariano disse que fez gesto por não gostar da gravação A prefeita de Jati, no Ceará, Mônica Mariano, do PSD, negou que havia feito uma live no episódio em que vazou dando língua em rede social. Ela falava sobre atividades da Sala do Empreendedor. Mônica é filha do prefeito de São José do Belmonte, Romonilson Mariano. […]

Mônica Mariano disse que fez gesto por não gostar da gravação

A prefeita de Jati, no Ceará, Mônica Mariano, do PSD, negou que havia feito uma live no episódio em que vazou dando língua em rede social.

Ela falava sobre atividades da Sala do Empreendedor. Mônica é filha do prefeito de São José do Belmonte, Romonilson Mariano.

“Trata-se de um erro de gravação, onde eu faço um gesto que não gostei da gravação e não do contexto que trata o vídeo. A pessoa que trabalha comigo se equivocou e publicou o vídeo com o erro. O mesmo ficou menos de 10 minutos na internet, tempo suficiente para aqueles que torcem pelo meu insucesso saírem espalhando e fazendo inúmeros julgamentos”.

Ela disse que, se esse gesto ofendeu alguém, pede desculpas. “Tenho 32 anos distribuindo sorrisos sinceros e não caretas.  Sigo firme, confiante, trabalhando e respeitando as pessoas como sempre fiz”.

Sudene reúne principais agentes financeiros do país para discutir estratégia de financiamento do Nordeste

Encontro marcou retomada do Comitê Regional das Instituições Financeiras Federais (Coriff) A integração entre os instrumentos de financiamento com as políticas públicas setoriais – como Nova Indústria Brasil e o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE) – foi tema da reunião de instalação do Comitê Regional das Instituições Financeiras Federais (Coriff), comandado pela Sudene, […]

Encontro marcou retomada do Comitê Regional das Instituições Financeiras Federais (Coriff)

A integração entre os instrumentos de financiamento com as políticas públicas setoriais – como Nova Indústria Brasil e o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE) – foi tema da reunião de instalação do Comitê Regional das Instituições Financeiras Federais (Coriff), comandado pela Sudene, realizada nesta terça-feira (10). O objetivo é que os recursos disponíveis em crédito para investimentos nos 11 estados da área de atuação da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste sejam aplicados estrategicamente na promoção do desenvolvimento regional. 

“É preciso integrar as políticas e os instrumentos de financiamento, pois estes estão aquém do que deve ser destinado ao Nordeste para quebrar a lógica do aprofundamento das desigualdades”, afirmou o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, na abertura da reunião. 

A partir desse encontro, uma das medidas estabelecidas foi a criação de um grupo de trabalho para a elaboração de uma matriz das linhas de crédito para financiamentos no Nordeste de modo a identificar as lacunas e superposições de financiamentos e a possibilidade de realização de operações de crédito consorciadas. Tambem ficou acertada a sistematização e consolidação de dados sobre as obras públicas e privadas prioritárias para os estados, além de analisar a aplicação dos recursos em pesquisa e desenvolvimento de forma que eles sejam orientados às prioridades da região. O comitê também decidiu por realizar ações para a Caatinga. 

Esta primeira reunião contou com um painel da economista Tania Bacelar sobre o “Desenvolvimento do Nordeste e a importância das políticas de financiamento integradas. Em sua análise, ela frisou que há uma expectativa de crescimento econômico que demandará o protagonismo dos investimentos públicos. “A discussão fundamental é sobre o que patrocinar na região. O Nordeste mudou e a agenda de investimentos se renovou e se tornou mais complexa”, explicou. 

Tânia Bacelar elencou as potencialidades e oportunidades da nova agenda do Nordeste. Entre elas, a expansão da infraestrutura, a retomada da industrialização, a valorização das cadeias produtivas, promoção da economia regenerativa, a economia criativa, turismo. “Nós precisamos buscar convergências, resolver conflitos, evitar superposições”, frisou. 

Cada instituição presente apresentou as políticas de financiamento voltadas para o desenvolvimento do Nordeste previstas para os anos de 2024 e 2025. A diretora Financeira e de Crédito Digital do BNDES, Maria Fernanda Coelho, por exemplo, destacou a ampliação em 196% em aprovação de crédito na região no primeiro semestre, representando R$ 7,7 bilhões. 

“Nesse momento, a gente tem, então, todo o processo de articulação para pensar os investimentos, que sejam investimentos estruturantes para a região, que a gente tenha, então, uma retomada, mas de uma forma bastante organizada, em parceria com essas instituições financeiras e o BNDES cada vez mais, então, presente também na região Nordeste, para que a gente possa ter o desenvolvimento sustentável que a gente tanto deseja.”, disse. 

Representando o Consórcio Nordeste, Pedro Lima, subsecretário de Programa, falou sobre a importância das instituições financeiras terem como horizonte a redução das desigualdades regionais, ampliando os recursos destinados ao Nordeste. “”A reativação do Coriff é importantíssima, como uma instância estratégica para debater os entraves e articular estratégias conjuntas das instituições financeiras para aumentar a oferta de crédito no Nordeste. O Consórcio Nordeste, que passa agora a integrar esse espaço, entende que a superação da desigualdade regional passa, obrigatoriamente, pela superação da desigual da oferta de crédito e do investimento”, ressaltou. 

