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Apesar das chuvas tem pouca água nos reservatórios das cidades do alto Pajeú

Por Nill Júnior

Por Anchieta Santos

Mesmo com boa precipitação pluviométrica, alguns municípios do alto Pajeú não conseguiram ter os reservatórios cheios com as chuvas do inverno de 2017. O repórter Blogueiro Marcelo Patriota repassou à produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta  números que comprovam isso.

No Município de Brejinho, onde nasce o Rio Pajeú, o Açude de Serraria está seco e a cidade é abastecida pela Barragem de mãe d’água localizada em Itapetim. Em São Jose do Egito, a Barragem São José 2 tem apenas 25% de água. Já a barragem São Jose 1, está aterrada. A cidade de São Jose do Egito recebe água da Adutora do Pajeú.

Em Itapetim as duas barragens de Caramucuqui e Boa Vista tem 35% e 30% de água respectivamente, o que garante abastecimento por mais 12 meses para a cidade. Tuparetama tem a barragem de Bonsucesso com somente 20% de sua capacidade, mas a cidade é atendida pela Adutora do Pajeú.

Santa Terezinha vive o drama da lata d’água na cabeça. As barragens do Tigre e Cascudo estão secas. No médio Pajeú destaque para Afogados da Ingazeira onde a população recebe via Compesa o abastecimento da Adutora do Pajeú, Adutora Zé Dantas, e Barragem de Brotas que com o inverno do ano atingiu quase 40% de sua capacidade de 20 milhões de metros cúbicos de água. Já Rosário, por outro lado, continua seu calvário de colapso total.

Outras Notícias

Edson Henrique dá nota seis à gestão Sandrinho e admite candidatura de Zé Negão à Câmara

Assegurando que está de saída do PTB, partido pelo qual se elegeu na disputa de 2020, o vereador oposicionista Edson Henrique, falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. “O Podemos será o meu destino”, disse o parlamentar. Admitindo ter votado em Ciro Gomes e Haddad na última eleição presidencial, Edson de Zé Negão, […]

Assegurando que está de saída do PTB, partido pelo qual se elegeu na disputa de 2020, o vereador oposicionista Edson Henrique, falou ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

“O Podemos será o meu destino”, disse o parlamentar. Admitindo ter votado em Ciro Gomes e Haddad na última eleição presidencial, Edson de Zé Negão, como é mais conhecido, fez criticas a Lula e a Bolsonaro.

O primeiro pelo histórico de denuncias e prisão e o segundo por ser estabanado, não filtrar o que diz e pelo extremismo que só atrapalha.

Defendeu o surgimento de um novo nome que evite a polarização. Dando a entender o seu apoio a uma possível candidatura de Miguel Coelho ao Governo do estado, o vereador afogadense deixou claro que a ligação do Prefeito de Petrolina com o Governo Bolsonaro não deve atrapalhar a candidatura da oposição ao Governo de Pernambuco em 2022.

Vê Pernambuco estagnado com a gestão de Paulo Câmara e observa também como bons os nomes de Raquel Lira e Anderson Ferreira para a sucessão estadual. Provocado sobre possível candidatura do pai Zé Negão em 2022, ex-candidato a Prefeitura de Afogados da Ingazeira, Edson Henrique disse que é 8 a possibilidade de zero a dez, dele disputar o mandato de Federal no próximo ano.

Comentando a gestão Sandrinho Palmeira em Afogados, reconheceu as ações desenvolvidas no Plano de 100 Dias do Prefeito afogadense, mas fez críticas a questões que não andaram, citando trânsito, sede do Procon, diálogo com professores, pátio da feira, gargalo da Manoel Borba, conclusão do complemento da Praça central e mais ações para as famílias dos bairros e zona rural.

Fez elogios aos 8 anos da gestão Totonho Valadares, aos primeiros 4 anos de José Patriota e deu uma nota 6 aos primeiros 150 dias do Governo Sandrinho.

No combate do governo Municipal à Covid-19, elogiou a atuação do secretário de Saúde Artur Amorim.

Analisando sua atuação na Câmara, Edson Henrique repetiu a nota dada ao Prefeito, seis. Voltou a reclamar do que chamou de morosidade do executivo em tratar as propostas dos vereadores.

