Arcoverde atinge mais de 100 mil doses aplicadas contra a Covid-19
Por Nill Júnior
Em nota ao blog, a Prefeitura de Arcoverde informa que a cidade atingiu, nesta quarta-feira (03), a marca de mais de 100 mil doses aplicadas contra a Covid-19.
Segundo os dados do PNI Municipal, do total de 100.867 aplicações feitas desde o primeiro semestre do ano, 55.079 foram em pessoas que receberam a primeira dose (AstraZeneca, Pfizer ou Coronavac), somadas às aplicações de 35.709 de segunda dose já atingidas até momento, além de 3.265 pessoas já contempladas com a terceira dose e 6.814, que receberam a dose única da Janssen.
“Significa um excelente índice conquistado hoje por nosso município, onde através das equipes da Secretaria de Saúde de Arcoverde e do PNI Municipal, também foi possível atingir um maior controle da pandemia com os avanços das etapas de vacinação, além da grande diminuição de internações hospitalares por Covid-19”, afirmou o Prefeito de Arcoverde, Wellington Maciel.
“Ressalto para a nossa população que todos os cuidados preventivos devem ser mantidos, especialmente os hábitos de higiene, mesmo para quem já concluiu o processo de imunização. Quanto menos internações e contaminações ocorrerem daqui para frente em Arcoverde, mais vidas continuarão sendo salvas”, frisou o gestor municipal.
Mais 186.030 doses da Pfizer chegaram esta tarde ao Estado. É a segunda remessa de imunizantes entregue somente nesta sexta-feira Na tarde desta sexta-feira (20), Pernambuco recebeu um segundo lote de vacinas contra a Covid-19. A remessa, com 186.030 doses da fabricante Pfizer/BioNTech, chegou ao Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre por volta das […]
Mais 186.030 doses da Pfizer chegaram esta tarde ao Estado. É a segunda remessa de imunizantes entregue somente nesta sexta-feira
Na tarde desta sexta-feira (20), Pernambuco recebeu um segundo lote de vacinas contra a Covid-19. A remessa, com 186.030 doses da fabricante Pfizer/BioNTech, chegou ao Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes – Gilberto Freyre por volta das 15h e foi levada à sede do Programa Estadual de Imunização (PNI-PE) para checagem e armazenamento.
“Com os dois lotes que recebemos hoje, o Estado ultrapassa o quantitativo de 9 milhões de vacinas contra a Covid-19 disponibilizadas aos pernambucanos desde o início da nossa campanha de imunização, em 18 de janeiro. Esse é um número que nos estimula a continuar firmes no enfrentamento à doença”, afirmou o governador Paulo Câmara.
Essas doses serão destinadas exclusivamente ao início de novos esquemas vacinais na população em geral, assim como nos adolescentes entre 12 e 17 anos com deficiência permanente, comorbidades, gestantes, puérperas (no puerpério remoto – até um ano) ou privados de liberdade.
Pela manhã, já haviam sido recebidas outras 215.300 vacinas da Coronavac/Butantan para reforçar o esquema completo da população em geral. Todas essas 401.330 novas doses serão encaminhadas às Gerências Regionais de Saúde (Geres) no sábado (21), ficando à disposição para retirada pelos gestores municipais.
“Apenas nesta semana, serão mais de 600 mil doses disponibilizadas para avanço na imunização dos pernambucanos. Além da primeira dose do público adulto e dos adolescentes entre 12 e 17 anos inclusos no Plano Nacional de Operacionalização, também distribuímos lotes para a segunda dose do público em geral, pessoas com comorbidades e deficiência e gestantes e puérperas, garantindo a finalização de esquemas vacinais”, afirmou a superintendente de Imunizações da SES-PE, Ana Catarina de Melo.
“Mais uma vez, estamos orientando os municípios a terem atenção com as pautas de cada distribuição, e convocamos a população para garantir o seu direito à imunização assim que chegar a sua vez. As vacinas são seguras, salvam vidas e são indispensáveis para reduzirmos os casos graves e óbitos pela Covid-19”, Completou Ana.
Até agora, exatas 9.091.160 doses chegaram ao Estado, sendo 3.906.770 da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, 3.107.380 da Coronavac/Butantan, 1.904.760 da Pfizer/BioNTech e 172.250 da Janssen.
Por Zé Teles – JC A regra é clara: dinheiro público, vindo dos cofres do Estado, só vai servir para pagar cachê, neste período junino, a grupos e artistas nascidos em Pernambuco ou que vivam aqui há, pelo menos, seis meses. É o que diz a Convocatória Estadual Conjunta da Secretaria de Cultura/Fundarpe – Secretaria […]
A regra é clara: dinheiro público, vindo dos cofres do Estado, só vai servir para pagar cachê, neste período junino, a grupos e artistas nascidos em Pernambuco ou que vivam aqui há, pelo menos, seis meses. É o que diz a Convocatória Estadual Conjunta da Secretaria de Cultura/Fundarpe – Secretaria de Turismo/Empetur. As atrações serão selecionadas, a partir de edital, por uma comissão formada por cinco pessoas: três integrantes do governo, dois da sociedade civil (que ainda serão escolhidos). “Temos muitas razões para isso”, explica Marcelino Granja, secretário estadual de Cultura. “Nenhuma é xenofóbica ou bairrista”, garante. “A gente não vai cometer nenhum tipo de discriminação”, reforça Felipe Carreras, secretário de Turismo de Pernambuco.
