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Arcoverde: ex-vereador denuncia falta de adesivação em carros da Câmara e uso para fins particulares

Por Nill Júnior

O advogado e ex-vereador Luciano Pacheco taxou de absurda a atitude da Presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Célia Galindo, em não adesivar os veículo oficiais da Casa Legislativa.

“A Constituição Federal exige transparência. A Câmara possui três veículos. Um ONIX, cor branca, placas PED 5582, uma S-10, cor branca, placas PGM 4725 e um Palio Weekend, cor prata, placas PEL 2001. Todo veículo oficial de qualquer órgão público desse País é devidamente identificado, exceto os veículos oficiais da Casa do povo de Arcoverde”, reclama.

Diz que o MBL Arcoverde até já provocou a gestão da Casa cobrando, por meio de ofício, legitimamente a identificação dos veículos da Câmara. “Ocorre que a presidente fez ouvido de mercador e não atendeu a solicitação. É imprescindível que isso ocorra e o povo de Arcoverde deve exigir isso. Os movimentos sociais e populares precisam cobrar isso, e se for o caso ir até o Ministério Publico e Tribunal de Contas do Estado reforçar essa bandeira. A Lei tem que ser cumprida. Ninguém está acima da Lei”, reclama.

Diz Pacheco que segundo comentários na cidade, tais veículos vivem atendendo a fins particulares da presidência da Casa, servindo a familiares e correligionários. “Bem público não pode ter esse fim e isso incorre em crime de peculato e improbidade administrativa. Há queixas dos próprios Vereadores que solicitam os carros para fins públicos, mas a presidência promete ceder, contudo não cumpre e deixa os parlamentares na mão”.

E segue: “É preciso saber quem dirige esses carros, o que eles estão fazendo, quanto estão gastando, a quem estão servindo, e porque não servem as finalidades públicas? Tem informações que esses carros andam em outros Estados, dentre outras queixas. Se estivessem adesivados não haveriam esses problemas”.

Outras Notícias

Secretaria de Obras está regularizando imóveis em São José do Belmonte

A Prefeitura de São José do Belmonte convoca os cidadãos que possuem imóveis em situação irregular para adequar suas construções junto aos órgãos competentes: setor de tributos e Secretaria de Obras. A regularização tem como objetivo legalizar construções erguidas sem prévia licença e à revelia da Lei municipal n° 1069/2009, denominada Lei de Edificações. Uma […]

A Prefeitura de São José do Belmonte convoca os cidadãos que possuem imóveis em situação irregular para adequar suas construções junto aos órgãos competentes: setor de tributos e Secretaria de Obras.

A regularização tem como objetivo legalizar construções erguidas sem prévia licença e à revelia da Lei municipal n° 1069/2009, denominada Lei de Edificações. Uma vez regularizada a edificação ou o uso instalado, o proprietário pode registrar sua casa, ter acesso a financiamentos para reformar o imóvel ou comercializá-lo.

Para regularizar o seu imóvel procure o setor de tributos na prefeitura, a Rua Augusto Zacarias, 10, Centro. A regularização tira o imóvel da clandestinidade. Se o imóvel estiver irregular, pode sofrer ação da fiscalização a qualquer momento e ser multado pela infração que está cometendo.

Com Covid, prefeito de Brejo da Madre de Deus tem piora em UTI

Estação Notícias Internado no Hospital Unimed, em Caruaru, deste a ultima sexta-feira (29), o prefeito do Brejo da Madre de Deus, Hilário Paulo, teve nas últimas horas uma piora no quadro clínico. Ele precisou ser levado para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). De acordo com informações extra oficiais repassadas, nesta terça-feira (02) o prefeito […]

Estação Notícias

Internado no Hospital Unimed, em Caruaru, deste a ultima sexta-feira (29), o prefeito do Brejo da Madre de Deus, Hilário Paulo, teve nas últimas horas uma piora no quadro clínico.

Ele precisou ser levado para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI).

De acordo com informações extra oficiais repassadas, nesta terça-feira (02) o prefeito foi entubado devido ao comprometimento pulmonar.

Familiares e amigos mais próximos da família confirmaram a informação de que o estado de saúde do prefeito é crítico e pediram oração para que Hilário possa sair dessa o mais rápido possível.

O prefeito é do grupo de risco e contraiu o coronavírus há pouco mais de uma semana.