Sobrou queixa também contra o assessor do Governo Igor Mariano pela demora em apresentar respostas da gestão ao Legislativo.

O vereador Edson Henrique concluiu dizendo que não basta Afogados crescer, precisa também se desenvolver.

Ministério da Saúde declara emergência em saúde pública em território Yanomami

Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública também foi instituído OMinistério da Saúde declarou Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional diante da necessidade de combate à desassistência sanitária dos povos que vivem no território Yanomami. A portaria, publicada nessa sexta-feira (20), em edição extra do Diário Oficial da União, foi assinada pela Ministra […]

Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública também foi instituído

OMinistério da Saúde declarou Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional diante da necessidade de combate à desassistência sanitária dos povos que vivem no território Yanomami. A portaria, publicada nessa sexta-feira (20), em edição extra do Diário Oficial da União, foi assinada pela Ministra da Saúde, Nísia Trindade.

Além da declaração de emergência, o Ministério instalou também o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE – Yanomami) como mecanismo nacional da gestão coordenada da resposta à emergência no âmbito nacional. A gestão do COE estará sob responsabilidade da Secretaria de Saúde Indígena (SESAI), considerando a tipologia da emergência.

O Coe é o responsável por coordenar as medidas a serem empregadas durante o estado de emergência, incluindo a mobilização de recursos para o restabelecimento dos serviços de saúde e a articulação com os gestores estaduais e municipais do SUS.

Estado grave na maior reserva indígena do país

Desde a última segunda-feira (16), equipes do Ministério da Saúde se encontram na região Yanomami, território indígena com mais de 30,4 mil habitantes. O grupo se deparou com crianças e idosos em estado grave de saúde, com desnutrição grave, além de muitos casos de malária, infecção respiratória aguda (IRA) e outros agravos.

Após o retorno da missão, que deverá acontecer no próximo dia 25, a equipe tem cerca de 15 dias para apresentar um levantamento completo sobre a crítica situação de saúde que os indígenas se encontram. Técnicos estão analisando toda a situação saúde na região, dos atendimentos prestados e insumos disponíveis.

Sala de Situação

O Ministério da Saúde instalou nessa sexta-feira (20) uma Sala de Situação para tratar da grave crise sanitária e humanitária dos povos indígenas Yanomamis. A ministra da Saúde, Nisia Trindade, destacou o dramático quadro de desnutrição constatado pelos profissionais de saúde enviados aos territórios indígenas, e anunciou o envio imediato de cestas básicas, insumos e medicamentos.

Presidente da COMPESA minimiza declarações de Barbalho sobre paternidade de obra

Acompanhando o governador em Exercício Raul Henry na visita do presidente Temer, ao Eixo Leste, o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Roberto Tavares, reafirmou a luta e dedicação do Governo Paulo Câmara em resolver a questão hídrica do Agreste, após 7 anos ininterruptos de seca. Ao assumir o Governo de Pernambuco em janeiro […]

Acompanhando o governador em Exercício Raul Henry na visita do presidente Temer, ao Eixo Leste, o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Roberto Tavares, reafirmou a luta e dedicação do Governo Paulo Câmara em resolver a questão hídrica do Agreste, após 7 anos ininterruptos de seca.

Ao assumir o Governo de Pernambuco em janeiro de 2015, o Governador encontrou a obra da Adutora do Agreste praticamente parada por falta de repasses federais e sem perspectiva de funcionar, pois a obra do Ramal que alimentará a Adutora ainda não tinha iniciado.

Mesmo sem o Ramal do Agreste, obra sob a responsabilidade do Governo Federal que sequer foi iniciada, a Compesa atendeu a demanda do Governador e projetou diversas obras alternativas para funcionar os mais de 400km de tubos que já estão implantados. A principal delas é a Adutora do Moxotó que ligará o Eixo Leste da Transposição ao trecho da Adutora do Agreste que se encontra em Arcoverde e a Adutora do Alto Capibaribe que trará água já transposta no Rio Paraíba e entrará por Santa Cruz do Capibaribe.

