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Afogados: secretário de Saúde informa sobre novos testes para agilizar diagnósticos de Covid-19

Por André Luis

Exame desenvolvido pela UFPE está sendo testado no município.

Por André Luis

Participando de entrevista ao programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú, na sexta-feira (15), o secretário de Saúde de Afogados da Ingazeira, Artur Amorim, informou sobre dois novos exames para o diagnóstico da Covid-19 no município.

O primeiro está em fase de teste  e é fruto de uma parceria entre a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), presidida pelo ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota.

“É o teste da saliva para a detecção do novo coronavírus. Ele não excluiu a aplicação do teste de SWAB, é importante destacar isso, porque ele está sendo estudado. O paciente que procurar o hospital de campanha para realizar o SWAB também estará fazendo este teste da saliva, que é pra gente garantir um padrão de eficácia com relação aos resultados SWAB e saliva pra que possa ajudar a UFPE a quantificar um número necessário para que esse teste possa ser lançado no mercado, porque ele é muito mais barato e mais rápido no processo”. Informou Artur.

O outro teste que será implantado em breve no município será o SWAB de Antígeno – este só pode ser feito entre 3 e 10 dias após o paciente sentir os sintomas da Covid-19, portanto somente para sintomáticos. O teste de antígeno possui menor tempo de resultado, que é informado dentro de 1 a 2 horas após a aplicação do teste.

“Nós fizemos a publicação no pregão eletrônico hoje para a aquisição desse tipo de SWAB e creio eu que em meados de fevereiro teremos mais este tipo de teste aqui para os nossos pacientes”, afirmou Artur.

“Então, estaremos disponibilizando aqui em Afogados, além do teste rápido (sorológico),  o teste RT-PCR (SWAB) que é o padrão ouro, o Swab de Antígeno e esse de saliva. Lembrando que o de saliva momentaneamente está sendo aplicado junto com o Swab. É uma pesquisa que estamos desenvolvendo e após a validação dos resultados estaremos incorporando mais este como um teste para fechamento de diagnóstico”, destacou o secretário.

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Opinião: O tamanho do ódio

Por Marcos Coimbra* Nestes tempos em que a intolerância, o preconceito e o ódio se tornaram parte de nosso cotidiano político, é fácil se assustar. É mesmo tão grande quanto parece a onda autoritária em formação? Quem se expõe aos meios de comunicação corre o risco de nada entender, pois só toma contato com o […]

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Por Marcos Coimbra*

Nestes tempos em que a intolerância, o preconceito e o ódio se tornaram parte de nosso cotidiano político, é fácil se assustar. É mesmo tão grande quanto parece a onda autoritária em formação?

Quem se expõe aos meios de comunicação corre o risco de nada entender, pois só toma contato com o que pensa um lado. Será majoritária a parcela da opinião pública que se regozija ao ouvir os líderes conservadores e assistir aos comentaristas da televisão despejar seu ódio?

Recente pesquisa do Instituto Vox Populi permite responder a algumas dessas perguntas. E seus resultados ensejam otimismo: o ódio na política atinge um segmento menor do que se poderia imaginar. O Diabo talvez não seja tão feio como se pinta.

Em vez de perguntar a respeito de simpatias ou antipatias partidárias, na pesquisa foi pedido aos entrevistados que dissessem se “detestavam o PT”, “não gostavam do PT, mas sem detestá-lo”, “eram indiferentes ao partido”, “gostavam do PT, sem se sentir petistas” ou “sentiam-se petistas”.

Os resultados indicam: permanecem fundamentalmente inalteradas as proporções de “petistas” (em graus diversos), “antipetistas” (mais ou menos hostis ao partido) e “indiferentes” (os que não são uma coisa ou outra), cada qual com cerca de um terço do eleitorado. Vinte e cinco anos depois de o PT firmar-se nacionalmente e apesar de tudo o que aconteceu de lá para cá, pouca coisa mudou nesse aspecto.

Nessa análise, interessam-nos aqueles que “detestam o PT”. São 12% do total dos entrevistados. Esse contingente tem, claro, tamanho significativo. A existência de cerca de 10% do eleitorado que diz “detestar” um partido político não é pouco, mas é um número bem menor do que seria esperado se levarmos em conta a intensidade e a duração da campanha contra a legenda.

A contraparte dos 12% a detestar o PT são os quase 90% que não o detestam. Passada quase uma década de “denúncias” (o “mensalão” como pontapé inicial) e após três anos de bombardeio antipetista ininterrupto (do “julgamento do mensalão” a este momento), a vasta maioria da população não parece haver sido contagiada pelo ódio ao partido.

A pesquisa não perguntou há quanto tempo quem detesta o PT se sente assim. Mas é razoável supor que muitos são antipetistas de carteirinha. A proporção de entrevistados com aversão ao partido é maior entre indivíduos mais velhos, outro sinal de que é modesto o impacto na sociedade da militância antipetista da mídia.

