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Alepe instala Frente Parlamentar em defesa da engenharia, agronomia e tecnologia

Por Nill Júnior

Foi instalada na manhã desta sexta (15), na Assembleia Legislativa, a Frente Parlamentar em Defesa da Engenharia, Agronomia e Tecnologia. De acordo com o coordenador da Frente, deputado Eduíno Brito (PP), o objetivo principal do grupo é chamar atenção da sociedade para a importância das categorias profissionais.

“Não há relatos de outros países que cresceram e chegaram à excelência do serviço público ou privado, a não ser por meio da tecnologia”, pontuou. “Não podemos mais perder profissionais da área. É preciso que haja uma valorização e que estudantes do Ensino Médio desejem ser engenheiros e profissionais de tecnologia”, destacou o deputado.

Criar projetos que possam trazer benefício aos profissionais das três áreas e fazer com que sejam cumpridas leis já existentes também são finalidades que serão discutidas pelo grupo no decorrer das próximas reuniões.

“Dizer da minha satisfação em participar desta Frente Parlamentar, como Engenheiro, e lembrar que o grupo é composto de cinco parlamentares, onde quatro são profissionais da engenharia e uma, a colega Laura Gomes tem uma relação muito próxima com a profissão”, frisou o deputado Rogério Leão (PR).

O presidente em exercício do Crea, Valdir Duarte, compôs a mesa dos trabalhos e falou sobre a importância da criação da Frente para a instituição. “Será um canal para que as nossas demandas cheguem e se concretizem. Acredito que a iniciativa trará benefício para toda a sociedade e para a engenharia como um todo”, afirmou.

O deputado federal e ex-governador de Alagoas Ronaldo Lessa (PDT-AL), líder da Frente Parlamentar Mista de Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional das Câmara dos Deputados, também esteve presente à reunião e falou da satisfação em poder contar com essa ação estadual, que para ele representa “um avanço para a soberania do País”.

“É muito importante que exista a Frente federal, que congrega senadores e deputados, mas cada unidade da federação tem uma especificidade e, tenho certeza, de que esse novo grupo irá somar conosco na tomada de decisões”, expôs Lessa.

Compuseram a mesa dos trabalhos para instalação da Frente Parlamentar, os deputados estaduais Eduíno Brito (PP), Rogério Leão (PR) e Zé Humberto (PTB-PE), o deputado federal e ex-governador de Alagoas, Ronaldo Lessa (PDT-AL), o presidente do CREA-PE, Waldir Duarte Costa Filho, o presidente do CONFEA, Demetrius Vieira, o gerente de engenharia e projetos da AD Diper, Ednando Dantas e o presidente do Itep, Antonio Vaz Cavalcante.

A primeira ação marcada para acontecer na agenda do grupo será uma audiência pública, no dia 29 deste mês. Além do deputado Rogério Leão (PR), compõem a Frente Parlamentar os deputados Eduino Bril (coordenador da Frente Parlamentar) João Eudes (PDT), José Humberto Cavalcanti (PTB) e Laura Gomes (PSB).

Outras Notícias

Armando vai ao TRE contra campanha de Paulo

A coligação Pernambuco Vai Mudar denunciou nesta quinta-feira (27), ao Tribunal Regional Eleitoral, dois crimes contra que diz estarem ocorrendo no Estado. Um, a utilização da máquina pública em benefício do atual governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB), e a “disseminação de campanha caluniosa”, para confundir a população. Acompanhados da equipe de advogados […]

A coligação Pernambuco Vai Mudar denunciou nesta quinta-feira (27), ao Tribunal Regional Eleitoral, dois crimes contra que diz estarem ocorrendo no Estado.

Um, a utilização da máquina pública em benefício do atual governador e candidato à reeleição, Paulo Câmara (PSB), e a “disseminação de campanha caluniosa”, para confundir a população.

