Cidades do Alto Pajeú tiveram destaque dentre as que tiveram chuvas nas últimas horas. Em Itapetim foram 80 milímetros. Em Santa Terezinha, 81 milímetros.
Mas o recorde veio de Brejinho com 95 milímetros registrados.
Na Fazenda Muquém de Evaldo Campos, que fica a cinco quilômetros do centro de São José do Egito, choveu 100 milímetros.
Ontem, uma chuva forte em Santa Terezinha inundou as ruas da sede. Choveu bem também na zona rural.
A candidata ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), retomou agenda de campanha em Caruaru, nesta segunda-feira (10), com uma reunião com a candidata a vice-governadora, Priscila Krause (Cidadania) e assessores. Na ocasião, Priscila fez um balanço da última semana em que assumiu a coordenação de campanha. “Compartilhei com Raquel o grande número de apoios […]
A candidata ao Governo de Pernambuco, Raquel Lyra (PSDB), retomou agenda de campanha em Caruaru, nesta segunda-feira (10), com uma reunião com a candidata a vice-governadora, Priscila Krause (Cidadania) e assessores.
Na ocasião, Priscila fez um balanço da última semana em que assumiu a coordenação de campanha.
“Compartilhei com Raquel o grande número de apoios que recebemos nestes primeiros dias do segundo turno. Foram mais de 50 prefeitos, da Região Metropolitana, Agreste, Sertão e Zona da Mata, deputados federais e estaduais eleitos, reeleitos ou de mandato e apoio de vereadores de todas as regiões de nosso estado, totalizando cerca de 500 lideranças que estão com Raquel”, destacou Priscila.
O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com […]
O Ministério da Saúde deixou de aplicar cerca de R$ 171 bilhões no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2003. O valor é superior ao que Estados e municípios gastam no setor durante um ano – R$ 142 bilhões em 2013, por exemplo. A conclusão é o do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, com base em dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), revela os resultados da falta de qualidade da gestão financeira em saúde.
As informações veem na esteira da divulgação de pesquisa encomendada pelo CFM ao Instituto Datafolha, e que, dentre outros pontos revelou: para 77% da população brasileira, o dinheiro destinado ao SUS não é bem administrado. Mais da metade dos entrevistados também acreditam o SUS não tem recursos suficientes para atender bem a todos.
Segundo o presidente da CFM, Carlos Vital, essa percepção sobre as finanças do setor está diretamente relacionada à má gestão dos recursos públicos na área. “A administração dos recursos da saúde tem sido preocupação recorrente dos Conselhos de Medicina. A população brasileira tem o direito de saber onde, como e se os recursos que confiamos aos governos estão sendo bem aplicados. No caso da saúde, isso é ainda mais proeminente, tendo em vista as dificuldades de infraestrutura que milhares de pacientes, médicos e outros profissionais de saúde enfrentam todos os dias”, declarou Vital.
No período apurado, cerca de R$ 1,2 trilhão foi autorizado para o Ministério da Saúde no Orçamento Geral da União (OGU). Os desembolsos, no entanto, chegaram a pouco mais de R$ 1 trilhão. Em 2014, apesar do maior orçamento já executado na história da pasta – quase R$ 107 bilhões –, o valor efetivamente gasto representou 91% do que havia sido previsto.
Ao que os dados do próprio governo indicam, o Governo também está longe de executar os recursos previstos para este ano – cerca de R$ 121 bilhões. Deste total, até agosto, R$ 69,4 bilhões (57% do valor) haviam sido efetivamente gastos, incluindo os restos a pagar quitados – compromissos assumidos em anos anteriores transferidos para os exercícios seguintes. Se considerada a projeção média de gastos mensais da pasta, atualmente em R$ 8,7 bilhões, serão desembolsados até dezembro pouco mais de R$ 104 bilhões, isto é, quase R$ 17 bilhões a menos que o montante previsto.
O presidente da autarquia também lembrou que, apesar dos avanços do SUS, um de seus grandes gargalos é o subfinanciamento. “O Brasil é o único país do mundo que tem uma rede de saúde pública universal e, ao mesmo tempo, vê o mercado privado e as famílias gastarem diretamente mais dinheiro do que o Estado. Aqui, o gasto público representa 46% do total aplicado em saúde, o que contraria o que acontece em muitos países de sistemas semelhantes ao brasileiro, onde a média de investimento público supera 70%”.
