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Após decreto assinado por Bolsonaro, conheça as novas regras para posse de arma no país

Por Nill Júnior

Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (15) o decreto que flexibiliza as regras para a posse de arma de fogo no país, que já entrou em vigor. O decreto mudou algumas regras, como o prazo de renovação passou para dez anos.

O que muda com o decreto?
O decreto trata da posse de armas, ou seja, o cidadão poder ter uma arma em casa. Com o decreto, poderá adquirir uma arma quem morar em cidade ou estado onde a taxa de homicídios seja superior a 10 para cada 100 mil habitantes, morar em áreas rurais, for dono de estabelecimentos comerciais ou industriais, militares, for agente público que exerce funções da área de segurança pública, administração penitenciária, integrantes do sistema socioeducativo lotados nas unidades de internação, da Agência Brasileira de Inteligência e no exercício do poder de polícia administrativa e correcional em caráter permanente ou for colecionador, atirador e caçador, devidamente registrado no Exército. Antes, a necessidade de ter uma arma era avaliada e ficava a cargo de um delegado da Polícia Federal, que poderia aceitar, ou não, o argumento.

O decreto anterior estabelecia que o registro deveria ser renovado a cada três anos, nos casos em que o Exército é responsável pela expedição, e a cada cinco anos, nas situações sob responsabilidade da Polícia Federal. O decreto publicado hoje unifica esses prazos em 10 anos.

Quem poderá ter a posse de arma?
A posse de arma de fogo de uso permitido pode ser concedida a quem atender aos requisitos dos incisos I a VII do caput do Artigo 12 do Decreto nº. 5.123, de 2004:

I – declarar efetiva necessidade;

II – ter, no mínimo, vinte e cinco anos;

III – apresentar original e cópia, ou cópia autenticada, de documento de identificação pessoal;

IV – comprovar, em seu pedido de aquisição do Certificado de Registro de Arma de Fogo e periodicamente, a idoneidade e a inexistência de inquérito policial ou processo criminal, por meio de certidões de antecedentes criminais da Justiça Federal, Estadual, Militar e Eleitoral, que poderão ser fornecidas por meio eletrônico;

V – apresentar documento comprobatório de ocupação lícita e de residência certa;

VI – comprovar, em seu pedido de aquisição do Certificado de Registro de Arma de Fogo e periodicamente, a capacidade técnica para o manuseio de arma de fogo;

VII – comprovar aptidão psicológica para o manuseio de arma de fogo, atestada em laudo conclusivo fornecido por psicólogo do quadro da Polícia Federal ou por estar credenciado.

Se eu conseguir a posse, isso significa que poderei sair na rua com a arma? 
Não. A posse dá direito de manter a arma apenas em casa ou no trabalho. Para sair da residência com a arma, é preciso autorização para o porte, que garante ao cidadão circular com a arma fora de casa, trabalho ou estabelecimento comercial, ou seja, poder andar com ela na rua. O porte de arma não é objeto do decreto.

Quantas armas posso ter registradas em meu nome?
Não existe limite legal da quantidade de armas a serem registradas por cidadão. O decreto presidencial, em algumas situações, limita a aquisição de até quatro armas. Nesses casos, se o indivíduo tiver interesse em adquirir mais armas, deverá comprovar a efetiva necessidade. Se a pessoa tiver mais de quatro armas registradas e comprovar a necessidade de mais, poderá conseguir autorização para compra das demais.

Poderei ter em casa fuzis, metralhadoras ou armas automáticas?
Não, o decreto somente facilita a posse de armas de uso permitido e não inclui armas de uso restrito, como armas automáticas ou fuzis.

Perdi o prazo de regularização das armas. Poderei ser anistiado?
O decreto não prevê anistia para quem perdeu o prazo para recadastramento, que terminou em 2009. Essa medida demanda mudança legislativa, o que só pode ser feita por meio de lei. O decreto prevê a renovação automática dos certificados de registro de arma de fogo expedidos pela Polícia Federal antes da data de publicação do ato, e ainda vigentes, pelo prazo de dez anos.

Por quanto tempo valerá a autorização de posse de arma?
O prazo passou de cinco para dez anos com o decreto

Como faço para solicitar o registro e quais os documentos necessários?
Primeiro, o interessado precisa obter uma autorização da Polícia Federal para comprar a arma. Para isso, deve preencher os requisitos previstos no Artigo 12 do Decreto nº. 5.123, de 2004. Depois de comprar a arma, deve-se ir a uma unidade da Polícia Federal para fazer o registro com os seguintes documentos: requerimento preenchido disponível no site da PF, autorização para adquirir arma de fogo, nota fiscal de compra da arma de fogo e comprovante bancário de pagamento de taxa devida por meio da Guia de Recolhimento da União – GRU.

