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Anchieta Patriota, é internado para exames em Recife

Por André Luis

O prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota, está internado em Recife para a realização de exames médicos após um desmaio ocorrido na madrugada do último sábado para domingo. A informação foi divulgada por sua esposa, Cecília Patriota, que também é secretária de Educação do município, em uma nota publicada em suas redes sociais.

“Viemos para alguns exames médicos de rotina, mas, na madrugada de sábado para domingo, Anchieta teve um desmaio em casa e procuramos atendimento médico”, informou Cecília.

De acordo com a nota, os médicos decidiram pela internação do prefeito para uma investigação mais detalhada e a realização de exames complementares. Cecília destacou que Anchieta já passou por uma avaliação neurológica e que “está tudo bem”.

“Hoje fará outros exames, mas encontra-se bem, apenas aguardando os resultados e a liberação da equipe médica. Estamos confiantes e estaremos brevemente em casa, com as bênçãos de Deus e Nossa Senhora”, concluiu a primeira-dama.

Outras Notícias

Salgueiro: TCE julga regulares com ressalvas contas do FUNPRESSAL de 2018

Nesta quinta-feira (23), foi publicado no Diário Oficial do Tribunal de Contas de Pernambuco, o resultado da 4ª Sessão Ordinária da Segunda Câmara, realizado no dia 16 de fevereiro, que julgou a prestação de contas do Fundo de Previdência dos Servidores de Salgueiro – FUNPRESSAL. Após analisar que não houve desfalque, desvio de bens, ou […]

Nesta quinta-feira (23), foi publicado no Diário Oficial do Tribunal de Contas de Pernambuco, o resultado da 4ª Sessão Ordinária da Segunda Câmara, realizado no dia 16 de fevereiro, que julgou a prestação de contas do Fundo de Previdência dos Servidores de Salgueiro – FUNPRESSAL.

Após analisar que não houve desfalque, desvio de bens, ou valores, ou da prática de qualquer ato ilegal, ilegítimo ou antieconômico, ou, ainda, a não violação de norma legal ou regulamentar, a Segunda Câmara do Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE), julgou, de forma unânime, regulares com ressalvas as contas da diretora de previdência, Maria Auxiliadora de SA Trapia, relativas ao exercício financeiro de 2018.

Entre as considerações citadas, a Segunda Câmara considerou que ao término da instrução probatória, não foi apurada a existência de omissão no repasse das contribuições previdenciárias devidas ao RPPS, desfalque, desvio de bens ou valores, ou ainda a prática de qualquer ato ilegal, ilegítimo ou antieconômico de que resulte dano ao Erário.

Também foi considerado que os esforços da gestão para solucionar as irregularidades identificadas, bem como o fato de se apresentarem dissociadas de maior gravidade e que as falhas apuradas merecem atenção em busca do equilíbrio atuarial e financeiro preconizado pelo artigo 40 da Constituição Federal de 1988.

A Segunda Câmara determinou a gestora, ou quem vier a sucedê-la, que atenda, algumas medidas. Também fez uma série de recomendações.

Participaram do julgamento do processo, o Conselheiro Substituto Carlos Pimentel, relator do processo; a Conselheira Teresa Duere, Presidente, em exercício, da Sessão e Procurador do Ministério Público de Contas: Guido Rostand Cordeiro Monteiro, acompanhou o julgamento do processo.

Índice FIRJAN revela safra de maus gestores em PE

Diário de Pernambuco Já que pernambucano gosta de megalomania, foi divulgado um dado interessante, mas para o lado negativo. Pernambuco é o segundo estado com o maior número de maus gestores municipais do Brasil. Para se ter ideia, 96% das cidades daqui terminaram o ano passado com gestão financeira avaliada em difícil ou crítica, ficando […]

Diário de Pernambuco

Já que pernambucano gosta de megalomania, foi divulgado um dado interessante, mas para o lado negativo. Pernambuco é o segundo estado com o maior número de maus gestores municipais do Brasil. Para se ter ideia, 96% das cidades daqui terminaram o ano passado com gestão financeira avaliada em difícil ou crítica, ficando atrás apenas de Sergipe (98%).

