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Agreste: Gerador garante conservação de vacinas

Por Nill Júnior

A Gerência Regional de Saúde ( V GERES), sediada em Garanhuns, foi contemplada pela Secretaria Estadual de Saúde com um novo gerador para o setor de vacinas, do Programa Nacional de Imunização, que atende 21 municípios do Agreste Meridional.

Segundo a gestora regional de saúde, Catarina Tenório, o gerador é fundamental para garantir o suprimento emergencial de energia elétrica. “Não podemos prescindir de energia elétrica para o funcionamento dos equipamentos de maneira contínua. Com este novo gerador, investimento do Governo do Estado, estamos garantindo a conservação dos Imunobiológicos entre 2° C a 8° C positivos, sem preocupação de queda da rede de energia elétrica”, explica a gestora.

O investimento é do Fundo Estadual de Saúde de Pernambuco. O motor do gerador tem potência de 71cv, movido à diesel, com capacidade para 200L, que gera 55KVA, em frequência de 60hz, e já está em funcionamento.

Outras Notícias

O Blog e a História: dez vezes em que Bolsonaro ameaçou a democracia

Bolsonaro já perguntou qual é a ameaça que ele ofereceu à democracia. Sem considerar os atos golpistas de 2023, como a reunião ministerial e as atitudes questionando o resultado,  além da participação em articulações que culminaram no 8 de janeiro, listamos aqui dez vezes em que o presidente ofereceu ameaça à democracia. Dia 23 de […]

Bolsonaro já perguntou qual é a ameaça que ele ofereceu à democracia. Sem considerar os atos golpistas de 2023, como a reunião ministerial e as atitudes questionando o resultado,  além da participação em articulações que culminaram no 8 de janeiro, listamos aqui dez vezes em que o presidente ofereceu ameaça à democracia.

Dia 23 de agosto de 2022, o presidente Jair Bolsonaro mais uma vez atacou o Supremo Tribunal Federal (STF). Chamou os ministros de “surdos de capa preta”. Enquanto ele falava, seus apoiadores gritavam que “Supremo é o povo”. O artigo 2º da Constituição afirma que os três poderes da República devem ser “independentes e harmônicos”. A todo momento, o presidente provoca desarmonia entre os poderes. Toda vez que ele provoca desarmonia entre os poderes, ele ameaça a democracia.

No mesmo dia, o presidente convocou as pessoas a irem às ruas no dia Sete de Setembro “pela última vez”. Para que o Supremo entenda o que é “a voz do povo”. Um princípio basilar do Direito é que o juiz deve julgar de maneira imparcial. Ainda que isso seja uma impossibilidade prática do mundo real, ainda que se sabia que um juiz, como qualquer cidadão, tem suas posições políticas, ele deve se esforçar ao máximo para evitar que elas interfiram nas suas decisões. Os ministros do Supremo devem procurar realizar seus julgamentos à luz do Direito, e não da pressão popular. Se Bolsonaro ou qualquer pessoa do governo diverge de alguma decisão do STF, precisa divergir tecnicamente, com recursos jurídicos. Quando coloca o povo contra as decisões tomadas por um poder, Bolsonaro ameaça a democracia.

Bolsonaro começa a repetir, assim, o que fizera no Sete de Setembro do ano passado, quando disse, em discurso, que não mais obedeceria a decisões judiciais que fossem tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes. Qualquer cidadão que desrespeita uma ordem judicial sofre sanções por isso. Normalmente, o cidadão comum vai preso. Quando um presidente diz que não cumprirá uma ordem judicial, dá um péssimo exemplo para os demais cidadãos. Na ocasião, o STF deixou claro ao presidente que, nessa balada, haveria consequências. Bolsonaro recuou. E recuou porque sabia que, naquele momento, ameaçava a democracia.

Quando concedeu perdão ao deputado Daniel Silveira (PTB-RJ), que sofreria sanções por desobedecer a ordens judiciais, Bolsonaro realizou o mesmo tipo de ataque. Sinalizou ali que os “amigos do rei” estão libertos de obedecer à Justiça. Tipo de situação que faz engrossar o coro de que “Supremo é o povo”. Quando um dos poderes é desacreditado e tem sua harmonia e independência comprometida, a democracia está ameaçada.

