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Agricultura: Prefeitura e SEBRAE promovem diagnóstico sobre potencialidades de Afogados da Ingazeira

Por André Luis

Em parceria com o SEBRAE, a Prefeitura de Afogados da Ingazeira promoveu esta semana uma série de entrevistas com agricultores do município para a elaboração do diagnóstico sobre as potencialidades econômicas do segmento.

O diagnóstico, coordenado pela Secretaria de Agricultura de Afogados, envolve setores importantes da economia local como a caprinovinocultura, bovinocultura, horticultura, piscicultura e apicultura.

O objetivo é colher o máximo de informações possíveis relacionadas a cada cadeia produtiva para que em projetos futuros os agricultores possam vir a ser beneficiados com em futuros projetos de fomento, muitos deles em parceria com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agrário.

O encontro e as entrevistas foram realizadas na Secretaria Municipal de Agricultura. Também foram visitados produtores rurais das comunidades do Xique-xique e Monte Alegre, além de criadores de suínos do bairro São Cristóvão e produtores das “Castanhas Mãos Crioulas”.

“Com este diagnóstico, vamos utilizar os dados, junto com o SEBRAE, para subsidiar ações e projetos futuros no campo do fomento à produção. Essa é uma ação fundamental para fortalecermos o desenvolvimento produtivo de diversas cadeias produtivas importantes hoje existentes em Afogados”, destacou Valberto Amaral, Secretário Adjunto de Agricultura. O trabalho foi subsidiado e orientado pelo consultor do SEBRAE, Roberto Aquino.

Outras Notícias

Vandinho simboliza a incoerência em estado puro na política

Em Serra Talhada,  a notícia que circula é de que a prefeita Márcia Conrado (PT) mandou o vereador Vandinho da Saúde,  em bom português, procurar rumo e deixar seu grupo, depois de mais críticas em redes sociais feitas por ele a seu candidato,  Danilo Cabral. A informação foi publicada em redes sociais e também no […]

Em Serra Talhada,  a notícia que circula é de que a prefeita Márcia Conrado (PT) mandou o vereador Vandinho da Saúde,  em bom português, procurar rumo e deixar seu grupo, depois de mais críticas em redes sociais feitas por ele a seu candidato,  Danilo Cabral.

A informação foi publicada em redes sociais e também no rádio em primeira mão pelo radialista Francys Maya.  O blog checou com fontes governistas e confirmou a informação: Márcia não quer mais Vandinho em sua base. Pesou ainda um questionamento na tribuna à Secretária de Saúde,  Lisbeth Rosa.

Na verdade, essa foi a gota d’água. Márcia Conrado, no campo político,  sempre teve como grande desafio manter unida a vasta coalisão política que a elegeu. Mas era certo dizer que em seu bloco,  um vereador era o exemplo do que há de mais extremo em se tratando de incoerência política: Evandro de Souza Lima, o Vandinho da Saúde,  de 39 anos.

Vandinho é ligado ao Pastor Eurico e ao Patriotas.  É o mais bolsonarista de todos os que frequentam a Casa. Ultra conservador, se elegeu em cima dessas pautas. Costuma se alimentar de polêmicas como o projeto que proíbe banheiros transgêneros. Criou essa e outras polêmicas para não perder apoio da dua base ideológica como fazem tantos outros conservadores.  Até aí,  uma estratégia diante de  um direito, o de defender essas pautas.

Mas em todas as suas intervenções,  o PT “é uma associação criminosa”, Lula e cia “um antro de bandidos da pior espécie”,  Danilo Cabral,  “o candidato do grupo que ajudou a quebrar Pernambuco”.  E no plano local, onde Vandinho estava? Atolado com todas as benesses de aliado no governo do PT e PSB.

Se existem muitos políticos do Centrão que gritam “Mito” em Brasília e aqui escondem suas posições,  Vandinho da Saúde ia muito além na incoerência.  O PT não vale nada pra ele,  que tem o direito de pensar assim,  mas na prática estava com espaços importantes no governo de um dos nomes mais estratégicos para o partido no estado: a prefeita Márcia Conrado.

Lembra movimento parecido de lideranças de Afogados que demonizam Paulo Câmara,  o socialismo, Danilo, no que tem todo direito, mas que na cidade, pra não perder a boquinha, apoiam Sandrinho Palmeira, do PSB.  Paciência!