Como seria de esperar, o ódio ao PT não se distribui de maneira homogênea. Em termos regionais, atinge o ápice no Sul (onde alcança 17%) e o mínimo no Nordeste (onde é de 8%). É maior nas capitais (no patamar de 17%) que no interior (4% em áreas rurais). É ligeiramente mais comum entre homens (14%) que mulheres (10%). Detestam a legenda 20% dos entrevistados com renda familiar maior que cinco salários mínimos, quase três vezes mais que entre quem ganha até dois salários. É a diferença mais dilatada apontada pela pesquisa, o que sugere que esse ódio tem um real componente de classe.

Na pesquisa, o recorte mais antipetista é formado pelo eleitorado de renda elevada das capitais do Sudeste. E o que menos odeia o PT é o dos eleitores de renda baixa de municípios menores do Nordeste. No primeiro, 21% dos entrevistados, em média, detestam o PT. No segundo, a proporção cai para 6%.

Não vamos de 0 a 100% em nenhuma parte. A sociologia, portanto, não explica tudo: não há lugares onde todos detestam o PT ou lugares onde todos são petistas, por mais determinantes que possam ser as condições socioeconômicas. Há um significativo componente propriamente político na explicação desses fenômenos.

O principal: mesmo no ambiente mais propício, o ódio ao PT é minoritário e contamina apenas um quinto da população. Daí se extraem duas consequências. Erra a oposição ao fincar sua bandeira na minoria visceralmente antipetista. Querer representá-la pode até ser legítimo, mas é burro, se o projeto for vencer eleições majoritárias.

Erra o petismo ao se amedrontar e supor ter de enfrentar a imaginária maioria do antipetismo radical. Só um desinformado ignora os problemas atuais da legenda. Mas superestimá-los é um equívoco igualmente grave.

*Marcos Coimbra é sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi. Esta opinião representa expressamente o sentimento do autor

Danilo Cabral esquece Tuparetama e pode perder apoio de Prefeito no Pajeú

Passou a festa de aniversário da cidade de Tuparetama e Danilo Cabral, Deputado Federal e candidato a reeleição mesmo convidado, não apareceu. Passaram-se os festejos juninos e Danilo também não compareceu. O prefeito Dêva Pessoa, que já esteve entusiasmado com a candidatura de Danilo Cabral já não demonstra o mesmo entusiasmo. O gestor foi chamado […]

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Passou a festa de aniversário da cidade de Tuparetama e Danilo Cabral, Deputado Federal e candidato a reeleição mesmo convidado, não apareceu. Passaram-se os festejos juninos e Danilo também não compareceu.

O prefeito Dêva Pessoa, que já esteve entusiasmado com a candidatura de Danilo Cabral já não demonstra o mesmo entusiasmo. O gestor foi chamado ao Recife e na conversa com Danilo a separação pode ser oficializada.

Tarifaço: Brasil e Estados Unidos retomam negociações nesta segunda-feira(31)

Reunião virtual será a primeira desde que as novas sobretaxas norte-americanas entraram em vigor. Representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos voltam à mesa de negociação nesta segunda-feira (31), para discutir as sobretaxas impostas pelo governo de Donald Trump aos produtos brasileiros. A reunião será realizada virtualmente, às 14h30, entre o ministro do […]

Reunião virtual será a primeira desde que as novas sobretaxas norte-americanas entraram em vigor.

Representantes dos governos do Brasil e dos Estados Unidos voltam à mesa de negociação nesta segunda-feira (31), para discutir as sobretaxas impostas pelo governo de Donald Trump aos produtos brasileiros.

A reunião será realizada virtualmente, às 14h30, entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. Integrantes do Ministério das Relações Exteriores também devem acompanhar a conversa.

Esse será o primeiro encontro entre Greer e representantes brasileiros desde a entrada em vigor das novas tarifas. A reunião foi articulada após uma conversa telefônica entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, no último dia 21, quando os dois concordaram em reabrir o canal de negociação comercial.

Integrantes do governo ouvidos pela reportagem avaliam que a conversa terá caráter inicial e não deverá produzir um acordo imediato. O objetivo será identificar até onde os Estados Unidos estão dispostos a avançar e preparar novas rodadas de negociação.

A prioridade do governo brasileiro é ampliar a relação de produtos excluídos das sobretaxas. Uma discussão mais ampla sobre a retirada das medidas deverá ficar para outra etapa.

As tarifas adotadas pelos Estados Unidos estabeleceram cobranças adicionais de 25% e 12,5% sobre parcelas das importações brasileiras. Quando as duas incidem sobre a mesma mercadoria, a sobretaxa chega a 37,5%.

