Notícias

Alcymar Monteiro animou a última noite do São Pedro em Tuparetama

Por Nill Júnior

DSC_0452

Chegou ao fim na noite deste domingo (28), a festa do São Pedro 2015, em Tuparetama, promovida pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Cultura, com apoio da Empetur e Secretaria de Turismo do Governo de Pernambuco.

A festa começou logo cedo no Pátio de Eventos Prefeito João Tunu da Costa, com a tradicional corrida de jegues, que chegou a sua 16ª edição; na sequência forró pé de serra com Luizinho e Expresso Pau-de-Arara; a partir das 20h houve apresentação da quadrilha junina Amigos do Beca.

A partir das 22h subiu ao palco a primeira atração musical da noite, os cantores Carlos e Fábio do Paredão Sertanejo; em seguida o grande público presente que lotou o pátio de eventos dançou arrasta pé com o forrozeiro Alcymar Monteiro, que fez duas horas de show mesclando o autêntico forró e as músicas de vaquejada, comuns em seu repertório.

DSC_0424

DSC_0475

O cantor Yego Bandolero encerrou a festa apresentado seus novos sucessos. Detalhe para  as homenagens das atrações Paredão Sertanejo e Iego Bandolero ao cantor Cristiano Araújo.

Satisfeito, o Prefeito Dêva Pessoa comemorou o sucesso de público e qualidade do evento. “Apesar das dificuldades conseguimos fazer um grande São Pedro, uma festa que fica para a história do município, por isso agradecemos em especial ao Governo do Estado pelo apoio e ao povo de Tuparetama pela participação maciça nesses três dias festivos”, disse.

Sábado (27) – O segundo dia de festividades começou a partir das 15h30 com corrida da fogueira e forró pé de serra com Chapéu de Couro, à noite apresentação da Quadrilha da Melhor Idade e tocata junina com a Banda Paulo Rocha. As atrações musicais da noite foram Galego do Pajeú, Bonde das Tandinhas e Forró do Muído.

Outras Notícias

Bispo Diocesano presta contas sobre Centro Stella Maris, em Triunfo

Em nota institucional no site da Diocese de Afogados da Ingazeira, o bispo Diocesano Dom Egídio Bisol apresentou informações sobre a história e capítulos recentes do Centro Pastoral Diocesano Stella Maris, em Triunfo. Em 1944, a Diocese de Pesqueira doou o Sítio Horta, em Triunfo, à Sociedade Franciscana Maristella para a construção de um “estabelecimento […]

Em nota institucional no site da Diocese de Afogados da Ingazeira, o bispo Diocesano Dom Egídio Bisol apresentou informações sobre a história e capítulos recentes do Centro Pastoral Diocesano Stella Maris, em Triunfo.

Em 1944, a Diocese de Pesqueira doou o Sítio Horta, em Triunfo, à Sociedade Franciscana Maristella para a construção de um “estabelecimento de educação para meninas e moças”. A cláusula segunda da doação dizia: “Se a Donatária, voluntariamente, abandonar o imóvel doado ou suprimir o estabelecimento educacional a que se refere a cláusula anterior, a presente doação ficará sem efeito algum, revertendo de pleno direito e sem indenização alguma, à outorgante doadora, o aludido imóvel com todas as suas benfeitorias e edificações que a donatária tiver feito”.

A Sociedade Franciscana Maristella foi, aos poucos, construindo no Siítio Horta um prédio majestoso e se dedicou por muitas décadas, com competência e generosidade, à educação de moças da nossa região, inclusive em regime de internato. Por serviço tão relevante, nossa Diocese sempre foi muito grata às Irmãs que se sucederam ao longo dos anos na administração da Escola Stella Maris.

Em 08 de agosto de 2005 a Associação Franciscana Maristella do Brasil, resolveu encerrar as atividades da Escola Stella Maris, em Triunfo – PE. Consequentemente, o Conselho Provincial das Franciscanas de Maristella, cumprindo a cláusula segunda da doação, devolveu à Diocese de Afogados da Ingazeira o referido imóvel.

