Ailton Suassuna confirma Coco de Odálio como seu candidato em Tavares
Por Nill Júnior
Coco já foi oposição a Suassuna
Durante entrevista ontem a Rádio Comunitária São Miguel FM de Tavares, ao comunicador Genilson Dias, o Prefeito Ailton Suassuna anunciou a chapa que terá o seu apoio para a sucessão 2020.
O candidato a prefeito será o empresário Coco de Odálio e o vice Edvaldo da Casa de Apoio.
A justificativa do prefeito foi de que no período em que esteve afastado pela justiça, quando chegou a ser preso acusado pela prá tica de improbidade administrativa, Coco de Odálio e a vereadora Lenira lhe foram solidários.
Com o telefone aberto ao público, o programa viveu alguns momentos de mal-estar como as intervenções de adversários como a vereadora Socorrinha e do ex-vereador Adailton Dantas.
Ailton Suassuna confirmou o rompimento do vice-prefeito Luíz Poeta.
Mais detalhes nesta segunda no Programa Rádio Vivo, da Rádio Pajeú, com Anchieta Santos.
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse em entrevista à Globo News, que não há motivos para iniciar um processo impeachment contra o presidente Michel Temer (PMDB). A declaração foi feita em referência à crise iniciada após a saída do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero. “Com os fatos que nós temos e conhecendo […]
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse em entrevista à Globo News, que não há motivos para iniciar um processo impeachment contra o presidente Michel Temer (PMDB).
A declaração foi feita em referência à crise iniciada após a saída do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero.
“Com os fatos que nós temos e conhecendo o presidente Michel Temer, apesar de não ter ouvido ainda a tal gravação que o ex-ministro Calero fez com o presidente da República, um fato grave, não vejo nenhum motivo para a gente pensar em impedimento do presidente Temer de forma nenhuma”, afirmou o deputado.
Rodrigo Maia está em Curitiba, participando de um encontro partidário promovido pelo Partido Popular Socialista (PPS). Entre as discussões do evento está um debate sobre a PEC dos gastos públicos.
Maia afirmou que a saída de Geddel Vieira Lima da Secretaria de Governo, nesta sexta-feira (25), é uma perda política para o Executivo. “Infelizmente, perdemos um grande articulador. Eu espero que o presidente Michel Temer possa indicar um novo articulador político”, disse.
A crise chegou ao Palácio do Planalto, após a informação de que o presidente Michel Temer teria intercedido junto a Calero, em favor de Geddel. O caso começou a ser investigado pela Comissão de Ética da Presidência e pela Polícia Federal.
O ex-ministro da Cultura prestou depoimento à Polícia Federal e informou que gravou conversas que teve com outros ministros e até com Michel Temer. Ele afirma que, nessa conversa, ele foi “enquadrado” pelo presidente da República em favor dos interesses de Geddel para liberar a obra em Salvador.
Na manhã desta sexta, o ministro da Secretaria de Governo, Geddel Vieira Lima, pediu demissão. Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, Temer aceitou o pedido de Geddel, que era responsável pela articulação política do governo federal com oCongresso Nacional.
Geddel é o sexto ministro a deixar o governo desde que Michel Temer assumiu o comando do país em maio. Antes dele, caíram Romero Jucá (Planejamento), Fabiano Silveira (Transparência), Fábio Medina Osório (AGU), Henrique Eduardo Alves (Turismo) e Marcelo Calero (Cultura).
O ciclista afogadense Cláudio Kennedy recebeu Voto de Aplauso das mãos do Deputado Estadual Abimael Santos . Cláudio foi reconhecido pelos feitos sobre duas rodas. Destaca-se o trajeto de 15 mil quilômetros em cinco meses, entre 2021 e 2022, passando por países como Peru, Bolívia e Argentina em prol da campanha SertAmérica, que teve como […]
O ciclista afogadense Cláudio Kennedy recebeu Voto de Aplauso das mãos do Deputado Estadual Abimael Santos .
Cláudio foi reconhecido pelos feitos sobre duas rodas.
Destaca-se o trajeto de 15 mil quilômetros em cinco meses, entre 2021 e 2022, passando por países como Peru, Bolívia e Argentina em prol da campanha SertAmérica, que teve como finalidade arrecadar alimentos para famílias carentes.
Em 2018, Cláudio encarou o trecho de Afogados da Ingazeira a Aparecida, São Paulo. Também Araraquara, onde visitou familiares. Foram 2.310 quilômetros.
Para o senador Humberto Costa (PT), as primeiras ações do governo interino de Michel Temer (PMDB) foram “um desastre”. O senador criticou a extinção de pastas como Cultura, Direitos Humanos e da Igualdade Racial, além da ausência de mulheres em cargos do primeiro escalão da gestão peemedebista. “O governo Temer conseguiu em 24 horas retroceder […]
Para o senador Humberto Costa (PT), as primeiras ações do governo interino de Michel Temer (PMDB) foram “um desastre”. O senador criticou a extinção de pastas como Cultura, Direitos Humanos e da Igualdade Racial, além da ausência de mulheres em cargos do primeiro escalão da gestão peemedebista.
“O governo Temer conseguiu em 24 horas retroceder 13 anos. É um completo desastre. É um governo que já começa velho, que não tem respaldo e nem representatividade social. Falou-se tanto de combate a corrupção, mas ele fez exatamente o oposto. Tirou, por exemplo, a independência de um órgão como a Controladoria Geral da República, que sempre teve autonomia para investigar e combater a corrupção contra quem quer que fosse”, disse o senador.
