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Anderson Ferreira esconde Bolsonaro da propaganda política do PL

Por Nill Júnior

Candidato a governador nas últimas eleições tendo como principal cabo eleitoral o ex-presidente Jair Bolsonaro, Anderson Ferreira simplesmente o escondeu da peça institucional do PL.

O spot vai ao ar no rádio e na TV e ignora o ex-presidente, que não aparece nem no texto nem nas imagens.

“Ser de direita é acreditar que, com coragem, podemos renovar a nossa confiança no futuro, com equilíbrio, compromisso com a liberdade e com a democracia. Simbora trabalhar!” – diz em sua rede social.

Postura diferente da de Gilson Machado, que mantém a fidelidade política ao ex-mandatário.

Outras Notícias

Mais um acidente é registrado na Estrada de Ibitiranga

Mais um acidente foi registrado na PE 380, a Estrada de Ibitiranga, esta tarde. Um veículo de placas RND 4D13 tombou na via. Segundo o blogueiro Ivan Vaqueiro, ninguém ficou ferido, sendo registrados só danos materiais. Em 20 de fevereiro, numa tentativa de ultrapassagem, a motorista perdeu o controle do veículo, saiu da estrada e […]

Mais um acidente foi registrado na PE 380, a Estrada de Ibitiranga, esta tarde.

Um veículo de placas RND 4D13 tombou na via. Segundo o blogueiro Ivan Vaqueiro, ninguém ficou ferido, sendo registrados só danos materiais.

Em 20 de fevereiro, numa tentativa de ultrapassagem, a motorista perdeu o controle do veículo, saiu da estrada e caiu numa vala. Ainda segundo informações, a motorista não teria sofrido ferimentos graves e está bem.

Os acidentes estão ficando comuns na via. Em janeiro, um acidente por pouco não tirou a vida de um casal de jovens que voltava da festa que estava acontecendo naquela comunidade. Em outubro, um gol placas CBM 3344 capotou próximo à oficina de Lalau.  Maria José da Silva, 44 anos, conhecida por Dada, morreu na hora.

As condições da estrada, que já não eram boas, ficou pior após a gestão Raquel Lyra determinar a interrupção da obra, dentro do pacote que visa reavaliar contratos e ver quais são os projetos prioritários para o governo.

Políticos da região tentam sensibilizar a governadora da importância da retomada das obras, mas até agora não houve repostas por parte do governo.

Governo Municipal de Sertânia convoca aprovados para o cargo de Guarda Civil

O Governo Municipal de Sertânia realizou mais uma convocação do concurso público feito em 2019. Dessa vez, foram chamados 10 aprovados para o cargo de Guarda Civil Municipal; sendo convocados nove candidatos que disputaram as vagas na categoria ampla concorrência e um aprovado para a vaga destinada às pessoas com deficiência. A lista completa com […]

O Governo Municipal de Sertânia realizou mais uma convocação do concurso público feito em 2019. Dessa vez, foram chamados 10 aprovados para o cargo de Guarda Civil Municipal; sendo convocados nove candidatos que disputaram as vagas na categoria ampla concorrência e um aprovado para a vaga destinada às pessoas com deficiência.

A lista completa com os nomes e documentação necessária foi publicada nos sites: www.sertania.pe.gov.br e www.admtec.org.br. É preciso comparecer ao Setor de Recursos Humanos da Secretaria de Administração e Gestão de Pessoas, na sede da Prefeitura Municipal de Sertânia, situada na Praça João Pereira Vale, nº 20, Centro. O horário de atendimento é das 8h às 13h, de segunda a sexta-feira.

O prazo é de 30 dias corridos, contados a partir do recebimento da carta convocação para a posse, mas o candidato convocado que não deseja esperar o AR pode ir de forma espontânea no endereço acima citado. Esses aprovados estão sob investigação social e passarão por avaliação médica.

A remuneração para este ofício é de um salário mínimo. Mais de 5 mil pessoas se inscreveram no concurso, que tem validade de dois anos, podendo ser prorrogado por igual período. O certame ofereceu 164 vagas de emprego, em todos os níveis de escolaridade.

Lava Jato teria articulado proteção a Moro de tensão com o STF, diz jornal

Blog de Jamildo O chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, teria tentado evitar o acirramento da tensão entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, quando era juiz, e Supremo Tribunal Federal (STF). É o que afirmam o jornal Folha de S. Paulo e o site The Intercept, em mais […]

Foto: José Cruz/Agência Brasil

Blog de Jamildo

O chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato, Deltan Dallagnol, teria tentado evitar o acirramento da tensão entre o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, quando era juiz, e Supremo Tribunal Federal (STF). É o que afirmam o jornal Folha de S. Paulo e o site The Intercept, em mais uma divulgação de mensagens trocadas entre eles que foram vazadas.

Segundo a publicação, Moro ficou preocupado com a reação de Teori Zavascki, que era relator da Lava Jato no Supremo, depois que a Polícia Federal anexou a um inquérito, sem sigilo, documento da Odebrecht que expunha nomes de políticos com foro privilegiado. No período, o então magistrado já havia sido repreendido pela Corte por causa da divulgação de áudios de escutas telefônicas que tiveram Lula (PT) como alvo.

