Afogados: Prefeitura inicia distribuição gratuita de óculos para alunos da rede municipal
Por Nill Júnior
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira iniciou nesta quarta (10), a distribuição dos óculos do Programa “Visão de Futuro”, que beneficia alunos da rede pública municipal de ensino, do pré-escolar ao EJA – Ensino de Jovens e Adultos.
Criado o ano passado pela atual gestão, o “Visão de Futuro” tem por objetivo identificar e resolver os problemas oftalmológicos que, de alguma maneira, atrapalham o aprendizado dos alunos. As Secretarias de Educação e de Saúde realizam, em parceria, uma triagem inicial com os alunos da rede.
Identificados os alunos com possíveis problemas de visão, eles passam por uma bateria de exames, que vai do simples exame de vista até o mapeamento da retina, quando necessário. Este ano os exames foram realizados em agosto. Da triagem inicial, foram identificados 671 alunos com possíveis problemas. Destes, 598 irão precisar usar óculos, que começaram a ser entregues hoje, no Centro de Educação Infantil Maria Genedi, no Residencial Miguel Arraes, beneficiando alunos da própria unidade e da Escola Municipal Francisca Lira.
Nesta 1ª etapa estão sendo entregues 291 óculos. Além das unidades citadas, mais 04 escolas serão beneficiadas neste momento. Na próxima sexta, a distribuição ocorrerá a partir das 7h30, para os alunos das Escolas Municipais Maria Gizelda Simões, Geraldo Cipriano, Ana Melo e Petronila de Siqueira. A distribuição será feita nas escolas. Todos os alunos puderam, na hora do exame, escolher a armação de sua predileção.
O Prefeito José Patriota participou da entrega e demonstrou satisfação em poder ajudar na melhoria do aprendizado das crianças. “É muito triste ver crianças deixarem de aprender por não enxergarem o que o professor escreve. O programa Visão de Futuro é uma das ações que tem garantido, ano a ano, uma melhoria significativa nos nossos índices de educação. Isso tem refletido, inclusive, nos resultados positivos e nas premiações que obtivemos este ano,” declarou Patriota.
Política é coisa séria, não lugar para aventureiros Por André Luis – Jornalista do blog A declaração do cantor sertanejo Gusttavo Lima sobre sua possível candidatura à Presidência da República em 2026 reacende um debate importante: o que qualifica alguém a ocupar o cargo mais alto do país? Em entrevista ao portal Metrópoles, Lima afirmou […]
Política é coisa séria, não lugar para aventureiros
Por André Luis – Jornalista do blog
A declaração do cantor sertanejo Gusttavo Lima sobre sua possível candidatura à Presidência da República em 2026 reacende um debate importante: o que qualifica alguém a ocupar o cargo mais alto do país? Em entrevista ao portal Metrópoles, Lima afirmou que o Brasil precisa de alternativas e que sua candidatura seria um “gesto” para unir a população. No entanto, ao analisar sua trajetória, seu histórico de controvérsias e a falta de qualquer experiência política ou administrativa, a proposta soa mais como oportunismo e aventura pessoal do que como um projeto sério para o país.
Entre polêmicas judiciais e o apoio bolsonarista
Gusttavo Lima não é estranho ao universo político, embora nunca tenha exercido qualquer função pública. Ele foi um entusiasta do governo de Jair Bolsonaro, que atualmente enfrenta acusações relacionadas a tentativas de minar a democracia brasileira. O cantor tenta, agora, se desvincular da polarização política que ajudou a sustentar, ao afirmar que sua candidatura “não é sobre direita ou esquerda”. A contradição é evidente: como alguém pode se apresentar como um símbolo de união ao ignorar os próprios atos que fomentaram divisões?
Além disso, Gusttavo Lima carrega um histórico que pode se tornar um peso em qualquer projeto político. Recentemente, foi associado a investigações envolvendo o patrocínio de casas de apostas, um setor que tem levantado preocupações sobre lavagem de dinheiro e práticas ilegais. Ele também foi acusado de receber valores exorbitantes de prefeituras para realizar shows, o que gerou questionamentos sobre a transparência e o uso do dinheiro público. Esses episódios colocam em dúvida sua ética e comprometimento com uma gestão responsável.
E tem mais: Gusttavo Lima foi indiciado por lavagem de dinheiro e associação criminosa, após a investigação da Polícia Civil de Pernambuco. A Justiça de Pernambuco chegou a expedir um mandado de prisão para o artista no dia 23 de setembro, mas o pedido foi revogado no dia seguinte. Ele é suspeito de estar envolvido com uma organização criminosa que teria movimentado aproximadamente R$ 3 bilhões provenientes de atividades ilícitas.