Acompanhados da equipe de advogados do jurídico da coligação, Armando Monteiro, candidato a governador, Mendonça Filho e Bruno Araújo, candidatos ao Senado, conversaram com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral (TRE),  Luiz Carlos Figueiredo, registrando as denúncias e solicitando providências da Justiça Eleitoral.

“Na reunião com o presidente do TRE foi registrado o caso ocorrido na última segunda-feira (24), por volta das 11h, quando o estudante de Direito Olivaldo Felix Filho gravou em seu celular um vídeo em que o chefe de divisão de logística da Secretaria de Turismo, Esportes e Lazer da Prefeitura do Recife, Luiz Rafael de Araújo, aparece coordenando atividades de campanha para o PSB no bairro de Nova Descoberta – Zona Norte do Recife”, diz a Coligação em nota.

Segundo o portal da transparência, Luiz Rafael foi nomeado para cargo em comissão (matrícula de número 1079433) no 19 de abril de 2017, na gestão da secretária Ana Paula Vilaça. As imagens, que circularam em diversos grupos de WhatsApp, não deixam dúvidas que Luiz Rafael estava em horário de expediente, inclusive chefiando um grupo de militantes que distribuía propaganda irregular nas ruas da comunidade, principalmente cartazes apontando Lula como candidato a presidente.

O crime foi registrado pelo universitário no Pardal, sistema de recebimento de denúncias do Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O estudante registrou sua queixa também em cartório e foi chamado a prestar depoimento à Polícia Federal, o que ocorreu na manhã da quarta-feira (26). O prefeito do Recife, Geraldo Júlio, é filiado ao mesmo partido de Paulo Câmara, o PSB.

“Com a divulgação das pesquisas eleitorais, que comprovam o empate técnico entre as candidaturas de Paulo Câmara e Armando Monteiro, o PSB decidiu colocar no ar uma série de peças publicitárias que apelam para a mentira, com objetivo de difamar a oposição”, afirmam.

“A propaganda de Paulo afirma que a reforma trabalhista retira direitos assegurados do trabalhador, como proteção às grávidas, férias e intervalos de jornada de trabalho. Nenhuma das afirmações é verdadeira, como pode ser comprovado com a leitura do texto da reforma”, critica a Coligação.

Bolsonaro: Brasil não precisa de dinheiro da Alemanha para preservar Amazônia

O presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo (11) que o Brasil não precisa do dinheiro da Alemanha para preservar a Amazônia. Neste sábado (10), a ministra do Meio Ambiente da Alemanha, Svenja Schulze, anunciou, em entrevista ao jornal “Tagesspiegel”, a suspensão do financiamento de projetos para a proteção da floresta e da biodiversidade na Amazônia […]

O presidente Jair Bolsonaro disse neste domingo (11) que o Brasil não precisa do dinheiro da Alemanha para preservar a Amazônia.

Neste sábado (10), a ministra do Meio Ambiente da Alemanha, Svenja Schulze, anunciou, em entrevista ao jornal “Tagesspiegel”, a suspensão do financiamento de projetos para a proteção da floresta e da biodiversidade na Amazônia devido ao aumento do desmatamento na região.

Questionado sobre o corte do investimento alemão, Bolsonaro afirmou que a Alemanha estava tentando “comprar” a Amazônia.

“Investir? Ela não vai comprar a Amazônia. Vai deixar de comprar a prestação a Amazônia. Pode fazer bom uso dessa grana. O Brasil não precisa disso”, declarou.

Para ele, outros países tentam se “apoderar” do Brasil. “Você acha que grandes países estão interessados com a imagem do Brasil ou em se apoderar do Brasil?”, indagou.

Bolsonaro deu as declarações na manhã deste domingo (11) durante passeio por Brasília.

O presidente deixou o Palácio da Alvorada pouco antes das 9h e visitou o Clube da Aeronáutica. Depois, foi ao bairro Lago Sul, onde andou de jet-ski. Pilotando uma moto, Bolsonaro ainda esteve na Feira da Torre de TV, na região central da cidade, onde tomou caldo de cana e conversou com frequentadores da feira. Pouco antes das 11h, voltou para a residência oficial, na Alvorada.

