Após fala de Bolsonaro, Anvisa diz ser ‘alvo do ativismo político violento’
Por André Luis
Na quinta, horas depois de a Anvisa aprovar a vacinação de crianças a partir de 5 anos, Jair Bolsonaro criticou a decisão e pediu que nomes dos responsáveis fossem divulgados.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nota nesta sexta-feira (17) para rebater declarações do presidente Jair Bolsonaro que, na quinta-feira (16), pediu que fossem divulgados os nomes dos envolvidos na aprovação da vacina contra a Covid-19 para crianças de 5 a 11 anos.
Em nota, a agência disse estar no foco e no alvo do ativismo político violento e que repele com veemência qualquer ameaça (veja íntegra da nota abaixo).
Nota Anvisa
Em relação às declarações do Sr. Presidente da República durante “Live” em mídia social no dia 16 de dezembro de 2021 a Agência Nacional de Vigilância Sanitária comunica:
A Anvisa, órgão do Estado Brasileiro, vem a público informar que seu ambiente de trabalho é isento de pressões internas e avesso a pressões externas.
O serviço público aqui realizado, no que se refere à análise vacinal, é pautado na ciência e oferece ao Ministério da Saúde, o Gestor do Plano Nacional de Imunização – PNI, opções seguras, eficazes e de qualidade.
Em outubro do corrente ano, após sofrer ameaças de morte e de toda a sorte de atos criminosos, por parte de agentes antivacina, no escopo da vacinação para crianças, esta Agência Nacional se encontra no foco e no alvo do ativismo político violento.
A Anvisa é líder de transparência em atos administrativos e todas as suas resoluções estão direta ou indiretamente atreladas ao nome de todos os nossos servidores, de um modo ou de outro.
A Anvisa está sempre pronta a atender demandas por informações, mas repudia e repele com veemência qualquer ameaça, explicita ou velada que venha constranger, intimidar ou comprometer o livre exercício das atividades regulatórias e o sustento de nossas vidas e famílias: o nosso trabalho, que é proteger a saúde do cidadão.
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) realizará amanhã, dia 10 de dezembro, às 9h, no auditório da instituição, a Agenda para os Planos de Mobilidade Urbana para municípios de 20 a 50 mil habitantes. O encontro busca reunir gestores e equipes técnicas para uma troca de informações sobre os requisitos e diretrizes da Política Nacional […]
A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) realizará amanhã, dia 10 de dezembro, às 9h, no auditório da instituição, a Agenda para os Planos de Mobilidade Urbana para municípios de 20 a 50 mil habitantes.
O encontro busca reunir gestores e equipes técnicas para uma troca de informações sobre os requisitos e diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana, prevista na Lei nº 12.587/2012.
A programação contará com a participação da Coordenadora-Geral de Planejamento da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Danielle Costa de Holanda, que apresentará orientações sobre o processo de elaboração dos planos e a importância do planejamento da mobilidade para a organização dos serviços e deslocamentos nos municípios.
A Associação também reforça que o evento marca o início do apoio direto aos municípios por meio do setor de Arquitetura e Engenharia, recentemente implantado na estrutura da Amupe.
O setor será responsável por acompanhar e oferecer suporte técnico às gestões municipais na elaboração dos Planos de Mobilidade Urbana, contribuindo para que cada cidade avance no cumprimento das exigências legais e na construção de instrumentos de planejamento.
“O objetivo é assegurar que os municípios tenham as condições necessárias para estruturar seus planos de mobilidade com orientação técnica adequada. A Amupe estará ao lado das gestões, oferecendo suporte e construindo esse caminho de forma conjunta”, afirmou o presidente da Associação, Marcelo Gouveia.
