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Anvisa adota medida cautelar para lotes da vacina CoronaVac

Por André Luis

Medida suspende a utilização de alguns lotes da vacina e passa a valer a partir da publicação no Diário Oficial da União.

A Anvisa determinou neste sábado (04.09) a interdição cautelar de lotes da vacina CoronaVac, proibindo a distribuição e o uso dos lotes envasados na planta não aprovada na Autorização de Uso Emergencial (AUE). 

Em reunião iniciada às 16h do dia 3 de setembro de 2021 (sexta-feira) e, posteriormente, por meio de ofício encaminhado às 20h44 do mesmo dia, a Agência foi comunicada pelo Instituto Butantan que o parceiro Sinovac, fabricante da vacina CoronaVac, enviou para o Brasil 25 lotes na apresentação frasco-ampola (monodose e duas doses), totalizando 12.113.934 doses. 

A unidade fabril responsável pelo envase não foi inspecionada e não foi aprovada pela Anvisa na Autorização de Uso Emergencial da referida vacina. 

O Instituto informou ainda que outros 17 lotes, totalizando 9 milhões de doses, também envasados no local não inspecionado pela Agência, estão em tramitação de envio e liberação ao Brasil. 

Decisão da Anvisa 

Nesses termos, a vacina envasada em local não aprovado na AUE configura-se em produto não regularizado junto à Anvisa. 

Assim, torna-se essencial a atuação da Agência com o intuito de mitigar um possível risco sanitário. Tal ação se dará por meio da publicação de duas Resoluções (RE), em Edição Extra do Diário Oficial da União (D.O.U.): 

Resolução (RE) para a interdição cautelar proibindo a distribuição e o uso dos lotes envasados na planta não aprovada na AUE; e 

Resolução (RE) determinando a proibição de distribuição dos lotes ainda não distribuídos. 

As medidas cautelares não são decisões condenatórias em caráter punitivo, mas sim medidas sanitárias para evitar a exposição ao consumo e ao uso de produtos irregulares ou sob suspeita. 

As medidas cautelares também são um ato de precaução que visa proteger a saúde da população, sendo adotadas em caso de risco iminente à saúde, sem a prévia manifestação do interessado, fundamentadas nos termos da Lei 6.437, de 20 de agosto de 1977, sendo aplicáveis para a ação de fiscalização de interdição cautelar. 

A interdição cautelar como ação da medida cautelar aplica-se aos casos “em que sejam flagrantes os indícios de alteração ou adulteração do produto, hipótese em que a interdição terá caráter preventivo ou de medida cautelar”. 

Esta medida tem o prazo de 90 dias, conforme o art. 23, § 4º, da Lei 6.437, de 20 de agosto de 1977. 

Durante esse período, a Anvisa trabalhará na avaliação das condições de Boas Práticas de Fabricação da planta fabril não aprovada, no potencial impacto dessa alteração de local nos requisitos de qualidade, segurança e eficácia das vacinas, e no eventual impacto para as pessoas que foram vacinadas com esse lote. 

Além disso, serão feitas tratativas junto ao Instituto Butantan para a regularização desse novo local na cadeia fabril da vacina junto à Agência. 

A Anvisa tem por finalidade institucional, entre outras atribuições, promover e proteger a saúde da população por intermédio do controle sanitário da produção e da comercialização de produtos e serviços submetidos à vigilância sanitária. 

Outras Notícias

Zirleide cobra auxílio para blocos e carnavalescos de Arcoverde

Os blocos, bois e troças carnavalescas de Arcoverde mais uma vez vão ficar sem poderem se apresentar devido a suspensão da folia de momo diante do quadro de mais casos da Covid-19.  Para atender a esse público, a vereadora Zirleide Monteiro (PTB) cobrou do prefeito do município, Wellington Maciel (MDB), a criação de um auxílio […]

Os blocos, bois e troças carnavalescas de Arcoverde mais uma vez vão ficar sem poderem se apresentar devido a suspensão da folia de momo diante do quadro de mais casos da Covid-19. 

Para atender a esse público, a vereadora Zirleide Monteiro (PTB) cobrou do prefeito do município, Wellington Maciel (MDB), a criação de um auxílio cultural para atender esses fazedores de cultura. Em 2021 os carnavalescos foram contemplados com o auxílio.