Aquela que vem levando a culpa por quase tudo em tempos atuais, também aqui é apontada como justificativa para a decisão estadual: a crise financeira. O titular da Cultura afirma que, grosso modo, a contratação de artistas de outros Estados é mais cara. “Menos recursos, mais criatividade. A forma mais eficaz de o Estado ajudar é distribuindo a verba com o maior número de artistas.” “É uma forma de, no momento de corte, dar um remédio para que os artistas locais não sejam prejudicados”, confirma Carreras.
A redução de que falam ambos é calculada em R$ 4 milhões. Ano passado, o Governo de Pernambuco gastou com o Ciclo Junino R$ 12 milhões; neste ano, serão R$ 8 milhões. Mas a restrição à contratação dos não nascidos ou não moradores de Pernambuco tem exceções: Arcoverde e Caruaru, cidades onde o período junino tem ainda mais vigor, receberão dinheiro estadual através de convênios, escapando, assim, da convocatória – e da exclusão dos “estrangeiros”. São 2,5 milhões para Caruaru e R$ 800 mil para Arcoverde.
Marcelino Granja explica ainda que, apesar de o corte de despesas ter determinado a adoção que critérios de escolha para o apoio estadual, também foi avaliado o fato de que, em grande parte dos casos, são as prefeituras – e não o Estado – que regem as festas juninas de cada cidade. Ele lembra que isso também acontece no período carnavalesco: “A Prefeitura do Recife define o Carnaval do Recife; a Prefeitura de Olinda define o Carnaval de Olinda”.
Artistas e grupos que quiserem se submeter à seleção precisam se inscrever até o dia 25. A divulgação das propostas vencedoras acontece em 9 de junho. Há, na convocatória, uma clara opção pelos brincantes da cultura popular, assim listados no documento: grupo de bacamarteiros, banda de pífanos, bumba meu boi, cavalo marinho, ciranda, coco, danças populares, embolada, forró, mamulengo, mazurca, quadrilha junina (de bonecos gigantes ou de perna de pau), reisado, repente, São Gonçalo, viola e xaxado.
Questionado se essa seria uma forma de se evitar que o dinheiro público apoiasse aqueles que se dedicam à chamada “fuleiragem music” (ou “forró de plástico”), Felipe Carreras rebate: “Não haverá exclusão. Mas é óbvio que a comissão vai olhar com mais atenção os que se dedicam ao forró autêntico”.
Apesar de divulgados por quatro instituições estaduais (duas secretarias mais Fundarpe e Empetur), alguns dos critérios de seleção ainda precisarão ser melhor definidos. A paraibana Elba Ramalho, por exemplo, apesar de ter títulos de Cidadã de Pernambuco e do Recife (e passar parte de seu tempo na cidade), pode ou não ser selecionada? “Acho que há vários artistas com título de cidadania. Teremos que analisar”, pondera Marcelino Granja. “São títulos concedidos pelo poder legislativo”, afirma Felipe Carreras. “Elba está dentro”, garante.
Por: Magno Martins O mundo musical artístico é muito perverso, permeado por boas surpresas que raramente são objetos de destaque na mídia. Cantadores talentosos nem sempre têm presença no noticiário e nos programas televisivos em que soltam a voz e encantam, muitas vezes nem pelo canto de sabiá, mas pela leveza da letra que amolece […]
O mundo musical artístico é muito perverso, permeado por boas surpresas que raramente são objetos de destaque na mídia. Cantadores talentosos nem sempre têm presença no noticiário e nos programas televisivos em que soltam a voz e encantam, muitas vezes nem pelo canto de sabiá, mas pela leveza da letra que amolece qualquer coração de pedra.
O mercado dos que sobem ao palco também é feito de convenções, para não fugir a regra de uma sociedade desinformada do que se pode chamar de bom cardápio musical. Dá-se, hoje, muito mais valor ao forró estilizado e ao duvidoso gosto da sofrência do que ao que de fato suaviza ouvidos e alegra corações entristecidos.
Paulo Matricó, vindo de mala e cuia do vale poético do Pajeú, especialmente sua Tabira, de onde tira da terra seca os motes de inspiração do seu belo repertório, já teve seu momento de glória valorizado entoando Luiz Gonzaga num grande cordel mostrado num especial da TV Globo.
Muito pouco, entretanto, para o espaço dado à sofrência. Ainda pouco conhecido, Paulo Matricó é um dos monstros sagrados da MPB brasileira do bom gosto. Há pouco, conheci em Afogados da Ingazeira uma bela encarnação da sua veia poética transformada em música enquanto o Rio Pajeú banhava a sua alma de inspiração: Apreço ao meu lugar.