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um procedimento administrativo para apurar falhas no fornecimento de água potável e no controle dos carros-pipa que abastecem os municípios de São José do Egito e Santa Terezinha, no Sertão do Pajeú. A medida foi publicada no Diário Oficial do MPPE desta quinta-feira (9) e tem como base […]
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) instaurou um procedimento administrativo para apurar falhas no fornecimento de água potável e no controle dos carros-pipa que abastecem os municípios de São José do Egito e Santa Terezinha, no Sertão do Pajeú. A medida foi publicada no Diário Oficial do MPPE desta quinta-feira (9) e tem como base a Portaria nº 01734.000.017/2023, assinada pelo promotor Aurinilton Leão Carlos Sobrinho.
De acordo com o documento, o procedimento tem como objetivo “promover a adequação do fornecimento e do monitoramento da qualidade da água para consumo humano, bem como garantir a higidez dos meios de distribuição”, com foco especial nas soluções alternativas coletivas, como os carros-pipa — públicos, particulares ou operados pelo Exército.
O Ministério Público considera que o fornecimento de água nas duas cidades é historicamente deficiente e que a dependência de sistemas alternativos sem o devido controle de qualidade representa grave risco à saúde pública, pela possibilidade de transmissão de doenças de origem hídrica.
A portaria também destaca que, apesar de reuniões e medidas anteriores para tratar do tema, persistem falhas e deficiências na fiscalização e no controle da qualidade da água transportada por carros-pipa, além de notícias de irregularidades no abastecimento pela Compesa.
Segundo o promotor Aurinilton Leão, há “elevado grau de probabilidade de existir relação de causalidade entre o fornecimento de água sem o devido tratamento e surtos epidêmicos de doenças diarreicas agudas”.
O MPPE pretende, com o procedimento, identificar responsabilidades de agentes públicos e fornecedores privados, além de adotar medidas corretivas para garantir o fornecimento de água potável adequada à população dos dois municípios.
Candidatos deixam troca de acusações de lado, evitando atacar adversários e discutir temas como a Lava Jato e a prisão de Lula Do Terra O tom belicoso e polarizado que marca a vida política brasileira nos últimos anos ficou longe do primeiro debate com os candidatos à Presidência da República, organizado pela rede de TV […]
Candidatos deixam troca de acusações de lado, evitando atacar adversários e discutir temas como a Lava Jato e a prisão de Lula
Do Terra
O tom belicoso e polarizado que marca a vida política brasileira nos últimos anos ficou longe do primeiro debate com os candidatos à Presidência da República, organizado pela rede de TV Bandeirantes na noite desta quinta-feira (09/08).
Temas que dominam as discussões no país, como a Operação Lava Jato e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ganharam pouca ou nenhuma atenção da maior parte dos concorrentes, que tentaram, de uma forma ou de outra, se apresentar como políticos que farão tudo diferente do que foi feito no país nos últimos anos.
Até o candidato do governo, o ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB), preferiu relembrar seus tempos como presidente do Banco Central nos governos Lula do que sua experiência como comandante da economia na atual gestão do presidente Michel Temer.
O resultado foi um debate morno, sem discussões acaloradas ou troca de acusações. Quase nenhum candidato atacou os pontos fracos de seus concorrentes. O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) não foi questionado sobre os escândalos de corrupção envolvendo superfaturamento de obras públicas na área de transporte. E ninguém questionou o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, sobre seu histórico de comportamentos agressivos.
O fato de Guilherme Boulos (PSOL) ser o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, que invade edifícios desocupados, foi pouco citado pelos candidatos, e até Jair Bolsonaro (PSL), líder em todos os cenários em que o ex-presidente Lula não aparece nas pesquisas, foi poupado quanto a suas posições extremadas em relação à raça, gênero ou violência pública.
Ainda estiveram presentes o candidato do Podemos, Alvaro Dias, a candidata da Rede, Marina Silva, e o candidato do Patriota, Cabo Daciolo. De acordo com a TV Bandeirantes, foram convidados os candidatos de partidos que têm pelo menos cinco representantes no Congresso. O ex-presidente Lula, candidato do PT, que cumpre prisão em Curitiba, foi convidado, mas não foi autorizado pela Justiça a participar do debate.