“Mais uma vez, diante da piora no cenário epidemiológico da Covid-19 no Estado, em nosso município, causada pela variante ômicron, o governo anunciou a proibição de todas as festas no período que coincide com a festa carnavalesca como é sabido de todos. Dessa forma, por mais um ano os blocos, bois e troças carnavalescas de nossa cidade ficarão sem poderem se apresentar e receber as suas subvenções. Quero aqui, pedir ao governo municipal, que envie a esta casa um projeto de lei garantindo o pagamento de um auxílio financeiro a esses grupos carnavalescos que não poderão mais se apresentar no período carnavalesco de 2022”, pediu a vereadora.

Segundo ela, são dezenas, centenas de pessoas envolvidas neste evento, “que valoriza a nossa cultura e transformou Arcoverde na Terra da Folia dos Bois, que vão ficar seus os recursos que ajudam esses promotores de nossa arte e nossa cultura. A aprovação desse auxílio prestaria socorro ao segmento afetado, pelo segundo ano consecutivo”. 

Zirleide lembrou que o governo do estado aprovou um auxílio que corresponde a 80% do último cachê pago pelo Estado ao profissional ou à agremiação, quitados em parcela única e que tal medida poderia ser implantada em Arcoverde. 

Ela ainda destacou que em 2021, quando o vereador Wevertton Siqueira – Siqueirinha (PSB) estava como prefeito interino, foi aprovado projeto neste sentido beneficiando todos esses fazedores de cultura ligados as festividades carnavalescas. 

“Por tanto, pedimos ao senhor prefeito, a secretária de Cultura, que coloque isso na pauta dessa semana e aprovem essa ajuda, auxílio ou outro nome que queiram dar, até sexta-feira, já que sábado, dia 26 de fevereiro, já teríamos o tradicional Sábado de Zé Pereira que pelo segundo ano consecutivo não acontecerá, descendo do São Geraldo centenas de foliões, bois, troças e do povo que vai estar em casa devido as restrições impostas pela pandemia. Faça esse grande gesto prefeito”, concluiu.

Arcoverde recebeu a 1ª Conferência Regional de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável

Numa iniciativa do Conselho Intermunicipal Dom Mariano (Condomar) – e parceria com a Prefeitura de Arcoverde, através da Assistência Social do município, Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional de Pernambuco (Caisan), e Projeto Sisan Universidades – Arcoverde sediou, na manhã desta quarta-feira, 13 de novembro, na Aesa, a Primeira Conferência Regional de Segurança Alimentar […]

Foto: Israel Leão

Numa iniciativa do Conselho Intermunicipal Dom Mariano (Condomar) – e parceria com a Prefeitura de Arcoverde, através da Assistência Social do município, Câmara Intersetorial de Segurança Alimentar e Nutricional de Pernambuco (Caisan), e Projeto Sisan Universidades – Arcoverde sediou, na manhã desta quarta-feira, 13 de novembro, na Aesa, a Primeira Conferência Regional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Municípios.

Com o tema ‘Comida de Verdade no Campo e na Cidade – Por Direitos e Soberania Alimentar’, a conferência reuniu agricultores, técnicos em agroecologia, quilombolas, que debateram ações e mobilização ante a desigualdade social e demais situações de insegurança alimentar e nutricional.

Os participantes foram recebidos pela prefeita Madalena Britto e demais autoridades, tais como secretários municipais, vice-prefeitos das cidades da microrregião, Centro Diocesano de Apoio ao Pequeno Produtor (Cedapp), Cáritas Diocesana, Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável de Pernambuco (Consea),

assessores da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude do Estado, Casa Civil e ainda representantes da sociedade.

“É importante que busquemos as soluções e caminhos ao enfrentamento das necessidades e aspectos da segurança alimentar”, afirmou Madalena Britto, adiantando que já enviou à Câmara de Vereadores, projeto que cria o Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional de Arcoverde. A gestora inclusive aderiu na ocasião aos Planos Municipais de SAN (Segurança Alimentar Nutricional), através do Pacto Federativo de Gestão. Depois de Pesqueira e Jaboatão, Arcoverde é o terceiro município do Estado a aderir ao Pacto.

