Notícias

ALEPE aprova empréstimo de R$ 1,5 bilhão para gestão Raquel

Por Nill Júnior

Do Blog Dantas Barreto

Seis meses após ter chegado à assembleia Legislativa e ter sofrido resistência por parte da oposição, foi aprovado o projeto que autoriza o governo do Estado a contrair o empréstimo no valor R$ 1,5 bilhão, nesta terça-feira (9).

Mas, para isso, a bancada governista precisou derrotar o projeto substitutivo apresentado pelo relator, deputado Waldemar Borges (PSB), que previa a divisão dos recursos, garantindo que as prefeituras recebessem 50% do total.

A proposta original foi derrotada na CCLJ e nas comissões de Finanças e Administração, onde a oposição ocupa a maioria das vagas e também tem as presidências. Os aliados da governadora Raquel Lyra (PSD) apostavam no plenário para derrotar o projeto substitutivo e garantir a aprovação do que foi enviado pelo Executivo.

A obra do Arco Metropolitano Sul receberá a maior parte desses recursos. Serão aplicados R$ 629,9 milhões no trecho que tem mais de 25 km de extensão, ligando a BR-408 à BR-101 Sul. A empresa TCPAV ganhou a proposta de licitação.

Também serão investidos cerca de R$ 30 milhões para o projeto executivo da duplicação da BR-232 entre os municípios de São Caetano e Arcoverde. Os recursos ainda serão aplicados em projetos hídricos e de desenvolvimento urbano e rural, como o Águas de Pernambuco.

Outras Notícias

Câmara de Afogados concede moção de aplauso à feira do empreendedor 

A câmara de vereadores de Afogados da Ingazeira concedeu, na sessão de ontem (13), uma moção de aplauso à feira do empreendedorismo promovida pela gestão municipal.  Realizada nos dias 6, 7 e 8 de novembro, a oitava edição da feira de empreendedorismo de Afogados da Ingazeira foi um sucesso, superando a edição do ano passado. […]

A câmara de vereadores de Afogados da Ingazeira concedeu, na sessão de ontem (13), uma moção de aplauso à feira do empreendedorismo promovida pela gestão municipal. 

Realizada nos dias 6, 7 e 8 de novembro, a oitava edição da feira de empreendedorismo de Afogados da Ingazeira foi um sucesso, superando a edição do ano passado. Foram mais de 154 estandes, com os empreendedores atestando um grande volume de negócios realizado.

De acordo com a organização, mais de quinze mil pessoas circularam no espaço da feira durante os três dias de evento. A moção de aplauso em reconhecimento ao sucesso da feira foi iniciativa dos vereadores César Tenório e Gal Mariano, e aprovada pelos demais vereadores presentes à sessão. 

“Essa moção, esse reconhecimento ao nosso trabalho é um estímulo para nossa equipe. Fizemos a maior feira da nossa história, a maior do interior do Estado, consolidando uma tendência de ampliação. Fomentando o desenvolvimento, gerando emprego e renda para a nossa cidade,” destacou Ney Quidute, secretário de administração e desenvolvimento econômico de Afogados.

Presidente do TCU defende atuação preventiva dos órgãos de controle em palestra na PGE-PE

Sem descuidar das atribuições constitucionais de julgar contas e punir os faltosos, os órgãos de controle devem evoluir de um controle burocrático para um modelo que valorize a função preventiva. Esse foi um dos pontos defendidos pelo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro José Múcio Monteiro, na palestra “Desafios atuais dos órgãos […]

Foto: Divulgação

Sem descuidar das atribuições constitucionais de julgar contas e punir os faltosos, os órgãos de controle devem evoluir de um controle burocrático para um modelo que valorize a função preventiva. Esse foi um dos pontos defendidos pelo presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro José Múcio Monteiro, na palestra “Desafios atuais dos órgãos de controle”, proferida no auditório da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE) na tarde desta quinta-feira (25/4).

O evento foi promovido pelo Centro de Estudos Jurídicos (CEJ) da PGE-PE e pela Escola de Contas Públicas/TCE-PE, integrantes da Rede Escolas de Governo-Pernambuco, e contou com a participação do diretor-geral da Escola de Contas Públicas, conselheiro Ranilson Ramos. Prestigiaram a conferência o procurador-geral do Estado de Pernambuco, Ernani Medicis; a secretária estadual da Mulher, Sílvia Cordeiro; o deputado estadual João Paulo, representando a Assembleia Legislativa de Pernambuco; a conselheira e ouvidora do TCE-PE, Teresa Duere; o ex-procurador-geral do Estado Izael Nóbrega;  o coordenador do CEJ, César Caúla; procuradores do Estado; integrantes do TCE; servidores estaduais e convidados.

