Anchieta Patriota diz que fará majoritários em Carnaíba
Por Nill Júnior
Foto: Aryel Aquino
O Prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB) diz confiar que fará novamente seus candidatos majoritários no município que governa pela terceira vez.
Anchieta vota e pede votos para Danilo Cabral, Lucas Ramos, Humberto Costas e Jarbas Vasconcelos para o Senado, Paulo Câmara e Fernando Haddad.
No domingo (30), esteve com seus candidatos no Povoado da Itã. O evento contou com a presença do deputado Danilo Cabral (PSB), que concorre à reeleição. Em seu discurso, o parlamentar prestou contas do seu mandato e citou obras conseguidas por ele para Carnaíba, além de destinação de emendas para reforçar a área da saúde.
Além da militância, o comício contou com a presença da primeira-dama e gestora da GRE, Cecília Patriota, do vice-prefeito, Júnior de Mocinha (PSB) e dos vereadores Victor Patriota, Cícero Batista, Everaldo Patriota, Antônio Chico, e Alex Mendes, todos do PSB, além dos suplentes Jeovane, Océlio e Adão Valério.
O encontro dos líderes das instituições aconteceu na sede da APAC, nesta sexta-feira (28) O presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Kaio Maniçoba, reuniu-se na manhã desta sexta-feira (28) com a presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC), Suzana Montenegro, para assinar o Acordo de Cooperação Técnica entre as instituições. “O objetivo […]
O encontro dos líderes das instituições aconteceu na sede da APAC, nesta sexta-feira (28)
O presidente do Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), Kaio Maniçoba, reuniu-se na manhã desta sexta-feira (28) com a presidente da Agência Pernambucana de Águas e Clima (APAC), Suzana Montenegro, para assinar o Acordo de Cooperação Técnica entre as instituições.
“O objetivo da nossa iniciativa é compartilhar informações e dados de pesquisas, cadastros e elaboração de produtos em Agrometeorologia”, explica Maniçoba.
O acordo potencializará a operação dos postos que compõem a rede de coleta em Agrometeorologia, validará em conjunto o Monitor de Secas para o Estado de Pernambuco e desenvolverá ações de orientações e cadastramento dos consumidores de água que tenham interesse em comum no IPA e na APAC.
Durante o encontro, foi discutida a necessidade de liberação da vazão do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) com as Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional para o reservatório de Muquém, em Floresta. Com um investimento de quase 10 milhões de reais, o projeto de infraestrutura hídrica capta água do Rio São Francisco e vai abastecer 20 comunidades da zona rural do município.
Capital do Xaxado ocupa o 2º lugar do Sertão no ranking de outubro do Caged A cidade de Serra Talhada gerou 323 postos de trabalho formais no último mês de outubro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, divulgados nesta terça-feira (30/11). Foram 323 admissões e […]
Capital do Xaxado ocupa o 2º lugar do Sertão no ranking de outubro do Caged
A cidade de Serra Talhada gerou 323 postos de trabalho formais no último mês de outubro, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência, divulgados nesta terça-feira (30/11).
Foram 323 admissões e 192 desligamentos no período, o que gera saldo positivo de 181 postos e variação relativa de 1,44%. Com o resultado positivo Serra Talhada ocupa o 2º lugar do ranking no Sertão de Pernambuco.
No acumulado do ano de 2021, a cidade gerou 2.778 vagas formais, com saldo de 180 e variação de 1,98%; e nos últimos doze meses foram 3.230 postos, com saldo de 235 e variação de 2,61%.
“Apesar da crise acentuada pela pandemia da Covid-19, Serra Talhada continua sendo referência na geração de empregos em Pernambuco, ocupando o segundo lugar em todo o Sertão no mês de outubro, além de números positivos no acumulado desse ano, com quase duas mil e oitocentas vagas, e no período dos últimos doze meses, com quase três e mil trezentas, o que mostra o potencial de nossa cidade, que cresce e se desenvolve mesmo em meio às dificuldades, graças ao empenho de todos”, comentou a prefeita Márcia Conrado.
O Governo de Pernambuco anunciou a integração de Danilo Simões e Edson Henrique à equipe da Casa Civil. Ambos assumirão cargos estratégicos como Assessores Especiais da Governadora Raquel Lyra. A articulação foi conduzida pelo deputado estadual Romero Sales Filho. O anúncio ocorreu durante reunião com o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, e o secretário […]
O Governo de Pernambuco anunciou a integração de Danilo Simões e Edson Henrique à equipe da Casa Civil. Ambos assumirão cargos estratégicos como Assessores Especiais da Governadora Raquel Lyra. A articulação foi conduzida pelo deputado estadual Romero Sales Filho.
O anúncio ocorreu durante reunião com o secretário da Casa Civil, Túlio Vilaça, e o secretário executivo Yuri Coriolano. Segundo o governo, a nomeação será formalizada nos próximos dias.
Danilo Simões foi candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira nas eleições de 2024 e lidera o grupo de oposição no município. É filho do ex-prefeito e ex-deputado estadual Orisvaldo Inácio e da ex-prefeita Giza Simões. Já Edson Henrique é advogado, ex-vereador e filho do vereador Zé Negão. Ambos concorreram pela coligação “União Pelo Povo”.