“A partir dessa data, a propriedade e a responsabilidade sobre o Stella Maris passou à Diocese de Afogados da Ingazeira, que resolveu transformar o imóvel em Centro Pastoral Diocesano, visto que não dispunha ainda de um espaço conveniente para tal finalidade. Foi preservada, de forma coerente, a finalidade educativa para a qual tinha sido adquirido e doado, na década de 40, o Sítio Horta em Triunfo. Dentro dessa perspectiva foram definidas as novas finalidades do imóvel: acolher os encontros pastorais,  oferecer o espaço para atividades educativas e culturais de outros grupos e associações de promoção humana”.

Parte do prédio seria alugada à Prefeitura Municipal de Triunfo, para o funcionamento de uma escola ou outras atividades compatíveis com a finalidade do Stella Maris. “Em último lugar, e dependendo da disponibilidade de espaço, poderia acolher pessoas e grupos que desejassem passar um tempo de descanso e lazer, num lugar acolhedor e tranquilo perto do centro da cidade”.

“A mudança de finalidade – de Escola para Centro Pastoral — exigia também modificações na estrutura “física” do prédio. Bem sabendo que, do pondo de vista afetivo, qualquer detalhe era muito importante para quem viveu nesse ambiente, optamos por criar um espaço vivo e funcional à nova finalidade. À partir de tal convicção, a Diocese preparou um cronograma de intervenções, que vem realizando de forma compatível com as próprias forças”, diz o Bispo.

Dentre as intervenções no prédio, destaca o Bispo, estão conservação da fachada, reforma da recepção no térreo, no 1º andar, reforma dos quartinhos e construção de 4 banheiros. No Pátio da Capela, manutenção, construção da lavanderia e rouparia, reforma do espaço para funcionários. “No 1º andar, reforma dos quartinhos e construção de 6 banheiros, dentre outras ações.

Dom Bisol diz que a exposição é suficiente para mostrar a todos os diocesanos que em momento algum o prédio do Stella Maris ficou abandonado ou em ruína. “A Diocese continuará zelando pelo seu patrimônio para que continue sendo espaço e instrumento de evangelização no Pajeú, dentro de sua finalidade como Centro Pastoral Diocesano”.

Veja a nota na íntegra clicando aqui

Gonzaga Patriota decide não apoiar nenhum candidato a prefeito de Petrolina‏

Depois de se reunir com suas lideranças políticas, correligionários e familiares, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) recebeu a imprensa, nesta sexta-feira (15), para anunciar que não apoiará nenhum pré-candidato a prefeito que disputa as eleições 2016 de Petrolina. “Não apoiarei nenhum desses nomes que estão colocados para concorrer à prefeitura de Petrolina, mas quem […]

ImageProxyDepois de se reunir com suas lideranças políticas, correligionários e familiares, o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) recebeu a imprensa, nesta sexta-feira (15), para anunciar que não apoiará nenhum pré-candidato a prefeito que disputa as eleições 2016 de Petrolina.

“Não apoiarei nenhum desses nomes que estão colocados para concorrer à prefeitura de Petrolina, mas quem ganhar vou continuar ajudando, enviando minhas emendas, como sempre fiz”, disse.

O deputado desenhou ainda o currículo dos pré-candidatos a prefeito e explicou os motivos de não apoiar nenhum deles: “No candidato de Júlio não posso votar, pois sempre fiz oposição a administração dele. Em relação a Adalberto não possuo identidade política com ele. Pensei em apoiar Odacy, mas o PT não quis o meu apoio. E sobre a pré-candidatura de Miguel Coelho, já deixei claro que não apoiarei nenhum candidato da família Coelho. Com todo o respeito a todos os pré-candidatos, mas eu não me encaixei em nenhum deles para apoiar”, comentou.

Patriota ainda completou dizendo: “Estou no PSB há mais de 25 anos, mas não sou obrigado a apoiar os candidatos do meu partido. O PSB é um partido democrático”.

O socialista ressaltou que, apesar de não subir em nenhum palanque de candidato a prefeito de Petrolina, dará liberdade para que seus aliados decidam individualmente quem querem seguir nessas eleições municipais. “Deixo livre meus eleitores, amigos e familiares para apoiarem qualquer um dos candidatos. Que votem de acordo com a sua consciência”, destacou.