Humberto ainda alertou sobre o risco do peemedebista acabar com programas sociais e de alterar as leis trabalhistas. “Temer conseguiu reunir o que há de mais conservador na política e já ameaça as conquistas dos trabalhadores. O novo ministro do Desenvolvimento Social (Osmar Terra/PMDB) disse que o programa “não pode ser proposta de vida” e esse é um dos projetos mais exitosos do País, que rendeu, inclusive, prêmios internacionais e ajudou a tirar da pobreza extrema milhares de pessoas. Isso sem falar de ameaças de mudanças nos direitos dos trabalhadores. Mas não vamos permitir um retrocesso desse no Pais”, disse Humberto.
Segundo o senador, a mobilização contra o governo Temer deve ser permanente. “Vamos lutar em todas as frentes, ir às ruas, ocupar às redes, denunciar o golpe que está em marcha no País. Querem sem legitimidade e sem nenhum voto dar uma guinada à direita. Fazer um governo de homens brancos e ricos e governar para homens brancos e ricos e não podemos aceitar isso. A nossa luta e a nossa mobilização cresce a cada dia. Tenho certeza que após este período de afastamento, a presidente Dilma vai voltar para evitar mais retrocessos e implementar uma agenda positiva para o Brasil ”, disse Humberto.
O lançamento do livro Histórias de Repórter, do jornalista afogadense Magno Martins ontem, em Brasília, repetiu o sucesso do Recife. Foram mais de quatro horas de autógrafos no Boteco da quadra 406 Sul. “Por lá passaram três ministros de Estado, o ministro José Múcio Monteiro, do Tribunal de Contas da União, os senadores Armando Monteiro […]
O lançamento do livro Histórias de Repórter, do jornalista afogadense Magno Martins ontem, em Brasília, repetiu o sucesso do Recife. Foram mais de quatro horas de autógrafos no Boteco da quadra 406 Sul.
“Por lá passaram três ministros de Estado, o ministro José Múcio Monteiro, do Tribunal de Contas da União, os senadores Armando Monteiro Neto (PTB) e Fernando Bezerra Coelho, 18 dos 25 deputados da bancada pernambucana, boa parte da bancada da Paraíba, jornalistas de vários veículos nacionais, como Estadão, Folha de São Paulo, Correio Braziliense, O Globo e Jornal de Brasília, publicitários, empresários e muitos amigos”, comemora Magno.
O próximo lançamento será Petrolina, dia 15 de junho. Depois, Magno vai a sua terra natal, Afogados da Ingazeira. Será dia 16 de junho, às 20h na Câmara de Vereadores.
“Histórias de Repórter” conta passagens dos seus 35 anos a serviço do jornalismo. Neste sexto livro da carreira, Magno conta passagens que viveu com personagens como Teotônio Vilela, Miguel Arraes e Leonel Brizola.
Com quase 300 páginas, o livro, que tem o prefácio do acadêmico e jurista José Paulo Cavalcante Filho e é editado pelo Bagaço, relata a história política recente do Brasil, desde a redemocratização, com a campanha das Diretas Já até a chegada do PT ao poder, com o ex-presidente Lula.
O jornalista também é autor de O Nordeste que deu certo, O Lixo do Poder, A derrota não anunciada e Reféns da Seca e Perto do Coração.
A presidente Dilma Rousseff negou nesta quinta-feira (19) que a saída do ministro da Educação, Cid Gomes (Pros), represente o início de uma reforma ministerial em seu governo. Segundo a presidente, trata-se de uma mudança pontual. “Vocês estão criando uma reforma ministerial que não existe”, afirmou a presidente após ser questionada sobre a saída do […]
A presidente Dilma Rousseff negou nesta quinta-feira (19) que a saída do ministro da Educação, Cid Gomes (Pros), represente o início de uma reforma ministerial em seu governo. Segundo a presidente, trata-se de uma mudança pontual.
“Vocês estão criando uma reforma ministerial que não existe”, afirmou a presidente após ser questionada sobre a saída do ministro durante uma coletiva realizada após o lançamento de um pacote de medidas para os clubes de futebol do país.
“Não tenho perspectiva de alterar nada nem ninguém”, afirmou. “Estou fazendo uma alteração pontual. As circunstâncias às vezes obrigam você a fazer uma que outra mudança.”
Segundo Dilma, a escolha do novo ministro para a pasta de Educação levará em conta a relação da pessoa com a área. “Vou escolher a pessoa boa para educação. Não a pessoa desse ou daquele partido”, afirmou.
O ex-governador do Ceará deixou o governo após uma sessão tensa na Câmara dos Deputados, na tarde desta quarta-feira (18). Ele foi à Casa para prestar esclarecimentos sobre crítica feita aos congressistas em agenda no mês passado, mas acabou acirrando os ânimos com integrantes da base aliada.
Embora tenha pedido “perdão” por declaração de que o Congresso possui “400 deputados, 300 deputados” achacadores, ele cobrou lealdade da base aliada e mirou o principal aliado do governo no Legislativo, o PMDB. “Partidos de situação têm o dever de ser situação, ou então larguem o osso, saiam do governo, vão para a oposição. Isso será mais claro para o povo brasileiro”, afirmou.
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