Afogados: mutirão recupera 17 ruas nos bairros Borges e Brotas
Por André Luis
Um mutirão envolvendo diversas máquinas do município levou serviços de infraestrutura a 17 ruas dos bairros Borges e Brotas, atendendo reivindicações das comunidades.
Foram realizados serviços de terraplanagem e limpeza das ruas, retirada de entulhos e roço do mato, melhorando a trafegabilidade das vias.
A ação foi coordenada pela secretaria de infraestrutura e está programada para acontecer todas as sextas, em bairros e comunidades diferentes, para solucionar a demanda reprimida nos bairros.
“Essa é uma determinação do Prefeito Alessandro Palmeira, para que possamos melhorar as condições de infraestrutra nos bairros, garantindo uma melhor qualidade de vida para a nossa população,” destacou o Secretário Adjunto de Infraestrutura, Carlos Neves.
Em um relatório divulgado na noite desta terça-feira (14), a Defesa Civil do Rio Grande do Sul apresentou números atualizados sobre o impacto devastador das enchentes que assolaram o estado. Segundo o documento, publicado no site oficial do Governo, 446 municípios foram afetados pelas fortes chuvas, deixando um rastro de destruição e desespero entre os […]
Em um relatório divulgado na noite desta terça-feira (14), a Defesa Civil do Rio Grande do Sul apresentou números atualizados sobre o impacto devastador das enchentes que assolaram o estado. Segundo o documento, publicado no site oficial do Governo, 446 municípios foram afetados pelas fortes chuvas, deixando um rastro de destruição e desespero entre os moradores.
O número de pessoas que encontraram refúgio em abrigos temporários subiu para 79.494, enquanto impressionantes 538.245 indivíduos foram forçados a deixar suas casas, classificados como desalojados. No total, as enchentes afetaram diretamente 2.124.553 pessoas em todo o estado.
As equipes de resgate trabalharam incansavelmente para atender aos feridos, que já somam 806, e continuam as buscas pelos 112 desaparecidos. Infelizmente, 149 vidas foram perdidas devido à catástrofe, com nenhum óbito adicional atualmente sob investigação.
No esforço de resgate, 76.483 pessoas foram salvas das áreas inundadas, juntamente com 11.002 animais, refletindo o compromisso da Defesa Civil com todas as formas de vida. O efetivo envolvido nas operações alcançou 27.651 profissionais, apoiados por 4.405 viaturas, 41 aeronaves e 340 embarcações, demonstrando a magnitude da resposta ao desastre.
A situação permanece crítica, e as autoridades continuam a monitorar as áreas afetadas, prestando assistência e coordenando esforços de recuperação. A comunidade internacional tem enviado mensagens de apoio e solidariedade ao povo do Rio Grande do Sul neste momento difícil.
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Saúde, negou em nota informações de que havia desistido da implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, segundo assessoria. “Todos os fatos relativos ao funcionamento do equipamento já foram amplamente apresentados à sociedade, de modo que a prefeitura continua aguardando os demais […]
A Prefeitura de Serra Talhada, por meio da Secretaria de Saúde, negou em nota informações de que havia desistido da implantação do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência – SAMU, segundo assessoria.
“Todos os fatos relativos ao funcionamento do equipamento já foram amplamente apresentados à sociedade, de modo que a prefeitura continua aguardando os demais municípios membros da regional para que o Serviço possa ser ofertado no formato previsto no projeto”, afirma a nota.
O secretário executivo de saúde, Aron Lourenço, afirma categoricamente que Serra Talhada, dada as condições necessárias, implantará, junto com os demais municípios, o SAMU.
O SAMU regional tem sido alvo de amplo debate na região pela demora para ser colocado em funcionamento.
Depois de trocas de acusações entre prefeituras que questionavam a demora de Serra em pôr a central para funcionar e de Serra,que avisou outras gestões de atraso nas suas unidades, agora a língua é uma só, de que faltam garantias de Estado e União para sua operação. Em meio a isso, a população que aguarda há meses pelo importante equipamento.