Falta de investimentos em obras e equipamentos – Outro termômetro do mau desempenho no uso dos recursos disponíveis está nos investimentos. Os dados apurados pelo CFM mostram ainda que, dos recursos autorizados no orçamento do Ministério da Saúde entre 2003 e agosto de 2015, mais de R$ 96,4 bilhões deveriam ter sido destinados a melhoria da infraestrutura (realização de obras e aquisição de equipamentos) em saúde. No entanto, apenas R$ 35,5 bilhões foram efetivamente gastos e outros R$ 60,9 bilhões deixaram de ser investidos.
Para este ano, a dotação prevista para o gasto nobre da administração em saúde é de quase R$ 10,4 bilhões. No entanto, até 31 de agosto, R$ 1,9 bilhão (18%) foi efetivamente pago pelo Ministério da Saúde. Neste ritmo de aproximadamente R$ 234 milhões por mês, a expectativa é de que, ao final do ano, apenas R$ 2,8 bilhões sejam realmente investidos.
Com recursos escassos, menos unidades de saúde serão dotadas de infraestrutura e equipamentos em quantidade e qualidade suficientes para prover assistência à população. “Mesmo considerando os contingenciamentos, se não houver um esforço para priorizar a Saúde, a população brasileira certamente será ainda mais prejudicada pela falta de infraestrutura e equipamentos fundamentais para a assistência”, avalia Carlos Vital, presidente do CFM.
O Debate das Dez, dentro do Manhã Total desta quarta-feira (15), na Rádio Pajeú, com os comunicadores Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, recebeu o pré-candidato a deputado federal pelo PSD e líder da oposição em Afogados da Ingazeira, Danilo Simões. Durante a entrevista, Danilo falou sobre a decisão de disputar o cargo, anunciada no último […]
O Debate das Dez, dentro do Manhã Total desta quarta-feira (15), na Rádio Pajeú, com os comunicadores Juliana Lima e Júnior Cavalcanti, recebeu o pré-candidato a deputado federal pelo PSD e líder da oposição em Afogados da Ingazeira, Danilo Simões.
Durante a entrevista, Danilo falou sobre a decisão de disputar o cargo, anunciada no último domingo, e revelou que a candidatura não era, inicialmente, um plano imediato. Segundo ele, o incentivo partiu de interlocutores do Governo do Estado, como integrantes do Palácio e secretários estaduais, que frequentemente o provocavam sobre a possibilidade de entrar na disputa.
O pré-candidato destacou que o cenário mudou após a visita da governadora Raquel Lyra a Afogados da Ingazeira, no dia 13 de março. Após cumprir agenda na cidade e conceder entrevista na rádio, Raquel foi convidada para um café da manhã na casa de Danilo, onde os dois tiveram uma conversa reservada.
Ele contou que o encontro aconteceu de forma espontânea, em um espaço simbólico da residência da família, marcado pela trajetória política de seus pais. Impressionada com o ambiente e sua história, a governadora iniciou uma conversa mais direta e, naquele momento, fez o convite para que ele fosse candidato.
“Não é todo dia que você recebe um convite de um governador para ser candidato”, destacou Danilo Simões, ao explicar o que motivou sua decisão de entrar na disputa eleitoral.
Conversa com Iza Arruda
Durante a entrevista, ao ser questionado pelo blogueiro Júnior Finfa sobre a relação com a deputada federal Iza Arruda — que apoiou sua candidatura a prefeito em 2024 e atualmente está alinhada à pré-candidatura de João Campos ao Governo de Pernambuco — Danilo detalhou como conduziu o diálogo após decidir disputar uma vaga na Câmara Federal.
Segundo ele, a decisão foi construída com transparência e antecedida por conversas. Danilo afirmou que uma das primeiras providências, ao receber o convite para ser candidato, foi comunicar o assessor da deputada, garantindo que a informação chegasse também a Iza Arruda. Ele ressaltou que, na política, a credibilidade é fundamental e que não tomaria uma decisão desse porte sem diálogo prévio.