O “outsider” da vez e a banalização da política
A estratégia de Gusttavo Lima reflete um padrão recente na política brasileira: o uso do discurso de “outsider” como um passaporte para entrar no cenário eleitoral. Essa postura, que também foi utilizada por figuras como Pablo Marçal, demonstra como o oportunismo se aproveita da crise de representatividade política para buscar ganhos pessoais. No entanto, o Brasil já pagou caro por eleger, num passado bem recente, lideranças despreparadas que transformaram o país em um palco de incertezas e retrocessos.
Governo não é lugar para amadores ou celebridades que confundem popularidade com capacidade de liderança. A Presidência exige preparo, conhecimento técnico e experiência para lidar com as complexidades de um país com mais de 212 milhões de habitantes. Narrativas de superação pessoal podem ser inspiradoras, mas não substituem a competência necessária para gerir crises, liderar equipes técnicas e propor políticas públicas eficazes.
O Brasil não pode mais se dar ao luxo de improvisar
A ideia de Gusttavo Lima se lançar como candidato é, na prática, mais uma jogada de marketing pessoal do que um plano concreto para o futuro do país. A política, especialmente em tempos de crise, não pode ser reduzida a um show midiático ou a um experimento de egos.
A candidatura de aventureiros sem preparo desvia o foco dos verdadeiros problemas do Brasil, prejudica o debate público e desrespeita a seriedade que a política exige. Para um país que luta contra desigualdades, corrupção e desafios econômicos, a Presidência não pode ser tratada como um palco para projetos pessoais. O Brasil merece mais do que promessas vazias ou figuras midiáticas em busca de holofotes. Afinal, política é coisa séria, não lugar para aventureiros.
Viva a cultura
A Festa de Reis de São José do Egito, em sua 158ª edição, ganhou novos ares com a implantação do Polo Cultural, reafirmando a cidade como berço da poesia e da cultura do Sertão do Pajeú. Conhecida como a “Terra dos Poetas”, São José do Egito mantém viva a herança de nomes como Antônio Marinho, Lourival Batista, Otacílio Batista, Dimas Batista e Rogaciano Leite. O Polo, localizado na rua João Pessoa, trouxe apresentações que celebraram essa rica tradição, com destaque para a banda de pífanos de Riacho do Meio, o poeta Paulo Passos e a dupla de violeiros Afonso Pequeno e Arnaldo Pessoa, além do aclamado Maciel Melo.
A iniciativa resgatou e exaltou a essência cultural do Sertão, oferecendo um espaço democrático onde música, poesia e tradição se encontraram para celebrar a identidade nordestina. São José do Egito reafirma seu papel como guardiã das artes populares, transformando a Festa de Reis em um tributo à história e ao talento do povo sertanejo.
Viva a cultura 2
O Chama Violeta é um festival de artes integradas realizado na comunidade rural Minadouro, em Ingazeira-PE, que celebra a diversidade cultural do Sertão do Pajeú. Em sua sexta edição, que ocorre de 9 a 12 de janeiro de 2025, o evento promove 25 horas de programação gratuita, incluindo espetáculos de dança, teatro, circo, música, cinema, poesia e cultura popular, além de oficinas e rodas de conversa. As atividades, realizadas em terreiros e espaços abertos, contam com artistas de várias partes do Brasil e visam descentralizar o acesso à cultura, transformando a comunidade em um verdadeiro palco artístico.
Idealizado pela produtora cultural Odília Nunes, o festival é uma iniciativa independente e coletiva que inspira outros projetos culturais ao mostrar alternativas de promoção cultural longe dos grandes centros. Com financiamento coletivo e trabalho voluntário, o Chama Violeta reflete o poder transformador da arte ao unir, educar e valorizar as identidades locais, reafirmando a força criativa do interior pernambucano. Vale muito a pena acompanhar!
Um lugar chamado São José do Egito
São José do Egito, berço dos poetas e das tradições, parece também ser palco de uma novela política que nunca cansa de surpreender. O mais recente episódio foi a eleição para a presidência da Câmara, protagonizada por Romerinho Dantas e Vicente de Vevéi. Com reviravoltas dignas de um enredo bem amarrado, a trama contou com desistências estratégicas e articulações de última hora, transformando o embate final em uma disputa acirrada. A vitória de Romerinho, por 7 a 6, não apenas redesenhou a Mesa Diretora, mas também adicionou mais um capítulo intrigante à saga política local.
