Arthur Amorim nega boicote a protesto da enfermagem por piso
O Secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, informou em contato com a redação do blog que não houve boicote por parte da Secretaria de Saúde à mobilização realizado nesta terça-feira (8), por profissionais da enfermagem cobrando a aprovação do PL 2564/2020, que pretende instituir o piso salarial nacional do Enfermeiro, do Técnico de Enfermagem, do Auxiliar de Enfermagem e da Parteira.
“Não procede, viu. A Paula Fernanda me ligou no sábado a noite e até me convidou para o ato na segunda pela manhã. Eu concordei. Só que mandaram um cartaz depois dizendo que era dia 08/03 e outro dizendo que era 09/03”.
Segundo Artur, ele disse que os profissionais poderiam ir, mas não poderiam se ausentar o dia todo. “Teríamos atendimentos já agendados nas unidades de saúde”.
O secretário disse ser a favor das reivindicações, mas defende que é preciso garantir o financiamento, como foi para os professores, para os agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias.
“Ainda completei informando que os profissionais da enfermagem são profissionais essenciais na coordenação dos serviços de saúde e não fosse a gente da enfermagem, os serviços não teriam a resolutividade que tem”, destacou Artur.
Ele completou que alguns profissionais da rede municipal foram ao protesto. “Quem conseguiu se mobilizar e organizar o trabalho, foi”, pontuou Artur.
A resposta de Artur tem relação à parte da matéria divulgada no blog mais cedo, onde dizia que informações deram conta de que a Secretaria não teria liberado os profissionais para participarem do ato de protesto, o que configuraria um boicote.
O protesto aconteceu na manhã desta terça-feira na Praça Monsenhor de Arruda Câmara em Afogados da Ingazeira e em várias outras cidades do Brasil. A mobilização foi nacional.




No meu comentário para o Sertão Notícias, da Cultura FM, avaliei os números do Paraná Pesquisas com a corrida para o Governo de Pernambuco.
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (18), em votação simbólica, o projeto de lei que aumenta a correção do saldo do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), equiparando-a ao rendimento da poupança. A proposta é considerada mais um item da “pauta-bomba”, criticada pelo Planalto porque tem impacto nos cofres públicos. A matéria segue agora para o Senado.
O Executivo é contrário à proposta por entender que ela pode comprometer os programas habitacionais custeados pelo fundo, como o Minha Casa, Minha Vida. O argumento do governo é que o aumento do rendimento das contas do FGTS obrigará a elevar também os juros nas parcelas cobradas dos beneficiados pelo programa.
G1














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