Onde devo guardar a arma? 
Em um local seguro, como um cofre ou um local com tranca, de difícil acesso por parte de crianças, adolescentes ou pessoas com deficiência mental.

Se eu não tiver um cofre para guardar a arma, serei punido?
Se, na residência houver criança, adolescente ou pessoa com deficiência, o interessado deve se assegurar que a arma seja armazenada em segurança, pode ser um cofre ou local com tranca. Será exigido do interessado a apresentação de declaração de que mantém a arma em um cofre ou local com tranca. Se a criança, adolescente ou pessoa com deficiência tiver acesso à arma por falta de cuidado do responsável, este incorrerá na prática do crime de omissão de cautela do art. 13 da Lei nº 10.826/2003, com até dois anos de prisão.

Outras Notícias

Blog desafia candidatos de Serra Talhada

Foi só o blog anunciar a segunda pesquisa do Instituto Múltipla para prefeito de Serra Talhada que algumas lideranças políticas já começaram a tentar fazer leitura sobre números dos quais nem o blog ainda tem conhecimento. Pelo menos dois nomes soltaram nota ou mensagens nas redes querendo fazer análise de futurologia, certamente porque como é […]

Foi só o blog anunciar a segunda pesquisa do Instituto Múltipla para prefeito de Serra Talhada que algumas lideranças políticas já começaram a tentar fazer leitura sobre números dos quais nem o blog ainda tem conhecimento.

Pelo menos dois nomes soltaram nota ou mensagens nas redes querendo fazer análise de futurologia, certamente porque como é comum no período, todos tem pesquisas internas e receio da divulgação de dados amparados na lei.

Então, porque não reunir os quatro projetos, assumindo os custos de uma pesquisa, com Instituto eleito pela maioria?  O blog custeia a parte que lhe cabe, seja qual for o instituto. Assim, acaba essa futrica infantil.

Só para dar dois exemplos da rigidez da parceria que dura mais de dez anos, cobiçada por muitos que já tentaram, em vão, tirar o Múltipla de perto do blog:

Em 2012, na disputa entre Luciano Duque e Sebastião Oliveira, o jornalista que assina esse blog, por intermédio do comunicador Anchieta Santos, fechou a venda de um produto por mim assinado, Os Compadres, para a campanha de Sebastião.  A parceria já existia com o Instituto e ficou claro que uma coisa jamais iria interferir na outra. A primeira pesquisa deu empate técnico.

A última cravou o resultado. Em meio ao envio do material para a campanha, Sebastião Oliveira brincou com a divulgação do resultado, deixando claro que a era pá de cal no seu projeto. Oliveira, registre-se, foi justo e correto. Honrou o compromisso profissional e nem tentou cogitar não divulgar os dados.  Sabia que não adiantaria.  O Múltipla cravou o resultado como divulgou o blog copiado por outros à época. Ainda bem que Anchieta Santos e Sebastião Oliveira estão vivos e bem para confirmar a história.

Em 2016, este blogueiro foi procurado pela campanha do socialista Zé de Bira e aliados para produzir guia e inserções para sua campanha em Tabira.  No ato da contratação avisou que tinha pactuadas duas pesquisas em parceria com o Múltipla.  Ainda aasim, aceitaram.

Na última pesquisa, setores da campanha pressionaram pela não divulgação.  Tinham dados que indicavam que  afundaria a terceira via. A decisão? A pesquisa foi ao ar, o voto útil saiu de Zé de Bira, migrou pra Sebastião Dias e Nicinha de Dinca perdeu a eleição.

Para evitar esse tipo de situação até por conta da série de atribuições profissionais, esse blogueiro abriu mão de projetos para campanhas eleitorais este ano. Dedica-se só a projetos jornalísticos e gerenciais na Rádio Pajeú, blog e Asserpe.

Usar de novo esse samba de uma nota só explorando dados de dias antes da campanha de 2016, no período em que nenhum Instituto acertou ou errou, pois tratava-se de dado daquele momento, virou motivo de gozação para quem tem juízo e acompanha o processo.

Se a pesquisa que sairá conforme anunciada tivesse qualquer vício, teria sido derrubada na justiça.  Pode até ser por qualquer outra alegação, menos por sua lisura.

O blog vai divulgar  a pesquisa. E reitera a quem agora questiona: que instituto lhe faz feliz? O blog topa registrar e divulgar. A reunião de definição com os quatro já pode ocorrer na próxima semana…

No mais, reitera profundo respeito por todas as lideranças políticas da Capital do Xaxado.  Só reage quando provocado, principalmente sem base na racionalidade.