Bolsonaro reuniu embaixadores de diversos países para repetir inverdades sobre o sistema eletrônico de votação. No mínimo, para repetir questionamentos sobre os quais ele não tem a menor comprovação. Valeu-se, assim, da estrutura de governo para lançar questões que só interessam a ele. Quebrou o princípio da impessoalidade. Lançou dúvidas à democracia. É inquestionável aqui a ameaça à democracia.

Ao longo de sua vida política toda, Bolsonaro enalteceu o regime militar brasileiro, que foi uma ditadura. A Comissão Nacional da Verdade (CNV) reconheceu 434 mortes e desaparecimentos políticos ocorridos durante a ditadura militar.

Ao votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, Bolsonaro fez uma homenagem ao general Brilhante Ustra, o primeiro militar brasileiro condenado por tortura. No regime militar, Dilma Rousseff foi torturada. Não há tortura em uma democracia.

Quando deputado, certa vez Bolsonaro pregou o “fuzilamento” do então presidente Fernando Henrique Cardoso. Curiosamente pela defesa que Fernando Henrique fazia á época da privatização de estatais. Hoje, o presidente Bolsonaro privatiza a Eletrobrás e seu ministro da Economia, Paulo Guedes, defende a privatização da Petrobras. Pode-se até discutir a privatização de estatais. Mas sugerir fuzilamento de presidente é ameaça à democracia.

Em uma entrevista em 1999, Bolsonaro pregou que os problemas brasileiros só se revolveriam com uma guerra civil em que morressem “uns 30 mil”. Emendou dizendo que morreriam “uns inocentes, mas tudo bem”. O estado democrático de direito não pode admitir por normal uma situação em que morram inocentes. A declaração é uma ameaça à democracia.

Somente pela covid-19, já morreram no Brasil mais de 700 mil inocentes. A ação deliberadamente genocida também é um ataque à democracia.

Agora, prestes a responder por seus atos, incluindo desvio de joias, rachadinha, tentativa de abolir o Estado Democrático de Direito,  Bolsonaro diz não ter percebido as seguidas ameaças que faz à democracia, e o dano que isso provocou, dado ele ter sido o presidente da República. O nome disso é medo da cadeia,  receio,  aperreio,  cagaço…

Compesa nega paralisação de instalação da ETA Tabira

Companhia ainda relatou problemas com o Sistema Adutor Zé Dantas Ontem ouvintes da Rádio Cidade FM acusaram a paralisação da obra de instalação da ETA – Estação de Tratamento da Compesa em Tabira. A informação é do radialista Anchieta Santos. Consultada, a Companhia Pernambucana de Saneamento, através do gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Gileno […]

Companhia ainda relatou problemas com o Sistema Adutor Zé Dantas

Ontem ouvintes da Rádio Cidade FM acusaram a paralisação da obra de instalação da ETA – Estação de Tratamento da Compesa em Tabira. A informação é do radialista Anchieta Santos.

Consultada, a Companhia Pernambucana de Saneamento, através do gerente de Unidade de Negócios da Compesa, Gileno Gomes, negou a informação e adiantou que neste momento uma equipe está concluindo a montagem dos módulos.

A nova ETA vai atender cerca de 30 mil pessoas, pois po ssibilitará o tratamento da contribuição de água que será recebida por meio da segunda etapa do Sistema Adutor do Pajeú.

Com essa obra, mais de 80% da cidade terá abastecimento sem rodízio. A ETA fabricada em fibra de vidro é do tipo convencional e tem capacidade de tratar 40 litros de água, por segundo.

Atualmente, o município de Tabira é abastecido pelo sistema integrado que também atende a cidade de Afogados da Ingazeira, com água captada na Barragem de Brotas e na adutora do Pajeú.

Sistema Zé Dantas: a Compesa ainda informou em nota que houve uma redução na vazão do Sistema Zé Dantas, que dá suporte ao abastecimento da cidade de Afogados da Ingazeira, situação provocada por danos registrados em uma das bombas responsável pela captação da água.

A  Compesa informa ainda, que para concluir o reparo nessa bomba, é necessário repor uma peça, que tem previsão de chegada para a próxima sexta-feira (6)”.