Diante de um auditório lotado com mais de cem pessoas, o ministro destacou que numa época marcada pela rapidez das transformações e pela crescente exigência de transparência, o controle do dinheiro público nunca foi tão necessário. “Vivemos um momento de extrema restrição orçamentária com carga fiscal elevada, que exige que os órgãos públicos demonstrem à sociedade a importância de seu papel, em face dos custos da nossa operação”, disse, destacando que, em 2018, as ações do TCU resultaram em R$ 25 bilhões de benefício financeiro direto, o que representou um retorno de R$ 12,38 para cada R$ 1,00 investido.

O presidente do TCU enfatizou a importância da aproximação entre os gestores e os órgãos de controle. “Em vez de um controle burocrático, alicerçado apenas no cumprimento do dever de prestar contas e com ênfase na busca de punição, os órgãos de controle devem evoluir para um modelo mais amplo, que valorize a função preventiva, que incentive a adoção das melhores práticas administrativas e que ajude o gestor que não quer errar”, disse.

Nesse sentido, citou o exemplo da sugestão dada pelo TCU para que a ocupação de cargos em comissão e funções de confiança na administração pública federal seguisse balizas de idoneidade moral e de capacidade técnica, de forma a mitigar a exposição a riscos de ineficiência ou corrupção. “A iniciativa foi acolhida pelo presidente Jair Bolsonaro e resultou na edição do Decreto nº 9.727/2019”, lembrou.

O ministro também detalhou a reestruturação promovida na organização do TCU, baseada em novos recursos tecnológicos, que possibilitaram, por meio do trabalho remoto, que servidores residentes nos diversos estados possam estar tecnicamente vinculados às secretarias de atuação nacional.

José Múcio Monteiro apresentou ainda dados do Relatório Desenvolvimento Sustentável Nordeste 2030, um diagnóstico elaborado pelo Tribunal sobre os principais desafios do Nordeste, buscando contribuir para a melhoria das condições de bem-estar da população, do ambiente de investimentos e da produtividade da região.

O ministro, valendo-se de dados colhidos pelos estudos do TCU, ressaltou que, embora a Constituição preveja como um dos objetivos nacionais a redução das desigualdades regionais, o modelo de distribuição de recursos não atende a tal diretriz e, ao contrário, aprofunda o desnivelamento entre as regiões mais ricas do país e aquelas economicamente menos favorecidas. José Múcio criticou ainda as regras de transferência de recursos da União para os entes subnacionais, as quais, em seu entendimento, são excessivamente discricionárias, estimulando uma relação de dependência.

O diretor-geral da Escola de Contas Públicas do TCE-PE, conselheiro Ranilson Ramos, destacou que não há outra forma de perseguir a efetividade do controle externo atualmente que não passe pelo acompanhamento simultâneo da execução orçamentária ou da obra. “E isso só podemos conseguir isso com o auxílio de plataformas tecnológicas, como essas implantadas no TCU. Nossos tribunais já são ilhas de excelência técnica e precisam ser ilhas de excelência de tecnologia”, afirmou.

O procurador-geral do Estado e o coordenador do CEJ agradeceram ao ministro José Múcio por ter atendido ao convite da PGE-PE, vindo a Pernambuco apenas para proferir a palestra, e destacaram a importância dos temas tratados. “Um evento que reúne os órgãos de controle externo da União e do estado é de grande significância para a PGE em particular, porque somos um órgão de controle interno e um dos nossos maiores desafios hoje, diante da complexidade do país e da crise fiscal, é dar previsibilidade de conduta ao gestor e à iniciativa privada”, disse Ernani Medicis.

“Saímos do evento de hoje impactados pela fala do ministro José Múcio, franca, incisiva e fundamentada. Quanto às tarefas dos órgãos de controle, a visão de que é essencial que busquem contribuir para o aprimoramento do serviço público representa um alento. Relativamente ao aspecto específico da desigualdade regional e dos problemas do pacto federativo brasileiro, fica evidenciado que eles precisam ser motivos de inquietação permanente, para nos impulsionar à busca de soluções que contribuam para o desenvolvimento nacional, sem desnivelamento das regiões”, afirmou César Caúla.

A tua piscina tá cheia de ratos

No comentário desta sexta-feira na Itapuama FM,  (19), analiso mais uma operação da Polícia Federal que escancara o uso indevido de dinheiro público por integrantes do Congresso Nacional. A Operação Galho Fraco mira deputados federais acusados de irregularidades no uso de cotas parlamentares, reacendendo o debate sobre rachadinhas, privilégios e a moralidade no exercício do […]

No comentário desta sexta-feira na Itapuama FM,  (19), analiso mais uma operação da Polícia Federal que escancara o uso indevido de dinheiro público por integrantes do Congresso Nacional.