Além disso, apenas 7 cidades tiveram nota boa e nenhuma atingiu a pontuação de excelência. O resultado é fruto de um cenário de crise fiscal, que fez boa parte dos municípios entrar em 2017 com dívidas e sem o dinheiro em caixa para honrá-las.

Além disso, os gastos com folha de pagamento e a falta de investimentos por parte dos prefeitos colaboraram com o cenário trágico local. A surpresa boa vem de fora da Região Metropolitana. Triunfo, no Sertão, assumiu o lugar de melhor cidade no tratamento das contas públicas no ano passado. Casinhas e Jurema, no Agreste, fecharam o pódio.

O quadro adverso foi apresentado pelo Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), que levantou as informações declaradas pelas próprias prefeituras, apresentadas ao Tesouro Nacional, referentes a 2016. A pesquisa tem abrangência nacional e atinge os mais de 5,5 mil municípios do Brasil. Em Pernambuco, 176 dos 184 foram analisados nos indicadores de receita própria, gasto com pessoal, investimento, liquidez e custo da dívida.

De acordo com o coordenador de Estudos Econômicos do Sistema Firjan, Jonathas Goulart, as cidades que apresentaram as melhores performances do estado mostram como fazer o dever de casa reflete em todos os indicadores.

“Triunfo apresentou uma melhora considerável no indicador de receita própria, ou seja, na arrecadação dos impostos municipais (IPTU e ISS). Mais dinheiro representa melhora no indicador de gasto com pessoal quando o prefeito não faz mais contratações, além da liquidez, que faz a gestão encerrar o mandato deixando dinheiro em caixa suficiente para quitar dívidas pactuadas para frente. A folga no caixa também permite que a gestão melhore no quesito investimentos”, detalhou.

As cidades de Casinhas e Jurema, em segundo e terceiro lugares, respectivamente, apresentaram comportamento bem semelhante, segundo Goulart. “Além de melhorar a forma de arrecadar, o saldo extra na conta pode ter vindo de uma dívida recebida ou um refinanciamento de dívida com inadimplentes”, complementou. O salto de Jurema foi expressivo. Ficou em terceiro lugar em 2016, depois de se posicionar em 113º lugar em 2015.

Recorrentes no ranking de melhores cidades, Recife e Ipojuca continuaram figurando o TOP 10, mas em posições abaixo do ano anterior.

“O Recife caiu de segundo lugar para novo, fruto de queda nos investimentos no ano passado. Ainda assim, atingiu quase nota máxima no quesito de arrecadação. Já Ipojuca, que por dois anos consecutivos (2015 e 2014) estava na liderança das melhores gestões, fechou 2016 em 7º lugar, devido à combinação trágica de falta de investimentos e máquina pública inflada de servidores”, ressaltou.

Na CPI, Mauro Cid opta pelo silêncio

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, decidiu, hoje, ficar em silêncio durante o depoimento à CPI dos Atos Golpistas do Congresso Nacional. Em exposição inicial, Cid disse que a nomeação para ser ajudante de Bolsonaro não teve ingerência política e que não participava de decisões de governo. Em seguida, afirmou […]

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro, decidiu, hoje, ficar em silêncio durante o depoimento à CPI dos Atos Golpistas do Congresso Nacional.

Em exposição inicial, Cid disse que a nomeação para ser ajudante de Bolsonaro não teve ingerência política e que não participava de decisões de governo. Em seguida, afirmou que, por conta das investigações que pesam contra ele devido à atuação no cargo, ficaria em silêncio.

“Por todo o exposto, e sem qualquer intenção de desrespeitar vossas excelências e os trabalhos conduzidos por esta CPMI, considerando minha inequívoca condição de investigado, por orientação da minha defesa e com base no habeas corpus 229323, concedido em meu favor pelo STF, farei uso ao meu direito constitucional ao silêncio”, disse.

Como alguns requerimentos que levaram à convocação de Cid o colocavam tanto na condição de testemunha quanto de investigado, a defesa de Cid pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que ele não fosse obrigado a comparecer à CPI.