Dados do Ministério do Desenvolvimento apontam que 23,1% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos foram atingidas. Desse total, 16,5% estão submetidos à tarifa acumulada de 37,5%, incluindo máquinas e equipamentos, madeira, calçados, móveis e confecções.

Márcio Elias Rosa e Jamieson Greer já participaram de cinco reuniões desde maio, além de encontros entre as equipes técnicas dos dois países. As discussões abordaram comércio digital, tarifas preferenciais, propriedade intelectual, etanol, desmatamento e combate à corrupção.

Apesar da retomada do diálogo, eventuais propostas apresentadas nesta segunda-feira ainda deverão ser submetidas aos respectivos governos antes de qualquer decisão.

Fonte: Correio Braziliense
Foto: Reprodução

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Pré-candidata do PSOL ao Governo do Estado visita Pajeú

A advogada e historiadora Danielle Portela, pré-candidata do PSOL ao governo do Estado, estará visitando a região do Pajeú  nesta sexta-feira.   A agenda começa pela cidade de Tabira, em um encontro com militantes e entrevista na Rádio local. Depois a pré-candidata visitará Afogados da Ingazeira, onde participará de entrevista na Rádio Pajeú, e terá encontro com […]

A advogada e historiadora Danielle Portela, pré-candidata do PSOL ao governo do Estado, estará visitando a região do Pajeú  nesta sexta-feira.  

A agenda começa pela cidade de Tabira, em um encontro com militantes e entrevista na Rádio local. Depois a pré-candidata visitará Afogados da Ingazeira, onde participará de entrevista na Rádio Pajeú, e terá encontro com a executiva local.

O PSOL de Pernambuco vai lançar uma chapa majoritária para a disputa eleitoral em 2018 composta exclusivamente por mulheres.

A pré-candidata ao Governo do Estado será a advogada e historiadora Danielle Portela, já as vagas para o Senado Federal serão postuladas por Albanise Pires e Eugênia Lima – as duas já concorrem a cargos públicos, Albanise foi candidata à Casa Alta em 2014 e Eugênia disputou uma vaga na Câmara dos Vereadores de Olinda em 2016. 

Projeto que fortalece estados e municípios passa em Comissão e pode ir a plenário

Aprovação foi comemorada por Sílvio Costa Filho e entidades municipalistas A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade nesta terça- feira (04), o parecer favorável do deputado federal Silvio Costa Filho (PRB-PE) ao Projeto de Emenda à Constituição (PEC) 48/2019. O texto trata da transferência de recursos […]

Aprovação foi comemorada por Sílvio Costa Filho e entidades municipalistas

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade nesta terça- feira (04), o parecer favorável do deputado federal Silvio Costa Filho (PRB-PE) ao Projeto de Emenda à Constituição (PEC) 48/2019. O texto trata da transferência de recursos federais a Estados, ao Distrito Federal e a municípios mediante emendas ao Projeto de Lei do Orçamento Anual.

Com o objetivo de desburocratizar os repasses de recursos federais a estados e municípios, Silvio afirma que com a aprovação da PEC, os entes federativos vão dar mais celeridade na execução das emendas para as necessidades específicas de cada localidade. “A destinação de emendas é muito importante para deputados e senadores atenderem demandas da sociedade. Com esses recursos, os gestores vão conseguir ampliar os investimentos de forma mais célere em áreas como saúde, educação, infraestrutura, entre outros. A proposta vai permitir ainda que prefeitos e governadores possam ampliar seus investimentos, melhorando a qualidade de vida da população”, destaca Costa Filho.

O presidente da Associação Municipalista de Pernambuco, José Patriota, e o presidente da Confederação Nacional de Municípios, Glademir Aroldi comemoraram a aprovação da pauta, que é um pleito antigo dos municípios de todo o país. “Essa é uma pauta importante que a CNM tem defendido há anos. Agora será criada a Comissão Especial para tratar da matéria, para posteriormente ir ao plenário da Câmara dos Deputados e assim definir de vez essa situação para que os municípios possam receber os valores das emendas individuais dos parlamentares. Portanto é mais um avanço nessa luta de transferência direta para os municípios. Silvio tem sido um grande defensor dos municípios brasileiros”, destaca Aroldi.

Essa PEC dialoga com o novo Pacto Federativo, pois visa fortalecer um novo padrão de execução orçamentária. ‘’Eu digo sempre que o futuro do país não está apenas em Brasília, mas, sobretudo, nos estados e municípios do Brasil. Nesse momento é muito importante desburocratizar e reforçar o repasse dos recursos para destravar obras e ações importantes que vão estimular a geração de emprego e renda no país’’, pontua Silvio.

Após a aprovação na CCJC, uma comissão especial será instaurada para discutir a proposta. Após a discussão, ela segue para o plenário da Câmara dos Deputados para ser votada.