Assim como nas novelas mais envolventes, o desfecho dessa eleição deixa no ar a expectativa do que está por vir. As articulações de bastidores, os apoios inesperados e o histórico de disputas emocionantes reforçam que, em São José do Egito, a política é uma arte performática que rivaliza com sua rica tradição poética. Resta saber quais personagens e enredos surgirão nos próximos capítulos dessa história que mistura cultura, poder e estratégia como só o Sertão do Pajeú sabe fazer.
Mudanças na Alepe
A Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) recebeu dois novos deputados: Cayo Albino (PSB), que assume a vaga de Eriberto Filho, e Wanderson Florêncio (Solidariedade), substituindo Lula Cabral. Empossados na última sexta-feira (3), Albino, aos 26 anos, é o deputado mais jovem da Alepe e promete atuar em defesa de Garanhuns e outras regiões do estado. Já Florêncio retorna ao Legislativo após atuar de 2018 a 2022, com foco em pautas como o meio ambiente, cultura, acessibilidade e cidades sustentáveis.
Além das posses, outras mudanças incluem a saída de Cléber Chaparral, agora prefeito de Surubim, e o retorno de Antônio Coelho ao mandato em 2025, após sua licença para chefiar a Secretaria de Turismo do Recife. Com isso, Edson Vieira deixa a suplência para se tornar titular do mandato, consolidando novas configurações no Legislativo pernambucano.
Será que agora vai?
A promessa de saneamento em Afogados da Ingazeira, que já percorreu mais de uma década, parece estar ganhando um novo fôlego. Em 2012, o então prefeito Totonho Valadares assinou um contrato de R$ 36 milhões com a empresa MAF Projetos e Obras LTDA, sob a supervisão da Compesa, para executar um sistema de esgotamento sanitário na cidade. O projeto prometia transformar a infraestrutura do município com estações de tratamento, elevatórias e quase 200 km de tubulação. Contudo, ao longo dos anos, o que se viu foi uma obra estagnada e uma série de obstáculos que impediram a concretização desse sonho.
Agora, em 2025, a história parece repetir-se com novos protagonistas. O prefeito Sandrinho Palmeira anunciou investimentos de R$ 25 milhões, provenientes de recursos do comitê da bacia hidrográfica do Rio São Francisco, para a retomada das obras. O projeto ainda está nas mãos da mesma Compesa, responsável pela execução anterior. A pergunta que fica para os afogadenses é: será que agora vai?
Frase da Semana
“Meu maior objetivo é selar a paz no legislativo, promovendo discussões que busquem o bem comum e deixando de lado questões pessoais.”
Do vereador de São José do Egito, Romerinho Dantas (PSB), após ser eleito presidente da Câmara Municipal.
Primeira mão O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), por meio da Primeira Câmara, emitiu nesta terça-feira (10) parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Sertânia a aprovação com ressalvas das contas do ex-prefeito Ângelo Ferreira, relativas ao exercício financeiro de 2023. O processo (nº 241004860), relatado pelo conselheiro Carlos Neves, analisou a […]
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE), por meio da Primeira Câmara, emitiu nesta terça-feira (10) parecer prévio recomendando à Câmara Municipal de Sertânia a aprovação com ressalvas das contas do ex-prefeito Ângelo Ferreira, relativas ao exercício financeiro de 2023.
O processo (nº 241004860), relatado pelo conselheiro Carlos Neves, analisou a Prestação de Contas de Governo apresentada pelo chefe do Executivo sertaniense, com a participação do controlador interno Irineu Cordeiro dos Santos Júnior e do contador Rostand Falcão de Lima. A defesa foi conduzida pelo advogado Paulo Roberto Fernandes Pinto Júnior (OAB/PE 29754).
A decisão foi unânime entre os conselheiros da Primeira Câmara. Embora tenha identificado falhas, o TCE entendeu que os problemas não comprometem a totalidade da gestão fiscal e orçamentária, o que motivou a recomendação pela aprovação das contas, ainda que com ressalvas.
Agora, caberá à Câmara Municipal de Sertânia julgar as contas, podendo acatar ou não a recomendação do TCE-PE, conforme prevê a Constituição Federal e a legislação local.
A Coluna do Domingão revelou ontem que o Tenente Gleydson Lima, que até então não havia definido seu alinhamento político para as próximas eleições em Afogados da Ingazeira, finalmente tomou uma decisão. Em um anúncio nas redes sociais, Gleydson declarou seu apoio à dupla Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares. Além disso, confirmou sua pré-candidatura a […]
A Coluna do Domingão revelou ontem que o Tenente Gleydson Lima, que até então não havia definido seu alinhamento político para as próximas eleições em Afogados da Ingazeira, finalmente tomou uma decisão.