Governador autorizou o início das obras durante visita ao município nesta sexta-feira Nesta sexta-feira (17), o governador Paulo Câmara encerrou seu giro de dois no Pajeú e Moxotó, na cidade de Santa Terezinha, onde anunciou repasses na área da assistência social. Entre eles, R$ 65 mil para manutenção do CRAS e do CREAS e R$ […]
Governador autorizou o início das obras durante visita ao município nesta sexta-feira
Nesta sexta-feira (17), o governador Paulo Câmara encerrou seu giro de dois no Pajeú e Moxotó, na cidade de Santa Terezinha, onde anunciou repasses na área da assistência social.
Entre eles, R$ 65 mil para manutenção do CRAS e do CREAS e R$ 6 mil para pagamento do benefício eventual e investimentos, por meio de cofinanciamento, para a reabertura da cozinha comunitária na cidade.
Contemplando a malha viária, o governador autorizou o início das obras de conservação da pavimentação e sinalização vertical e horizontal da rodovia PE-285. Orçados em R$ 350 mil, os trabalhos começam em janeiro e devem ser finalizados em fevereiro de 2022.
O trecho dos serviços possui 25,8 quilômetros, a partir da divisa com a Paraíba, passando pela Vila do Tigre e seguindo até o distrito de Riacho do Meio, no entroncamento da PE-320.
Foram assinados ainda convênios para pavimentação e asfaltamento de ruas do município, no valor de R$ 1,7 milhão, e a licitação para instalação de poços, estimadas em R$ 80 mil, além de R$ 150 mil para custeio da máquina que fará a limpeza de açudes e barreiros, na zona rural.
Nos últimos dois dias, Câmara visitou os municípios de Serra Talhada, Custódia, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde, Triunfo, Quixaba, Ingazeira, Solidão, Tabira e Santa Terezinha. Na região, ele investiu mais de R$ 155 milhões em obras estruturadoras e vistoriou diversas ações em andamento. A agenda fez parte do Plano Retomada, lançado em agosto deste ano.
O governador Paulo Câmara comemorou hoje (01/12) o levantamento da agência de notícias Reuters comprovando que a maioria dos integrantes do Congresso Nacional é contra a proposta de privatizar o Sistema Eletrobrás, como quer o Ministério de Minas e Energia. De acordo com a Reuters, três frentes parlamentares contra a a privatização somam, até o […]
O governador Paulo Câmara comemorou hoje (01/12) o levantamento da agência de notícias Reuters comprovando que a maioria dos integrantes do Congresso Nacional é contra a proposta de privatizar o Sistema Eletrobrás, como quer o Ministério de Minas e Energia.
De acordo com a Reuters, três frentes parlamentares contra a a privatização somam, até o momento, 406 deputados e quatro senadores em suas composições, ou cerca de 70 por cento dos integrantes Congresso Nacional.
“Os parlamentares estão conscientes de que essa mudança será prejudicial à população com o aumento da conta de luz e também ao desenvolvimento regional. No caso da Chesf, por exemplo, vamos entregar a gestão das águas do Rio São Francisco a uma empresa privada. Isso é inaceitável”, afirmou Paulo.
De acordo com o governador de Pernambuco, está claro que deputados e senadores vão barrar essa proposta na origem. “Contamos com a sensibilidade dos parlamentares para que essa questão não tenha futuro. Os governadores do Nordeste fizeram a sua parte. E, em toda a região, surgem movimentos parlamentares e da sociedade civil em defesa do Rio São Francisco e da Chesf”.
De acordo com Daniella Marques, funcionários afastados podem ter envolvimento nos casos de assédio, mas que isso ainda será investigado. Nova presidente assumiu após funcionárias relatarem agressões do antecessor. Por Jéssica Sant’Ana, g1 — Brasília A nova presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Daniella Marques, afirmou nesta segunda-feira (4), em entrevista ao Estúdio i, da […]
De acordo com Daniella Marques, funcionários afastados podem ter envolvimento nos casos de assédio, mas que isso ainda será investigado. Nova presidente assumiu após funcionárias relatarem agressões do antecessor.