Com relação à fala do Ministro Hélder Barbalho sobre a paternidade das obras o Presidente da Compesa foi direto: “Não tomamos como uma crítica pessoal ao nosso Governador. Pelo contrário, o Ministro sabe que costumo dizer que ele é o mais Pernambucano dos ministros de Temer, tamanha a atenção que tem dado aos pleitos do Governador”, afirmou Roberto Tavares. O presidente da Compesa acredita que o ministro pode estar sendo induzido ao erro por alguns dos seus colegas pernambucanos do ministério. “Só isso explica a fala do ministro”.

Com relação aos dados financeiros, os números falam por si. O repasse pactuado com o Governo Federal para fazer a 1ª etapa, que atenderá 23 dos 68 Municípios previstos, é de R$ 1,246 bi. O primeiro repasse foi em Maio de 2013 e até o momento foram repassados R$ 804 milhões, dos quais R$ 513 mi pelo Governo Dilma e R$ 291 mi pelo Governo Temer, incluída neste último a Emenda de Bancada de R$ 126 milhões.

Com relação à crítica de alguns ministros pernambucanos de que o Governo Estadual esconderia que os recursos vieram do Governo Federal, a Compesa afirma que isso não é verdade, nem é o mais importante. “Quem assume um Ministério, deveria aproveitar a oportunidade para conseguir recursos para o seu Estado. Assim ajudaria Pernambuco com dinheiro para o Ramal do Agreste, que não iniciou; para a Adutora do Oeste, que está parada desde 2015; para a Adutora de Custódia, prometida em 2016 e até agora nada; para a 2ª Etapa da Adutora do Agreste, compromisso do PISF que vai atender os 45 municípios restantes; e, por fim, lutar para conseguirmos os R$ 442 milhões que faltam repassar deste Convênio.”, afirmou Tavares.

Antonio Bujão garante ter apoio de Djalma Alves

O vereador Antônio Bujão manteve  contato com o blog para confirmar o apoio do prefeito Djalma Alves, bem como do vereador Genivaldo Barros a chapa que tem ele como Presidente, Edileuza Godê como Primeira Secretária e Viturino Melo como Segundo Secretário. A chapa apoiada pelo Prefeito Djalma Alves também conta com o apoio das ex-prefeitas […]

O vereador Antônio Bujão manteve  contato com o blog para confirmar o apoio do prefeito Djalma Alves, bem como do vereador Genivaldo Barros a chapa que tem ele como Presidente, Edileuza Godê como Primeira Secretária e Viturino Melo como Segundo Secretário.

A chapa apoiada pelo Prefeito Djalma Alves também conta com o apoio das ex-prefeitas Cida Oliveira, Neta Melo, e tem garantido o voto de seis vereadores.

São eles Antonio Bujão, Viturino Melo, Zeverlland, Josias de Neta, Genivaldo Barros e Edileuza Godê. Ainda contam com o apoio de todo grupo governista. “A chapa também é aprovada pela população”, diz a nota.

Rodrigo Novaes reafirma que 1.440 passageiros usaram rotas para Serra e Caruaru em novembro

Por Anchieta Santos Questionado durante o programa Institucional da Prefeitura de Afogados sobre o número de passageiros que teriam utilizado os voos Serra Talhada-Recife e Caruaru-Recife, durante o mês de novembro, o Secretário Rodrigo Novaes não se deu por vencido. Após o programa, ainda no estúdio, responsabilizou a Secretaria de Infraestrutura pelo suposto erro. Um […]

Por Anchieta Santos

Questionado durante o programa Institucional da Prefeitura de Afogados sobre o número de passageiros que teriam utilizado os voos Serra Talhada-Recife e Caruaru-Recife, durante o mês de novembro, o Secretário Rodrigo Novaes não se deu por vencido.

Após o programa, ainda no estúdio, responsabilizou a Secretaria de Infraestrutura pelo suposto erro. Um dia depois após ouvir sua assessoria, Novaes manteve contato com a Produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta para apresentar o resultado final.

De segunda a sexta são 20 voos por semana, dois por dia. São 80 voos no mês para Serra e mais 80 para Caruaru. Um total de 160 voos com 9 passageiros. Assim, o total atinge realmente o que foi divulgado: 1.440. Então tá.