A decisão alemã de suspender o apoio a projetos diz respeito somente ao financiamento concedido pelo Ministério do Meio Ambiente. A Alemanha também apoia o Fundo Amazônia, para o qual o Ministério da Cooperação Econômica já injetou até agora 55 milhões de euros (por volta de R$ 245 milhões). Além da Alemanha, a Noruega contribui para o fundo.

Reportagem publicada na edição deste domingo do jornal “O Estado de S. Paulo” informa que governadores da região Norte estão buscando financiamento direto com organismos internacionais para conter o desmatamento na Amazônia.

Doriel Barros defende espaço do PT e fidelidade partidária

O presidente estadual do PT, que esteve presente na ação de retorno de João Paulo à legenda, avaliou  a intenção de membros do PSB que querem integrar partidos da federação (PV e PCdoB)  após os socialistas descartarem a união com os petistas. As informações são de Gabriela Sobral/Blog da Folha. “Nós do PT estamos trabalhando com […]

O presidente estadual do PT, que esteve presente na ação de retorno de João Paulo à legenda, avaliou  a intenção de membros do PSB que querem integrar partidos da federação (PV e PCdoB)  após os socialistas descartarem a união com os petistas. As informações são de Gabriela Sobral/Blog da Folha.

“Nós do PT estamos trabalhando com a nossa base, nós do PT temos feito um trabalho de formação política, inclusive para poder garantir que os nossos quadros permaneçam no PT. Então, a gente espera poder, o partido nessas eleições, fazer um trabalho importante”, disse. 

“Respeitamos os demais deputados que estão procurando os outros partidos, mas o PT está fazendo o seu caminho de construção política e tem como objetivo ampliar inclusive, as suas bancadas tanto a nível federal como a nível estadual. Então, eu respeito, mas acho que a gente precisa tentar garantir o máximo a fidelidade partidária porque isso é muito importante para a identidade do candidato”, argumentou. 

Com relação à reunião com a Frente Popular e com  o PSB sobre a eleição local e montagem de chapa, Doriel falou que as decisões estão se encaminhando, e que o PT segue lutando pelo senado.

“Nós tivemos uma comissão no PT, e já tivemos conversando com o governador, que é o condutor político desse processo, inclusive colocando o pleito do PT e, estamos trabalhando internamente nessa construção, justamente com o horizonte de até dia 20 a gente poder ter uma definição sobre o nome que nós podemos estar oferecendo a Frente Popular para ocupar a vaga do senado que na nossa avaliação é uma vaga que o PT deve estar ocupando, até em função da disputa aqui em Pernambuco que precisa ser nacionalizada, e uma candidatura do senado, vai ajudar e muito a fazer um debate nacionalizado. Então, nós estamos construindo isso e esperamos que esse mês a gente possa ter aí mais ou menos a Frente Popular apresentando a sua chapa completa de senador e também de vice-governador ou vice-governadora”, concluiu. 

Opinião: o fim da era dos grupos de mídia nacionais

Luís Nassif, em artigo publicado originalmente no GGN Está chegando ao fim, no Brasil, a era em que poucos grupos nacionais de comunicação conseguiam se apresentar como intérpretes naturais da nação, árbitros da respeitabilidade pública e fiadores do regime político. Esse ciclo está se esgotando por razões econômicas, tecnológicas e históricas. A publicidade migrou fortemente […]

Luís Nassif, em artigo publicado originalmente no GGN

Está chegando ao fim, no Brasil, a era em que poucos grupos nacionais de comunicação conseguiam se apresentar como intérpretes naturais da nação, árbitros da respeitabilidade pública e fiadores do regime político.