STF aceita denúncia contra dez integrantes do Núcleo 3 por tentativa de golpe

Por decisão unânime, 1ª Turma do STF considerou que a denúncia da PGR cumpriu os requisitos legais para tornar nove militares e um policial federal réus. Acusações contra outros dois militares foram rejeitadas Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (20) a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) na […]

Por decisão unânime, 1ª Turma do STF considerou que a denúncia da PGR cumpriu os requisitos legais para tornar nove militares e um policial federal réus. Acusações contra outros dois militares foram rejeitadas

Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (20) a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) na Petição (Pet) 12100 contra dez integrantes do chamado Núcleo 3 por tentativa de golpe de Estado e rejeitou as acusações contra outros dois. Com a aceitação da denúncia, os dez passam à condição de réus pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, envolvimento em organização criminosa armada, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

Entre os réus estão três coronéis do Exército (Bernardo Romão Correa Netto, Fabrício Moreira de Bastos e Márcio Nunes de Resende Jr.) e cinco tenentes-coronéis (Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra de Azevedo, Ronald Ferreira de Araújo Jr. e Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros). Também fazem parte do grupo o general da reserva Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira e o agente da Polícia Federal Wladimir Matos Soares.

Nessa fase processual, o colegiado examinou apenas se a denúncia atendeu aos requisitos legais mínimos exigidos pelo Código de Processo Penal (CPP) para a abertura de uma ação penal. A conclusão foi de que a PGR demonstrou adequadamente que os fatos investigados contra esses dez acusados configuram crimes (materialidade) e que há indícios de que eles participaram de sua autoria. Em relação aos dois outros, para o colegiado, esses requisitos não foram atendidos.

Indícios

Para o relator, ministro Alexandre de Moraes, as acusações contra os dez membros do Núcleo 3 apontam a mobilização de militares de alta patente contra o sistema eleitoral e ações que ajudaram a criar um ambiente político e institucional propício à tentativa de golpe — incluindo um plano para assassinar autoridades que pudessem se opor ao plano.

“Nenhum dos crimes imputados aos denunciados desse grupo, no entanto, é na forma tentada”, afirmou o relator. “Se a execução foi iniciada, mas o golpe de Estado não se consumou, o crime está consumado, porque se o golpe tivesse sido consumado, o crime sequer estaria sendo investigado”.

Em seu voto, o ministro Flávio Dino defendeu que o julgamento do caso no STF sirva para prevenir condutas futuras que levem militares a agir como tutores da nação ou sob uma lógica de que partes da população são vistas como inimigas.

Autoria

Sobre Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira, o relator destacou que, segundo a acusação, o general da reserva tinha conhecimento da tentativa de ruptura democrática. A investigação identificou elementos que indicam uma reunião entre Theophilo e Jair Bolsonaro para tratar do assunto depois que o então comandante do Exército, general Freire Gomes, se recusou a apoiar o golpe. Theophilo chefiava o Comando de Operações Terrestres (Coter), responsável pelo uso e pela coordenação das tropas.

O ministro Alexandre também destacou trocas de mensagens entre Fabrício Moreira de Barros, Bernardo Correia Netto e Ronald Pereira de Araújo Jr. Segundo a denúncia, os chamados “kids pretos” (militares especialistas em operações especiais) articulavam estratégias para pressionar o Exército a viabilizar o golpe após a derrota de Bolsonaro nas eleições de 2022 — incluindo a redação de uma carta dirigida ao Comando-Geral. O ministro rejeitou o argumento de que subordinados não podem influenciar superiores hierárquicos. “Se isso fosse verdade, não existiria o crime de motim”, afirmou.

Sobre Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, o relator afirmou que a investigação identificou diversas mensagens envolvendo um plano golpista. Em conversas com o tenente-coronel Mauro Cid, ele trata de supostas fraudes nas urnas eletrônicas e discute possíveis “ações ilícitas”. Em diálogos com outros militares, demonstra expectativa pela assinatura de decretos de ruptura institucional. Em 4 de janeiro de 2023, segundo as mensagens, Medeiros chegou a perguntar a Cid se ainda haveria “algo para acontecer”.

O relator destacou que Hélio Ferreira Lima tentou, de forma insistente, desacreditar o sistema eleitoral, mesmo sem nenhuma prova de fraude — inclusive entre seus próprios aliados. Em suas palavras, o grupo não podia “jogar a toalha”. Ferreira Lima também mantinha uma planilha com etapas detalhadas para “restabelecer a lei e a ordem”, rejeitava qualquer governo ligado à esquerda e defendia um plano para garantir “segurança jurídica e estabilidade institucional”.

Ainda segundo a denúncia, Ferreira Lima e Rafael Martins de Oliveira participaram de uma reunião com os “kids pretos” e, a partir daí, passaram a monitorar o ministro Alexandre de Moraes. Essa ação faria parte do plano “Punhal Verde-Amarelo”, que previa o assassinato de autoridades em Brasília.

A investigação identificou conexões do celular de Oliveira com torres próximas ao STF e à residência do ministro. Ele também teria comprado os aparelhos usados na operação. Mensagens obtidas ainda mostraram que ele usaria uma nota técnica do Ministério da Defesa sobre urnas para influenciar manifestantes na capital.