Bastidores
A expectativa era grande para este primeiro enfrentamento entre os candidatos, não só pelo clima de tensão e incerteza que toma conta do país. Esperava-se também que candidatos de partidos tradicionais e com resultados pouco animadores nas pesquisas atacassem de forma enfática o líder na corrida presidencial, o capitão reformado do Exército e deputado federal Bolsonaro.
“Meu conselho para ele hoje é moderação, nós sabemos que ele será o alvo e que haverá muita provocação”, disse, pouco antes do debate, o general da reserva Augusto Heleno, amigo pessoal de Bolsonaro e que por pouco não se tornou o vice da chapa do ex-capitão. “Nós estamos fazendo uma preparação com ele, eu tenho participado.”
Famoso por rompantes exacerbados e tom conflituoso, Jair Bolsonaro parece ter escutado os conselhos do colega militar. Manteve-se quase sempre sereno, evitou elevar o tom de voz e, apenas uma vez, entrou em confronto, com Boulos. “Bolsonaro está igual ao Gandhi, uma paz só”, brincou o deputado federal Miro Teixeira (REDE-RJ) na plateia do debate.
“Eu até estava procurando a Olga Curado por aqui, vai ver ele a contratou para fazer com ele o que fez com a Dilma”, disse o também deputado Federal Heráclito Fortes (DEM-PI), em referência à consultora de imagem que teria “domado” o comportamento agressivo da ex-presidente Dilma Rousseff em sua campanha presidencial. Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, Curado afirmou que não atuará em nenhuma campanha política este ano.
Alvos
Pouco atacado por seus pares, Bolsonaro esteve tranquilo por quase todo o debate. Mesmo quando Boulos o chamou de “machista”, “racista” e “homofóbico” e o acusou de ter transformado sua vida política em um “negócio em família”, Bolsonaro pouco se alterou. No final, passou a tratar de si mesmo em terceira pessoa, afirmando ser o único político capaz de resolver os problemas do país.
“Só existe uma pessoa que pode mudar o destino do Brasil. Ele se chama Jair Bolsonaro”, disse o candidato.
Sem a polarização esperada com Bolsonaro, Alckmin acabou sendo o mais acionado pelos concorrentes. Marina Silva, Alvaro Dias e Ciro Gomes trataram de lembrar e criticar o grande arco de alianças que o candidato do PSDB conquistou nesta eleição. Com nove partidos aliados, muitos deles ligados de forma profunda aos casos de corrupção que abalaram o país nos últimos anos, como o Mensalão e o Petrolão, Alckmin será o candidato com mais tempo de televisão – mais de cinco minutos.
“Alckmin cometeu um erro, em vez de atacar Bolsonaro, como determinaram seus marqueteiros, acabou sendo atacado, talvez tenha sido o que mais perdeu nesse debate”, disse um estrategista de campanha logo após o debate.
Sem maiores emoções, o debate foi reduzindo o interesse da plateia de jornalistas, convidados e políticos que estiveram na sede da TV Bandeirantes, no bairro do Morumbi. Nos momentos mais enfadonhos, assessores dos partidos políticos jogavam Candy Crush ou paciência no celular. Durante algumas perguntas, réplicas e tréplicas entre Marina Silva e Geraldo Alckmin, Guilherme Boulos, Henrique Meirelles e Ciro Gomes cochichavam e riam, fora do alcance das câmeras.
“Aqui fora está mais interessante do que lá dentro”, disse um político que pediu para que não fosse revelada sua fuga enquanto seu candidato discursava. No bar instalado pela emissora, havia mais gente interessada nas caipirinhas sem álcool do que no discurso dos candidatos.
