Coordenadora do CPRH garante que reivindicações do Fé e Política serão analisadas
Por André Luis
Por André Luis, com informações de Celso Brandão
Terminou no início da tarde desta quinta-feira (20) a reunião entre o grupo Fé e Política e representantes do Governo do Estado no auditório da Secretaria de Educação de Afogados da Ingazeira, que tratou sobre ações para combater o desmatamento irregular na região.
Com a ausência do Secretário Estadual de Meio Ambiente, José Berttoti Júnior, ficou a cargo da coordenadora de Fiscalização Ambiental do CPRH, Silvana Valdevino da Silva, representá-lo.
Silvana destacou ao repórter Celso Brandão da Rádio Pajeú, a importância da união entre poder público e a sociedade civil no combate ao desmatamento e a degradação ambiental. “Ações e iniciativas como esta só contribuem para o poder público atuar e exercer o seu papel na essência. Esta união é essencial”, destacou Silvana que também fez uma avaliação muito positiva da reunião.
Ela afirmou que as reivindicações feitas pelo grupo Fé e Política, serão todas analisadas e que, algumas já tem encaminhamentos para efetivação. “Outras serão avaliadas pelo Secretário que está de fato imprimindo esforços para atender essas demandas”, afirmou.
Também destacou a existência de alguns desafios mas disse que o Governo do Estado junto o CPRH tem buscado soluções para atender as questões relacionadas ao combate do desmatamento ilegal. “Não é fácil combater o desmatamento, o tráfico da fauna silvestre e pra isso a gente precisa muito da ajuda da população e desses órgãos e dessas entidades organizadas para nos ajudar”.
A coordenadora afirmou ainda que o Secretário José Berttoti está a disposição para marcar uma futura reunião, desta vez com a presença dele.
A Secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista, falou hoje ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú. Por cerca de quarenta minutos, tratou detalhadamente de temas que mexem diretamente com a qualidade de vida dos sertanejos. Veja o que ela falou sobre os principais pontos em debate: Voo Azul entre Serra Talhada e Recife Os técnicos da […]
A Secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista, falou hoje ao programa Manhã Total da Rádio Pajeú. Por cerca de quarenta minutos, tratou detalhadamente de temas que mexem diretamente com a qualidade de vida dos sertanejos. Veja o que ela falou sobre os principais pontos em debate:
Voo Azul entre Serra Talhada e Recife
Os técnicos da Infraero na verdade vem atender um pedido que o Governo de Pernambuco levou no início de junho na Presidência da estatal em Brasília. Fui pessoalmente. Solicitamos essa vinda deles para apoiar o Estado com um plano de operação de voos. O Aeroporto já tem condições de passar a ter operações. Estamos com a negociação na etapa final com a Azul Linhas Aéreas para passar a ter voos comerciais e a ANAC nos garante que é possível tecnicamente de acordo com a infraestrutura existente passar a ter operação de voo com uma ou duas vezes por semana e depois aumentando a frequência. O objetivo é de fato trazer essa operação comercial ainda em 2019. Agora em agosto vamos ter a indicação de quando efetivamente vai passar a ter esse início de operação. A Azul pede entre dois ou três meses depois de tudo instalado como está hoje para iniciar a operação.
Distribuição de água em Afogados e Tabira
Muitas vezes há impacto no cronograma porque temos uma dependência significativa em termos financeiros com o Governo Federa. Já tivemos três reuniões do Governador junto ao Ministro Gustavo Canuto e ele tem cobrado reiteradas vezes a necessidade de ele aportar todos os recursos pactuados. Em algumas obras esse aporte tem ocorrido como na Adutora do Agreste, onde foram liberados R$ 82 milhões. Metade do investimento em infraestrutura é em água. A questão das obras em Tabira vão de fato trazer um aumento do fornecimento em Afogados e o objetivo é manter essas obras. A segunda Etapa da Adutora do Pajeú ainda vai incrementar essa distribuição com a operação definitiva. O objetivo é que em agosto haja inicio da operação da ETA Tabira que vai desafogar o sistema e aumentar a disponibilidade para os municípios.