A Operação Galho Fraco mira deputados federais acusados de irregularidades no uso de cotas parlamentares, reacendendo o debate sobre rachadinhas, privilégios e a moralidade no exercício do mandato.

Enquanto o Supremo aperta o cerco e cobra transparência no uso dos recursos públicos, parte do Congresso reage, incomodada com a fiscalização e com o fim da farra.

Quando a política se afasta da ética, a sociedade paga a conta — e a limpeza institucional deixa de ser escolha para se tornar necessidade urgente. Assista:

Ciro Gomes propõe fim da reeleição, reformas em 6 meses de governo e renda mínima contra a fome

O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, afirmou nesta segunda-feira (13) que, se eleito, abre mão da reeleição para presidente, irá propor reformas nos seis primeiros meses de um eventual governo e defendeu a criação de uma renda mínima como forma de combate à fome. Ciro Gomes deu as declarações em entrevista […]

O pré-candidato do PDT à Presidência da República, Ciro Gomes, afirmou nesta segunda-feira (13) que, se eleito, abre mão da reeleição para presidente, irá propor reformas nos seis primeiros meses de um eventual governo e defendeu a criação de uma renda mínima como forma de combate à fome.

Ciro Gomes deu as declarações em entrevista ao Podcast O Assunto, transmitida ao vivo diretamente do estúdio do g1. Foi a primeira de uma série de entrevistas com os pré-candidatos ao Palácio do Planalto.

Questionado sobre como pretende, se eleito, pôr fim ao chamado “orçamento secreto” e lidar com a atual cúpula do Congresso Nacional, Ciro respondeu:

“Primeiro gesto: abro mão da minha reeleição em troca da reforma do país.”

Em seguida, acrescentou que usará os seis primeiros meses de um eventual governo para propor reformas ao Congresso Nacional.

“Vai ser uma reforma só, um pacote inteiro, onde vai estar ali tudo junto, uma reconstitucionalização do Brasil para acabar com essa barafunda institucional em que estamos navegando: Supremo fazendo política, Congresso executando orçamento, Executivo sendo testa de ferro de ladrão. Isso vai matar o Brasil”, acrescentou.

O pré-candidato disse ainda que fará um “grande pacto” com governadores e prefeitos. “Dando em troca para eles a libertação fiscal”, declarou. Segundo ele, alguns estados estão “mortos”.

Os próximos pré-candidatos a serem entrevistados por O Assunto são Simone Tebet (MDB), no próximo dia 20, e Andre Janones (Avante), em 11 de julho. Os pré-candidatos Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) também foram convidados, mas não confirmaram presença até a data-limite (3 de junho).

Levantamento do instituto Datafolha divulgado em maio mostrou Ciro Gomes em terceiro lugar, com 7% das intenções de voto, atrás de Lula, com 48%, e de Jair Bolsonaro, com 27%.

Esta é a quarta tentativa de Ciro Gomes de chegar à Presidência da República. O ex-governador do Ceará também participou da disputa em 1998, 2002 e 2018, mas nunca chegou ao segundo turno. Assista a íntegra no g1.

Márcia Conrado destaca força da militância petista no 17º Encontro Estadual do PT

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), participou neste domingo (24), do 17º Encontro Estadual do Partido dos Trabalhadores de Pernambuco, que deu posse ao novo presidente estadual da sigla, o deputado federal Carlos Veras. Durante seu discurso, Márcia ressaltou a importância da militância e reafirmou o compromisso com a forma “petista” de governar. […]

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT), participou neste domingo (24), do 17º Encontro Estadual do Partido dos Trabalhadores de Pernambuco, que deu posse ao novo presidente estadual da sigla, o deputado federal Carlos Veras. Durante seu discurso, Márcia ressaltou a importância da militância e reafirmou o compromisso com a forma “petista” de governar.

“Quem tem força e militância nunca está só, vai ter sempre um caminho a percorrer”, afirmou a prefeita, dirigindo-se a lideranças como Carlos Veras, o ex-presidente estadual Doriel Barros, o senador Humberto Costa e a senadora Teresa Leitão.

Márcia destacou a transformação de Serra Talhada sob sua gestão. “Tenho dito que Serra Talhada, terra de Lampião, estamos transformando na terra de Maria Bonita, mas de uma Maria Bonita que tem coragem de dizer não às injustiças, de colocar os mais pobres e os agricultores em primeiro lugar”, declarou.