André Mendonça na Justiça. Ramagem confirmado na PF
Por Nill Júnior
Alexandre Ramagem
Foto: Divulgação/TV BrasilAlexandre Ramagem
O governo federal anunciou na madrugada desta terça-feira (28) o advogado André Luiz Mendonça como novo ministro da Justiça.
Também foi confirmado que Alexandre Ramagem, atual diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), vai ser o diretor-geral da Polícia Federal (PF). Ambos são amigos próximos da família Bolsonaro.
As vagas no Ministério da Justiça e no comando da PF ficaram abertas após a saída do ex-ministro Sergio Moro e do ex-diretor-geral Maurício Valeixo.
Moro decidiu deixar o governo depois de Bolsonaro exonerar Valeixo. O ex-ministro alegou que o presidente tenta interferir politicamente na PF – o que Bolsonaro nega.
Jose Levi Mello do Amaral Júnior foi nomeado para o cargo de Advogado-Geral da União.
Do JC Online Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) trouxe números da aprovação do governo Raquel Lyra (PSDB) pelo eleitorado pernambucano. De acordo com o levantamento, 51% dos eleitores aprovam a gestão da tucana em Pernambuco, com 44% de desaprovação. A margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos. Os números […]
Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (27) trouxe números da aprovação do governo Raquel Lyra (PSDB) pelo eleitorado pernambucano. De acordo com o levantamento, 51% dos eleitores aprovam a gestão da tucana em Pernambuco, com 44% de desaprovação. A margem de erro é de 3 pontos para mais ou para menos.
Os números apontam uma leve queda na aprovação em comparação a levantamentos anteriores, mas dentro da margem de erro. Em comparação com a última pesquisa, realizada em dezembro, a queda foi de três pontos percentuais, saindo de 54% para 51%.
Já em comparação ao levantamento realizado em julho de 2024, a queda foi de dois pontos percentuais, quando Raquel tinha 53% de aprovação, chegando a 54% em dezembro e atingindo, agora, os 51% de aprovação.
A desaprovação teve aumento de dois percentuais em comparação às duas pesquisas anteriores. Em julho e dezembro de 2024, a desaprovação era de 42%, passando para 44% em fevereiro de 2025.
Confira os números abaixo
Avaliação do governo Raquel Lyra: Aprova: 51% (-3); Desaprova: 44% (+2); Não sabe/não respondeu: 5% (-1).
Dos entrevistados, 5% não sabem ou não responderam, representando parcela semelhante à pesquisa de julho de 2024.
O levantamento ouviu 1.104 eleitores com 16 anos ou mais, entre 19 e 23 de fevereiro, e foi encomendado pela Genial Investimentos.
Nos recortes, a avaliação de Raquel Lyra teve queda, dentro da margem de erro, entre homens, e sem alteração entre as mulheres.
Para o eleitorado masculino, a avaliação regular aumentou três pontos percentuais em relação a dezembro de 2024, saindo de 38% para 41%. Já a aprovação caiu de 35% para 33%. A reprovação caiu quatro pontos percentuais, saindo de 25% para 21%.
Entre o eleitorado feminino, a avaliação regular passou de 32% para 33%, enquanto a aprovação se manteve em 31%. Já a reprovação caiu quatro pontos percentuais, passando de 33% para 29%.
Avaliação do governo de Pernambuco
A pesquisa Genial/Quaest desta quinta-feira também trouxe números de avaliação do trabalho do governo estadual, com a maior parcela dos entrevistados apontando como “regular”.
De acordo com o levantamento, 37% dos eleitores apontam o trabalho do governo estadual como “regular”, aumentando dois pontos percentuais em relação ao levantamento de dezembro de 2024.
O número de eleitores que avaliam o trabalho do governo estadual como “positivo” não teve alteração em relação a dezembro, permanecendo em 32%.
Já a parcela eleitores que avaliam como “negativo” o trabalho da gestão estadual registrou queda de três pontos percentuais em relação ao último levantamento, saindo de 29% para 26%.
Veja os números abaixo
Avaliação do trabalho do governo estadual: Regular: 37% (+2); Positivo: 32% (-); Negativo: 26% (-3); Não sabe/não respondeu: 5% (+1).