Esse ciclo está se esgotando por razões econômicas, tecnológicas e históricas. A publicidade migrou fortemente para o ambiente digital — que já representava 60% da receita publicitária total no Brasil em 2024, com projeção de chegar a 70% em 2029 —, enquanto o consumo de notícias se fragmentou e o engajamento com TV, impresso e sites jornalísticos tradicionais segue em queda. No Brasil, a confiança nas notícias medida pelo Reuters Institute ficou em 42% em 2025, num patamar estabilizado, mas longe da autoridade quase sacerdotal que os grandes grupos exerceram por décadas.

Democracias precisam de uma imprensa forte. O problema brasileiro foi outro: a formação de um sistema altamente concentrado, cartelizado, familiar, patrimonialista e politicamente orgânico às classes dominantes do momento, apesar de a própria Constituição de 1988 vedar monopólio e oligopólio nos meios de comunicação social.

Sempre me intrigou o fato da mídia jamais ter se proposto a ser a voz de novos grupos que surgiam no país, como resultado de mudanças econômicas e sociais.

Sempre minimizou a era das grandes indústrias, deixou de lado os movimentos de apoio às pequenas e médias empresas, ignorou por muito tempo a própria revolução agrícola.

Conspirou contra o segundo governo Vargas e denunciou diuturnamente o governo JK, usando para ambos denúncias de corrupção — que se revelaram totalmente falsas.

Ora, ambos os governos estavam lançando as bases de uma nova elite empresarial e social. Havia uma demanda por otimismo excepcional. O papel de qualquer mídia inteligente seria captar esses movimentos e se tornar seu porta voz. No curto período em que entendeu essa dinâmica, na campanha das diretas, a Folha de S.Paulo tornou-se o jornal mais influente do país.

Mas se a fórmula funcionou, porque em todos os demais momentos históricos, a mídia preferiu apostar no velho e matar o novo?

Em vários momentos da história, colocou-se contra qualquer projeto de soberania nacional ou de inclusão social.

A razão é simples. O imediatismo e a falta de visão estratégica da imprensa, a impede de apostar no novo. Ela aposta no poder imediato. E o poder imediato sempre é o poder de ontem, até que seja desbancado pelo novo. Ela só adere ao novo, depois que este se torna poder.

Desse modo, ela atua como estratificadora de todas as eras político-econômicas de um país. O novo sempre terá dificuldades, devido à resistência da mídia. Só depois que ele consegue se impor, apesar da mídia, ele passará a receber seu apoio.

Nos anos 1990, a mídia atingiu seu apogeu, não apenas econômico como político. Eram quatro grandes diários, no eixo Rio-São Paulo, que faziam a pauta nacional. O que diziam era reproduzido por agências de notícias, se espraiavam pelo noticiário de rádio e pela imprensa regional.

Cada tiro era uma bomba

Vivi esse período e percebi, no espaço de uma coluna que mantinha na Folha, o enorme poder transformador da mídia, desperdiçado, deixado de lado. Na minha coluna, ajudei a disseminar os programas de qualidade total, as políticas científico-tecnológicas, a importância da indústria cultural, da digitalização do Judiciário, da criação de uma indústria de defesa.

Ficava imaginando o que seria possível se, em vez de uma coluna, o jornal inteiro abraçasse uma visão modernizante para o país. Acelerariam em décadas o grande salto nacional.

Mas foi inútil. Até o Estadão, que em priscas eras representou uma elite conservadora culta, o jornal que trouxe a USP, perdeu totalmente seu clã modernizador.

A própria Constituição de 1988 vedava monopólio e oligopólio nos meios de comunicação social. O texto constitucional também determina finalidades educativas, culturais, informativas e estímulo à produção independente e regional; o país, porém, jamais regulou de forma efetiva esse mandamento. O resultado foi um espaço público sequestrado por poucos conglomerados, capazes de confundir liberdade de imprensa com liberdade de empresa — e interesse público com interesse acionário.

Agora, com a vinda das redes sociais e das grandes plataformas, há o fim de uma era e a entrada de uma nova era, com todos os vícios da anterior: concentração da propriedade, direcionamento do discurso, falta de controle social.

Tem-se um país sem rumo e com a bússola, em vez de organizar o trajeto, montando armadilhas para jogar o navio em direção ao iceberg.