Enquanto isso, para não prejudicar o abastecimento em alguns bairros, incluindo o São Brás, a Companhia está realizando ajustes operacionais para que toda cidade seja abastecida com o volume de água disponível, conclui a nota.

Debate enfatiza propostas dos candidatos ao governo do estado

do Diário de Pernambuco O eleitor pernambucano teve, entre o final da noite desta setxa-feira (26) e o início da madrugada deste sábado (27), a oportunidade de conhecer propostas, ideias e perfis dos candidatos ao governo do estado que têm representatividade no Congresso Nacional. O debate promovido nesta sexta-feira pela TV Clube/Record contribuiu para que […]

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do Diário de Pernambuco

O eleitor pernambucano teve, entre o final da noite desta setxa-feira (26) e o início da madrugada deste sábado (27), a oportunidade de conhecer propostas, ideias e perfis dos candidatos ao governo do estado que têm representatividade no Congresso Nacional. O debate promovido nesta sexta-feira pela TV Clube/Record contribuiu para que dúvidas fossem dissipadas e eventuais fragilidades e pontos positivos das candidaturas fossem expostos.

Candidato da Frente Popular, Paulo Câmara (PSB) reforçou o lema da continuidade do governo de Eduardo Campos. Defendeu o aprofundamento de políticas tratadas como cartão de visita pelos socialistas, a exemplo do Pacto Pela Vida, a construção de hospitais como solução para o atendimento médicos e atração de novos investimentos. Mais desenvolto que em outros confrontos, sendimentou a ideia que seguirá, sem correr riscos, a cartilha já escrita pelos mais de sete anos do PSB no governo do estado.

Armando Monteiro (PTB), que concorre pela aliança Pernambuco Vai Mais Longe, reiterou o fato de ter mais estrada e trânsito nacional que o oponente do PSB. Com a segurança de anos de atuação no front da política, ressaltou que o estado precisa ir além dos avanços conseguidos pela gestão socialista e destacou, numa crítica a Câmara, que de nada adianta festejar a montagem de um time. “É preciso ter técnico para liderar o time”.

Por sua vez, Zé Gomes, postulante do PSol, tratou de salientar a semelhança das candidaturas do PSB e PTB. Segundo ele, os dois palanques defendem um modelo excludente de desenvolvimento, sem conexão alguma com sociedade, e que pôs Pernambuco na 18ª posição no ranking de Índice de Desenvolvimento Humano do país. O debate possibilitou, enfim, que se observasse a linha que separa o mero discurso de campanha das promessas exequíveis. Agora, às urnas!

O eleitor pernambucano teve, entre o final da noite desta setxa-feira (26) e o início da madrugada deste sábado (27), a oportunidade de conhecer propostas, ideias e perfis dos candidatos ao governo do estado que têm representatividade no Congresso Nacional. O debate promovido nesta sexta-feira pela TV Clube/Record contribuiu para que dúvidas fossem dissipadas e eventuais fragilidades e pontos positivos das candidaturas fossem expostos.

Candidato da Frente Popular, Paulo Câmara (PSB) reforçou o lema da continuidade do governo de Eduardo Campos. Defendeu o aprofundamento de políticas tratadas como cartão de visita pelos socialistas, a exemplo do Pacto Pela Vida, a construção de hospitais como solução para o atendimento médicos e atração de novos investimentos. Mais desenvolto que em outros confrontos, sendimentou a ideia que seguirá, sem correr riscos, a cartilha já escrita pelos mais de sete anos do PSB no governo do estado.

Armando Monteiro (PTB), que concorre pela aliança Pernambuco Vai Mais Longe, reiterou o fato de ter mais estrada e trânsito nacional que o oponente do PSB. Com a segurança de anos de atuação no front da política, ressaltou que o estado precisa ir além dos avanços conseguidos pela gestão socialista e destacou, numa crítica a Câmara, que de nada adianta festejar a montagem de um time. “É preciso ter técnico para liderar o time”.

