Apresentador do SBT que criticou medidas restritivas em BH morre de covid-19
Por Nill Júnior
Eu não vou matar meus pais. Não tem ninguém nesse mundo que me impeça de olhar nos olhos dos meus pais e dizer a eles: Eu amo vcs! Vou buscar um diploma que meu herói (pai) guarda na parede da sala da nossa inviolável residência #Dia22VaiSerGigante e ninguém vai me impedir. pic.twitter.com/5b5P1Zo3o0
Stanley Gusman, apresentador de um programa policial na TV Alterosa de Minas Gerais, faleceu na noite deste domingo (11), em Nova Lima, cidade na grande Belo Horizonte. Internado desde o fim do ano passado por complicações da covid-19, Stanley sofreu uma infecção secundária enquanto recebia tratamento em um Centro de Terapia Intensiva (CTI).
O jornalista era também advogado e escritor, além de já ter tido passagem por outros canais de TV no estado. Poucos dias antes de receber o diagnóstico positivo para a doença, Stanley criticou as propostas feitas pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD), para combater a pandemia.
No ar, Stanley respondeu. “Não concordo com o senhor”, disse. “Vou visitar meu pai, vou visitar minha mãe, e não vou matá-los”. As informações dão conta de que, quando deu entrada no hospital com sintomas de covid-19, Stanley foi encaminhado diretamente ao CTI.
Ainda não há informações sobre horário e velório do apresentador. O Brasil passou, na sexta-feira (8), da marca de 200 mil mortos pela doença.
Afirmação foi feita em rede social após procurador-geral ter recebido o relatório final da CPI das mãos de senadores. Documento atribui a Bolsonaro 9 crimes e pede 80 indiciamentos. Por Rosanne D’Agostino e Marcela Mattos, g1 O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta quarta-feira (27) em rede social que, com o relatório da CPI […]
Afirmação foi feita em rede social após procurador-geral ter recebido o relatório final da CPI das mãos de senadores. Documento atribui a Bolsonaro 9 crimes e pede 80 indiciamentos.
Por Rosanne D’Agostino e Marcela Mattos, g1
O procurador-geral da República, Augusto Aras, afirmou nesta quarta-feira (27) em rede social que, com o relatório da CPI da Covid em mãos, poderá “avançar” na apuração sobre autoridades com foro privilegiado.
A mensagem foi publicado após Aras ter recebido na sede da PGR em Brasília um grupo de senadores da CPI. O documento foi aprovado na noite desta terça, pede 80 indiciamentos e atribui ao presidente Jair Bolsonaro nove crimes durante a pandemia.
“Esta CPI já produziu resultados. Temos denúncias, ações penais, autoridades afastadas e muitas investigações em andamento e agora, com essas novas informações poderemos avançar na apuração em relação a autoridades com prerrogativa do foro nos tribunais superiores”, disse Aras em rede social.
O relatório também inclui pedidos de indiciamento de: ministros;ex-ministros; filhos do presidente da República; deputados federais; médicos; empresários; governador do Amazonas, Wilson Lima; duas empresas que firmaram contrato com o Ministério da Saúde (Precisa Medicamentos e VTCLog).
Ao todo, são 13 pessoas com foro privilegiado incluídas no relatório final da CPI. A Procuradoria terá de decidir se arquiva os pedidos de indiciamento, se instaura um inquérito ou se apresenta denúncia.
CPI cobra ‘justiça’
Nesta terça, antes da votação do relatório final, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), cobrou providência da PGR e que se faça “justiça”.
“Não queríamos e não queremos vingança, queremos justiça. E, se alguém acha que algum procurador vai matar no peito esse relatório e dizer que isso aqui são narrativas, vai ter que dizer como foram essas narrativas. Sabe por quê? Porque esse inquérito é público, não é fictício, feito às escondidas”, disse Aziz nesta terça.
“Não há como qualquer membro do Judiciário dizer que não existiu. Pode até questionar alguma coisa, mas vai ter que escrever, vai ter que negar, vai ter que botar lá a sua assinatura e dizer que não houve nada. E o bom brasileiro, aquele que jurou a Constituição, aquele que passou num concurso público, não tem o direito de engavetar. Ele tem a obrigação de continuar a investigação”, acrescentou o presidente da comissão.