Segue o jogo. Tudo normal no Reino da Politicolândia…

Agentes de saúde debatem propostas para o setor com Armando

“Nosso programa de governo está aberto para as sugestões dos agentes de saúde e agentes de endemias”, garantiu o candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB), na noite desta terça-feira (21), em encontro com as categorias. Cerca de 500 profissionais da Região Metropolitana do Recife (RMR) estiveram com o candidato no Espaço 14, […]

Foto: Ricardo Labastier/Divulgação

“Nosso programa de governo está aberto para as sugestões dos agentes de saúde e agentes de endemias”, garantiu o candidato da coligação Pernambuco Vai Mudar, Armando Monteiro (PTB), na noite desta terça-feira (21), em encontro com as categorias. Cerca de 500 profissionais da Região Metropolitana do Recife (RMR) estiveram com o candidato no Espaço 14, o comitê da majoritária no Recife.

“O sistema de saúde é muito voltado para cuidar da doença. Mas é preciso atuar para promover a saúde e isso se dá na atenção básica, na orientação e no acompanhamento das pessoas, que é o que vocês fazem”, ressaltou Armando.

Para a agente de saúde Gisele Félix, que atua na cidade de Igarassu, Região Metropolitana do Recife (RMR), o fato de o candidato ter escutado as demandas dos agentes e das agentes marca a história política de Pernambuco. “Sou agente desde 2003 e nós nunca fomos ouvidos em nível estadual. Hoje, temos um desgoverno onde tudo está ruim. Parece que estamos gritando e ninguém escuta. Então, esse olhar que Armando está tendo marca uma nova era de comprometimento conosco, que estamos na ponta, na chuva e no sol. Hoje, as palavras para ele são gratidão e reconhecimento”, ressaltou Gisele.

Coordenador da campanha de Armando e articulador do encontro desta noite, o prefeito de Igarassu, Mário Ricardo, lembrou que Pernambuco tem quase 16 mil agentes de saúde e endemias atualmente. “É um grupo que precisa ser mais valorizado. Vão de casa em casa discutindo não só a saúde, mas acompanhando as famílias com o vínculo que se cria.”

Os candidatos ao Senado Mendonça Filho (DEM) e Bruno Araújo (PSDB) destacaram a importância do trabalho realizado pelas categorias. “Para resolver os problemas da área da saúde é necessário passar pela prevenção”, afirmou Mendonça. “Esse trabalho que precisa de um olhar atento do Estado, algo que não estamos vendo na atual gestão”, reforçou Bruno.

No encontro, estiveram presentes ainda o prefeito de Santa Cruz do Capibaribe, Edson Vieira (PSDB), a prefeita de Caruaru, Raquel Lyra (PSDB), e os deputados federais Marinaldo Rosendo (PP) e Ricardo Teobaldo (Podemos).

Saúde animal – Durante o encontro com os agentes de saúde e endemias, Armando recebeu do vereador do Recife Ricardo Cruz (PPS) uma sugestão para a construção de um hospital veterinário estadual. “É um pleito do povo pernambucano, fruto da grande quantidade de animais domésticos que fazem parte das famílias do Estado”, explicou o vereador. Armando garantiu que a saúde animal terá atenção especial em seu plano de governo.

Ruas do centro de Flores ganham revestimento asfáltico

A prefeitura de Flores-PE deu início na última quarta-feira (17), a segunda etapa dos trabalhos de aplicação de revestimento asfáltico no centro urbano do município.  As primeiras intervenções foram realizadas em todo o entorno do Banco do Brasil, Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, Secretaria de Saúde e trecho da Avenida Deputado Wilson Florentino Santana. […]

A prefeitura de Flores-PE deu início na última quarta-feira (17), a segunda etapa dos trabalhos de aplicação de revestimento asfáltico no centro urbano do município. 

As primeiras intervenções foram realizadas em todo o entorno do Banco do Brasil, Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição, Secretaria de Saúde e trecho da Avenida Deputado Wilson Florentino Santana.

Já nesta segunda etapa, a administração municipal ampliou a frente de trabalho atendendo mais ruas que dão acesso ao centro comercial da cidade. 

Ruas: Manoel de Souza Santana, Lindaura Santana, Alfredo Estima e Pedro Santos Estima estão recebendo o revestimento que dá continuidade a agenda de trabalho da prefeitura, voltada para melhoria e manutenção das vias públicas, mais qualidade de vida para população e a garantia da mobilidade urbana.

Para o prefeito do município, Marconi Santana, “mais uma demonstração do quanto a gestão municipal tem buscado ampliar a oferta de novos investimentos e ações para população, o que tem colocado Flores ainda mais no caminho do desenvolvimento. Já podemos contemplar uma nova Flores, mais robusta e com cara de cidade grande e é isso que todos nós florenses queremos: mais desenvolvimento, mais crescimento e mais oportunidades”, destacou Marconi.

