Amupe e CNM debatem municipalismo em Gravatá dias 14 e 15
O programa Minha Cidade Vacina inicia uma nova fase na próxima segunda-feira. Trata-se do inicio da vacinação para pessoas entre 55 e 59 anos. Basta acessar o portal www.minhacidadevacina.imunizape.com.br e agendar o dia, hora e local para receber a vacina. “Estamos fazendo tudo que é possível para vacinar toda nossa população o mais rápido. […]
O programa Minha Cidade Vacina inicia uma nova fase na próxima segunda-feira.
Trata-se do inicio da vacinação para pessoas entre 55 e 59 anos. Basta acessar o portal www.minhacidadevacina.imunizape.com.br e agendar o dia, hora e local para receber a vacina.
“Estamos fazendo tudo que é possível para vacinar toda nossa população o mais rápido. Porém faço um apelo para que continuem a usar máscaras e respeitar os protocolos estabelecidos pelas autoridades, o uso do álcool em gel, o distanciamento social e principalmente evitando aglomerações”, diz o Secretário de Saúde, Paulo Jucá.
Não houve um fato novo relevante na reunião almoço entre o deputado estadual Luciano Duque (SD) e os nove vereadores da bancada governista. O encontro aconteceu nesta sexta em Serra Talhada. O ambiente entretanto, indicou, a princípio, não haver disposição de Duque em ser candidato a prefeito. Também não sinalizou dissidência com o grupo da […]
Não houve um fato novo relevante na reunião almoço entre o deputado estadual Luciano Duque (SD) e os nove vereadores da bancada governista.
O encontro aconteceu nesta sexta em Serra Talhada. O ambiente entretanto, indicou, a princípio, não haver disposição de Duque em ser candidato a prefeito. Também não sinalizou dissidência com o grupo da prefeita Márcia Conrado.
Uma certeza que ninguém contesta é que a relação entre Duque e Márcia tem fissuras, feridas abertas que precisam ser tratadas. Prova disso é que, no auge da lua de mel política, seria inconcebível um encontro de Duque com vereadores sem a presença de Márcia Conrado. A prefeita também só fala em Duque quando provocada ou quando obrigada institucionalmente, como em solenidades. Só não enxerga quem não quer. A equação da política vai mostrar quem tem mais peso e maturidade: os que torcem contra, os que torcem pela manutenção da aliança e os próprios líderes Duque e Márcia.
Luciano Duque não participa das festividades da emancipação em virtude de um problema de saúde com seu filho João Duque. O caso chegou a inspirar cuidados, mas o susto passou. Importante o registro, porque não serão poucos a especular a ausência do Estadual na programação de emancipação.
Ontem, falando a Vilabella FM, Márcia Conrado disse continuar vendo Duque como aliado. “Votamos, trabalhamos, nos descabelamos em busca de voto pra ele, para fazer dele um dos mais votados. Eu e Márcio conversávamos o quanto a gente andou. E foi uma campanha linda”.
Ao longo da minha vida perdi alguns homens que conheci e amei. O meu pai foi um deles, levado por uma pancreatite aguda quando eu tinha apenas seis anos. O meu avô José, o meu avô Hidelbrando e o meu tio Luiz foram outros. Os dois primeiros vencidos pelo câncer, o último por um infarto. […]

Ao longo da minha vida perdi alguns homens que conheci e amei. O meu pai foi um deles, levado por uma pancreatite aguda quando eu tinha apenas seis anos. O meu avô José, o meu avô Hidelbrando e o meu tio Luiz foram outros. Os dois primeiros vencidos pelo câncer, o último por um infarto.
Mas o homem que nos deixou ontem tinha um significado especial. Não que ele fosse meu amigo ou que tivesse algum carinho especial por mim. Acho que talvez nem me conhecesse direito em meio à multidão de fotógrafos, repórteres e assessores com a qual convivia diariamente.
Encontrei Eduardo poucas vezes. Em todas elas, fazendo o meu trabalho, assessorando o Prefeito José Patriota. Nunca o vi triste, reclamando ou algo que o valha. Sempre atencioso, alegre, sorriso no rosto, olhos de um verde fora do comum, iluminados por aquela centelha típica dos predestinados.
A minha opinião a respeito de sua partida talvez não tenha a menor relevância. Não sou autoridade, em um contexto no qual as maiores autoridades da República já se pronunciaram. Tudo já foi dito. Há “desimportâncias” na dor que sinto. Mas escrever é sempre o melhor remédio quando padecemos dessa “angústia que lesiona a alma,” como diria o escritor Francês, Antonin Artaud.
Que a ausência precoce de Eduardo deixa órfã uma parcela significativa da sociedade brasileira é fato. Particularmente a juventude, essa doce irmã do risco e da ousadia.
Que os ideais que defendia e as mudanças que encarnava irão fazer uma falta gigantesca no debate político brasileiro, isso ninguém haverá de questionar. Há um silêncio ensurdecedor neste Brasil que anseia por mudanças.