Oliveira e Bezerra foram apontados como participantes da operação que mataria autoridades, mas acabou abortada após ter sido deflagrada. Já Wladimir Soares, que integrava a equipe de segurança do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, repassou ao grupo informações sensíveis sobre a proteção do presidente.

Denúncia rejeitada

A denúncia da PGR contra o coronel da reserva Cleverson Ney Magalhães e o general Nilton Diniz Rodrigues foi rejeitada. Segundo o ministro Alexandre, a acusação apenas citava seus nomes, sem atribuir condutas específicas ou apresentar provas de participação em reuniões golpistas. Magalhães era assistente do general Estevam Theophilo, e Rodrigues, assessor do então comandante do Exército, general Freire Gomes.

UFPE: Reitor empossa pró-reitores e assessores do Gabinete

Aconteceu na manhã desta quarta (30), em solenidade  no Auditório João Alfredo, no prédio da Reitoria da UFPE, a posse pelo reitor da instituição Anísio Brasileiro aos novos membros e recondução dos atuais integrantes da equipe administrativa da Universidade (pró-reitores e assessores vinculados ao seu gabinete), que farão parte da sua nova gestão (2015-2019). Foram empossados Lenita Almeida Amaral (chefe […]

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Aconteceu na manhã desta quarta (30), em solenidade  no Auditório João Alfredo, no prédio da Reitoria da UFPE, a posse pelo reitor da instituição Anísio Brasileiro aos novos membros e recondução dos atuais integrantes da equipe administrativa da Universidade (pró-reitores e assessores vinculados ao seu gabinete), que farão parte da sua nova gestão (2015-2019).

Foram empossados Lenita Almeida Amaral (chefe de Gabinete), Paulo Sávio Angeiras de Goes (pró-reitor para Assuntos Acadêmicos), Ernani Rodrigues Carvalho Neto (pró-reitor para Assuntos de Pesquisa e Pós-Graduação), Ana Maria Santos Cabral (pró-reitora para Assuntos Estudantis), Thiago José Galvão das Neves (pró-reitor de Planejamento, Orçamento e Finanças), Sonia Maria Medeiros de Meneses (pró-reitora de Gestão de Pessoas e Qualidade de Vida), Solange Galvão Coutinho (diretora de Inovação), Silmara Rufino de Melo (superintendente de Infraestrutura), José Mariano de Sá Aragão e Paulo Roberto de Santana (assessores do Reitor).

Já os membros reconduzidos foram: Maria Christina de Medeiros Nunes (pró-reitora de Extensão e Cultura), Niedja Paula Silva Veras de Albuquerque (pró-reitora de Gestão Administrativa), Décio Fonseca (pró-reitor de Comunicação, Informação e Tecnologia da Informação), Paulo Roberto de Siqueira Melo (chefe de Gabinete adjunto), Maria Leonor Alves Maia (diretora de Relações Internacionais) e Armando Luís do Nascimento (superintendente de Segurança Institucional).

Dentre as reconduções, Niedja Albuquerque, natural de Caruaru, morou muito tempo  em Iguaraci, no Pajeú.  Graduada em Letras pela UFPE, especialista em Metodologia da Língua Portuguesa pela UFRPE e em Gestão de Serviços pela UFPE. É servidora da UFPE desde 1994, tendo trabalhado na extinta Pró-Reitoria de Administração (Proadm) e na Pró-Reitoria de Planejamento, Orçamento e Finanças (Proplan).

Na Proplan, foi assessora da Diretoria de Gestão de Bens e Serviços (DGBS), presidente da Comissão Permanente de Licitação e Pregoeira. Na Progest, foi chefe do Setor de Contratos, presidente da Comissão Especial de Licitação de Obras e diretora de Licitações e Contratos até assumir a pró-reitoria em julho de 2013. É casada e tem dois filhos.

Promotor Ariano Tércio trocará Carnaíba por Cumaru

O promotor Ariano Tércio, que teve uma atuação destacada nas cidades de Carnaíba e Quixaba, será removido em agosto para Cumaru, no Agreste. A Portaria 1507/2019 foi assinada pelo Procurador Geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros. A transferência acontecerá a partir de agosto. Ariano agiu em algumas áreas importantes das duas cidades. O maior impacto […]

O promotor Ariano Tércio. Foto: André Luis

O promotor Ariano Tércio, que teve uma atuação destacada nas cidades de Carnaíba e Quixaba, será removido em agosto para Cumaru, no Agreste.

A Portaria 1507/2019 foi assinada pelo Procurador Geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros. A transferência acontecerá a partir de agosto.

Ariano agiu em algumas áreas importantes das duas cidades. O maior impacto de sua atuação foi na segurança pública e no atendimento à população que quase triplicou.

Convocou o Detran e PM para atuar no trânsito da cidade e emitiu várias recomendações para prefeitura e Câmara de Vereadores além de realizar várias fiscalizações in loco.