Porque o tapa buracos
Ainda que haja a necessidade de uma solução definitiva esse trabalho de tapa buracos ameniza os riscos de acidentes que uma estrada sem manutenção impõe. A gente faz a restauração numa primeira fase enquanto os projetos são desenvolvida e posteriormente a gente vai licitar as obras definitivas. Já há localidades com o projeto pronto e vamos licitar as obras como na Afrânio-Dormentes.
Vias em pior estado no Pajeú
Vamos dar a ordem de serviço do projeto de restauração da PE 365 (Triunfo-Serra).A Tabira-água Branca é um dos exemplos que exigem inicialmente tapa-buracos, a PE 304. A PE 265, de Placas até Pernambuquinho, estaremos licitando o projeto na primeira quinzena de agosto, mas tem que fazer uma operação de tapa-buracos, de drenagem. O objetivo é manter a trafegabilidade. Tem localidade que não cabe tapa-buracos como o aceso a Buíque que já está no leito natural, no barro. Cada rodovia tem uma solução diferente. Parte da PE 320 que percorremos precisa de uma manutenção corretiva, mas onde está bom que é o trecho maior faremos um micro-revestimento, intervenção barata que vai prorrogar por dez anos a vida útil da rodovia.
Logística da operação
São 24 equipes no estado inteiro, duas no Sertão do Pajeú. A intenção é colocar uma terceira equipe ainda esse ano. Essa rota traz aumento na produtividade. A PE 320 está na nossa relação como a terceira via a ser requalificada. Estamos atuando na PE 275, depois vamos na PE 263. Tem um trabalho pra fazer na PE 264, onde estive. E a PE 320 está na sequência, provavelmente nesse mês de agosto. É importante manter essa rota porque se pular todo dia não atende nem uma nem outra.
PE 275: porque parte está revisada e parte não
Visitei a PE 275 e rodei os cento e poucos quilômetros da via. Existem patologias distintas no pavimento. Vários buracos uns próximos dos outros requerem um tratamento de substituição das camadas mais profundas. É uma metodologia diferente do convencional tapa-buracos. O que a gente vai conversar com a empresa é para casar as agendas, não deixando tão distantes a solução desses buracos menores que requerem na linguagem informal um pano, estabilizando a base e sub-base abaixo do pavimento, e depois fechar com o asfalto. Por isso dá a sensação que fica pra depois. A ideia é trazer a trafegabilidade para a rodovia como um todo.
Saneamento de Afogados
A obra é um convênio formalizado junto a Codevasf entre 2011 e 2012 e a gente tem cobrado a aporte dos R$ 9 milhões que estão faltando por parte do Governo Federal. A gente entende apesar das divergências politicas que existem a gente tem recebido a transferência dos recursos e a gente tem cobrado que haja de fato a retomada na liberação desses recursos que vão permitir a conclusão dessas obras. Estamos em 30 cidades com projetos de saneamento. Itapetim, por exemplo está com os trabalhos avançados.
O deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB) está buscando meios para que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito da inconstitucionalidade da vaquejada seja revista. Nesta terça-feira (11), assinou documento que vai permitir a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Vaquejada como Evento Desportivo e Cultural. O parlamentar explica que o principal objetivo […]
O deputado federal Kaio Maniçoba (PMDB) está buscando meios para que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) a respeito da inconstitucionalidade da vaquejada seja revista. Nesta terça-feira (11), assinou documento que vai permitir a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Vaquejada como Evento Desportivo e Cultural.
O parlamentar explica que o principal objetivo desta Frente Parlamentar será a regulamentação, por meio de Lei Federal, da vaquejada, em todo o território nacional.
“É importante lembrar, que este esporte existe há mais de 100 anos em nosso país. Além disso, tem sido fonte de manutenção de 120 mil empregos diretos e 600 mil empregos indiretos, o que consideravelmente ajuda a movimentar a economia brasileira com o aporte de 600 milhões de reais/ano”, enfatiza.