Documento é parte de outra investigação cujo alvo é Bolsonaro Ao menos dois dos investigados presos nesta quinta-feira (11) na Operação Última Milha tinham conhecimento sobre a existência de uma minuta de decreto para promover um golpe de Estado, que poderia ser assinada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro. A Última Milha, tocada pela Polícia Federal (PF), […]
Documento é parte de outra investigação cujo alvo é Bolsonaro
Ao menos dois dos investigados presos nesta quinta-feira (11) na Operação Última Milha tinham conhecimento sobre a existência de uma minuta de decreto para promover um golpe de Estado, que poderia ser assinada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
A Última Milha, tocada pela Polícia Federal (PF), apura uma suposta estrutura paralela de espionagem montada na Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que teria como objetivo monitorar ilegalmente adversários pessoais e políticos do clã Bolsonaro.
A “minuta do golpe” é alvo de um outro inquérito, que tem como alvo o ex-presidente Jair Bolsonaro e assessores próximos. As duas investigações tramitam sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Uma das bases da investigação sobre a Abin paralela são os diálogos mantidos entre o militar Giancarlo Gomes Rodrigues e seu superior, o policial federal Marcelo Araújo Bormevet. Os dois eram os responsáveis por operar diretamente o programa First Mile, adquirido pela Abin e capaz de monitorar o posicionamento geográfico de aparelhos celulares sem ser detectado pelo sistema de telefonia.
A PF aponta que as buscas feitas no First Mile coincidem com as conversas trocadas entre os dois, que foram obtidas pelos investigadores. Em dado momento, destaca a PF, Bormevet pergunta a Giancarlo: “O Nosso PR imbrochável já assinou a porra do decreto?”. O militar responde: “Assinou nada. Tá foda essa espera, se é que vai ter alguma coisa”.
Para os investigadores, “as referências relacionadas ao rompimento democrático declaradas pelos policiais é circunstância relevante que indica no mínimo potencial conhecimento do planejamento das ações que culminaram na construção da minuta do decreto de intervenção”.
A observação foi feita no requerimento no qual a PF pediu a prisão preventiva dos dois investigados, bem como o compartilhamento de informações entre o inquérito da Abin paralela e o da minuta do golpe. Ambos os pedidos foram deferidos por Moraes.
Para a PF, os crimes supostamente cometidos na Abin “se situam no nexo causal dos delitos que culminaram na tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito”.
Esse foi um dos argumentos utilizados pela PF para pedir a prisão dos investigados. A autoridade policial alegou que a deflagração de uma nova fase da Última Milha poderia fazer com que os suspeitos buscassem destruir provas que ligassem as duas investigações.
Além de Bormevet e Giancarlo, outras duas pessoas foram presas nesta quinta-feira, enquanto uma quinta segue foragida. De modo preliminar, a PF apontou o cometimento de crimes como pertencimento a organização criminosa, invasão de dispositivo informático alheio, interceptação clandestina de comunicações e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito. As informações são da Agência Brasil.
Mudança já foi publicada no Diário Oficial, mas também está na MP do Emprego Verde Amarelo Fernanda Brigatti/Folha de São Paulo O governo Bolsonaro acabou com a multa de 10% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) paga pelas empresas à União em demissões sem justa causa. Com isso, os desligamentos feitos a […]
Mudança já foi publicada no Diário Oficial, mas também está na MP do Emprego Verde Amarelo
Fernanda Brigatti/Folha de São Paulo
O governo Bolsonaro acabou com a multa de 10% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) paga pelas empresas à União em demissões sem justa causa. Com isso, os desligamentos feitos a partir de 1º de janeiro de 2020 estarão dispensados desse pagamento.
A extinção dessa cobrança, chamada de contribuição social e criada por uma lei complementar de 2001, foi incluída pela comissão mista que discutiu a Medida Provisória 889, a dos novos saques do FGTS.
Essa MP foi convertida na lei nº 13.932, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro na quarta (11) e publicada na edição de quinta-feira (12) do Diário Oficial da União.
Quando um funcionário é demitido sem justa causa, a empresa tem que calcular uma multa de 50% sobre todos os depósitos realizados na conta desse trabalhador. Desse total, 40% referem-se a uma indenização pela dispensa e são pagos ao funcionário. Os outros 10% vão para o governo.
No relatório encaminhado pela comissão mista, o senador Chico Rodrigues afirma que a contribuição já cumpriu sua função. Quando foi criada, a cobrança pretendia compensar os pagamentos de atualização monetária devidos às contas do Fundo de Garantia em decorrência dos planos econômicos.
Em 2018, o recolhimento desses valores somou R$ 5 bilhões em arrecadação ao FGTS. “Trata-se de um tributo a mais a elevar o custo do trabalho, tornando a dispensa sobremaneira onerosa para o empregador, que já está sujeito ao pagamento da multa de 40% sobre todos os depósitos ao Fundo e suas remunerações”, diz.