Carro cai em ribanceira e PRF apreende 36 kg de maconha em Serra Talhada

Motorista desobedeceu ordem de parada e perdeu o controle do veículo durante a fuga Um carro que era utilizado para realizar o transporte de 36 Kg de maconha foi apreendido, na noite de terça-feira (25), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O flagrante foi realizado na BR 232, em Serra Talhada, no Sertão pernambucano. Policiais realizavam […]

Motorista desobedeceu ordem de parada e perdeu o controle do veículo durante a fuga

Um carro que era utilizado para realizar o transporte de 36 Kg de maconha foi apreendido, na noite de terça-feira (25), pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). O flagrante foi realizado na BR 232, em Serra Talhada, no Sertão pernambucano.

Policiais realizavam uma fiscalização na rodovia, quando deram ordem de parada ao motorista de um carro, que desobedeceu e fugiu em alta velocidade. Durante o acompanhamento ao veículo, o condutor perdeu o controle da direção e caiu em uma ribanceira.

Em seguida, o homem desembarcou do carro e fugiu a pé para uma área de mata. Dentro do veículo foram encontrados 36 tabletes de maconha embalados com fita isolante.

A droga foi encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Serra Talhada, para a continuidade dos procedimentos legais.

Tadeu Alencar: admitir redução da maioridade penal é ferir a constituição

Integrante da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE) foi um dos que votaram, nesta terça-feira (31), contra a admissibilidade da PEC que reduz a idade mínima prevista para a responsabilização penal. O parlamentar apresentou, inclusive, um voto em separado à comissão, no qual argumenta, entre outros […]

16759770596_75f8eb2c4e_z

Integrante da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE) foi um dos que votaram, nesta terça-feira (31), contra a admissibilidade da PEC que reduz a idade mínima prevista para a responsabilização penal. O parlamentar apresentou, inclusive, um voto em separado à comissão, no qual argumenta, entre outros aspectos, que a maioridade penal faz parte dos direitos e garantias individuais, considerada uma das Cláusulas Pétreas da Constituição Federal, que não podem ser alteradas ou emendadas por PECs.

Para Tadeu Alencar, a proposta de reduzir a inimputabilidade de menores de 18 anos – prevista no Artigo 228 da Carta – é uma questão controversa, e muitas vezes é tratada de forma passional, com base em tragédias familiares irreparáveis. Mas, por outro lado, tem sido defendida por setores conservadores “tomados de ódio”, que vêm no jovem pobre e negro um delinquente em potencial. “Isso gera na sociedade um sentimento de persecução, vingança e falsa justiça, sem ponderar a necessidade de medidas efetivas para combater a criminalidade”, reforçou.

Segundo o deputado socialista, “não cabe ao Parlamento guiar-se por esse ódio ou pelo desejo de vingança”, e sim buscar outros caminhos que não alimentem a escalada de violência. Para ele, a fórmula adequada de combater o problema é com políticas públicas eficazes, sistêmicas e estruturadoras. Sobretudo num país em que a violência tem indiscutível origem social, na miséria, na exclusão e na miopia das elites.

“Temos que ofertar políticas públicas restauradoras da cidadania, como educação de qualidade, trabalho, oportunidades, e, sem dúvida, a reforma do sistema penitenciário para perseguir o seu ideal de ressocialização, o combate ao tráfico de drogas, o cumprimento do Estatuto da Criança e do Adolescente e o combate à impunidade, de todas as formas, que é a maior incentivadora da criminalidade, na policromia indigna dos colarinhos”, justificou Tadeu Alencar, citando pesquisas recentes do Sinase que apontam apenas 7% de crianças e adolescentes brasileiros em conflito com a lei. O deputado acrescentou ao seu voto uma moção de repúdio contra a PEC, aprovada pelo Colégio de Coordenadores da Infância e Juventude de todo o Brasil, durante o V Encontro Nacional, em São Paulo.

Por último, Tadeu destacou ter recebido ofício do representante da Unicef no Brasil, Gary Stahl, colocando a entidade radicalmente contra a redução da maioridade penal, por entender que descumpre a Convenção, a Constituição Federal e o Estatuto da Criança e do Adolescente, além de advertir que a decisão  não resolve o problema da violência e ainda penaliza uma população de adolescentes no Brasil que, hoje, são mais vítimas que autores de atos de violência.