Na disputada fila do banheiro, o economista Pérsio Arida, um dos criadores do Plano Real e responsável pela estratégia econômica de Alckmin, fazia piadas com as semelhanças entre Boulos e Lula. “Mas ele está igualzinho, só precisa ter uns calos nas cordas vocais, aí vira o Lula”, dizia, em tom de chiste, enquanto aguardava a vez.
Coube ao candidato do Patriota, o obscuro Cabo Daciolo, quebrar a rotina morna do debate. Com jeito de pastor de igreja neopentecostal, o presidenciável iniciou sua participação com um alto e sonoro “Glória a Deus”. Passou a maior parte do debate afirmando ser ele o único entre todos a não representar a velha política. Prometeu reduzir os combustíveis em 50% e prender todos os sonegadores, “para a honra e glória do senhor Jesus”. Repetiu, inúmeras vezes, ser um seguidor de um “deus vivo” e prometeu fazer com que toda a população brasileira – incluindo os ateus – passe a louvar a Deus.
Terminou sua participação com uma Bíblia na mão, citando trechos do versículo 29 do Livro de Jeremias. “Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês, planos de fazê-los prosperar, e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.”
Saiu do debate sendo chamado de Bolsonaro 2 e causando furor nas redes sociais. Antes do fim do debate, passou um dos intervalos tirando selfies com a mulher nos estúdios da TV Bandeirantes.
Caro Nill Júnior, Há tempos venho fazendo debate em Afogados da Ingazeira e por vezes sou infelizmente incompreendido, pois muito partidarizam a questão não refletindo sobre o que tenho como objetivo de debater, que é a realidade político/social em todas as esferas (Executivo, Legislativo e Judiciário) bem como o papel das autoridades constituídas, a exemplo […]
Há tempos venho fazendo debate em Afogados da Ingazeira e por vezes sou infelizmente incompreendido, pois muito partidarizam a questão não refletindo sobre o que tenho como objetivo de debater, que é a realidade político/social em todas as esferas (Executivo, Legislativo e Judiciário) bem como o papel das autoridades constituídas, a exemplo das minhas constantes cobranças ao MP e ao Prefeito da nossa Afogados.
Penso que poderíamos alcançar outro patamar social se aqueles que tanto critico e chamo atenção não agissem com indiferença, omissão e até conivência. Essa introdução serve para subsidiar o que mostro aqui.
Perceba que em pleno século 21, no dia da comemoração dos 193 anos da independência do Brasil, é inadmissível presenciar esta cena e silenciar. Não posso aceitar passivamente a realidade demonstrada nessa foto como uma coisa imutável, mas credito essa lamentável constatação à absoluta ausência de vontade política, ratificada pela conivência de autoridades que tem por dever combater absurdos como esse.
Fiz essa fotografia na Avenida Manoel Borba, onde se vêem os trabalhadores da limpeza urbana sem nenhum equipamento de proteção expostos a todos riscos que a atividade impõe. Inclusive, um deles limpando o suor do rosto na manga da camisa totalmente contaminada pelo lixo da sociedade dita “civilizada”.
Faço esse desabafo com a consciência de que é meu dever como cidadão denunciar estas atitudes e omissão das autoridades.
O combate pessoal que fazem a mim e a incompreensão de muitos ao meu modo de me posicionar não me abatem, só reforçam a necessidade de lutar ainda mais, por aquilo que acredito.
Emídio Vasconcelos é empresário afogadense e filiado ao PT
Blog do Magno Se as eleições para prefeito de Arcoverde fossem hoje, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (Podemos) seria eleito. Pela pesquisa do Instituto Opinião, exclusiva para este blog, ele teria 43,1% dos votos, seguido da ex-prefeita Madalena Brito (PSB), que aparece com 25,8%. Já o prefeito Wellington Maciel (MDB), que disputa a reeleição, tem apenas […]
Se as eleições para prefeito de Arcoverde fossem hoje, o ex-prefeito Zeca Cavalcanti (Podemos) seria eleito. Pela pesquisa do Instituto Opinião, exclusiva para este blog, ele teria 43,1% dos votos, seguido da ex-prefeita Madalena Brito (PSB), que aparece com 25,8%.