A força do rádio é imbatível

No coração do Vale do Rio Pardo, onde a energia elétrica e a internet se tornaram luxos raros, o rádio emerge como um herói improvável. Enquanto centenas de famílias enfrentam a escuridão e o isolamento, um projeto inovador da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) está iluminando caminhos e conectando comunidades através de ondas […]

No coração do Vale do Rio Pardo, onde a energia elétrica e a internet se tornaram luxos raros, o rádio emerge como um herói improvável. Enquanto centenas de famílias enfrentam a escuridão e o isolamento, um projeto inovador da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc) está iluminando caminhos e conectando comunidades através de ondas sonoras.

No último domingo, o Bloco 35 da Unisc se transformou em um ponto de coleta vital. Rádios e pilhas são reunidos ali, formando uma rede de comunicação resiliente. A professora Grace Kellen de Freitas Pellegrini, idealizadora desse projeto, explica ao Portal Arauto: “O rádio alcança efetivamente essas comunidades que hoje estão sendo atingidas e que não têm atualmente como se comunicar. Pensamos no rádio a pilha para que isso não dependa da energia elétrica, já que não sabemos quando ela será restabelecida. Assim, podemos enviar recados importantes sobre locais de abrigo, procedimentos de segurança e dicas de limpeza.”

O rádio, muitas vezes subestimado, revela sua força nas localidades remotas do interior. Ele se torna o elo vital entre vizinhos, amigos e familiares. Quando a internet falha e as redes sociais silenciam, o rádio continua a transmitir informações essenciais. Seja para alertar sobre áreas alagadas, fornecer instruções de evacuação ou compartilhar notícias sobre serviços de emergência, o rádio é um farol de esperança.

Lembremos que o rádio já foi dado como morto em várias ocasiões. Primeiro, quando a TV surgiu, e depois, com o advento da internet. No entanto, sua resiliência e adaptabilidade o mantiveram vivo. Agora, em meio a uma tragédia natural no Rio Grande do Sul, ele se ergue novamente, lembrando-nos de sua importância vital.

Enquanto Porto Alegre e outros municípios enfrentam as consequências das fortes chuvas, o rádio permanece como um aliado confiável. Sua voz ecoa pelas colinas e vales, unindo uma comunidade em tempos difíceis. Que essa lição nos inspire a valorizar essa tecnologia atemporal e a reconhecer sua força mesmo quando tudo parece perdido. O rádio, afinal, é mais do que um meio de comunicação; é um laço que nos une quando mais precisamos. Como diz o editor chefe deste blog e diretor da Rádio Pajeú, Nill Júnior: “o rádio vai anunciar o fim do mundo”.

Em todo o Estado do Rio Grande do Sul, 397 de 497 municípios foram atingidos pelo desastre climático. A tragédia causou 90 mortes e deixou mais de 130 desaparecidos até a manhã desta terça-feira (7). O número de feridos passa de 360.

Ônibus que provocou acidente com prefeito é interceptado por PMs em Serra Talhada

Exclusivo O ônibus placas BWY 5A46, de uma empresa de turismo que leva romeiros a Juazeiro do Norte foi parado por policiais militares está noite. Ele se envolveu no acidente com o veículo que era guiado pelo prefeito de São José do Belmonte,  Romonilson Mariano. O acidente foi na BR 116, na estrada que liga […]

Exclusivo

O ônibus placas BWY 5A46, de uma empresa de turismo que leva romeiros a Juazeiro do Norte foi parado por policiais militares está noite.

Ele se envolveu no acidente com o veículo que era guiado pelo prefeito de São José do Belmonte,  Romonilson Mariano.

O acidente foi na BR 116, na estrada que liga Belmonte a Jatí, nas imediações da Estação Veneza. Romonilson estava com a esposa, Helyane Mariano.

Segundo informações apuradas pelo blog, o ônibus,  que não teria autorização para esse serviço,  sendo clandestino,  fez uma ultrapassagem em alta velocidade.  Após a ultrapassagem no carro de Romonilson,  ele bateu em um Honda Civic que seguia mais a frente.

O Honda rodou e atingiu o carro em que seguiam Romonilson e a esposa. O veículo do prefeito saiu da pista atingindo uma cerca a metros do acostamento.  Apesar do susto, saíram praticamente ilesos. O motorista do Civic, com identidade não confirmada, teve uma pancada na cabeça, mas não corre risco de morte.

Uma imagem que chegou ao blog mostra romeiros deixando o ônibus.  Motorista e empresa ainda não identificados deverão ser autuados por atividade clandestina e ainda pela conduta e risco gerados no acidente.