Mas o que levarei comigo pelo resto dos meus dias – e noites insones – será a figura cativante do pai amoroso, do esposo exemplar. Do homem que, apesar de tantas atribuições, sempre encontrava tempo para cuidar dos filhos e da fiel companheira de jornada, valorizando as pequenas alegrias do cotidiano familiar. Exemplo luminoso que irá sempre nortear o meu caminho de esposo e pai.
Assim como Miguel – filho de Eduardo, nascido em Janeiro – o meu filho Heitor também veio ao mundo este ano. No último Domingo, passamos – eu e Eduardo, cada qual ao seu modo – o primeiro dia dos pais da vida deles. Quis o destino que, para Eduardo, este fosse o último.
Que o exemplo dele possa inspirar os nossos filhos a serem homens melhores do que fomos. No mais, é a saudade e o que dela se aproveita. Siga em paz, amigo! E que no meio de tantas dores maiores e mais relevantes que a minha, “Ao menos deixe-me cobrir de um último carinho os teus passos que se afastam.”
Rodrigo Lima
Correio Braziliense O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse neste sábado, 19, em Campinas, que seu governo não vai apoiar o plano de ajuste fiscal do governo federal e a possível recriação de uma contribuição nos moldes da extinta CPMF. “Não vai ter o nosso apoio. O que é preciso é enxugar o […]

Correio Braziliense
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse neste sábado, 19, em Campinas, que seu governo não vai apoiar o plano de ajuste fiscal do governo federal e a possível recriação de uma contribuição nos moldes da extinta CPMF. “Não vai ter o nosso apoio. O que é preciso é enxugar o tamanho do governo”, afirmou.
Ele disse que, ao perceber a crise, o governo de São Paulo fez o dever de casa, tendo fechado uma secretaria e três fundações – a quarta ainda será extinta. “Vendemos um avião a jato, um helicóptero, reduzimos frota de automóveis, diárias, horas extras”, relatou.
Segundo Alckmin, o Brasil tem governo demais e Produto Interno Bruto (PIB) de menos. “Como não cabe um no outro, a tentação é aumentar impostos para equilibrar as contas, o que, num momento de recessão, vai agravar a crise. Em momentos excepcionais isso até pode ser necessário, mas o primeiro esforço tem de ser de redução de despesas”, disse o governador, que participa hoje do 4º Fórum Nacional de Agronegócios.
Ainda segundo Alckmin, o governo precisa voltar a crescer. Se o País não retomar o crescimento, o ajuste fiscal não funciona porque a arrecadação vai cair mais. O foco está equivocado e a solução, de aumentar a carga tributária, ainda mais.
Perguntado sobre a afirmação do ministro Gilmar Mendes, de que o Brasil vive uma cleptocracia, Alckmin disse que é necessário apoiar a investigação que está em curso. “Estamos passando por um processo importante de investigação, apuração e punição, o que é fundamental. Os crimes do colarinho branco, você tem em muitos lugares, o que não pode ter é impunidade. O que a gente verifica é que não são casos isolados. Você tem de maneira mais sistêmica na área federal, e principalmente no caso das estatais, uma promiscuidade entre o público e o privado que precisa ser corrigida.”
Representantes do poder público e da sociedade civil tomaram posse em reunião realizada no dia 7 de julho O Governo Municipal de Solidão, por meio da Coordenadoria da Mulher, realizou a reativação do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, em reunião ocorrida na sala de reuniões da Prefeitura no dia 7 de julho de 2025. […]
Representantes do poder público e da sociedade civil tomaram posse em reunião realizada no dia 7 de julho
O Governo Municipal de Solidão, por meio da Coordenadoria da Mulher, realizou a reativação do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, em reunião ocorrida na sala de reuniões da Prefeitura no dia 7 de julho de 2025.
Com representantes da Igreja Católica, Igrejas Evangélicas, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, Conselho Rural, Associações Rurais e de Artesãs, o novo conselho foi oficialmente constituído através da Portaria nº 135/2025. Na ocasião, também foi realizada a eleição da nova mesa diretora.
A nova composição ficou definida com Verônica Sobral Almeida Amaral como presidente, Safira Luisa Sipriano como vice-presidente, Valquíria Izaura Rodrigues Barbosa como 1ª secretária e Geneilda Lima Silva como 2ª secretária.
O Conselho, que possui caráter consultivo e deliberativo, tem como objetivo contribuir para a elaboração, fiscalização e monitoramento das políticas públicas voltadas às mulheres, promovendo equidade de gênero e ampliando a capacidade de atuação do governo municipal em pautas essenciais como enfrentamento às violências e fortalecimento familiar.
As reuniões acontecerão mensalmente, sendo a próxima marcada para a última sexta-feira de agosto. Entre as próximas ações, está prevista a realização da 3ª Conferência Municipal de Políticas para as Mulheres, no dia 10 de julho.
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