Em um anúncio nas redes sociais, Gleydson declarou seu apoio à dupla Sandrinho Palmeira e Daniel Valadares. Além disso, confirmou sua pré-candidatura a vereador pelo MDB.
Na eleição anterior, Gleydson obteve 475 votos. “Mais uma vez irei lutar para ampliar minha votação”, afirmou.
O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, participa de nova reunião promovida pela Agência Nacional de Águas (ANA), para avaliar as condições de operação de reservatórios do São Francisco. A reunião está marcada para a próxima terça-feira (27.10), a partir das 9h, na sede da agência federal, em […]
O presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), Anivaldo Miranda, participa de nova reunião promovida pela Agência Nacional de Águas (ANA), para avaliar as condições de operação de reservatórios do São Francisco. A reunião está marcada para a próxima terça-feira (27.10), a partir das 9h, na sede da agência federal, em Brasília (DF).
A convocação acontece, mais uma vez, em virtude das condições hidrometeorológicas desfavoráveis na bacia do rio São Francisco. Desde abril de 2013, o sistema elétrico tem feito pedidos recorrentes para manter o controle da vazão do manancial, a fim de garantir a geração de energia elétrica. No período, a vazão do rio foi reduzida paulatinamente, de 1.300 metros cúbicos por segundo (m³/s) para o nível atual, de 900 m³/s, no reservatório de Sobradinho, na Bahia.
O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco é um órgão colegiado, integrado pelo poder público, sociedade civil e empresas usuárias de água, que tem por finalidade realizar a gestão descentralizada e participativa dos recursos hídricos da bacia, na perspectiva de proteger os seus mananciais e contribuir para o seu desenvolvimento sustentável. A diversidade de representações e interesses torna o CBHSF uma das mais importantes experiências de gestão colegiada envolvendo Estado e sociedade no Brasil.
Agência Brasil – Dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se pronunciaram hoje (9) sobre a decisão do ministro Edson Fachin, que suspendeu ontem (8) a tramitação do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff até a próxima quarta-feira (16), quando a Corte deve julgar a validade da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de […]
Para os ministros Marco Aurélio e Luís Roberto Barroso, o STF vai julgar somente a constitucionalidade das regras sobre tramitação do processo de impeachment, sem entrar na decisão política do Congresso
Agência Brasil –Dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se pronunciaram hoje (9) sobre a decisão do ministro Edson Fachin, que suspendeu ontem (8) a tramitação do pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff até a próxima quarta-feira (16), quando a Corte deve julgar a validade da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de processo e julgamento do impeachment.
Para os ministros Luís Roberto Barroso e Marco Aurélio, Fachin não interferiu nas atividades do Legislativo ao atender pedido do PCdoB, aliado do governo, para impedir a instalação da comissão especial. Segundo Barroso, o ministro determinou uma suspensão breve com o objetivo de avaliar se o rito adotado pelos deputados está de acordo com a lei e a Constituição.
“Se há alguma dúvida e algum questionamento, é melhor parar o jogo um minutinho e acertar isso. Acho que não é interferência. Até porque a decisão dele [Fachin] foi motivada por membros do próprio Congresso ou por partidos políticos.”
Na avaliação de Roberto Barroso, a Corte vai julgar somente a constitucionalidade das regras sobre tramitação do processo de impeachment, sem entrar na decisão política do Congresso que deflagrou o pedido de impedimento da presidenta Dilma.
“Em matérias como essa, o Supremo não fará juízo de mérito, mas é preciso fazer uma avaliação de que o procedimento esteja sendo cumprido adequadamente. Esta é uma matéria com uma Constituição nova. Existe uma lei antiga, normas do regimento interno. Portanto, há muitas dúvidas”, afirmou o ministro.
O ministro Marco Aurélio concordou Barroso, assegurando que não houve interferência no Legislativo. “A última trincheira do cidadão é o Judiciário. O Supremo tem a palavra final sobre a alegada violência a um direito. Tenho de presumir a correção do ato do colega. A premissa é que não estaria respeitando o fugurino legal na votação da escolha da comissão. É tempo de observar-se o império da lei”, acrescentou.
Na ação protocolada semana passada no STF, o PCdoB pede a derruba de artigos da Lei 1.079/50, que regulamentou as normas de processo e julgamento do impeachment, A norma foi editada sob a vigência da Constituição de 1946. Para o partido, a lei não foi recepcionada pela Constituição de 1988.
A questão sobre a validade da lei foi discutida em 1992, quando os ministros julgaram recurso do então presidente Fernando Collor para barrar seu processo de impeachment. Na ocasião, os magistrados decidiram que a lei foi recepcionada, em grande parte, pela Constituição.
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