Estiveram presentes Patrícia Cursino Padilha (secretária de Assistência Social de Arcoverde), Alberto Vaz (Secretário de Agricultura de Arcoverde), Johnson Carvalho Monteiro (nutricionista da Pedra), Paulo Fernando (Cedapp), Germano Barros (Conselho de Desenvolvimento Rural Sustentável), Beto de Lula (secretário de Agricultura de Belo Jardim), vereadora Luiza Margarida, Neílda Pereira (Cáritas Diocesana), Socorro Ferreira (Secretária de Assistência Social da Pedra), Josefa Antunes (presidente da comunidade quilombola Novo Mundo/Buíque), Santina Oliveira (Secretária da Mulher de Buíque), Natanael Vale (Consea/PE), Mariana Suassuna (representante da Secretaria de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude do Estado), Rodrigo Bradley (representante da Casa Civil).

Foram debatidos especificamente a realidade e o desmonte das políticas públicas de Segurança Alimentar pelo governo federal e seus reflexos nos municípios e ainda ações efetivas que cada conselho deverá tomar.

Fazem parte do Condomar as seguintes cidades: Pedra, Alagoinha, Belo Jardim, Brejo da Madre de Deus, Buíque, Jataúba, Pesqueira, Poção, Sanharó, Arcoverde, Sertânia, Tupanatinga e Venturosa.Como delegados para a Conferência Estadual, que acontecerá nos dias 24, 25 e 26 de março de 2020, foram eleitos na ocasião, representantes do governo municipal e da sociedade civil.

Governo:

– Mariama Farias de Queiroz

– Patrícia Cursino Padilha Pachêco

Sociedade Civil:

– Lourinaldo Caetano da Silva

– Celso da Silva Souza

– Luiza Margarida de Jesus

– Renata Maria Alves de Siqueira

STF torna Collor réu na Lava Jato por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa

G1 O Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (15) uma denúncia contra o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) na Operação Lava Jato e tornou réu pelos crimes de de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e comando de organização criminosa. Ele foi acusado de receber mais de R$ 30 milhões em propina por negócios […]

G1

O Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou nesta terça-feira (15) uma denúncia contra o senador Fernando Collor de Mello (PTC-AL) na Operação Lava Jato e tornou réu pelos crimes de de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e comando de organização criminosa.

Ele foi acusado de receber mais de R$ 30 milhões em propina por negócios da BR Distribuidora, subsidiária da Petrobras na venda de combustíveis, e agora passa oficialmente a responder ao processo, ao final do qual poderá ser condenado ou absolvido.

Por unanimidade, os ministros da Segunda Turma acompanharam, na íntegra, o voto do relator do caso, Edson Fachin. Votaram com ele Gilmar Mendes, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Celso de Mello.

Apesar do acolhimento da denúncia, os ministros descartaram várias acusações feitas contra Collor no processo, como de peculato (desvio de dinheiro público) e obstrução de Justiça, por suposto embaraço a investigação de organização criminosa.

Além disso, foi descartada a denúncia contra a mulher de Collor, Caroline Serejo Medeiros Collor de Mello, suspeita de lavagem de dinheiro recebido de propina, e de outras quatro pessoas: Fernando Antônio da Silva Tiago, auxiliar parlamentar, Eduardo Bezerra Frazão, diretor financeiro de empresas de Collor,  William Dias Gomes, assessor parlamentar e Luciana Guimarães de Leoni Ramos, acusada de lavagem de dinheiro de dinheiro de propina.

Junto com Collor, responderão como réus na ação Pedro Paulo Bergamaschi de Leoni Ramos, ex-ministro do governo Collor e considerado operador de Collor em diversos negócios; e Luís Pereira Duarte de Amorim, diretor da Gazeta de Alagoas, apontado como testa de ferro e recebedor de propina para Collor.

A decisão do STF não significa que os acusados são culpados, mas que o tribunal vê indícios de delitos.