Aziz já havia dito que o Ministério Público terá de ser “mágico” para não pedir a punição de ninguém.
O prefeito eleito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, do PSDB, lançou oficialmente a logomarca de sua nova gestão, simbolizando o início de um novo capítulo para a administração municipal. A identidade visual foi criada pelo designer gráfico Allisson Mayrtssonn, um filho da cidade que já havia colaborado na produção de vídeos para a campanha de […]
O prefeito eleito de Iguaracy, Dr. Pedro Alves, do PSDB, lançou oficialmente a logomarca de sua nova gestão, simbolizando o início de um novo capítulo para a administração municipal. A identidade visual foi criada pelo designer gráfico Allisson Mayrtssonn, um filho da cidade que já havia colaborado na produção de vídeos para a campanha de Dr. Pedro Alves e do vice-prefeito Marquinhos Melo, também do PSDB.
Allisson esteve envolvido na criação de várias peças de publicidade ao lado de Bruno Lopes e Guilherme Simões, que cuidam das redes sociais de Zeinha Torres, Dr. Pedro Alves e Marquinhos Melo.
A logomarca do Governo Municipal de Iguaracy transmite uma mensagem forte de progresso e cuidado com a comunidade. As cores vibrantes e o design moderno mostram isso! A combinação das cores da bandeira do município de Iguaracy com elementos da natureza cria uma identidade única e representativa. O slogan “Cuidado que transforma, trabalho que avança!” resume perfeitamente a missão do governo.
Dr. Pedro Alves expressou sua satisfação com o trabalho de Allisson, ressaltando a importância de contar com talentos locais. “É fundamental que a nossa identidade visual represente não apenas nossa administração, mas também a força e a criatividade de Iguaracy. Estou muito feliz com o resultado e agradeço ao Allisson pelo excelente trabalho”, afirmou o prefeito eleito em suas redes sociais.
Poder 360 O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu declarações à imprensa em São Paulo após palestra no SindiMais, que discute o futuro do trabalho. O cacique falou sobre reforma tributária e o pedido de criação de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o vazamento de óleo nas praias nordestinas. Sinteticamente, Maia disse: Reforma […]
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), deu declarações à imprensa em São Paulo após palestra no SindiMais, que discute o futuro do trabalho. O cacique falou sobre reforma tributária e o pedido de criação de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o vazamento de óleo nas praias nordestinas. Sinteticamente, Maia disse:
Reforma tributária – “Tenho certeza que nós vamos chegar num texto até o final do ano, para debater com senadores e deputados”
Apoio de empresários – “Não é possível que o setor privado não colabore agora [para a reforma tributária]. Na Previdência, que eles são pouco atingidos, todos foram colaborativos”
CPI do Óleo – “O que não pode é transformar uma CPI numa disputa do governo federal com seus adversários no NE. Até segunda-feira vou decidir sobre esse tema”
Segundo o presidente da Câmara, é função da reforma tributária destravar a economia. “Nós temos um miolo de proposta que tem muito consenso na Federação. Temos alguns conflitos com alguns setores da economia”.
Após cobrar maior engajamento do setor empresarial para o avanço nas mudanças do sistema de impostos, o presidente da Câmara fez um aceno: “Não é para ficar reticente, precisa sentar à mesa e a gente encontrar uma solução”.
Sobre o pedido de CPI do óleo, vindo do deputado João Campos (PSB-PE), o presidente da Câmara disse que pode ser 1 bom instrumento para pensar em ações futuras.
“Será que essa estrutura do Ministério do Meio Ambiente é suficiente?”, colocou como uma questão para a possível CPI. Ele mostra preocupação, porém, com a animosidade que provavelmente haveria na comissão.
Em nota oficial enviada a este blog, a LATAM Airlines Brasil manifestou total repúdio à conduta do piloto Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos, preso nesta semana no Aeroporto de Congonhas. A companhia declarou que “repudia veementemente qualquer ação criminosa e quaisquer atos que desrespeitem os seus valores, ética e código de conduta”, reiterando que […]
Em nota oficial enviada a este blog, a LATAM Airlines Brasil manifestou total repúdio à conduta do piloto Sérgio Antônio Lopes, de 60 anos, preso nesta semana no Aeroporto de Congonhas. A companhia declarou que “repudia veementemente qualquer ação criminosa e quaisquer atos que desrespeitem os seus valores, ética e código de conduta”, reiterando que permanece à disposição da Justiça para colaborar com as investigações.