“Eu viajei pra muito longe/Atrás de um mundo novo/E me realizar/E quanto mais distante eu fui/Mais perto me encontrei/Aqui do meu lugar.
Se deita na minha lembrança/A correnteza mansa/ Águas do meu riacho/Espelhos nos igarapés/Quando lavava os pés/E a sombra por debaixo.
Progresso, eu sei, é necessário/Mas não há salário/Que pague o que eu tenho/Indústria que tudo refina/Mas só…
Perceberam que profundeza de canto belo? Mas por que poucos conhecem? Porque os novos tempos do mau gosto propagam algo tão nocivo aos ouvidos e ao coração como uma aberrante e intolerável Caneta Azul. Pelo amor de Deus!
Mas se você gosta mesmo do que é bom, sem risco de ser enganado, vá amanhã conferir o espetáculo Cordel Operístico Lua Alegria, no Janeiro de Grandes Espetáculos.
A apresentação será única, no Teatro Apolo, às 21h. Uma interpretação narrada ineditamente por Paulo Matricó na linguagem de cordel, unindo dramaturgia, canto e música, sob o fio condutor de trilha musical pesquisada e produzida sob a influência da tradição popular de Pernambuco.
O espetáculo Cordel Operístico Lua Alegria envolve o roteiro dramatúrgico baseado no livro-cordel de Paulo Matricó, que trata da trajetória de vida de Luiz Gonzaga e sua saga do Nordeste à conquista do Sudeste brasileiro.
Além de sua dimensão física, presença de intérpretes e músicos, o espetáculo faz interação com o universo histórico e artístico das culturas tradicional e contemporânea do Nordeste, por meio da projeção de xilogravuras e imagens virtuais, num diálogo entre narradores intérpretes, trilha musical e o mundo virtual.
Não perca ! O rouxinol de Tabira vai te seduzir.
Serviço:
Cordel Operístico Lua Alegria no Janeiro de Grandes Espetáculos
O Azulão vai arrastar uma multidão pelas ruas de Serra Talhada, na quinta-feira (8). Comandando pelo deputado federal licenciado e secretário estadual de Transportes, Sebastião Oliveira, e pelo deputado estadual Rogério Leão, o bloco fará a festa de milhares de foliões. A turma vai se concentrar na Rua dos Correios, a partir das 17h. Um […]
O Azulão vai arrastar uma multidão pelas ruas de Serra Talhada, na quinta-feira (8). Comandando pelo deputado federal licenciado e secretário estadual de Transportes, Sebastião Oliveira, e pelo deputado estadual Rogério Leão, o bloco fará a festa de milhares de foliões. A turma vai se concentrar na Rua dos Correios, a partir das 17h. Um trio elétrico vai agitar a galera no percurso até o Tunas Clube.
A festa dentro do clube será gratuita, porém a única exigência é que a pessoa esteja vestida com roupa na cor azul, já que o evento é temático. Também serão disponibilizados abadás, que não serão vendidos, apenas trocados por 2Kg de alimentos não perecíveis. Tudo que for arrecadado será doado a instituições de caridade da cidade.
Sebastião Oliveira explicou a importância do O Azulão. “Vamos salvar o carnaval de Serra Talhada, já que não existe nenhuma programação oficial. Fomos em busca de parcerias e conseguimos viabilizar a realização de um carnaval com qualidade. A festa também tem a sua importância social e econômica, pois muitas pessoas terão a oportunidade de conseguirem uma renda extra nesse período de crise. Também vamos conseguir arrecadar uma boa quantidade de alimentos, que certamente fará mais feliz o carnaval de muita gente”, frisou Oliveira.
Serviço:
Bloco O Azulão
Data: 8 de fevereiro
Concentração, às 17h, na Rua dos Correios
Atrações: Pedrinho Pegação, Saia Elétrica, Wallas Arraias e Edgar Jr.
Apesar de todo o sigilo alimentado pelo ministro relator Augusto Nardes em torno de sua decisão sobre as contas do governo, interlocutores e outros ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) afirmam que ele deu sinais claros de que vai dar parecer pela reprovação das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff. Até a […]
Apesar de todo o sigilo alimentado pelo ministro relator Augusto Nardes em torno de sua decisão sobre as contas do governo, interlocutores e outros ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) afirmam que ele deu sinais claros de que vai dar parecer pela reprovação das contas de 2014 da presidente Dilma Rousseff.
Até a segunda-feira (15), pelo menos, essa era a sinalização que Nardes havia transmitido a alguns de seus pares ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo. A apenas um dia do julgamento do processo pelo TCU, portanto, uma eventual mudança de voto de Augusto Nardes para aprovar as contas seria uma “surpresa”, segundo fontes.
A decisão que será tomada pelo ministro relator é crucial, porque embasa os demais sete votos da corte. Em caso de empate da decisão – quatro a quatro -, o processo segue para o nono voto, que seria dado pelo presidente do TCU, Aroldo Cedraz.
Na segunda-feira (15), os ministros passaram o dia em reuniões. Há propostas que vão desde um parecer adverso pontual – espécie de reprovação apenas das “pedaladas” – até a rejeição total das contas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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