Por Jéssica Sant’Ana, g1 — Brasília
A nova presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Daniella Marques, afirmou nesta segunda-feira (4), em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, que o banco vai apurar com rigor e independência as denúncias de assédio sexual e moral que levaram à queda do antigo presidente Pedro Guimarães. Ela disse ainda que, como parte das apurações, afastou funcionários que faziam parte do gabinete do ex-presidente.
Guimarães deixou o cargo na semana passada, após se tornarem públicas denúncias de funcionárias do banco, que relataram ter sofrido do ex-presidente abordagens que configuram assédio sexual e moral. Ele nega as acusações.
O Ministério Pública Federal (MPF) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) investigam o caso. O Tribunal de Contas da União (TCU) também abriu processo para apurar a conduta do ex-presidente e os mecanismos de combate e prevenção ao assédio dentro do banco.
“Isso tem que ser apurado. Eu, como mulher, não acho aceitável que haja indício de assédio sexual”, afirmou Marques.
“Tenho que me comprometer que vai ser apurado com rigor, responsabilidade”, completou.
Marques disse também que não pretende perseguir nem proteger ninguém. Ela afirmou que as pessoas afastadas podem estar envolvidas nos casos de assédio, mas que isso ainda será apurado. Segundo Marques, entre os afastados estão o chefe de gabinete e cinco consultores da presidência.
“Tinha um grupo de pessoas com cargo de confiança, ligadas ao gabinete, chefe de gabinete. Pessoas que não conheço, não julgo”, explicou a nova presidente da Caixa.
Ela acrescentou que os afastamentos buscam dar isenção às investigações.
“Para preservar a instituição, que é o mais importante neste momento, e antes de julgar qualquer coisa, a gente tem que preservar a imagem do banco, o funcionário, resgatar a estima do funcionário”, continuou a nova presidente da Caixa.
Ela afirmou ainda que uma empresa independente vai ser contratada para ajudar nas investigações de assédio no banco.
Marques também informou que vai abrir nesta semana um canal de diálogo exclusivo em que funcionárias da Caixa possam relatar casos de assédio.
A Caixa vai criar também um colegiado permanente para trabalhar nesse tipo de apuração. A Controladoria-Geral da União (CGU) vai colaborar com os órgãos internos do banco.
Resistência por ser mulher
À GloboNews, Daniella relembrou que, ao longo da sua trajetória no mercado financeiro, onde trabalhava antes de ir para o governo, já ouviu em entrevistas de emprego frases como: “O que você está fazendo aqui?”; “aqui não é lugar para mulher”; e “mulher não aguenta pressão”.
“Nessa trajetória de 20 anos, eu tive muita resistência para ser aceita, ouvi muita piada de mau gosto. Lugar de trabalho não é de piada, de sexo, de falar de coisas sexual, sexista”, ressaltou.
Ela repetiu que o assédio e o machismo não são condutas aceitáveis.
“Eu não tive medo e simplesmente ignorei, fui lá e fiz [meu trabalho], mas sei que outras mulheres não têm a coragem e não estão na posição de privilégio que eu estou. A gente simplesmente tem que mostrar que isso não é mais aceitável, empresas têm que estimular mudança de comportamento no mercado de trabalho”, completou.
Direitos das mulheres
Daniella ressaltou que, independemente do resultado da apuração das denúncias, tem o aval do conselho de administração para fazer da Caixa um banco referência nos direitos das mulheres.
“A Caixa, que sempre foi o banco de todos os brasileiros, a Caixa agora também vai ser a mãe da causa feminina, e a gente vai trabalhar com toda nossa força de rede, com a presença em todos os municípios, não só no combate ao assédio sexual no trabalho, mas também em todas as dimensões dessa causa”, afirmou.
Entre as causas que a Caixa deve defender, segundo ela, estão o combate à prostituição infantil e violência doméstica contra mulheres.
Marques também disse que vai priorizar a formação de lideranças femininas na Caixa e o empreendedorismo feminino.
Você precisa fazer login para comentar.