O caso, que choca pela crueldade e pelos ataques aos direitos humanos fundamentais, é conduzido pelo Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Segundo a delegada Ivalda Aleixo, Lopes é apontado como o líder de uma rede de exploração sexual e pornografia infantil que utilizava documentos falsos para burlar a fiscalização.
“Tudo aponta que ele é o líder, o dono dessa rede de exploração”, afirmou a delegada Ivalda Aleixo.
As investigações, que duraram três meses, revelaram um cenário de violência extrema e violação sistemática da infância:
Uso de RGs falsos: O suspeito utilizava documentos de adultos para levar as crianças a motéis sem levantar suspeitas.
Violência física: Além do abuso sexual, a polícia identificou marcas de agressões físicas recentes em uma das vítimas.
Vítimas vulneráveis: Entre as crianças identificadas estão três irmãs; uma delas era abusada desde os oito anos de idade. A avó das meninas também foi presa temporariamente por suspeita de conivência ou participação no esquema.
A prisão ocorreu dentro de uma aeronave, reforçando a gravidade da infiltração de criminosos em setores sensíveis da sociedade. O caso agora segue para a fase de instrução processual, enquanto a rede de proteção à criança e ao adolescente busca garantir o acolhimento das vítimas.
Terminou pouco depois da uma da tarde o debate com os candidatos à Prefeitura de Serra Talhada promovido pela Cultura FM, com mediação desse jornalista. A primeira surpresa foi a da presença da prefeita Márcia Conrado, do PT. Alguns achavam que, pela posição nas pesquisas e por entender que seriam três contra uma, Márcia não […]
Terminou pouco depois da uma da tarde o debate com os candidatos à Prefeitura de Serra Talhada promovido pela Cultura FM, com mediação desse jornalista.
A primeira surpresa foi a da presença da prefeita Márcia Conrado, do PT. Alguns achavam que, pela posição nas pesquisas e por entender que seriam três contra uma, Márcia não compareceria. Mas ela foi.
Com ela, o embate com Miguel Duque, Luiz Pinto e Jucélio Souza ficou muito mais interessante.
Outra marca do debate foi a quantidade de direitos de resposta solicitados, a maioria pela assessoria de Márcia. À exceção dela, só Miguel Duque recorreu à ferramenta. Ambos tiveram alguns direitos cedidos e outros negados, sob a batuta do talentoso advogado Jonas Cassiano.
Como era esperado, os confrontos mais aguardados eram os que envolviam Miguel Duque e Márcia Conrado. O filho de Luciano Duque disse em mais de uma oportunidade que Márcia tirou seu pai da disputa e praticou ingratidão. Márcia rebateu dizendo que essa marca é de Luciano, citando nomes como Marília Arraes e Carlos Evandro, que seriam exemplos do contrário: o traidor seria Duque.
Márcia teve que rebater questionamentos como o da liminar que determinou aplicação correta de recursos do Fundeb. Disse que não houve mal versação dos recursos. Em outras momentos, fez defesa da gestão e indiretamente criticou Luciano, quando sugeriu que arrumou muito do que encontrou desorganizado.
Em um momento, Miguel desafiou Márcia a um debate público com Luciano Duque, para mostrar quem fez mais por Serra Talhada. Márcia não quis polemizar e se manteve sem reagir.
Os demais, Jucélio Souza e Luiz Pinto foram franco atiradores, questionando os dois ciclos recentes. Jucélio se colocou como único candidato independente do processo e foi para o embate com Márcia quando tratou de ações na educação, a ponto de perguntar porquê a candidata não tinha suas filhas em escola pública. Márcia disse que não há diferença no tratamento. Também disse que os políticos de Serra são reféns de um “sistema”.
Já Luiz Pinto foi o nome que, com suas posições, mais arrancou risos da plateia pela eloquência. Hora atacava Márcia, hora Duque e Miguel, chegando a dizer que a gestora não assumiria um segundo mandato por imposição da justiça, gerando um direito de resposta.
Pinto em suma tentou ao seu estilo emplacar a percepção que Márcia, Luciano e Miguel são feitos do mesmo material e origem.
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