Maniçoba se sente confiante que por meio desta Frente Parlamentar, em breve, estados brasileiros poderão retornar com a tradicional prática da vaquejada.
O SINTEST, Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Serra Talhada, teve assembleia hoje na Câmara de Vereadores e manteve a paralisação das atividades, além de um cronograma de ação. Segundo Júnior Moraes, presidente do Sindicato, falando ao Sertão Notícias, da Cultura FM, não houve nem como avaliar a contraproposta de aumento oferecida pela prefeitura de […]
O SINTEST, Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Serra Talhada, teve assembleia hoje na Câmara de Vereadores e manteve a paralisação das atividades, além de um cronograma de ação.
Segundo Júnior Moraes, presidente do Sindicato, falando ao Sertão Notícias, da Cultura FM, não houve nem como avaliar a contraproposta de aumento oferecida pela prefeitura de Serra Talhada.
“Foi uma contraproposta absurda do governo municipal de 5,46% para toda a categoria. Já deixamos de pronto encaminhado de que a assembleia não aceitaria. A gente se mantém em greve com algumas atividades na semana”.
Na agenda de atividades, nesta terça estarão participando da sessão da Câmara para levar a pauta ao legislativo. Todos irão de preto. Na quarta, participam de encontro na frente do Sindicato e sairão em protesto nas ruas. Na quinta, na escola Nossa senhora da Penha, da COHAB, fazem manifestação explicando a paralisação.
Na próxima segunda estarão na Concha Acústica e saem em manifestação pela praça Sérgio Magalhães, parando também a frente da prefeitura. O grupo não disse se levará algum protesto à agenda de Raquel Lyra em Serra esta semana com e prefeita Márcia.
Júnior destacou que é importante a mobilização de pais e comunidade escolar para a valorização da categoria. “O primeiro passe seria o município dar o reajuste de 19,45%. Entendemos que há recurso pra isso. A média de recursos que chega a Serra é muito boa. Diz também que depois da reunião com Márcio Oliveira não houve mais nenhum contato da gestão Márcia Conrado. “Tentei através de alguns interlocutores mas a gente não conseguiu”.
O Boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (21), aponta sinal forte de crescimento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas). O número de novos casos de SRAG estimados para a Semana Epidemiológica (SE) 2 (período de 9 a 15 […]
O Boletim InfoGripe Fiocruz, divulgado nesta sexta-feira (21), aponta sinal forte de crescimento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na tendência de longo prazo (últimas seis semanas) e de curto prazo (últimas três semanas).
O número de novos casos de SRAG estimados para a Semana Epidemiológica (SE) 2 (período de 9 a 15 de janeiro) é de cerca de 19,3 mil casos [média entre 17,5mil – 21,4mil], enquanto a estimativa para a SE 1 é de 15,8mil [15mil – 16,5mil]. Em termos de média móvel, passou de 13 mil para 16 mil casos semanais, representando um aumento de 23% em relação à SE 1.
Vinte e duas Unidades da Federação apresentam ao menos uma macrorregião de saúde com nível de casos semanais de SRAG considerado muito ou extremamente alto, somando um total de 73 das 118 macrorregiões de saúde do país.
Todos os estados que apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo estão com o indicador em nível forte (probabilidade > 95%), exceto Rondônia, que apresenta sinal moderado (probabilidade > 75%).
Referente à SE 2 (período de 9 a 15 de janeiro), a análise tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe) até o dia 17 de janeiro.
Em relação às capitais, observa-se que 24 das 27 capitais apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo (últimas 6 semanas) até a SE 2. Apenas Boa Vista (RR), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA) não apresentam sinal de crescimento.
No entanto, a capital fluminense apresenta sinal de crescimento na tendência de curto prazo (últimas três semanas). Em relação à capital baiana, por conta da diferença significativa entre o quadro apresentado pelos dados da capital em relação ao das macrorregiões de saúde do entorno, sugerimos cautela em relação aos dados atuais e revisão dos registros para confirmação do cenário.