Luís Nassif é jornalista, diretor e fundador do Jornal GGN.

Casos de estupro em março têm o segundo menor número dos últimos 13 anos, diz SDS-PE

Pernambuco registrou, em março deste ano, o segundo menor número de vítimas de estupro para os meses de março nos últimos 13 anos. Foram 190 queixas registradas nas delegacias do Estado no mês passado, o que representa uma queda de 19,8% em relação às 237 vítimas de março de 2022. Considerando o período de janeiro […]

Pernambuco registrou, em março deste ano, o segundo menor número de vítimas de estupro para os meses de março nos últimos 13 anos. Foram 190 queixas registradas nas delegacias do Estado no mês passado, o que representa uma queda de 19,8% em relação às 237 vítimas de março de 2022. Considerando o período de janeiro a março, esse indicador também teve queda, com -12,9% em 2023. Este ano, houve 560 vítimas de estupro no trimestre, enquanto no mesmo período do ano passado foram 643.

Em menos de 100 dias de gestão, o Governo de Pernambuco investiu em estratégias que já refletem na redução da criminalidade, em especial no que diz respeito à proteção da população feminina.

“Ainda em janeiro, a governadora Raquel Lyra determinou o início da Operação Pernambuco Seguro, com investimento de R$ 7,5 milhões no reforço do policiamento, ampliando o efetivo nas ruas em 30%, o que já repercute na queda dos índices de roubo. Também aumentamos de uma para seis as Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher que atendem 24 horas, o que levou esse serviço fundamental a todas as regiões do Estado. Obtivemos, ainda, mais 12 viaturas para a Patrulha Maria da Penha e as Delegacias da Mulher. Tudo isso antes mesmo do lançamento do Plano Estadual de Segurança Pública e do Programa Juntos pela Segurança, que em breve serão anunciados pela governadora e vão inaugurar um novo tempo na segurança dos pernambucanos”, salientou a secretária de Defesa Social de Pernambuco, Carla Patrícia Cunha.

MARÇO TEM 3º MENOR ÍNDICE DE HOMICÍDIOS PARA O MÊS – Pernambuco teve menos 12,9% Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) em março deste ano, apontam as estatísticas criminais preliminares do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Defesa Social (SDS).

No terceiro mês de 2023, foram vítimas de homicídio 290 pessoas, o terceiro menor índice para março em toda a série histórica de estatísticas de CVLIs, iniciada em 2004. Em março de 2022 foram 333 vítimas. O primeiro trimestre também terminou com redução. O número de mortes violentas diminuiu para 873, o que representa queda de -6,6% em comparação com os três meses iniciais do ano anterior, que teve 935 casos.

ROUBOS REDUZEM 5,3% EM MARÇO – No terceiro mês de 2023, ocorreram 244 roubos a menos em Pernambuco. Esse tipo de crime contra o patrimônio resultou em 4.346 boletins de ocorrência em todo o Estado no mês passado, ou -5,3% em relação aos 4.590 notificados em março de 2022. Entre janeiro e março deste ano, a Secretaria de Defesa Social registrou 12.934 Crimes Violentos contra o Patrimônio (CVPs). No período equivalente de 2022, foram 12.819.

DEZ FEMINICÍDIOS EM MARÇO – Quanto aos feminicídios, 10 mulheres foram vítimas desse crime em março deste ano. Em 2022, haviam sido 9. Na comparação dos primeiros três meses, a diferença também foi de um caso. Entre janeiro e março de 2023, foram mortas 20 mulheres no Estado por essa motivação. No ano antecedente, foram 19.

PRODUTIVIDADE POLICIAL – Março apresentou, este ano, o maior número mensal de pessoas conduzidas pela Polícia Militar às delegacias de Polícia Civil do Estado. Foram 4.110 flagrantes, 478 adolescentes conduzidos por ato infracional e 4.265 por Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Em todo o mês, 509 armas foram apreendidas em todo o Estado.