O advogado e professor de direito do trabalho da FMU (Faculdades Metropolitanas Unidas), Ricardo Calcini, diz que a extinção da contribuição pode reforçar a tese de empresas que buscaram o judiciário para cobrar a devolução desse valor.
“As empresas defendiam justamente o fato de a contribuição ter perdido a finalidade para a qual foi criada. O governo nunca reconheceu isso”, afirma.
Com o fim desse valor adicional, as demissões ficarão mais baratas.
Em outubro, o governo já estudava o envio de uma MP que acabasse com a cobrança. Como os valores passam pelo Orçamento antes de irem para a administração do FGTS, o montante entra no cálculo do teto de gastos e ocupa espaço orçamentário.
A lei publicada no DOU na quinta também trouxe mudanças no Saque Certo, que incluiu mais duas modalidades de retirada de dinheiro do fundo. No saque imediato, os trabalhadores com até um salário mínimo (R$ 998 neste ano) poderão retirar esse valor de cada uma de suas contas no fundo.
O limite anterior, previsto na MP, era de R$ 500 por conta. Quem já fez o saque seguindo a regra anterior e está enquadrado no novo limite, poderá retirar o restante no dia 20.
A mesma publicação também revogou o aumento no percentual do lucro do FGTS que é dividido entre os trabalhadores.
O fim da multa foi incluído pelo governo também na Medida Provisória 905, que criou o programa Verde Amarelo de estímulo ao emprego, e que corre o risco de naufragar diante da resistência do Congresso.
Uma das regras mais polêmicas incluídas na medida é a cobrança de contribuição previdenciária dos trabalhadores que estejam recebendo o seguro-desemprego.
A programação da festa de emancipação política de Iguaracy teve início nesta sexta-feira (20), com uma missa em Ação de Graças. A celebração foi presidida pelo bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo Antônio, que esteve acompanhado pelos padres da paróquia de São Sebastião, Pe. Rogério e Pe. Gutenberg. Durante sua homilia, Dom […]
A programação da festa de emancipação política de Iguaracy teve início nesta sexta-feira (20), com uma missa em Ação de Graças. A celebração foi presidida pelo bispo da diocese de Afogados da Ingazeira, Dom Limacêdo Antônio, que esteve acompanhado pelos padres da paróquia de São Sebastião, Pe. Rogério e Pe. Gutenberg.
Durante sua homilia, Dom Limacêdo destacou a importância da fé, da esperança e do amor na vida da comunidade. Ele incentivou os presentes a manterem esses valores vivos em suas ações diárias, especialmente em momentos de celebração e reflexão como o que a cidade vivencia.
A missa, que reuniu autoridades municipais como o prefeito Zeinha Torres, o vice-prefeito Dr. Pedro Alves, vereadores, secretários municipais, moradores e visitantes, marca o início das festividades em homenagem à emancipação política do município, um momento significativo para a população local. Durante a cerimônia, Rita de Cássia leu uma mensagem do prefeito Zeinha Torres, na qual ele se dirigiu ao povo de Iguaracy como “amigos e amigas”, reforçando a união e o compromisso com a comunidade.
Após a celebração religiosa, a programação continua ao longo do dia com diversas atividades, incluindo entregas de obras e atividades culturais e sociais que celebram a história e as conquistas de Iguaracy.
Menino que tem comorbidades deu entrada no Hospital Regional Emília Câmara com suspeita de dengue A criança de 7 anos, portadora de deficiência motora e com outros problemas de saúde que tem suspeita de dengue segue na Unidade de Terapia Intensiva Infantil do Hospital Regional Emília Câmara (HREC). Segundo o blog apurou junto à unidade, […]
Menino que tem comorbidades deu entrada no Hospital Regional Emília Câmara com suspeita de dengue
A criança de 7 anos, portadora de deficiência motora e com outros problemas de saúde que tem suspeita de dengue segue na Unidade de Terapia Intensiva Infantil do Hospital Regional Emília Câmara (HREC).
Segundo o blog apurou junto à unidade, o estado da criança ainda é grave, mas estável, e sem intercorrências nas últimas horas.
Ainda não há confirmação laboratorial de dengue porque o resultado da sorologia demora alguns dias para sair.
Mas em linhas gerais, pelo jeito que a criança chegou, pode-se dizer que está em linhas gerais com quadro que inspira esperança na recuperação.
A criança é do distrito de Riacho do Meio em São José do Egito. Seu quadro inicial exigiu transferência para a UTI da unidade, que foi entregue há poucos dias.
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