“Praticamente todos os estados apresentaram sinal de crescimento anterior às SE 52 de 2021 (26/12/2021 a 1/1/2022) e SE 2 de 2022 (2/1/2022 a 8/1/2022), deixando claro que tal cenário é ainda anterior às celebrações de final de ano.
No Rio de Janeiro, onde a houve distância maior entre o início da epidemia de Influenza e a retomada do crescimento da Covid-19, que levou a uma oscilação no número de novos casos no mês de dezembro, observa-se que o crescimento da Covid-19 já se sobrepõe à queda nos casos associados à gripe, fazendo com que os novos casos de SRAG mantenham sinal de crescimento”, ressalta o pesquisador Marcelo Gomes, coordenado do InfoGripe.
Dentre os casos positivos do ano corrente, 22,6% são Influenza A, 0,2% Influenza B, 3,6% vírus sincicial respiratório (VSR), e 64,4% Sars-CoV-2 (Covid-19). Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 40,1% Influenza A, 0,5% Influenza B, 5,6% vírus sincicial respiratório, e 47,3% Sars-CoV-2 (Covid-19).
Casos de SRAG
Referente ao ano epidemiológico 2022, já foram notificados 11.477 casos de SRAG, sendo 3.259 (28,4%) com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório, 3.117 (27,2%) negativos e ao menos 4.034 (35,1%) aguardando resultado laboratorial.
Dentre os positivos do ano corrente, 26,1% são Influenza A, 0,0% Influenza B, 0,3% vírus sincicial respiratório (VSR), e 71,6% Sars-CoV-2 (Covid-19). Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, a prevalência entre os casos positivos foi de 41,4% Influenza A, 2,3% Influenza B, 0,8% vírus sincicial respiratório (VSR), e 51,5% Sars-CoV-2 (Covid-19).
Como destacado na seção sobre os resultados laboratoriais, o final do ano de 2021 foi marcado por uma epidemia de Influenza A em praticamente todo o território nacional, seguida de retomada do crescimento nos casos de SRAG associados à Covid-19 a partir da segunda quinzena do mês de dezembro.
Macrorregiões
Em 25 dos 27 estados, observa-se ao menos uma macrorregião de saúde com sinal de crescimento nas tendências de longo ou curto prazo: Acre, Amazonas, Amapá, Pará e Tocantins no Norte; Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe no Nordeste; Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo no Sudeste; Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul no Centro-Oeste; Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina no Sul. Rondônia e Roraima são os único estado em que observa-se tendência de longo e curto prazo com sinal de queda ou estabilização.
Em relação às estimativas de nível de casos de SRAG para as macrorregiões de saúde, não observa-se nenhuma em nível pré-epidêmico, enquanto há dois em nível epidêmico; 43 em nível alto; 53 em nível muito alto; e 20 em nível extremamente alto.
A OAB Subseccional de Afogados da Ingazeira realizou várias atividades nesta semana, em alusão ao Dia do Advogado, que é hoje, dia 11 de agosto. Dentre as atividades, o Jovem Advogado em Ação colocou na Praça Arruda Câmara jovens com recente aprovação e credenciamento junto à Ordem dos Advogados do Brasil. A atividade é excepcional […]
A OAB Subseccional de Afogados da Ingazeira realizou várias atividades nesta semana, em alusão ao Dia do Advogado, que é hoje, dia 11 de agosto.
Dentre as atividades, o Jovem Advogado em Ação colocou na Praça Arruda Câmara jovens com recente aprovação e credenciamento junto à Ordem dos Advogados do Brasil.
A atividade é excepcional e deve ser estimulada. Assim como na Medicina, foi formada uma cultura em torno da profissionalização e elitização dos profissionais. Com isso, muitos talentos acabam perdendo o foco de um papel social que também devem cumprir em detrimento de uma carreira que leve ao status, ao bussines do Direito.
Num país tão desigual, milhões de brasileiros, muitos no Nordeste, não tem acesso a um advogado por falta de recursos, orientação ou carência de profissionais, como relatado essa semana em relação à Defensoria Pública do Estado.
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