Políticos ultramoralistas como Vandinho tem que ter posição de cima a baixo. Não apenas até onde a conveniência política. Sempre estranhei como soava estranho posições tão antagonicas. Aliás,  deveria ser ele honrando suas posições e não a prefeita a já ter tomado essa posição.  Coube a Márcia Conrado,  que já tinha administrado a polêmica com o ex-secretário bolsonarista Carlito Godoy,  chamá-lo à baila. Se fosse coerente, teria se poupado de passar essa vergonha…

Registre-se,  essa não é uma defesa de Márcia Conrado,  do PT ou do PSB, também passíveis de questionamentos aqui mesmo no blog. Mas sim, a afirmação de um valor tão importante na política,  cada vez mais ausente: a coerência. Resumindo, Vandinho tem todo direito de ser bolsonarista com suas pautas, mas obrigação de ter suas posições de cima a baixo

Nova fase da Lava-jato investiga Lula por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro

De acordo com o Ministério Público Federal (PMF), a ação foi deflagrada para aprofundar a investigação de possíveis crimes de corrupção e lavagem de dinheiro oriundo de desvios da Petrobras, praticados por meio de pagamentos dissimulados feitos por José Carlos Bumlai e pelas construtoras OAS e Odebrecht ao Lula e pessoas associadas. Há evidências de […]

size_810_16_9_luis-inacio-lula-da-silvaDe acordo com o Ministério Público Federal (PMF), a ação foi deflagrada para aprofundar a investigação de possíveis crimes de corrupção e lavagem de dinheiro oriundo de desvios da Petrobras, praticados por meio de pagamentos dissimulados feitos por José Carlos Bumlai e pelas construtoras OAS e Odebrecht ao Lula e pessoas associadas.

Há evidências de que o ex-presidente recebeu valores oriundos do esquema Petrobras por meio da destinação e reforma de um apartamento triplex e do sítio em Atibaia, da entrega de móveis de luxo nos dois imóveis e da armazenagem de bens por transportadora. Também são apurados pagamentos ao ex-Presidente, feitos por empresas investigadas na Lava Jato, a título de supostas doações e palestras.

O avanço das investigações revelou, também, evidências de que o ex-Presidente recebeu, em 2014, pelo menos R$ 1 milhão sem aparente justificativa econômica lícita da OAS, por meio de reformas e móveis de luxo implantados no apartamento tipo triplex, número 164-A, do Condomínio Solaris, em Guarujá.

No dia 29 de fevereiro, o procurador da República Deltan Dallagnol enviou uma manifestação à ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendendo que uma investigação em curso sobre propriedades atribuídas ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja mantida dentro da Operação Lava Jato, a cargo do Ministério Público Federal no Paraná.

Coordenador da força-tarefa da Lava Jato no Paraná, Dallagnol destacou que possíveis vantagens supostamente recebidas por Lula de empreiteiras teriam sido repassadas durante o mandato presidencial do petista.

Com mais 28 casos de Covid-19 nas últimas 24 horas, Serra soma 117 na semana

Por André Luis Serra Talhada continua sendo a única cidade do Sertão do Pajeú a registrar aumento de casos de Covid-19. Esta foi mais uma semana que o município viu a curva de casos ascender. Na segunda-feira, o boletim epidemiológico confirmou 20 casos; na terça, 19; na quarta, 28, 22 na quinta e nesta sexta-feira, […]

Por André Luis

Serra Talhada continua sendo a única cidade do Sertão do Pajeú a registrar aumento de casos de Covid-19. Esta foi mais uma semana que o município viu a curva de casos ascender.

Na segunda-feira, o boletim epidemiológico confirmou 20 casos; na terça, 19; na quarta, 28, 22 na quinta e nesta sexta-feira, foram 28 novos casos confirmados. Ao todo, a cidade registrou 117 novos casos da doença nos últimos cinco dias.

Esta semana, Serra Talhada voltou a registrar óbito pela doença. O 190º óbito, foi de um paciente do sexo masculino, 71 anos, morador do Alto da Conceição. Ele era portador de diabetes, hipertensão e doença renal crônica em hemodiálise

Segundo o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, nesta sexta, foram confirmados casos em 16 pacientes do sexo feminino e 12 do sexo masculino, com idades entre 6 e 78 anos.

O município soma 10.581 casos confirmados, 10.286 pacientes recuperados, 35 exames aguardando resultados, 56.970 casos descartados,   102 pacientes em isolamento domiciliar e 03 pacientes em tratamento hospitalar, somando 105 casos ativos, além de 190 óbitos. 

Ocupação hospitalar – O Hospital Eduardo Campos está com 7% de ocupação dos leitos de UTI, com seis pacientes internados, sendo um serra-talhadense. Não há pacientes nos leitos clínicos da unidade. 

O HOSPAM está com 40% de ocupação dos leitos de UTI, com quatro pacientes internados, sendo dois serra-talhadenses. Não há pacientes na enfermaria da unidade.

Não há pacientes internados nos Leitos de Retaguarda do Hospital São José.

Ao todo, são três serra-talhadenses internados na rede pública de Serra Talhada, sendo todos em leitos de UTI.

Sertão do Pajeú – Nas últimas 24h, dez cidades não registraram novos casos da doença. São elas: Afogados da Ingazeira, Brejinho, Iguaracy, Ingazeira, Itapetim, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Egito, Solidão, Tabira e Triunfo.

Calumbi, Flores, Quixaba, Santa Terezinha e Tuparetama não divulgaram boletim. Carnaíba registrou um caso e Serra Talhada, como já informado, registrou 28

Agora o Sertão do Pajeú conta com 33.967 casos confirmados, 33.134 recuperados (97,54%), 665 óbitos e 168 casos ativos da doença.