Representantes do Dnocs visitaram Adutora e Barragem da Ingazeira

O Superintendente do DNOCS em Pernambuco Emílio Duarte, finalmente visitou esta semana o Sertão do Pajeú e conheceu in loco as duas obras que impactam na distribuição de água na região. Ele esteve ao lado do Coordenador Nacional do Dnocs Walter Souza. Em entrevista a Gazeta FM  prometeu que o Ministério da Integração disponibilizará R$ […]

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O Superintendente do DNOCS em Pernambuco Emílio Duarte, finalmente visitou esta semana o Sertão do Pajeú e conheceu in loco as duas obras que impactam na distribuição de água na região. Ele esteve ao lado do Coordenador Nacional do Dnocs Walter Souza.

Em entrevista a Gazeta FM  prometeu que o Ministério da Integração disponibilizará R$ 2 milhões mensais para que a Barragem da Ingazeira  não sofra interrupção até dezembro, quando  deverá estar  concluída. O prefeito Romério Guimarães acompanhou a agenda.

Emilio Duarte esteve na  Barragem da Ingazeira para supervisionar a obra e tratar das indenizações ainda pendentes. Ele garantiu ao colaborador do blog, Marcelo Patriota, que todas as indenizações foram quitadas. “Podemos dizer que a barragem está com 70% de sua obra concluída e com previsão de sua inauguração no final de 2016 para início de 2017”.

Quanto a Adutora do Pajeú, concluída a etapa Afogados -Riacho do Meio-São José do Egito, teve inicio o Ramal São Jose do Egito-Ambó-Itapetim, com cerca de 18 quilômetros. Duarte não falou em prazos definitivos, mas calculou uma perspectiva de aproximadamente sete meses.

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Sobre a etapa entre  Ambó e Brejinho deverá ser feito uma ramal com uma tubulação complementar como aconteceu entre Riacho do Meio e Tuparetama.

Ele ainda prometeu levar ao Ministro da Integração Gilberto Occhi a pauta do ramal entre Riacho do Meio e Tigre (Santa Terezinha).

A boa notícia é que um terreno foi doado para a construção da estação elevatória pelo Empresário Evaldo Campos, antecipando para o dia 4 de março o inicio da construção da obra. A empresa MRM sinaliza que pretende avançar cerca de 3,6 quilômetros por mês de tubulação no sentido Ambó-Itapetim.

Luciano Duque acompanha lançamento do Programa Criança Alfabetizada

O prefeito de Serra Talhada, usou a sua conta no Facebook para informar que acompanhou, junto com a secretária Marta Cristina e da Equipe da Secretaria Municipal de Educação, o lançamento  do Programa Criança Alfabetizada, do Governo de Pernambuco, que vai ser realizado em parceria com a Fundação Lemann, Instituto Natura e Associação Bem Comum, […]

Foto: Facebook/Divulgação

O prefeito de Serra Talhada, usou a sua conta no Facebook para informar que acompanhou, junto com a secretária Marta Cristina e da Equipe da Secretaria Municipal de Educação, o lançamento  do Programa Criança Alfabetizada, do Governo de Pernambuco, que vai ser realizado em parceria com a Fundação Lemann, Instituto Natura e Associação Bem Comum, tendo como meta alfabetizar todas as crianças até os 7 anos de idade.

Luciano Duque escreveu:

“Pela primeira vez a educação, de forma integral, é assumida como política de Estado, e mesmo o ensino fundamental não sendo responsabilidade do governo estadual, o secretário de Educação, Fred Amâncio, e o governador Paulo Câmara, chamaram também para o estado essa responsabilidade. Com essa atitude, Pernambuco vai avançar muito no ensino fundamental, assim como já aconteceu no ensino médio.

Fico feliz de Serra Talhada ter firmado, ainda em 2018, parceria com a Associação Bem Comum, que resultou na implantação um processo extraordinário de formação em Serra Talhada com o projeto Educar pra Valer, que é financiado pela Fundação Lemann e que vai nos ajudar muito na melhoria do ensino nas escolas da rede municipal.

Parabenizo o Governador Paulo Câmara pela iniciativa e por abraçar essa parceria que tem muito a contribuir com Pernambuco e alavancar a formação das nossas crianças. Não tenho dúvidas que a educação de Pernambuco vai alcançar grandes resultados”.