Ala “nem Dilma nem Cunha” sugere abstenções
Deputados de partidos que já indicaram voto a favor do impeachment, como o PSB e o PSD, tentam articular em suas legendas um movimento para aumentar o número de abstenções e impedir a aprovação da saída de Dilma Rousseff do governo.
O movimento ganhou alento porque o placar de votos já declarados a favor do impeachment é considerado apertado. Os nomes dos parlamentares que puxam o movimento não foi divulgado.
De acordo com levantamento da Folha, 342 parlamentares já disseram oficialmente que vão votar pela saída de Dilma. Exatamente o número necessário para a admissão da abertura de processo contra Dilma.
Apesar da onda a favor do impeachment, até agora o placar oficial não indicou larga margem de votos contra a presidente, o que deu alento a parlamentares para lançarem esse movimento dentro de suas legendas para tentar reverter algum voto j declarado e mesmo facilitar que “indecisos” como os do PR, por exemplo, pulem para o barco de Temer.



Foram sete cirurgias e pelo menos meses de recuperação no Otávio de Freitas. Mas, com sequelas dos procedimentos a que foi submetido, ele teve toda sua vida e rotina modificadas. Ainda sofre com dores nas pernas, pois não consegue sequer caminhar, não sabe como encarar sua nova rotina de trabalho em São José do Egito, depois de aprovado no concurso para Professor.
Raquel Lyra repetirá o feito de 2016, quando foi eleita prefeita de Caruaru pela primeira vez, e só anunciará o seu secretariado dias antes da cerimônia de posse.
















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