Moro aparece nas mensagens afirmando a Dallagnol que iria “parecer afronta”. Em seguida, o procurador afirma que faria tudo que fosse necessário para protegê-lo de “injustas acusações” e fala, também por mensagens, com o delegado da Polícia Federal  Márcio Anselmo para afirmar que Moro estava chateado.

‘Tontos do MBL’

De acordo com a Folha, as conversas foram em 2016. No mesmo dia, o ex-juiz usou o Telegram para perguntar a Dallagnol se ele ou outro integrante da força-tarefa teria o contato de nomes do Movimento Brasil Livre (MBL). Moro queria, segundo a publicação, contê-los após um protesto em frente à casa de Teori, pelo que chamou o grupo de “tontos”. O procurador afirmou, porém, que não considerava adequado.

Em resposta ao jornal, Moro afirmou que sempre respeitou o MBL e criticou o vazamento de conversas suas.

Jornal diz que Anchieta Patriota pode assumir vaga na Alepe, mas possibilidade ainda é remota

Em Carnaíba e em boa parte do Pajeú, rende comentários uma publicação do Jornal Desafio afirmando que  o ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, deverá de fato assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados de Pernambuco a partir de janeiro. Segundo a publicação, as informações dariam conta de que alguns deputados eleitos à frente de Anchieta Patriota […]

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Em Carnaíba e em boa parte do Pajeú, rende comentários uma publicação do Jornal Desafio afirmando que  o ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, deverá de fato assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados de Pernambuco a partir de janeiro.

Segundo a publicação, as informações dariam conta de que alguns deputados eleitos à frente de Anchieta Patriota deverão assumir Secretarias da gestão Paulo Câmara. A possibilidade entretanto, para quem tem conversado sobre a formatação do novo governo, ainda são remotas. Isso porque a  suplência de Anchieta é alta para ser puxado. Vale para quem pensa a favor a máxima de que “se quiser, se resolve”.

Por outro lado, o nome de Anchieta Patriota já é cotado para disputa da prefeitura de Carnaíba em 2016. O Prefeito Zé Mário chegou a dizer que apesar de não ser hora, “tem direito legal à reeleição”. Mas Anchieta pode estar de fato ensaiando sua volta, dizem próximos.

“Não cometi dolo nem desvio”, diz Luciano Duque sobre possibilidade de rejeição de contas

O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) concedeu entrevista, por telefone, na manhã desta terça-feira (1º) ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, e falou sobre temas sensíveis à política estadual e à sua trajetória em Serra Talhada. Entre os assuntos, Duque destacou a expectativa pela votação de suas contas pela Câmara de Vereadores de Serra […]

O deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) concedeu entrevista, por telefone, na manhã desta terça-feira (1º) ao programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, e falou sobre temas sensíveis à política estadual e à sua trajetória em Serra Talhada. Entre os assuntos, Duque destacou a expectativa pela votação de suas contas pela Câmara de Vereadores de Serra Talhada, sobre uma possível tentativa de interferência política no processo e defendeu os investimentos da governadora Raquel Lyra (PSDB), rebatendo críticas da oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

Duque classificou como “intervenção indevida” a possível articulação da prefeita Márcia Conrado (PT) para a rejeição das contas de seu governo, apesar de recomendação favorável do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

“As contas estão aprovadas pelo Tribunal de Contas, por um órgão de controle. Votar contra isso é atestado de subserviência. Não acredito que os vereadores vão fazer isso”, afirmou.

O deputado disse que estará presente na sessão da próxima segunda-feira (7), data prevista para a votação. Segundo ele, “não cometi nenhum dolo, nenhum desvio”, e reafirmou a confiança no bom senso dos parlamentares de Serra Talhada.

Sobre a manchete do Farol de Notícias que falava em um plano da prefeita para “esmagá-lo politicamente”, Duque foi direto:

“Se há essa intenção, ela está me pagando pelo que fiz por ela. Mas tudo bem, isso é da política. O bem eu sempre procurei fazer”, disse, em tom de desabafo.

O deputado negou ter perseguido adversários enquanto foi prefeito e lembrou que, mesmo como opositor de outros líderes, sempre manteve relações republicanas, inclusive com o ex-governador e Paulo Câmara e o ex-deputado Sebastião Oliveira.

Luciano Duque também comentou o impasse entre a Alepe e o governo Raquel Lyra em torno da votação de novos empréstimos para o Estado. Ele criticou a postura da oposição, que tem dificultado a aprovação de cerca de R$ 3,2 bilhões em financiamentos.

“Respeito a oposição, mas é hora de equilíbrio. Os argumentos que usam não têm base. Pernambuco é o quinto estado que mais gerou empregos no país, e isso se deve aos investimentos que estão sendo feitos”, declarou.

Duque defendeu que os empréstimos são essenciais para obras estruturantes como o Arco Metropolitano, a duplicação da BR-232, novos hospitais e estações de tratamento de água.

“Dizer que o governo não tem capacidade de investir não se sustenta. Só o tempo de captação e liberação dos recursos já exige um planejamento de médio prazo”, completou.