Por sua vez, Zé Gomes, postulante do PSol, tratou de salientar a semelhança das candidaturas do PSB e PTB. Segundo ele, os dois palanques defendem um modelo excludente de desenvolvimento, sem conexão alguma com sociedade, e que pôs Pernambuco na 18ª posição no ranking de Índice de Desenvolvimento Humano do país. O debate possibilitou, enfim, que se observasse a linha que separa o mero discurso de campanha das promessas exequíveis. Agora, às urnas!

Geraldo Alckmin visita áreas afetadas por ciclone no Rio Grande do Sul

Presidente em exercício está acompanhado por sete ministros do governo Por André Luis O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, divulgou em suas redes sociais que chegou ao Rio Grande do Sul para visitar as áreas atingidas pelo ciclone que assolou a região. Em seguimento às orientações do presidente Lula, Alckmin está acompanhado por ministros e pelo […]

Presidente em exercício está acompanhado por sete ministros do governo

Por André Luis

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, divulgou em suas redes sociais que chegou ao Rio Grande do Sul para visitar as áreas atingidas pelo ciclone que assolou a região. Em seguimento às orientações do presidente Lula, Alckmin está acompanhado por ministros e pelo governador Eduardo Leite, prontos para oferecer apoio e solidariedade aos brasileiros afetados pelo desastre natural.

A comitiva iniciou sua visita em Canoas, e agora se dirige para a região do Vale do Taquari, começando pela cidade de Lajeado. Alckmin enfatizou a importância da unidade nacional e reforçou que existe apenas um Brasil, pronto para apoiar e estar ao lado de todos os brasileiros que enfrentam essa difícil situação.

Diversos ministros estão acompanhando o presidente em exercício nessa visita às áreas afetadas. José Múcio, ministro da Defesa; Nísia Trindade, ministra da Saúde; Waldez Góes, ministro da Integração e Desenvolvimento Regional; Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar; Paulo Pimenta, ministro da Secretaria de Comunicação da Presidência da República; Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social; e Marina Silva, ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, estão presentes para avaliar a situação e coordenar ações de auxílio.

A visita do presidente em exercício e da comitiva ministerial tem como objetivo principal conhecer de perto as demandas das comunidades afetadas pelo ciclone, além de fornecer auxílio imediato e coordenar esforços para a reconstrução das áreas atingidas.

O fato e a foto: Baile Verde e Preto e Festival de Prêmios movimentam fim de semana

Em Afogados da Ingazeira, o fim de semana será movimentado: esta noite acontece na AABB, o Baile Verde e Preto, que comemora o décimo sétimo aniversário da Associação de Sêniors Afogadense – ASA. Nas atrações, o Quarteto do Samba, formado por Pé de Banda, Renan, Bosco e Samuel, todos de Afogados da Ingazeira e Joãozinho […]

Pessoal do Quarteto do Samba, atração do Baile do ASA e do Afogados FC, que realiza Festival de Prêmios, esteve no Debate das Dez (Rádio Pajeú)
Pessoal do Quarteto do Samba, atração do Baile do ASA e do Afogados FC, que realiza Festival de Prêmios, esteve no Debate das Dez (Rádio Pajeú)

Em Afogados da Ingazeira, o fim de semana será movimentado: esta noite acontece na AABB, o Baile Verde e Preto, que comemora o décimo sétimo aniversário da Associação de Sêniors Afogadense – ASA. Nas atrações, o Quarteto do Samba, formado por Pé de Banda, Renan, Bosco e Samuel, todos de Afogados da Ingazeira e Joãozinho e Banda Sete. Ex vocalista da Grafitte, Joãozinho apresenta o show que circula pelos grandes sucessos dos anos 80 e 90, de Michael Jackson a Guilherme Arantes.

No domingo, acontece o Festival de Prêmios do Afogados FC, equipe que disputará em agosto a série A2 do campeonato pernambucano. Segundo o presidente do clube, Ênio Amorim, a renda será revertida para o início das atividades do clube. O evento terá um convidado ilustre, o experiente técnico Pedro Manta, contratado para tentar o acesso da equipe. Serão seis motos e R$ 7.500,00 em prêmios.

Campeã: a equipe de Afogados da Ingazeira sub-17 foi campeã da Copa Sertão, mesmo perdendo para Serra Talhada no Pereirão por 3×1. Como venceu a ida por 2×0, o gol fora de casa lhe garantiu o título.