STJ manda prender desembargadoras da Bahia em operação contra venda de sentenças

São cumpridos 36 mandados de busca e apreensão em Salvador, Barreiras, Catu, Uibaí e em Brasília (DF). Ação faz parte de novas fases da Operação Faroeste; mandados foram expedidos pelo ministro Og Fernandes. G1- BA Duas desembargadoras do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) são alvo de mandados de prisão temporária uma operação da Polícia […]

São cumpridos 36 mandados de busca e apreensão em Salvador, Barreiras, Catu, Uibaí e em Brasília (DF). Ação faz parte de novas fases da Operação Faroeste; mandados foram expedidos pelo ministro Og Fernandes.

G1- BA

Duas desembargadoras do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) são alvo de mandados de prisão temporária uma operação da Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (14) em uma operação contra um esquema criminoso voltado à venda de decisões judiciais.

Os mandados de prisão temporária foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Og Fernandes. Os nomes das desembargadoras não foram divulgados até a última atualização desta reportagem.

São cumpridos 36 mandados de busca e apreensão em Salvador, em outras três cidades baianas (Barreiras, Catu, Uibaí) e em Brasília (DF). O objetivo da ação é desarticular um possível esquema criminoso voltado à venda de decisões judiciais por juízes e desembargadores da Bahia, com a participação de membros de outros poderes, que operavam a blindagem institucional do esquema.

São investigados possíveis crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de ativos, evasão de divisas, organização criminosa e tráfico de influência.

Também há mandados de prisão preventiva do operador de um juiz. Foram solicitados o afastamento do cargo e função de todos os servidores públicos envolvidos nestas fases.

A quinta fase da Operação Faroeste ocorreu no dia 24 de março. Na ocasião, a Polícia Federal cumpriu 11 mandados expedidos, três deles de prisão temporária e outros oito de busca e apreensão.

A primeira fase da operação ocorreu em 19 de novembro de 2019, com a prisão de quatro advogados, o cumprimento de 40 mandados de busca e apreensão e o afastamento dos seis magistrados.

Governo prevê voos em 200 cidades do país com avanço da aviação regional

Cidades como Serra Talhada podem ser beneficiadas. O Globo O anúncio da compra da companhia aérea TwoFlex por parte da Azul, anunciada em janeiro, evidencia o interesse das grandes aéreas sobre a aviação regional brasileira – nicho em que atua a TwoFlex. Por muito tempo delegada a um segundo plano, a aviação comercial em cidades […]

Cidades como Serra Talhada podem ser beneficiadas.

O Globo

O anúncio da compra da companhia aérea TwoFlex por parte da Azul, anunciada em janeiro, evidencia o interesse das grandes aéreas sobre a aviação regional brasileira – nicho em que atua a TwoFlex.

Por muito tempo delegada a um segundo plano, a aviação comercial em cidades de pequeno e médio portes vem ganhando impulso Brasil adentro. No horizonte desse avanço, entretanto, estão desafios como o alto custo de combustíveis e a falta de infraestrutura.

O Brasil já teve uma aviação regional ativa no passado. Entre as décadas de 1960 e 1990, uma política governamental de compra de assentos em voos para os rincões, normalmente pouco lucrativos por causa da baixa demanda, abriu espaço para companhias como Rio Sul e Taba.

Na época, o país chegou a ter perto de 180 cidades servidas com voos regulares. Com o fim dos subsídios, a malha aérea minguou. No fundo do poço, em 2016, apenas 110 localidades estavam conectadas.

Agora, segundo a Secretaria de Aviação Civil (SAC), do governo federal, são 140 destinos com voos comerciais. A meta é chegar a 200 destinos até 2025, diz o secretário da pasta, Ronei Glanzmann. “Pela primeira vez em muito tempo, a aviação regional está sendo um bom negócio no Brasil”, afirma.

Entre os motivos para a retomada está um outro tipo de incentivo: redução de carga tributária. Nos últimos dois anos, governadores têm firmado acordos com Gol, Azul e Latam para a redução da alíquota do ICMS, o imposto estadual sobre bens e serviços, sobre o combustível de aviação. Em troca, as aéreas expandem a malha a pontos até então desconectados nesses estados.

Como as grandes operam aviões muito acima da demanda desses novos destinos, o normal é delegar a conexão com esses rincões a empresas menores como a TwoFlex, que operam aviões de até nove passageiros, como o Cessna Caravan.

A ideia é que a aviação regional leve passageiros até aeroportos maiores, numa parceria comercial conhecida na aviação pelo jargão “interlínea” — e que está abrindo mercado para o surgimento de novas empresas.

“Há espaço para até oito companhias regionais no Brasil até 2022”, diz Luis Felipe de Oliveira, diretor-executivo da Alta, associação de companhias aéreas com operação na América Latina, que cita os acordos de ICMS e a retomada da economia brasileira como fatores para a expansão do setor.