Ao analisar o pedido, a ministra Cármen Lúcia decidiu que Cid era obrigado a ir à CPI, mas que poderia ficar em silêncio para não se autoincriminar, o que se concretizou. Mesmo diante da decisão do militar de ficar calado, os parlamentares continuaram fazendo perguntas, que não tiveram resposta.

Sete internos fogem da FUNASE Arcoverde

Sete adolescentes fugiram na noite da última sexta-feira da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. Policiais militares do Batalhão de Arcoverde foram chamados para ajudar na captura dos infratores, mas até o momento nenhum dos adolescentes foram encontrados. De acordo com a assessoria de Comunicação Social da Funase, não houve […]

Sete adolescentes fugiram na noite da última sexta-feira da Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) de Arcoverde, no Sertão de Pernambuco.

Policiais militares do Batalhão de Arcoverde foram chamados para ajudar na captura dos infratores, mas até o momento nenhum dos adolescentes foram encontrados.

De acordo com a assessoria de Comunicação Social da Funase, não houve motim nem feridos.

A corregedoria da instituição determinou abertura de sindicância para apurar as causas e as possíveis responsabilidades por conta do episódio.

Boletos vencidos já podem ser pagos em qualquer banco

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febran) a implementação da Nova Plataforma de Cobrança (NPC) torna o processo de pagamento via boleto mais seguro Da Agência Brasil Desde ontem (10), boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco ou correspondente e não apenas na instituição financeira em que foram emitidos. Isso será possível […]

De acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febran) a implementação da Nova Plataforma de Cobrança (NPC) torna o processo de pagamento via boleto mais seguro

Da Agência Brasil

Desde ontem (10), boletos vencidos poderão ser pagos em qualquer banco ou correspondente e não apenas na instituição financeira em que foram emitidos. Isso será possível com a conclusão da implementação da Nova Plataforma de Cobrança (NPC), sistema desenvolvido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) em parceria com os bancos. Na última fase do processo, passa a ser obrigatório o cadastramento de títulos referentes a faturas de cartão de crédito e doações no novo sistema.

Segundo a Febraban, além da praticidade, a implementação da NPC torna o processo de pagamento via boleto mais seguro, sem risco de fraudes. Outra mudança diz respeito ao comprovante de pagamento, que será mais completo, apresentando todos os detalhes do boleto, (juros, multa, desconto, etc) e as informações do beneficiário e pagador.

O projeto da Nova Plataforma de Cobrança começou há quatro anos. Desde 2016, a medida vem incorporando à base de dados os boletos de pagamentos já dentro das normas exigidas pelo Banco Central, ou seja, com informações do CPF (Cadastro de Pessoa Física) ou CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) do emissor, data de vencimento e valor, além do nome e número do CPF ou CNPJ do pagador.

A Febraban diz que essas informações são importantes para checar a veracidade dos documentos na hora do pagamento. Caso os dados do boleto a ser pago não coincidam com os registrados na base da nova plataforma, o documento é recusado, pois pode ser falso.

Para fazer a migração do modelo antigo de processamento para o atual, os bancos optaram por incluir os boletos no novo sistema por etapas, de acordo com o valor a ser pago. Esse processo começou em meados do ano passado para boletos acima de R$ 50 mil (os de menor volume) e termina hoje, com a incorporação dos boletos de cartão de crédito e doações.

A previsão inicial era que o processo fosse concluído em 22 de setembro. Entretanto, em junho deste ano, após dificuldades de clientes para pagar boletos, a Febraban alterou o cronograma.

Última fase

Com uma participação de cerca de 40% do total de títulos emitidos no país, os boletos de cartões de crédito e doações têm uma característica em comum: o valor a ser pago pelo consumidor pode não ser exatamente o que consta em cada boleto. No caso dos cartões, porque há opções de pagamento, como valor mínimo, duas ou três parcelas. No caso das doações, o usuário também pode escolher um valor diferente do que está impresso no boleto.

Segundo a Febraban, da mesma forma que nas fases anteriores, se os boletos não estiverem cadastrados na base do novo sistema, os bancos irão recusá-los. Se isso ocorrer, o pagador deve procurar o beneficiário, que é o emissor do boleto, para quitar o débito ou solicitar o cadastramento do título.