Também se fizeram presentes os representantes do Banco do Nordeste (José Aldemir Freire, diretor de Planejamento); da Caixa Econômica Federal (Marcos Carvalho, superintendente); do Banco do Brasil (Edilberto Passos, gerente-geral); do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais – BDMG (Rubens Brito, superintendente de Desenvolvimento de Negócios e Produtos); Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo – Bandes (gerente de Fundos e Produtos), e da Financiadora de Estudos e Projetos – Finep (Márcio Stefanni, diretor Financeiro, de Crédito e Captação).

Nova composição

Na última reunião do Conselho Deliberativo da Sudene, realizada em agosto, houve uma mudança na formação do Coriff, com o aumento do número de integrantes. Faziam parte anteriormente o BNDES, o BNB, a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. A partir da aprovação dos conselheiros, passaram a compor o colegiado o BDMG, Bandes, o Banese, além do Consórcio dos Governadores do Nordeste e da Financiadora de Estudos e Projetos.

O Comitê tem caráter consultivo, é vinculado ao Conselho Deliberativo da Sudene e previsto no art. 10, §§ 1º e 2º, da Lei Complementar nº 125, de 3 de janeiro de 2007. O Regimento Interno do Coriff foi aprovado em outubro de 2008, passando por uma atualização no ano passado. Entre suas finalidades, estão as de promover integração das ações de apoio financeiro aos projetos de infraestrutura e de serviços públicos e aos empreendimentos produtivos na área da Sudene, obter maior eficiência, eficácia e efetividade na aplicação dos investimentos; e permitir processo permanente de cooperação entre as instituições financeiras.

Vai à sanção projeto que evita queda brusca nos repasses do FPM

O Senado aprovou o projeto de lei que prevê transição de dez anos para os municípios serem reenquadrados em índices de distribuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que levam em conta população e renda. Os dados atualizados ainda serão divulgados pelo IBGE no Censo Demográfico de 2022. Foram 67 votos a […]

O Senado aprovou o projeto de lei que prevê transição de dez anos para os municípios serem reenquadrados em índices de distribuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que levam em conta população e renda. Os dados atualizados ainda serão divulgados pelo IBGE no Censo Demográfico de 2022. Foram 67 votos a favor e nenhum contrário. O projeto segue para sanção.

O PLP 139/2022 foi apresentado na Câmara pelo então deputado federal e hoje senador Efraim Filho (União-PB) para atenuar, gradativamente, o risco fiscal de cerca de 800 municípios brasileiros que, de acordo com dados parciais do Censo 2022, tiveram redução populacional nos últimos dez anos. O relator, senador Rogério Marinho (PL-RN), votou pela aprovação da proposta, por entender que todos os municípios serão solidários com os que tiveram a população reduzida, sem causar impacto fiscal. 

Marinho disse que alguns municípios poderiam perder até 40% de sua arrecadação de forma gradual para permitir adequação das suas finanças públicas. Ele e Efraim lembraram que o projeto foi sugerido pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM).

“Nós estamos falando de 864 municípios brasileiros que teriam redução do coeficiente e 315 municípios que teriam um aumento do coeficiente, ou seja, mil cento e noventa e tantos municípios que estariam impactados por essa matéria”, apontou Marinho.

Efraim afirmou que a mudança vai impedir que percam recursos de maneira brusca: 101 municípios na Bahia, 94 em Minas Gerais, 65 em Pernambuco e 19 na Paraíba, entre outros.

“É um projeto extremamente meritório, porque trata de uma grande injustiça. O censo demográfico realizado pelo IBGE, ainda no ano passado, foi cheio de falhas, de vícios e de lacunas. E qual é o resultado dessas lacunas do censo do IBGE, que não conseguiu visitar todas as casas? Diversos municípios apresentaram redução de população. Quando muitos almejavam o crescimento, para ter um coeficiente maior de participação no FPM, foram surpreendidos com a redução populacional. Imaginem que, em muitos desses municípios, surgiram novos bairros, loteamentos, conjuntos habitacionais. Então, os números apresentados destoam totalmente da realidade”, avaliou Efraim, autor do projeto.

O senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) disse que 50 municípios do Pará poderiam ser prejudicados sem a aprovação do projeto.

“Tenho certeza que a gente ameniza um pouco essa situação, porque nossos prefeitos estão extremamente preocupados. Eu tenho certeza que eles vão dormir um pouco mais tranquilos a partir de hoje em função da aprovação do presente  projeto”, afirmou Zequinha.

Também apoiaram a iniciativa os senadores Jaques Wagner (PT-BA), Izalci Lucas (PSDB-DF), Beto Faro (PT-PA), Jayme Campos (União-MT), Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), Teresa Leitão (PT-PE), entre outros. As informações são da Agência Senado.