Já o prefeito Wellington Maciel (MDB), que disputa a reeleição, tem apenas 7,3%.
O presidente da Câmara, Siqueirinha, já anunciado como vice de Zeca, foi citado por 4,8%, mas já está em pré-campanha como companheiro de chapa de Zeca.
Brancos e nulos somam 10% e 9% não souberam responder. O levantamento foi a campo ontem e na última segunda-feira, sendo aplicados 400 questionários. O intervalo de confiança estimado é de 90,0% e a margem de erro máxima estimada é de 4,1 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
Na espontânea, modelo pelo qual o eleitor é obrigado a citar o nome da sua preferência sem os nomes na lista, Zeca também lidera com 26,5%, Madalena com 15%, Wellington 6,8% e Siqueirinha 0,3%. Brancos e nulos somam 8,8% e indecisos sobem para 42,6%. Quanto à rejeição, o prefeito aparece no topo. Dos entrevistados, 45.3% disseram que não votariam nele de jeito nenhum, seguido de Madalena, com 8,3% e Zeca 5,3%.
O levantamento traz ainda os confrontos entre os candidatos da oposição contra o prefeito. Wellington perderia para os dois da oposição. Se a eleição fosse disputada entre Zeca e Wellington, o ex-prefeito venceria com 69,7% dos votos contra 10,5%. Já se a disputa fosse entre Madalena e o prefeito, a ex-prefeita também o derrotaria. Teria 62,2% dos votos contra 12,3%.
Zeca tem seus maiores percentuais de intenção de voto entre os eleitores mais jovens, na faixa etária de 16 a 24 anos (55,2%), entre os eleitores com renda familiar até dois salários (45,3%) e entre os eleitores com grau de instrução até o 9º ano (45,4%). Por sexo, 47% dos seus eleitores são mulheres e 38,5% são homens.
Já Madalena tem indicações mais expressivas entre os eleitores na faixa etária acima de 60 anos (31,8%), entre os eleitores com grau de instrução superior (27,5%) e entre os eleitores com renda superior acima de cinco salários (27,6%). Por sexo, 27,2% dos eleitores da ex-prefeita são mulheres e 23,9% são homens.
O prefeito tem seus maiores percentuais entre os eleitores com grau de instrução superior (14,5%), entre os eleitores com renda superior a cinco salários (11,8%) e entre os eleitores jovens (10,3%). Por sexo, 9,1% dos seus eleitores são homens e 5,6% são mulheres.
Por bairros, os percentuais são os seguintes: Zeca: Boa Vista (41,6%), Centro (47,2%), Coronel Siqueira (42,9%), Maria de Fátima (66,7%), Pôr do Sol (33,3%), Santa Luzia (40%), Santos Dumont (42,4%), São Cristóvão (45,3%), São Geraldo (42,1%), São Miguel (41,6%), Sucupira 1 e 2 (35,8%) e Tamboril (33,3%). Madalena: Boa Vista (17,2%), Centro (22,6%), Coronel Siqueira (21,4%), Maria de Fátima (33,3%), Pôr do Sol (39,9%), Santa Luzia (40%), Santos Dumont (26,9%), São Cristóvão (23,8%), São Geraldo (21,1%), São Miguel (37,5%), Sucupira 1 e 2 (21,4%) e Tamboril (33,3%). E Wellington Maciel: Boa Vista (24,1%), Centro (9,4%), Coronel Siqueira (3,6%), Maria de Fátima (0,0%), Pôr do Sol (6,7%), Santa Luzia (0,0%), Santos Dumont (3,8%), São Cristóvão (7,9%), São Geraldo (2,6%), São Miguel (4,2%), Sucupira 1 e 2 (0,0%) e Tamboril (0,0%).
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