O pré-candidato reconheceu que houve resistência inicial, diante do impacto político da decisão para o grupo em Afogados da Ingazeira, especialmente após o apoio recebido na disputa municipal. No entanto, destacou que o cenário político, incluindo o posicionamento de Iza Arruda no campo de oposição à governadora Raquel Lyra, também influenciou na avaliação estratégica.
Danilo Simões enfatizou que todos os pontos foram discutidos internamente e reforçou que “ninguém fez nada pelas costas”, destacando que o processo foi conduzido com diálogo e responsabilidade política.
Críticas à estratégia de João Campos
Danilo fez críticas à estratégia política adotada por João Campos e disse acreditar na vitória de Raquel Lyra. Assista:
O vereador Josmá Oliveira (PL) comeu um pedaço de papel que continha a Lei Orgânica do município. De acordo com o vereador, o protesto foi “porque a lei não serve de nada e não está sendo seguida”. O ocorrido aconteceu durante uma sessão na Câmara de Patos-PB, na última sexta-feira (22). “Vou comer aqui um […]
O vereador Josmá Oliveira (PL) comeu um pedaço de papel que continha a Lei Orgânica do município. De acordo com o vereador, o protesto foi “porque a lei não serve de nada e não está sendo seguida”.
O ocorrido aconteceu durante uma sessão na Câmara de Patos-PB, na última sexta-feira (22). “Vou comer aqui um pedaço da Lei Orgânica do município porque não serve de nada isso aqui. É melhor comer mesmo. Pelo menos, está servindo para alguma coisa”, afirma o parlamentar.
Ainda de acordo com Josmá, os vereadores da oposição não conseguem participar na elaboração e desenvolvimento de emendas devido ao curto prazo imposto.
Em defesa, a presidente da Câmara, Vatilde Paulino Santos (União), afirmou que em nenhum momento as regras e lei foram violadas. As informações são do Portal Correio.
O requerimento, de autoria do Deputado Alberto Feitosa (SD), que propõe uma Audiência Pública no dia 09 deste mês, na Assembleia Legislativa, foi posto em votação e obteve aprovação por 18 votos a favor contra 15, com o voto contrário do Líder do Governo. A proposta da reunião é discutir o que informa o Ofício […]
O requerimento, de autoria do Deputado Alberto Feitosa (SD), que propõe uma Audiência Pública no dia 09 deste mês, na Assembleia Legislativa, foi posto em votação e obteve aprovação por 18 votos a favor contra 15, com o voto contrário do Líder do Governo.
A proposta da reunião é discutir o que informa o Ofício nº 116/2019-DIFIN /DASIS, que restringe os atendimentos, exames e cirurgias do Hospital da Polícia Militar junto as redes credenciadas. O objetivo do documento é equilibrar as contas de receitas e despesas do Sistema de Saúde dos Militares de Pernambuco (SISMEPE) no atual exercício financeiro.
Diante da informação, os Bombeiros e Policiais Militares que têm suas famílias assistidas pelo sistema, estão preocupados, pois precisam do atendimento. Ao tomar conhecimento do ofício, Feitosa defendeu a causa.
“Os líderes da corporação têm interesse em fazer esta discussão. É preciso analisar de forma ordeira, apresentar, ouvir os comandantes, ouvir a área de saúde, a área de finanças, que a possamos de fato escutar e apresentar propostas e encaminhamentos em favor desta causa”, afirmou. O parlamentar ainda enfatizou que votar contra uma audiência pública, não é o ideal.
“É preciso discutir o tema. Acho extremamente salutar que esta Casa possa fazer esta discussão, até porque este é o papel do deputado. Não é pertinente encaminhar um voto contrário a uma audiência pública, no seio de uma Frente Parlamentar em vigor, que é coordenada por um parlamentar que também é membro da Secretaria de Defesa Social, e que visa a melhoria da segurança do nosso Estado. Esta casa tem o papel e o dever de legislar, de ouvir todo e qualquer cidadão e isto inclui aos membros das corporações da Policia Militar e Corpo de Bombeiros, que tanto faz por nosso Pernambuco”, finalizou.
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