Com a nomeação, o governo estadual busca ampliar sua presença institucional no Sertão do Pajeú, região que, segundo Romero Sales Filho, precisa estar mais integrada ao planejamento e à execução das políticas públicas do Estado. “Danilo e Edson conhecem de perto as necessidades do povo e agora terão as condições necessárias para contribuir com a execução de políticas públicas que melhorem a vida de quem mais precisa. É mais Sertão dentro do governo”, afirmou o deputado.
“A medida é apresentada como parte do esforço do Governo de Pernambuco para fortalecer o diálogo com os municípios do interior e avançar na agenda de reconstrução coordenada pela gestão de Raquel Lyra”, afirmou a assessoria do deputado.
Do Uol A Procuradoria-Geral da República apresentou nesta sexta-feira (20) um pacote com dez propostas para ampliar o combate à corrupção no país. Entre as medidas sugeridas pelos procuradores há o aumento de pena e celeridade nos processos sobre corrupção. As propostas serão enviadas para o Congresso Nacional e propõem alterações nos códigos de processos […]
A Procuradoria-Geral da República apresentou nesta sexta-feira (20) um pacote com dez propostas para ampliar o combate à corrupção no país. Entre as medidas sugeridas pelos procuradores há o aumento de pena e celeridade nos processos sobre corrupção. As propostas serão enviadas para o Congresso Nacional e propõem alterações nos códigos de processos penal e civil.
Pela proposta, a pena seria calculada de acordo com o valor desviado dos cofres públicos. O crime de peculato (desvio de dinheiro público) hoje tem pena prevista de 2 a 12 anos, mas a Procuradoria sugere que a pena passe a ser de 4 a 25 anos.
Para a Procuradoria, isso garantiria que o criminoso condenado começasse a cumprir a pena em regime semiaberto e não tenha sua pena substituída por pena restritiva de direitos. Na avaliação do Ministério Público, corrupção é um “crime de baixo risco” atualmente e condenados por ela cumprem apenas o “mínimo legal” e isso reforça a sensação de impunidade e não previne atos corrupção.
O Ministério Público também sugere que o crime de corrupção passe a ser hediondo para casos em que o valor desviado supere cem salários mínimos (R$ 78,8 mil, segundo o valor atual). A pena prevista para este caso poderia variar entre 7 e 15 anos.
A Procuradoria quer ainda reduzir o número de recursos possíveis em processo penal e agilizar ações de improbidade administrativa.
Os procuradores sugerem ainda criminalizar o caixa dois, que é uso de recursos não declarados à Justiça Eleitoral em campanhas, a medida também pede punição para o candidato e partido que forem beneficiários pelo esquema.
O Ministério Público quer instituir o teste de integridade e criminalizar o enriquecimento ilícito de agentes públicos; revisar o sistema recursal e as chances de habeas corpus; alterar o sistema de prescrição de crimes; e instituir outras ferramentas para recuperação do dinheiro desviado como os acordos de leniência nas ações civis.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, participou do lançamento do pacote e defendeu que as medidas sejam aprovadas no Congresso para eliminar a “chaga da sociedade, que é a corrupção”.
G1 A Polícia Federal prendeu, na manhã desta sexta-feira (21), quatro policiais legislativos suspeitos de prestar serviço de contrainteligência para ajudar senadores investigados na Lava Jato e em outras operações. A suspeita é que esses policiais faziam varreduras nas casas dos políticos para, por exemplo, identificar e eliminar escutas instaladas com autorização judicial. A operação […]
A Polícia Federal prendeu, na manhã desta sexta-feira (21), quatro policiais legislativos suspeitos de prestar serviço de contrainteligência para ajudar senadores investigados na Lava Jato e em outras operações. A suspeita é que esses policiais faziam varreduras nas casas dos políticos para, por exemplo, identificar e eliminar escutas instaladas com autorização judicial.
A operação se baseou no depoimento de um policial legislativo. Ele relatou ao Ministério Público Federal que o chefe da polícia do Senado teria realizado medidas de contrainteligência nos gabinetes e residências dos senadores Fernando Collor de Mello (PTC-AL), Edison Lobão (PMDB-MA) e do ex-senador José Sarney (PMDB-AP), que foi presidente do Senado.
O G1 entrou em contato com as assessorias dos três políticos e, até a última atualização desta reportagem, aguardava uma resposta.
A prisão dos quatro policiais suspeitos é a temporária, com prazo definido para terminar. Um dos presos é Pedro Ricardo Araújo Carvalho, chefe da polícia legislativa. Foram expedidos ainda cinco mandados de busca e apreensão e quatro de afastamento de função pública. Os policiais legislativos são servidores do Congresso que atuam na segurança no prédio.
“Foram obtidas provas de que o grupo, liderado pelo diretor da Polícia do Senado, tinha a finalidade de criar embaraços às ações investigativas da Polícia Federal em face de senadores e ex-senadores, utilizando-se de equipamentos de inteligência”, afirmou a Polícia Federal em nota sobre a operação.
De acordo com o Ministério Público Federal, que atuou em parceira com a PF nesta sexta, não há mandados contra políticos nem foram realizadas buscas em gabinetes de parlamentares no Congresso.
Os mandados da operação desta sexta foram autorizados pela Justiça Federal do DF, a pedido do Ministério Público Federal no DF.
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